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terça-feira, 2 de junho de 2015

Falar duas línguas pode atrasar os danos causados pelo Alzheimer

Pela primeira vez, um estudo sobre os benefícios de falar uma segunda língua comprova que o aprendizado pode retardar o aparecimento de três tipos diferentes de demência, independente do grau de escolaridade dos idosos. A pesquisa foi feita no Nizam’s Institute of Medical Sciences, em Hyderabad, India, e publicada no site Neurology. O estudo avaliou 648 idosos com diversos tipos de demência e diferentes graus de escolaridade, e levou os pesquisadores a concluírem que os participantes que falavam uma segunda língua foram capazes de atrasar o aparecimento da Doença de Alzheimer, Demência Vascular e Demência frontotemporal em 4,5 anos – em comparação com os pacientes que falavam apenas uma língua.

Os idosos avaliados tinham em média 66 anos e 14% deles eram analfabetos. Dentre os 648 participantes do estudo, 60% falavam duas ou mais línguas. Em todos as avaliações, 240 foram diagnosticados com Alzheimer, 189 com demência vascular e 119 com demência frontotemporal. Após a avaliação do estudo, os pesquisadores concluíram que os participantes bilíngues atrasaram certos tipos de demência em uma média de 4,5 anos. Nenhum benefício a mais foi encontrado naqueles que falavam mais de duas línguas. Escolaridade, gênero e profissão não demonstraram benefícios adicionais.

Apesar de ser desconhecido o motivo exato de pessoas bilíngues apresentarem este tipo de atraso, falar duas línguas requer treinamento de uma parte específica do cérebro, transformando esse exercício em um treino cerebral bem sucedido. Dessa forma, a prática de um segundo idioma, além de ativar o seu cérebro, contribui para as reservas cognitivas, resultando no atraso da demência. A parte do cérebro ligada a estas ações pode ser a chave para descobrir o motivo do benefício.

Pessoas depressivas têm chances maiores de desenvolver Parkinson, diz estudo


Pesquisadores suecos relataram em novo estudo publicado na revista “Neurology” que pessoas com depressão são muito mais propensas a desenvolver doença de Parkinson anos depois. A pesquisa reforça a teoria de trabalhos anteriores mostrando que depressão e Parkinson estão ligadas.

A equipe da Universidade de Umea, na Suécia, mostrou que a depressão vem primeiro, e não o contrário.

“Vimos esta relação entre depressão e doença de Parkinson ao longo de um período de tempo de mais de duas décadas, de modo que a depressão pode ser um sintoma precoce da doença de Parkinson ou um fator de risco para a doença”, informou Peter Nordstrom, da Universidade de Umea, em um comunicado.

Para os cientistas, o estudo é forte porque seguiu toda a população sueca que tinha 50 anos até o final de 2005. A equipe de Nordstrom encontrou mais de 140 mil que foram diagnosticadas com depressão, entre 1987 e 2012. Eles compararam com pessoas semelhantes que não foram diagnosticadas com depressão.

Em seguida, verificaram para ver quem tinha a doença de Parkinson. A análise foi possível porque a Suécia tem um extenso banco de dados sobre a saúde dos seus cidadãos.

Mais de 26 anos depois, 1.485 das pessoas tinham sido diagnosticadas com mal de Parkinson. Cerca de 1% das pessoas que tiveram depressão em algum momento passou a desenvolver Parkinson, contra apenas 0,4% da população que nunca teve depressão.

Isso não significa necessariamente que a depressão provoca Parkinson, diz James Beck, vice-presidente de assuntos científicos da Fundação Americana da Doença de Parkinson, que não estava envolvido no estudo.

“Acho que a mensagem maior é que a depressão e a doença de Parkinson realmente andam de mãos dadas”, Beck disse à “NBC News”. “Nós já sabíamos disso, mas este é um estudo muito grande.”

Beck afirmou, ainda, que as pessoas que estão deprimidas precisam prestar muita atenção se desenvolver tremor ou outros sintomas iniciais de Parkinson. A maioria das pessoas esperam até que os sintomas fiquem mais evidentes antes de procurar ajuda médica.

http://oglobo.globo.com/sociedade/saude/pessoas-depressivas-tem-chances-maiores-de-desenvolver-parkinson-diz-estudo-16223564

quarta-feira, 25 de março de 2015

Novo tratamento do Alzheimer restaura totalmente a função da memória - estudo em ratos


Pesquisadores australianos criaram uma tecnologia de ultra-som não-invasiva que limpa o cérebro das placas amilóides neurotóxicos responsáveis ​​pela perda de memória e pelo declínio da função cognitiva em pacientes com Alzheimer.

Se uma pessoa tem a doença de Alzheimer, isso é geralmente o resultado de um acúmulo de dois tipos de lesões - placas amilóides e emaranhados neurofibrilares. As placas amilóides ficam entre os neurônios e criam aglomerados densos de moléculas de beta-amilóide.

Os emaranhados neurofibrilares são encontrados no interior dos neurônios do cérebro, e são causados por proteínas Tau defeituosas que se aglomeram numa massa espessa e insolúvel. Isso faz com que pequenos filamentos chamados microtúbulos fiquem torcidos, perturbando o transporte de materiais essenciais, como nutrientes e organelas.

Como não temos qualquer tipo de vacina ou medida preventiva para a doença de Alzheimer - uma doença que afeta 50 milhões de pessoas em todo o mundo - tem havido uma corrida para descobrir a melhor forma de tratá-la, começando com a forma de limpar as proteínas beta-amilóide e Tau defeituosas do cérebro dos pacientes.

Agora, uma equipa do Instituto do Cérebro de Queensland, da Universidade de Queensland, desenvolveu uma solução bastante promissora. Publicando na Science Translational Medicine, a equipe descreve a técnica como a utilização de um determinado tipo de ultra-som chamado de ultra-som de foco terapêutico, que envia feixes feixes de ondas sonoras para o tecido cerebral de forma não invasiva.

Por oscilarem de forma super-rápida, estas ondas sonoras são capazes de abrir suavemente a barreira hemato-encefálica, que é uma camada que protege o cérebro contra bactérias, e estimular as células microgliais do cérebro a moverem-se. As células da microglila são basicamente resíduos de remoção de células, sendo capazes de limpar os aglomerados de beta-amilóide tóxicos.

Os pesquisadores relataram um restauro total das memórias em 75 por cento dos ratos que serviram de cobaias para os testes, havendo zero danos ao tecido cerebral circundante. Eles descobriram que os ratos tratados apresentavam melhor desempenho em três tarefas de memória - um labirinto, um teste para levá-los a reconhecer novos objetos e um para levá-los a relembrar lugares que deviam evitar.

O link do artigo original: http://stm.sciencemag.org/content/7/278/278ra33

Fonte: http://www.ciencia-online.net/2015/03/tratamento-do-alzheimer-restaura-memoria.html?m=1

segunda-feira, 2 de março de 2015

Pesquisa contribui para índices menores de fragilidade na velhice

Quanto menor o nível educacional, pior é o desenvolvimento cognitivo e o estado físico do indivíduo.  E quanto maior a reserva neurológica – obtida por meio leitura, jogos e até mesmo palavras cruzadas, que ajudam a aumentar a atividade cerebral e a formar conexões neuronais – menor é a chance de demência. Este é o resultado das primeiras fases do projeto Fragilidade em Idosos Brasileiros (Fibra), realizado no Rio de Janeiro, e coordenado por Roberto Alves Lourenço, da FAPERJ. 




Países em desenvolvimento, como o Brasil, estão vendo crescer a expectativa de vida de sua população, que, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), subiu de 71,9 para 74,9 anos entre 2003 e 2013. “Estamos vivendo um processo de envelhecimento populacional importante, que tem sido muito acelerado no País”, afirma Roberto Alves Lourenço, geriatra e professor da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

Mas se, por um lado, a população vive mais, por outro, esse processo faz aumentar a incidência das doenças associadas ao envelhecimento. Observando isso, o projeto Fragilidade em Idosos Brasileiros (Fibra), realizado em todo o território nacional e coordenado por Lourenço no Rio de Janeiro, procura analisar como anda a saúde dos idosos fluminenses. Para isso, ele contou com subsídios do programa de Apoio a Projetos de Extensão e Pesquisa (ExtPesq), da FAPERJ.

“Envelhecer significa perder reserva funcional, massa muscular e agilidade. O envelhecimento começa aos 40 anos e geralmente por volta dos 65 anos, essa perda de reserva já percorreu um caminho importante”, explica. Por isso mesmo, o Fibra promove avaliações clínicas para que se consiga perceber os quadros de fragilidade antes mesmo que eles se manifestem. Para isso, o Fibra, que está sendo desenvolvido no Serviço de Geriatria Professor Mario A. Sayeg, da Policlínica Piquet Carneiro, da Uerj, analisa três fatores relacionados ao envelhecimento: prevalência da fragilidade e dos seus fatores associados; prevalência da demência e de seus fatores associados; e prevalência da perda de massa muscular e de seus fatores associados.

No Rio de Janeiro, foram avaliados pelo projeto 847 voluntários, acima de 65 anos, residentes da Zona Norte, escolhidos aleatoriamente pela equipe. Na primeira fase da pesquisa, realizada em 2009, os médicos visitaram cada um dos selecionados e os submeteram a um questionário para avaliar-lhes a aptidão mental e a alguns testes físicos, como o de velocidade de marcha.

“Nesse teste, o idoso teria que caminhar 4,6 metros, com o tempo cronometrado. Assim como o teste de força de pressão manual, em que se mede a força do indivíduo num aparelho chamado dinamômetro, a média de velocidade alcançada pode servir como indicador de importantes desfechos de saúde para o indivíduo”, explica Lourenço. E acrescenta: “Da mesma forma, quanto mais lenta e mais fraca a pressão manual, maiores são as chances de cair, de ser internado, e maiores os índices de mortalidade.”

De acordo com o resultado dos testes, o pesquisador e sua equipe indicaram aos idosos mais frágeis uma dieta rica em proteínas e aminoácidos e exercícios físicos para o fortalecimento muscular. “Nunca é tarde para a prática de exercícios; na velhice, eles são imprescindíveis para a saúde.” Nessa primeira fase, também foi avaliada a funcionalidade, ou seja, a capacidade de o idoso se alimentar sozinho, se locomover e realizar atividades corriqueiras no dia a dia.

O resultado dessa primeira fase indicou que o índice de prevalência de fragilidade física entre o grupo estudado foi de 9,2% e que esse índice está associado à escolaridade; quanto menor o nível educacional, pior é o desenvolvimento cognitivo e o estado físico do indivíduo. “Isso acontece porque esse baixo nível educacional geralmente está associado a piores condições socioeconômicas, a piores condições de moradia, de trabalho, de alimentação e à falta de tempo para a prática de exercícios físicos.”

A segunda fase do teste, realizada em 2011 na mesma clínica da Uerj, analisou a prevalência de demência no grupo selecionado. Testes cognitivos complexos, avaliados por neuropsicólogos e geriatras, analisaram o estado mental dos voluntários. No resultado, 16,9% dos idosos mais velhos e com menor escolaridade apresentaram pior desempenho. “Uma das hipóteses é que quanto maior a reserva neurológica – obtida por meio de estímulos culturais, como leitura, jogos e até mesmo palavras cruzadas, que ajudam a aumentar a atividade cerebral e a formar conexões neuronais – menor é a chance de demência. A interação social também ajuda muito”, acrescenta o pesquisador.

Os resultados da terceira fase do teste, para avaliação de perda de massa muscular, realizada em 2014, serão divulgados em meados de 2015, em dissertações de mestrado, teses de doutorado e em artigos de importantes revistas científicas, nacionais e internacionais. “Esperamos que o conhecimento proporcionado pelos resultados de nosso projeto de alguma forma contribua para que o aumento da expectativa de vida seja acompanhado de qualidade de vida, com índices de fragilidade cada vez menores”, finaliza Lourenço.


Fonte: FAPERJ: http://www.faperj.br/?id=2856.2.9

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Cinco hábitos saudáveis reduzem pela metade o risco de AVC em mulheres


Segundo nova pesquisa, entre esses hábitos estão alimentar-se bem, exercitar-se e não exagerar no álcool

Adotar um estilo de vida saudável pode de reduzir pela metade o risco de acidente vascular (AVC) isquêmico entre o sexo feminino. Segundo uma pesquisa publicada nesta quarta-feira, mulheres que se alimentam corretamente, praticam exercícios, consomem álcool com moderação, têm um peso saudável e não fumam são 54% menos propensas a apresentar o problema.

O estudo, divulgado na revista médica Neurology, foi feito na Suécia com 31 696 mulheres de 60 anos, em média. Todas responderam a um questionário com 350 perguntas sobre alimentação e estilo de vida. A partir disso, os pesquisadores as acompanharam por dez anos.

O estudo considerou que um estilo de vida saudável incluía os seguintes fatores: beber álcool moderadamente (até três a nove doses por semana); seguir uma dieta saudável (medida pela quantidade e frequência do consumo de alimentos saudáveis e não saudáveis); praticar atividade física (pelo menos 40 minutos de exercícios aeróbicos por dia e uma hora de atividades de força por semana); manter um peso saudável (com IMC de até 25); e não fumar.

Entre as participantes do estudo, apenas 589 (ou 1,8%) apresentavam todos esses fatores de estilo de vida saudável. Por outro lado, 1 535 (4,8%) mulheres não mantinham nenhum desses cinco hábitos.

Hábitos — A pesquisa mostrou que cada fator de vida saudável é capaz de, sozinho, diminuir o risco de sofrer um derrame. Seguir uma dieta correta, por exemplo, contribui com uma redução de 13% desse risco, enquanto não fumar evita 17% dos casos de AVC em um período de dez anos, por exemplo. Já a prática de atividade física pode prevenir 9% dos derrames. Além disso, segundo o estudo, todos os cinco hábitos, juntos, reduzem em 54% o risco de AVC em mulheres em comparação com não apresentar nenhum desses fatores.

“Pelo fato de as consequências de um derrame serem devastadoras e irreversíveis muitas vezes, a prevenção é muito importante. Os nossos resultados são animadores pois indicam que dieta e estilo de vida saudáveis podem reduzir o risco do problema substancialmente, e esses fatores são escolhas que as pessoas podem fazer ou então melhorar”, diz Susanna Larsson, pesquisadora do Instituto Karolinska, na Suécia, e coordenadora do estudo.

Como evitar - dicas:

Controlar a hipertensão

A hipertensão é a principal desencadeadora do AVC, isquêmico ou hemorrágico. Ela pode causar lesões nas paredes internas das artérias, tornando-as menos elásticas e mais predispostas a entupimento e endurecimento. "O tratamento da hipertensão, feito por meio de medicamentos, dieta e prática de atividade física, diminui em 90% o risco de um derrame em hipertensos", afirma Adriana Conforto, neurologista chefe do Grupo de Doenças Cerebrovasculares do Hospital das Clínicas, em São Paulo. Segundo ela, um estudo feito no Hospital das Clínicas de São Paulo mostrou que 80,5% dos pacientes admitidos por AVC isquêmico no pronto-socorro apresentavam antecedente de hipertensão arterial.

Exercitar-se

A prática de atividades físicas pode ajudar no controle do peso, na saúde do coração e na redução do risco de diabetes, hipertensão arterial e formação de coágulos sanguíneos — condições que podem levar ao derrame. Assim, exercitar-se melhora diversos fatores que aumentam o risco de AVC.

Monitorar o peso

A obesidade e o sobrepeso podem desencadear hipertensão e diabetes, fatores de risco do AVC. "Quem está acima do peso tem maior probabilidade de sofrer um derrame", diz Antonio Cezar Galvão, neurologista do Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho, em São Paulo.

O cálculo do índice de massa corpórea (IMC), medida que relaciona altura, peso e nível de gordura, ajuda a determinar se o indivíduo está com o peso ideal.

Reduzir o colesterol

Altos níveis de LDL (conhecido como colesterol "ruim") no sangue favorecem a aterosclerose, que se caracteriza pela formação de placas de gordura nas paredes das artérias. A doença estreita e enrijece esses vasos e dificulta o fluxo sanguíneo. A lesão na parede das artérias pode, ainda, levar à formação de coágulos e, logo, ao AVC isquêmico. Uma dieta saudável e pobre em gorduras saturadas e trans ajuda a proteger a saúde cardiovascular.

Tratar o diabetes

O diabetes é o segundo principal fator de risco do AVC, por piorar a hipertensão arterial e contribuir na formação da aterosclerose. "O diabetes enrijece a parede arterial, que favorece o acúmulo de gordura no vaso, aumenta os níveis de insulina no sangue e altera o sistema circulatório e metabólico", diz Caio Focássio, cirurgião vascular da Santa Casa de São Paulo e membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular. Esse cenário facilita o surgimento de coágulos, que podem chegar ao cérebro, obstruir uma artéria e, assim, levar ao AVC isquêmico.


Seguir uma dieta balanceada

Alimentar-se bem é crucial para controlar o peso, a hipertensão, o diabetes e o colesterol. De acordo com Adriana Conforto, os três principais mandamentos de uma dieta anti-AVC são ingerir sal moderadamente (isto é, consumir no máximo 3 colheres [café] rasas por dia), comer oito a dez porções de frutas, verduras e legumes diariamente e, por fim, manter distância de alimentos gordurosos, principalmente aqueles com altos níveis de gorduras saturadas — como frituras e manteiga.

Ter uma gravidez saudável

A pré-eclâmpsia, doença que atinge entre 6 e 10% das gestantes, aumenta a pressão arterial e causa uma perda de proteínas pela urina na fase final da gravidez. Segundo a Associação Americana do Coração, mulheres com pré-eclâmpsia têm duas vezes mais probabilidade de sofrer um derrame — condição que, por sua vez, atinge três em cada 10 000 grávidas. A recomendação geral é que mulheres enquadradas no grupo de risco (aquelas com hipertensão crônica, diabetes e obesidade, por exemplo) tomem doses baixas de aspirina a partir do segundo trimestre de gestação. O médico decidirá o melhor para cada caso.

Manter a saúde cardíaca em dia

Doenças cardíacas podem formar coágulos no sangue e levar ao AVC isquêmico. São exemplos de moléstias relacionadas ao derrame a fibrilação atrial crônica, que é quando o coração bate num ritmo anormal e irregular, e a trombose coronariana, na qual uma artéria é bloqueada por um coágulo. A fibrilação atrial costuma ser controlada com medicamentos anticoagulantes e a trombose coronariana, popularmente conhecida como infarto do miocárdio, com antiagregantes. "Sobreviventes de um infarto do miocárdio podem ter mais placas de gordura pelo corpo, que levam aos coágulos. Esses trombos podem causar tanto um novo infarto, quanto um AVC. A diferença entre os dois é a localização da obstrução arterial", explica Álvaro Pentagna, neurologista do hospital São Luiz Itaim, em São Paulo.

Não fumar

Substâncias presentes no cigarro, como a nicotina, favorecem a degradação da parede arterial e, por isso, a formação de placas de gordura aderidas nos vasos. "Além disso, o cigarro tem componentes que promovem a coagulação, facilitando a formação de trombos e, consequentemente, do derrame", explica o cirurgião vascular Caio Focássio.

Beber álcool com moderação

O consumo exagerado de álcool faz com que o organismo desenvolva distúrbios de coagulação, como a aterosclerose, atrapalhando a circulação sanguínea. "Beber muito álcool favorece hipertensão arterial, doenças cardiovasculares e transtornos metabólicos que comprometem a circulação sanguínea cerebral, predispondo ao AVC", diz a médica Elizabeth Batista, coordenadora de neurologia do hospital Barra D'Or, no Rio de Janeiro.

A neurologista Adriana Conforto recomenda a dose máxima de álcool diária de 30 gramas para o homem (equivalente a duas latas de cerveja ou duas taças de vinho de 150 ml ou duas doses de uísque de 50ml) e 15 gramas para a mulher (metade dessas doses).

Ficar atenta à combinação entre anticoncepcional e enxaqueca com aura

O estrogênio, hormônio presente na pílula, estimula a formação de placas nas paredes dos vasos sanguíneos. Apenas o uso do anticoncepcional, porém, não eleva significativamente o risco do derrame. "Quando a mulher já tem um histórico de enxaquecas com aura, aquela que prejudica a visão nas crises, e toma anticoncepcional, precisa ficar atenta ao risco de AVC. Essas duas situações elevam a probabilidade de formação de coágulos", explica o neurologista Álvaro Pentagna.


Fonte:
http://veja.abril.com.br/noticia/saude/cinco-habitos-saudaveis-reduzem-pela-metade-o-risco-de-avc-em-mulheres

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Epidemia triplica o número de mortes por obesidade em dez anos no país

Segundo levantamento inédito feito pelo 'Estadão Dados' com base em informações do Datasus, em 2001, 808 óbitos tiveram a doença como uma das causas. Em 2011, último dado disponível, o número passou para 2.390, um crescimento de 196%

O número de brasileiros mortos por complicações diretamente relacionadas à obesidade triplicou em um período de dez anos, revela levantamento inédito feito pelo Estadão Dados com base em informações do Datasus. Em 2001, 808 óbitos tiveram a doença como uma das causas. Em 2011, último dado disponível, o número passou para 2.390, crescimento de 196%.

O aumento também foi significativo quando considerada a taxa de mortos por 1 milhão de habitantes. No mesmo período de dez anos, a taxa dobrou. Foi de 5,4 para 11,9, segundo dados do Ministério da Saúde.

Os dados levam em consideração as mortes nas quais a obesidade aparece como uma das causas no atestado de óbito. Segundo especialistas, como o excesso de peso é fator de risco para diversos tipos de doenças, como câncer e diabete, o número de vítimas indiretas da obesidade é ainda maior.

"As causas mais comuns de morte relacionadas à obesidade são as doenças cardiovasculares, como o enfarte e o acidente vascular cerebral (AVC). Sabemos, porém, que ela também está relacionada a muitos outros problemas, como apneia do sono, insuficiência renal e vários tipos de câncer", afirma o endocrinologista Mario Carra, presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso).

Segundo o Ministério da Saúde, o aumento das mortes é um reflexo da "epidemia de obesidade" registrada hoje no País. "Outros países viveram isso primeiro, com alto consumo de alimentos industrializados e sedentarismo. O Brasil, ainda que mais tarde, está vivendo agora. Pesquisas feitas anualmente pelo ministério mostram que a obesidade e o sobrepeso têm aumentado muito", afirma o secretário de Atenção à Saúde do ministério, Helvécio Magalhães.

O último levantamento da pasta mostrou que mais da metade dos adultos brasileiros tem sobrepeso e pelo menos 17% da população está obesa.

Há dois meses, o aposentado Angelino Pires de Moraes, de 86 anos, tornou-se mais uma vítima do excesso de peso. Com 100 quilos e pouco menos de 1,80 de altura, ele sofreu um enfarte dentro de casa e morreu na hora. "Ele tinha colesterol alto e hipertensão. O médico já tinha avisado que o coração estava obstruído por gordura, mas ele não mudava a alimentação", conta o barbeiro Sérgio Buscarino de Moraes, de 50 anos, filho do aposentado. "Meu pai era teimoso e piorou depois que a minha mãe morreu, há cinco meses. Ficou deprimido e passou a cuidar menos da saúde", diz.

Medidas. Para especialistas, não é só a mudança de hábitos dos brasileiros que aumentou a mortalidade por obesidade. De acordo com Marcio Mancini, chefe do grupo de obesidade e síndrome metabólica do Hospital das Clínicas de São Paulo, as políticas públicas de prevenção e tratamento devem ser aprimoradas. "Não se faz prevenção em unidades básicas de saúde. Há o tratamento para diabetes, colesterol, hipertensão, mas pouco se faz para barrar o ganho de peso. Essa mesma preocupação deveria existir nas escolas", afirma ele.

De acordo com o especialista, quanto mais cedo se instala a obesidade, mais cedo a pessoa pode morrer. "Se uma pessoa já tem obesidade mórbida com 20 anos e permanece assim, a doença vai encurtar a vida desse paciente em 12 anos", diz ele.

Para Maria Tereza Zanella, endocrinologista da Unifesp, é preciso mudar os hábitos desde a infância. "As crianças vivem em apartamento, jogam videogame e comem produtos industrializados. São alimentos que têm um sabor agradável e as crianças vão se acostumando, mas isso deve ser evitado", diz ela.

Além da prevenção falha, os médicos apontam estrutura insuficiente para o tratamento da obesidade. "O SUS não oferece o tratamento medicamentoso, e os centros de referência para cirurgia bariátrica não dão conta da demanda", diz Mancini.

Em março, pelo menos 3 mil obesos de várias regiões do Brasil lotaram o ginásio da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) para passar por triagem em busca de cirurgia bariátrica. A fila de espera tem 2 mil pessoas.

Fonte: estadao.com.br



quarta-feira, 12 de março de 2014

HC convida pessoas que tiveram AVC a participarem de estudo


Pesquisa vai avaliar a recuperação da força nas mãos

Pessoas que sofreram AVC (Acidente Vascular Cerebral) há pelo menos seis meses e que sentem fraqueza em uma das mãos podem ajudar a avaliar os efeitos da estimulação do cérebro ou dos nervos durante o processo de melhora da força. O convite para participar do estudo é do Laboratório de Neuroestimulação da Divisão de Neurologia do Hospital das Cínicas da Faculdade de Medicina da USP.

Poderão fazer parte da pesquisa pessoas com mais de 18 anos de idade, que apresentaram apenas um derrame, comprovado por tomografia ou ressonância. Os interessados deverão telefonar para (11) 2661-7955, das 8h às 15h, de segunda a sexta-feira, para agendar a avaliação inicial. A responsável pela pesquisa é a neurologista Adriana Conforto, chefe do Grupo de Doenças Cerebrovasculares do Laboratório de Neuroestimulação do HCFMUSP.

Do Portal do Governo do Estado
http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/lenoticia.php?id=236048

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

FMUSP busca voluntários para pesquisa sobre envelhecimento cerebral


O Laboratório de Neuroimagem em Psiquiatria (LIM-21) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) busca voluntários para participar de um projeto sobre envelhecimento cerebral.

O estudo é inédito e quer buscar respostas sobre o declínio da função de memória em idosos sem qualquer diagnóstico neurológico ou psiquiátrico. O objetivo é entender o que ocorre com a memória e o funcionamento do cérebro. A pesquisa inclui adultos jovens, de meia idade e idosos.

Em uma primeira sessão, os voluntários irão passar por uma avaliação de suas funções intelectuais, incluindo a memória; testes de atenção, memorização e raciocínio. Depois, em um outro dia, eles farão um exame de ressonância magnética que permite captar dados sobre o funcionamento do cérebro. Finalmente, com estes dados coletados, os pesquisadores pretendem identificar as relações entre idade, memória e as características do funcionamento cerebral.

O objetivo, a longo prazo, é fazer descobertas que possam ajudar a entender (e, no futuro, prevenir e tratar) os problemas mentais que ocorrem em idosos, como por exemplo a doença de Alzheimer.

Mais informações e inscrições podem ser encontradas no site http://cerebro.med.br/. O LIM-21 fica na Rua Dr. Ovídio Pires de Campos, 785, São Paulo.

Fonte: Agência USP de Notícias

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Ficar muitas horas vendo TV no sofá diminui força nas pernas de idosos

Pesquisa constatou que idosos assistem, em média, 7 horas ao dia.
Especialista indica exercícios que podem ser feitos na sala.

Quanto mais tempo passam sentados em frente da televisão, menos força muscular os idosos têm nas pernas. Essa é a conclusão de uma pesquisa da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, em parceria com o Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul (Celafiscs).

O levantamento levou em conta dados de 159 pessoas de 54 a 92 anos que vivem em instituições para idosos da cidade de São Caetano do Sul. O grupo, cuja média de idade é de 74 anos, participa de um programa de atividades físicas oferecido pelo Celafiscs.

Os resultados são preocupantes: cada idoso passa em média 433 minutos diários em frente à televisão, o que equivale a mais de 7 horas diante do aparelho. Além disso, eles andam em média 1.422 passos por dia, menos de um terço do que seria recomendado para essa idade.

Um cálculo que dividiu os participantes em dois grupos iguais – os que assistem à TV por mais tempo e os que assistem à TV por menos tempo – concluiu que o grupo que passou mais tempo no sofá apresentou capacidade muscular dos membros inferiores 26% inferior ao outro grupo.

Durante uma semana, todos os idosos usaram um pedômetro, equipamento que mede a quantidade de passos dados ao longo do dia. Além disso, foram submetidos a testes de aptidão física e capacidade funcional.

Os testes incluíram a medida da força muscular, do equilíbrio, da flexibilidade e da agilidade. O objetivo foi determinar até que ponto os idosos conseguem realizar suas atividades cotidianas de maneira independente: como sentar e levantar, esticar o braço para pegar um objeto posicionado no alto ou agachar-se para pegar um objeto no chão.

Segundo o professor de educação física Timóteo Leandro de Araújo, pesquisador do Celafiscs, os idosos analisados praticam atividades físicas por apenas 13 minutos diários, contrariando a recomendação que é de no mínimo 30 minutos. “Tirando o tempo em que passam dormindo, eles ficam 96% do dia em atividades motoras de intensidade leve ou sedentária”, diz Araújo.

Ele lembra que o grupo analisado ainda tinha a “vantagem” de participar de um programa de atividades físicas três vezes por semana, caso contrário, o resultado teria sido ainda mais preocupante.

Para o especialista, é importante estimular uma mudança no cotidiano dos idosos, com mais desafios motores. “Assim que se levantam e tomam café, vão direto para a sala e não saem mais. Muitas vezes, acabam ficando muito tempo porque não conseguem mais se levantar do sofá sem ajuda, é sempre um trabalho”.

Exercícios em frente à TV
Para os idosos que não abrem mão da TV, uma alternativa é aproveitar o tempo da programação para fazer algumas atividades físicas leves. Segundo Araújo, é possível fazer exercícios de equilíbrio e força na sala de casa, no caso de o idoso não poder frequentar uma instituição especializada.

De acordo com o especialista, para aprimorar o equilíbrio, o idoso pode ficar em pé ao lado da parede e dobrar um dos joelhos formando um “quatro”, com o calcanhar atrás do joelho, encostando o pé à parede caso seja preciso. Apoiando as mãos no braço do sofá, recomenda-se fazer uma série de oito agachamentos. Outro exercício possível é ficar nas pontas dos pés e, em seguida, apoiar-se nos calcanhares, fazendo um balanço.

terça-feira, 23 de julho de 2013

Pesquisa aponta meios de manter a saúde mental ao longo da vida - artigo


Com o objetivo de verificar a hipótese de que o declínio da capacidade mental pode não estar relacionado apenas a distúrbios neuropatológicos comuns, mas também às atividades cognitivas adotadas ao longo da vida, pesquisadores do Centro Médico da Universidade Rush, de Chicago, acompanharam 294 idosos durante seis anos.

Denominado “Life-span cognitive activity, neuropathologic burden, and cognitive aging” o estudo demonstrou que no período foi verificado que aqueles que cultivaram o hábito frequente de práticas como ler e escrever apresentaram ritmo de perda da memória 32% mais lento do que a população que fazia com menos frequência.

Abaixo o link do estudo. Acessem:

http://www.neurology.org/content/early/2013/07/03/WNL.0b013e31829c5e8a.short?sid=39bf8bf1-0bf5-46f4-a760-0739386d39e3

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Adiar a aposentadoria diminui o risco de Alzheimer


Conclusão de pesquisa francesa mostra que cada ano de trabalho diminui em cerca de 3% o risco de uma pessoa ter demência.

Uma nova e extensa pesquisa feita na França fornece ainda mais evidências para a teoria de que devemos colocar o nosso cérebro para trabalhar se não quisermos sofrer com problemas de memória e raciocínio na velhice. Segundo o estudo, pessoas que adiam a aposentadoria têm um risco menor de ter a doença de Alzheimer ou outro tipo de demência ao longo dos anos.

De acordo com Carole Dufouil, cientista do Instituto Nacional da Saúde e da Pesquisa Médica da França (Inserm) e coordenadora do estudo, cada ano adicional de trabalho reduz o risco de demência em cerca de 3%. Ou seja, segundo sua pesquisa, um indivíduo que se aposenta aos 65 anos, por exemplo, apresenta uma chance quase 15% menor de ter alguma demência do que uma pessoa que se aposenta aos 60.

Carole apresentou esses resultados nesta semana na conferência da Associação Internacional de Alzheimer, em Boston, nos Estados Unidos. De acordo com ela, esse é o maior estudo já realizado sobre a relação entre tempo de trabalho e risco de demência. A pesquisa foi feita com base nos dados de aproximadamente 429.000 trabalhadores. A idade média dos participantes era de 74 anos e eles haviam se aposentado 12 anos antes, em média.

A análise não considerou pessoas que desenvolveram demência enquanto trabalhavam – assim, a equipe eliminou a possibilidade de que parte dos participantes pudesse ter se aposentado devido ao problema cognitivo.

Benefícios do trabalho — Para os autores do estudo, essas conclusões fazem sentido, já que trabalhar mantém as pessoas conectadas socialmente, desafia constantemente as suas mentes e diminui a propensão de elas serem sedentárias – fatores conhecidos por prevenir o declínio cognitivo. “Nós não ficamos surpresos com os resultados, mas com a solidez deles”, diz Carole.  Em entrevista à revista Time, ela disse que o seu estudo sugere que “as pessoas devem trabalhar até quando desejarem, porque isso pode provocar benefícios à saúde”.

Fonte: Veja

Unifesp oferece vagas para voluntários em 35 áreas de pesquisas/estudos


A Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), reconhecida pelo desenvolvimento de pesquisas e estudos científicos, informou nesta quarta-feira (17), que oferece vagas para voluntários em 35 áreas.

Dor generalizada

Serão recrutados voluntários de ambos os sexos com idade entre 18 e 60 anos que tenham dor generalizada ou diagnóstico de fibromialgia. Os selecionados passarão por avaliação médica inicial, exames laboratoriais e serão acompanhados durante um período de oito semanas durante as quais receberão medicamentos via oral. Uma vez por semana durante quatro semanas consecutivas receberão medicação por via endovenosa (lidocaína ou solução salina), realizando coleta de sangue na 1ª, 2ª, 5ª e 8ª semanas. Os voluntários serão avaliados clinicamente em todas as consultas e responderão a questionários relacionados com a fibromialgia e qualidade de vida.

Não poderão participar do estudo os portadores de diabetes, doenças na tireoide, fígado, neurológicas, psiquiátricas, reumatológicas, neuromusculares, e outras síndromes dolorosas crônicas, arritmias, infarto do miocárdio, bloqueio de ramo ou átrio ventricular, insuficiência cardíaca, glaucoma de ângulo agudo, miastenia gravis e gravidas.

Também não serão aceitos os pacientes com hipersensibilidade aos medicamentos utilizados no estudo (lidocaina, amitriptilina, tramadol e paracetamol) além dos que usam cisaprida ou inibidores da monoaminoxidase. Os indivíduos que fazem uso de medicamentos de ação central, como antidepressivos, anticonvulsivantes, opióides e neurolépticos, serão aceitos somente se interromperam o tratamento pelo menos um mês antes do inicio do estudo.

Os interessados podem entrar em contato com Ana Laura Giraldes pelo telefone (11) 97320 3811 ou e-mail fibromialgia.unifesp@gmail.com. Estão disponíveis 20 vaga. Os atendimentos acontecem no Ambulatório de Dor do Hospital São Paulo da Unifesp, na rua Botucatu, 593.


Artrite

A disciplina de reumatologia da Escola Paulista de Medicina da Unifesp está recrutando voluntários para a participação em uma pesquisa que visa avaliar o impacto do treinamento físico resistido progressivo (para fortalecimento muscular) no tratamento de artrite reumatóide.

Podem participar do estudo homens e mulheres com idade entre 18 e 65 anos portadores da doença. Serão excluídos os portadores de fibromialgia, deformidades articulares ou qualquer outra doença que impeça o indivíduo de realizar exercícios como a musculação, além daqueles que estejam participando de outro tipo de pesquisa como voluntário.

Os pacientes selecionados serão submetidos a uma avaliação clínica realizada por um médico reumatologista e, em seguida, serão avaliados por um terapeuta ocupacional por meio de alguns testes físicos para avaliar a força muscular (com máquinas especificas para cada grupo muscular; membros superiores, inferiores e tronco) e alguns questionários.

Os interessados podem entrar em contato com o pesquisador Felipe Martinelli Lourenzi pelos telefones (11) 99953-5722 (VIVO) e 97687-2659 (CLARO) ou pelo e-mail: fmlourenzi@yahoo.com.br. Estão disponíveis 30 vagas.


Síndrome das pernas inquietas

O Setor de Neuro-Sono da Disciplina de Neurologia da Escola Paulista de Medicina da Unifesp está pesquisando o efeito dos exercícios físicos em pacientes com Síndrome das Pernas Inquietas (SPI) como forma de tratamento não farmacológico para redução dos sintomas.

Podem participar da pesquisa homens e mulheres com idade entre 45 e 65 anos com suspeita de SPI e que não pratiquem exercícios físicos regularmente. Serão excluídos da seleção os portadores de fraturas, limitações articulares como bursite, tendinite, luxação, artrite, artrose e outros problemas de ossos, tendões e músculos. Os pacientes serão divididos em 2 grupos com diferentes tipos de exercícios para verificar seus efeitos. Após o diagnóstico clínico, os pacientes serão incluídos no estudo.

Os interessados podem entrar em contato com Marcelo Casemiro pelo e-mail casemiro.marcelo@gmail.com ou procurar o Ambulatório de Neuro-Sono da Disciplina de Neurologia da Unifesp, na rua Napoleão de Barros, 771, Balcão 5, somente às quartas-feiras, a partir das 13h.


Impulsividade em dependentes ou não

A disciplina de Medicina e Sociologia do Abuso de Drogas (Dimesad) da EPM/ Unifesp está selecionando voluntários para participarem de uma pesquisa que pretende analisar as diferenças entre os níveis de impulsividade em dependentes e não dependentes de drogas.

Os participantes do estudo devem ser homens saudáveis, com idade entre 18 e 50 anos, com ensino fundamental completo que não façam uso de drogas, exceto tabaco. Serão realizados testes para avaliação cognitiva e avaliação da impulsividade.

Os interessados podem entrar em contato com a Unidade de Dependência de Drogas da Unifesp pelo telefone 5549-2500 ou encaminhar um e-mail para o endereço projetoimpulsividade@gmail.com.


Artrite psoriásica

A disciplina de Reumatologia da Unifesp recruta pacientes com diagnóstico de artrite psoriásica, uma doença caracterizada pela presença de psoríase de pele associada com um quadro articular inflamatório. Há cinco vagas disponíveis.

Podem se inscrever pessoas de ambos os sexos, com idade entre 18 e 65 anos, e que tenham disponibilidade em participar de um programa de exercícios físicos duas vezes por semana, por um período de 12 semanas.

Elas deverão estar com medicações modificadoras da doença (DMARDs), com doses estáveis há pelo menos três meses, e com doses de anti-inflamatórios não-esteroidais e corticosteroides estáveis há pelo menos quatro semanas.

Os interessados deverão entrar em contato com Prof. Diego Roger pelos telefones (11) 96046-0045 / 96971-8224.


Omega-3 em fumantes ou não

A Disciplina de Medicina e Sociologia do Abuso de Drogas do Departamento de Psicobiologia da UNIFESP/EPM está selecionando voluntários fumantes e não fumantes para participarem de uma pesquisa. O objetivo do estudo é analisar as diferenças entre os níveis de Ômega-3 de fumantes e não fumantes.

Podem participar do estudo, voluntários de ambos os sexos com idade entre 20 e 60 anos, fumantes e não fumantes, que serão divididos em dois grupos. Estão disponíveis 30 vagas para cada um dos grupos. Os interessados devem entrar em contato com Juçara Zaparoli, pelo endereço eletrônico jxzaparoli@gmail.com.

Os testes realizados serão:

• Dosagem dos níveis de ômega-3 EPA (ácido eicosapentaenoico) e DHA (ácido docosahexaenoico, os principais representantes da série ômega-3) a partir de coleta de 1 tubo de sangue;

• Diário alimentar para saber como é a alimentação da pessoa;

• Avaliação dos sinais e sintomas de ansiedade e depressão.


Tratamento muscular em idosas

O Centro de Estudos em Psicobiologia e Exercício (CEPE/Unifesp) realiza pesquisa sobre treinamento muscular e a aplicação de terapia laser em mulheres idosas com objetivo de melhorar o desempenho muscular.

Para isso, recruta mulheres saudáveis, com idade entre 60 e 70 anos, e que não apresentem histórico de cirurgia prévia em pernas. As voluntárias deve m ter disponibilidade de realizar o treinamento de força, duas vezes por semana durante oito semanas.

Elas serão submetidas a uma série de exames, entre eles, exames de sangue, avaliações física e cardiológica. Após o término do treinamento físico receberão uma cópia de todos os exames realizados. O CEPE/Unifesp está localizado na Rua Marselhesa, nº 500, Vila Clementino.

Telefones e e-mails para inscrição: (11) 5572-0177 / (11) 94898-8590, falar com Patrícia / (11) 97101-8960, falar com Renata / renataluri@gmail.com / patriciavassao@gmail.com.

Identificação: Pesquisa sobre laser e treinamento muscular em idosas


Exercícios Físicos em Idosos 

O Departamento de Psicobiologia da Unifesp recruta voluntários para uma pesquisa que visa analisar o impacto dos exercícios físicos realizados em grandes centros urbanos na população idosa.

Os voluntários serão submetidos a avaliações neuropsicológicas, cardiorrespiratórias, exames de sangue e cálculos de composição corporal. Todos os resultados de exames serão disponibilizados. O protocolo de exercício físico consiste de um programa de treinamento realizado na Bélgica, adaptado para a terceira idade.

Serão aceitos no estudo voluntários de ambos os sexos, com mais de 60 anos, que morem na cidade de São Paulo há pelo menos 10 anos. Não podem participar da pesquisa idosos submetidos a cirurgias recentes, que utilizam bengala, muleta ou andador, portadores de hepatites tipos B e C, doença de Chagas, Sífilis, Anemia, Triglicérides maior ou igual 400 mg/dL, doenças neurológicas ou psíquiátricas, usuários de álcool, cigarro, drogas, suplementos vitamínicos, diuréticos e de remédios controlados que alterem as funções cognitivas ou que impeçam a prática de atividade física.

Os interessados devem entrar em contato com a pesquisadora Luciana Caxá pelos telefones 3641 4636 e/ou 99384 2242, ou pelo e-mail: lcaxa@yahoo.com.br. Estão disponíveis 100 vagas.


Avaliação corporal de homens

A disciplina de Reumatologia recruta homens, nascidos no Brasil, com o objetivo de avaliar a taxa de gordura corporal e massa óssea, para traçar um perfil comparativo com estudos americanos. Estão disponíveis 300 vagas.

Os voluntários devem ter mais de 20 anos, devem ser saudáveis, com peso de até 120 kg e altura máxima de 1,90m. Não devem ter doenças conhecidas (com exceção da hipertensão) e nem usar suplementos alimentares para ganho de massa muscular.

Não serão admitidos aqueles que apresentem doenças crônicas, obesidade e que façam uso contínuo de medicamentos (anti-hipertensivos são aceitos).

O exame será realizado por densitometria, que emite radiação de baixa intensidade e é indolor. Ele terá duração de aproximadamente 50 minutos e deverá ser agendado previamente. Para mais informações, acesse: www.dexaemhomens.blogspot.com.

As inscrições podem ser feitas pelo telefone (11) 98386-5811 ou pelo e-mail: dramarcelaushida@gmail.com.


Desaparecimento e dependência química

A Unidade de Intervenção à Família e Comunidade (Unifac) da Unifesp recruta famílias voluntárias que tenham um ou mais membros desaparecidos por conta da dependência de cocaína/crack para participar de estudo: “Processo de luto na família de dependentes de cocaína/crack”.

As famílias deverão ter disponibilidade para participar de encontros semanais no período de abril a junho de 2013. Inscrições pelo e-mail cdaspett@gmail.com ou pelo telefone (11) 5084-4698 (falar com Rita), durante horário comercial.


Tentativa de suicídio e dependência

A Unidade de Intervenção à Família e Comunidade (Unifac) da Unifesp recruta famílias voluntárias que tenham dependentes químicos com pelo menos uma tentativa de suicídio por conta do uso de cocaína e/ou crack, para participar do Estudo: "Tentativa de suicídio e dependência de cocaína/crack - repercussão na dinâmica familiar e estratégia de enfrentamento”.

As famílias deverão ter disponibilidade para participar de encontros semanais no período de abril a junho de 2013.Inscrições pelo e-mail familiaunifesp@gmail.com ou pelo telefone (11) 5084-4698 (falar com Rita), durante horário comercial.


Dinâmica familiar e Alzheimer

A Unidade de Intervenção à Família e Comunidade (Unifac) da Unifesp recruta famílias voluntárias que tenham um membro portador da doença de Alzheimer para participar do estudo: “A dinâmica familiar quando há um portador da doença de Alzheimer em domicílio”.

As famílias interessadas deverão ter disponibilidade para participar de encontros semanais no período de abril a junho de 2013.

Inscrições pelo e-mail familiaunifesp@gmail.com ou pelo telefone (11) 5084-4698 (falar com Rita), durante horário comercial.


Restrição crônica de sono

O Centro de Estudos em Psicobiologia e Exercício (CEPE/Unifesp) recruta voluntários para identificar as consequências da restrição crônica de sono. Podem participar homens com idade entre 20 e 35 anos, com escolaridade mínima de oito anos, saudáveis, não dependentes de álcool, cigarro e drogas, não obesos, e não devem praticar exercícios físicos regularmente. É necessário dormir mais do que 9 horas por noite e ter rotina nos horários de dormir e de acordar.

Os indivíduos selecionados precisam ter disponibilidade de comparecer ao CEPE para a realização dos procedimentos da pesquisa nos dias previamente agendados, além de dormir no laboratório por sete ou oito noites, para a realização de polissonografias, sendo seis delas em dias seguidos.

Os interessados podem entrar em contato com Sandra Queiroz ou Cristina Frange, pelo telefone (11) 5572-0177 ou pelo e-mail sqsandra@cepebr.org, colocando no assunto a palavra “voluntário”. Os participantes receberão uma cópia dos exames realizados e auxílio para despesas no valor de R$ 500,00 (quinhentos reais) após a completa coleta de dados.


Lesão medular

O departamento de Psicobiologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) recruta voluntários com o objetivo de avaliar os efeitos de diferentes intensidades de exercício físico sobre parâmetros inflamatórios, imunológicos e bioquímicos em indivíduos com lesão medular.

Participarão da pesquisa 15 paraplégicos (LM) com lesão medular traumática completa entre as vértebras T7 e L1 (categoria A segundo ASIA 2003). Os interessados devem ter idade igual ou superior a 18 anos, ter no mínimo um ano de lesão medular, fazer a utilização da cadeira de roda como único método de locomoção e apresentar resultado normal no eletrocardiograma de esforço.

Não poderão participar pessoas com problemas cardiovasculares, diabetes e doenças inflamatórias crônicas ou agudas. Além disso, não serão aceitos pacientes que façam uso de medicamentos para tratamento de dislipidemia. Inscrições: (11) 5572-0177/ 98725-0125, com Eduardo da Silva Alves.


Pílula anticoncepcional

O departamento de Ginecologia da Unifesp realiza uma pesquisa para avaliar o impacto de uma pílula anticoncepcional com estrogênio natural na sexualidade das mulheres usuárias.

Podem participar pacientes de 18 a 35 anos, sexualmente ativas e com relacionamento estável (mínimo de seis meses) e satisfatório, e que residam na cidade de São Paulo. Elas devem ter ausência de queixas sexuais, estar sem qualquer esquema de contracepção hormonal nos últimos três meses e não possuir qualquer patologia ou situação que contraindique o uso de contraceptivos hormonais combinados orais.

As voluntárias receberão de graça a pílula por seis meses e terão que responder a um questionário de sexualidade com três e seis meses de uso. Elas realizarão exames de sangue, antes e depois do estudo, para aferição da taxa de colesterol, triglicérides e glicemia.

As interessadas devem enviar um e-mail para: carolinacarvalho@terra.com.br ou ligar: 11 5549-6174, falar com Telma.


Tratamento de Herpes Zoster

O Centro de Desenvolvimento e Estudos Clínicos Brasil está recrutando voluntários para uma pesquisa clínica sobre Herpes Zoster, mais conhecida como Cobreiro. Essa doença é uma virose provocada por uma variante do Herpesvírus que também causa a varicela (ou catapora), de incidência rara e que provoca afecções na pele, de maior ou menor gravidade, como formigamento em uma parte qualquer do corpo, seguido de coceira, vermelhidão e bolhas.

O objetivo do estudo é comparar o uso de duas medicações no tratamento da Herpes Zoster, também conhecida como Cobreiro. Para participar do estudo é necessário ter mais de 18 anos, ter a presença da doença ativa, ou seja, estar com as bolhas e não estar grávida ou amamentando.

Os interessados em participar estudo podem entrar em contato, em horário comercial com Graciela, Merielen ou Eveli pelos telefones 5908-7090, 5908-7094 ou 5908-7344, ou também, com Magda pelo celular 97154-7331.


Herpes genital

O Centro de Desenvolvimento e Estudos Clínicos Brasil está recrutando voluntários para participar de uma pesquisa clínica relacionada a herpes genital. A Herpes Genital é uma doença que pode provocar coceiras, formigamento e dores ao urinar, geralmente aparecem pequenas bolhas d’água no local, que quando estouram, podem deixar uma ferida entre outros sintomas.

O objetivo do estudo é comparar o uso de duas medicações no tratamento da Herpes Genital. Podem participar do estudo mulheres maiores de 18 anos, com pelo menos um episodio de Herpes Genital e que não estejam grávidas ou amamentando.

As interessadas podem entrar em contato, em horário comercial, com Graciela, Merielen ou Eveli pelos telefone 5908-7090, 5908-7094 ou 5908-7344, ou também, com Magda pelo celular 97154-7331.


Uveite ativa não infecciosa

O Departamento de Oftalmologia da Escola Paulista de Medicina – Hospital São Paulo (Unifesp) está recrutando portadores de uveite ativa não infecciosa, para participar de estudo, para avaliar a segurança e eficácia de (Sirolimus) intravítreo.

Pacientes potenciais deverão ser encaminhados para o Setor de Pesquisa Clínica – Depto de Oftalmologia da EPM, rua Botucatu, 822 - 1º andar, de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h. Informações pelo telefone 5572-6443 com Luci Meire, Cintia Futino ou Cristina Nascimento.

Devem apresentar os seguintes critérios:

1. Homens ou mulheres com idade igual ou superior a 18 anos

2.Diagnóstico de uveíte posterior não infecciosa ativa com opacidade vítrea significante

3. Acuidade visual corrigida ≥ 20/400 no olho do estudo

4. Olho contraletral com visão ≥ 20/200


Incontinência urinária em adolescentes obesas

O Centro de Atendimento e Apoio ao Adolescente (CAAA/Unifesp) recruta adolescentes obesas, com idade entre 10 e 19 anos, que apresentem perda involuntária de urina durante esforço físico.

As candidatas passarão por tratamento com exercícios de fisioterapia para o fortalecimento do assoalho pélvico e atendimento clínico, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida.

Não serão aceitas pacientes com problemas neurológicos ou do trato urinário diagnosticados. Inscrições: (11) 5576-4360, das 8h às 16h.


Exercício em altitude simulada

O Centro de Estudos em Psicobiologia e Exercício (CEPE/Unifesp) recruta voluntários para uma pesquisa que avaliará os efeitos das diferentes intensidades de Exercício Físico realizado na condição de altitude simulada e ao nível do mar.

Podem participar homens, com idade entre 18 e 30 anos, saudáveis e fisicamente ativos. Eles não devem fumar e nem consumir álcool com frequência (mais de três vezes na semana).

O voluntário ganhará eletrocardiograma de esforço e repouso (avaliação cardíaca) e exame ergoespirométrico (condicionamento físico).

Para informações e inscrições, entrar em contato com Samile pelo e-mail samile.unifesp@gmail.com ou telefone (11) 96992-3202.


Trofismo e a força muscular

O departamento de Fisiologia do Exercício da Unifesp está recrutando voluntários para participar da pesquisa intitulada “Efeito do Treinamento Muscular Isométrico, Isotônico ou Isocinético sobre o Trofismo e a Força Muscular”.

Os interessados devem ser homens com idade entre 18 e 35 anos, recreacionalmente ativos e que não possuam histórico de lesão de joelho ou coxa nos últimos cinco anos. Os candidatos não podem ter realizado nenhum treinamento de força muscular nos últimos seis meses.

O objetivo é observar o ganho de força e massa muscular decorrentes de diferentes tipos de treinamento, averiguando a carga, volume e intensidade da contração. Os selecionados passarão por uma série de exercícios de extensão no joelho durante um período de dois meses.

Para se voluntariar, basta entrar em contato pelo telefone (11) 9-9745-5500.


Crise asmática

A disciplina de Medicina de Urgência da Unifesp recruta voluntários de ambos os sexos, com idade entre 13 e 50 anos, que tenham crise asmática. O candidato pode ser fumante e não deve ter febre.

Os interessados podem ligar no telefone: (11) 96351-1412, falar com Dr. Demetrius, ou comparecer pessoalmente, de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h, ao Pronto-Socorro do Hospital São Paulo (consultório 2, no 1º andar), localizado à rua Pedro de Toledo, 720, na Vila Clementino, em São Paulo/SP.


Problemas de atenção e hiperatividade em crianças

O departamento de Psicobiologia da Unifesp recruta crianças do sexo masculino, com idade entre nove e 14 anos, com suspeita ou já diagnosticadas com Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade, para participar de um programa que visa avaliar os possíveis benefícios do exercício físico e do consumo dos ômegas sobre o comportamento e a atenção. Não haverá nenhum custo ao participante.

Inscrições: pesquisaTDAH@gmail.com / (11) 5549-2500, das 7h30 às 18h30.


Exercício físico em condição de altitude

O Centro de Estudos em Psicobiologia e Exercício (CEPE/Unifesp) recruta voluntários para uma pesquisa que avaliará os efeitos do exercício físico em condição de altitude.

Podem participar homens com idade entre 18 e 30 anos, que tenham boa saúde e que sejam fisicamente ativos. Serão excluídos do processo os indivíduos que são fumantes, consumidores frequentes de álcool, usuários de drogas ilícitas e de medicamentos controlados.

Cada voluntário ganhará um eletrocardiograma de repouso e esforço (avaliação do coração) e um exame ergoespirométrico (condicionamento físico).

Os interessados podem entrar em contato com o pesquisador Valdir Lemos através do e-mail aquino.lemos@unifesp.br ou pelo celular (13) 9723-2757 (em horário comercial) ou também no telefone do CEPE (11) 5572-0177 (todas as terças e quartas-feiras).


Dor na pós-menopausa e fibromialgia

O ambulatório da transição para a menopausa e pós-menopausa do Departamento de Ginecologia da Unifesp está recrutando mulheres para participar de uma pesquisa para verificar a dor em mulheres na menopausa, portadoras de fibromialgia.

As interessadas devem ter entre 45 e 60 anos, com pelo menos um ano no período da pós-menopausa, serem portadoras de fibromialgia e não praticarem nenhum tipo de exercício físico. Não serão aceitas mulheres que fazem uso de terapia hormonal, antidepressivos, anti-inflamatórios, diabéticas, hipertensas e com insuficiência renal.

Serão selecionadas 60 mulheres e o prazo de inscrição se estende até o preenchimento das vagas. Informações pelo telefone: (11) 3341-3608 ou pelo e-mail nelmamenezes@gmail.com, falar com Nelma Menezes.


Sistema imunológico após exercício

O Centro de Estudos em Psicobiologia e Exercício (CEPE/Unifesp) está recrutando voluntários para uma pesquisa que visa avaliar os efeitos da suplementação sobre o sistema imunológico após a realização do exercício físico.

Podem participar desta pesquisa homens com idade entre 18 e 30 anos com boa saúde e fisicamente ativos. Serão excluídos do processo os indivíduos que são fumantes, consumidores frequentes de álcool, portadores de doenças crônicas, usuários de drogas ilícitas, vitaminas, medicamentos e suplementos nutricionais.

Os voluntários terão de comparecer ao CEPE três vezes, cada uma com duração de três horas e serão submetidos a um exame de sangue, um eletrocardiograma de repouso e esforço (avaliação do coração) e um exame ergoespirométrico (condicionamento físico).

Estão disponíveis 30 vagas. Os interessados podem entrar em contato com o pesquisador Valdir Lemos através do e-mail aquino.lemos@unifesp.br ou pelo celular (13) 9723-2757 (em horário comercial) ou também no telefone do CEPE (11) 5572-0177 (todas as terças e quartas-feiras). As atividades acontecem no CEPE, na rua Marselhesa, 500, 9º andar.


Gestão de vida e bem-estar

O departamento de Psicobiologia da Unifesp recruta voluntários para participarem de uma pesquisa científica sobre um “Programa de Bem-Estar e Felicidade”.

O Programa utilizará técnicas de meditação, relaxamento, treinamento cognitivo comportamental, entre outras, sem uso de medicamentos.

Os interessados devem ter idade mínima de 18 anos, com ensino médio ou superior completo. Inscrições: (11) 5081-5405, 5084-7224, 98684-5519, falar com Márcia (horário comercial).


Ovários policísticos

A disciplina de Endocrinologia Ginecológica do Departamento de Ginecologia da Escola Paulista de Medicina da Unifesp está recrutando voluntárias para uma pesquisa que visa estudar a menstruação em mulheres com cistos nos ovários.

Podem se candidatar às vagas mulheres com até 20 anos de idade com menstruação irregular e suspeita ou diagnóstico de síndrome dos ovários policísticos, que necessitam de tratamento com remédios.

Serão excluídas do estudo as candidatas portadoras de Diabetes, Pressão Alta, doenças na Tireoide, disfunção dos Rins ou Fígado, tumores, trombose (portadoras ou com antecedentes na família). Também não poderão participar da pesquisa as candidatas que tenham desejo imediato de engravidar.

As selecionadas passarão por exame clínico para verificar peso, altura, medidas corporais e pressão, além de ultrassonografia no início do estudo e exames de sangue no início, meio e fim. Estão disponíveis cinco vagas por semana, sempre nas terças-feiras, sendo duas às 8h e mais três às 13h.

As interessadas podem entrar em contato com a pesquisadora Margareth Iwata, através do e-mail megiwata@yahoo.com ou pelo telefone do Ambulatório de Climatério e Endocrinologia Ginecológica (11) 5549-6174.


Puberdade precoce

O Setor de Infância e Adolescência, da Disciplina de Endocrinologia Ginecológica do Departamento de Ginecologia da Escola Paulista da Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM/Unifesp), recruta meninas que tenham apresentado aparecimento de mamas e pelos antes dos oito anos de idade, e que tenham o consentimento de seus pais ou responsáveis, para participarem de uma avaliação.

A avaliação será realizada nas segundas-feiras à tarde ou terças-feiras pela manhã, com o objetivo de realizar diagnóstico de puberdade precoce. Confirmado o diagnóstico, o tratamento será oferecido gratuitamente no ambulatório, localizado à Rua Embaú, 66, na Vila Clementino, em São Paulo/SP.

Os pais ou responsáveis interessados devem entrar em contato, para agendar a triagem, com Dra. Eline no número (11) 99669-5699 ou com Dra. Felisbela Holanda no (11) 98422-6361.


Ginecologia para crianças e adolescentes

O Setor de Infância e Adolescência, da Disciplina de Endocrinologia Ginecológica do Departamento de Ginecologia da Escola Paulista da Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM/Unifesp), oferece atendimento gratuito a crianças e adolescentes do sexo feminino, com idade entre cinco e 19 anos.

A avaliação é realizada por uma ginecologista, visando verificar e cuidar da saúde ginecológica destas meninas. São avaliados também o desenvolvimento da puberdade e o crescimento delas, com dicas sobre cuidados com a higiene e orientação quanto a eventuais dúvidas desta fase.

O ambulatório está localizado à Rua Embaú, 66, na Vila Clementino, em São Paulo/SP. Os pais ou responsáveis devem confirmar a participação e agendar a triagem com Dra. Eline no número (11) 99669-5699 ou com Dra. Felisbela Holanda no (11) 98422-6361.


Câncer de cabeça e pescoço

A disciplina de Cirurgia de Cabeça e Pescoço está recrutando voluntários para participar de uma pesquisa sobre a combinação de raios laser e quimioterapia para tratamento do câncer de cabeça e pescoço. Podem participar do estudo homens e mulheres com idade entre 21 e 70 anos, portadores de cânceres de cabeça e pescoço que voltaram a crescer mesmo depois de outros tratamentos como cirurgia, radioterapia e/ou quimioterapia.

Os voluntários passarão por uma avaliação preliminar com os médicos responsáveis pela pesquisa e os candidatos selecionados farão exames pré-operatórios e serão internados no Hospital São Paulo para serem submetidos a uma sessão de quimioterapia e laser terapia sob anestesia geral no centro cirúrgico (tempo do procedimento: 1 hora). O tratamento visa melhorar as condições locais do câncer e a qualidade de vida.

Os interessados podem entrar em contato nos telefones (11) 98752-4598 ou (11) 98729-7268, ou no endereço eletrônico mpaiva@unifesp.br ou j.ribeiro@unifesp.br.


Carboidrato e glutamina em exercício

O departamento de Biociências da Unifesp recruta homens, com idade entre 18 e 30 anos, para avaliar os efeitos da suplementação de carboidrato e glutamina sobre parâmetros imune e inflamatório durante e após exercício em altitude simulada.

Os candidatos devem ser saudáveis, não podem ter doenças crônicas, não podem ser fumantes, nem consumir nenhum tipo de medicação e não ter se exposto a altitude nos últimos seis meses.

Os voluntários passarão por seis testes: eletrocardiograma com cardiologista, ergoespirometria, e outros quatro testes que consistirão em repouso, exercícios físicos em esteira e recuperação. Eles serão realizados no Centro de Estudos em Psicobiologia e Exercício (CEPE/Unifesp). Haverá coleta de sangue, lactato e saliva.

Os interessados podem ligar para o telefone (11) 99780-9804 ou enviar um e-mail para alinecaris@hotmail.com.


Dor lombar aguda

A disciplina de Reumatologia da Escola Paulista de Medicina da Unifesp está recrutando voluntários para uma pesquisa que visa avaliar os efeitos da estimulação elétrica nervosa nos casos de lombalgia (dores na coluna lombar) aguda.

Podem participar do estudo pessoas de ambos os sexos, com idade entre 18 e 65 anos com queixas de lombalgia aguda (dores na coluna lombar que começaram há, no máximo, duas semanas). Não serão recrutados os pacientes cujas dores sejam de origem inflamatória, tumoral ou infecciosa, usuários de marcapasso cardíaco e aparelhos de eletrochoque, recém-operados da coluna, portadores de irritação de raízes nervosas, gestante e pacientes em litigio.

Os voluntários selecionados serão avaliados por um médico reumatologista e um fisioterapeuta, por meio de testes físicos e questionários. Os interessados podem entrar em contato com a pesquisadora Vaneska Cruz nos telefones (11) 98256-4748 e (11) 97687-2659 ou pelo endereço eletrônico vaneska.fisio@gmail.com. Estão disponíveis 50 vagas.


Exercício físico e enxaqueca

O Programa da Pós-Graduação em Neurologia e Neurociências da Unifesp recruta voluntários, de ambos os sexos, com idade entre 18 e 65 anos, para participarem de pesquisa sobre efeito do exercício físico na enxaqueca.

Os candidatos não devem tomar medicação para o coração (Propranolol, Atenolol, Carvedilol, Verapamil), nem praticar atividade física regularmente. Eles participarão de um programa de 12 semanas de condicionamento físico como parte do seu tratamento ou de uma única sessão de condicionamento físico para obter orientações da maneira adequada de se exercitar. Serão realizados, gratuitamente, exames cardiológicos (aptidão física) e exame de sangue.

Para informações e agendamento de consulta, entre em contato pelos telefones: (11) 5576-4778 / 99411-9282 (Dr. Arão); ou pelos e-mails: dr.reinaldo@ig.com.br/ araoliva@gmail.com. Os interessados também podem ir pessoalmente ao Ambulatório de Dor de Cabeça da Unifesp, localizado à Rua Napoleão de Barros, 771, Térreo, Balcão 5 da Neurologia (Seg./Qua./Sex. às 8:00h).


Suplementos alimentares em hipertensos

O departamento de Medicina Translacional está recrutando voluntários para pesquisa sobre os efeitos de suplementos alimentares (aminoácido) na pressão arterial pós-exercício em indivíduos hipertensos. Podem se candidatar às vagas homens hipertensos, com idade entre 30 e 55 anos, não fumantes, que não façam uso de nenhum tipo de suplemento alimentar, sem problemas ortopédicos e que não pratiquem exercícios físicos (sedentários).

Os voluntários devem ter disponibilidade na parte da manhã para realização dos testes no Centro de Estudos em Psicobiologia e Exercício, localizado na Rua Marselhesa, nº 500, Vila Mariana, 9º andar do prédio do Instituto do Sono. Serão realizados exames de sangue e avaliação física gratuitamente.

Os interessados podem entrar em contato com Marcos Antonio do Nascimento, entre 8h e 17h, no telefone 5576-4983, ramal 4 ou pelo e-mail marcosanascimento@uol.com.br.


Fonte: http://www.jcnet.com.br/Geral/2013/07/unifesp-oferece-vagas-para-voluntarios-em-35-areas.html

terça-feira, 21 de maio de 2013

Bolsas femininas contêm mais bactérias do que vasos sanitários


Bolsas femininas estão contaminadas com mais bactérias do que muitos vasos sanitários. É o que aponta estudo de pesquisadores da , no Reino Unido.

A pesquisa mostra que, em média, uma em cada cinco bolsas contém uma quantidade significativa de bactérias nocivas que podem representar uma ameaça para a saúde humana.

Os resultados indicaram ainda que o item mais sujo na bolsa é o creme para as mãos, frascos de creme para as mãos continham mais bactérias do que o assento de vasos sanitários.

"Bolsas entram em contato regular com as mãos e uma variedade de superfícies, de modo que o risco de transferência de diferentes germes é muito alto, especialmente já que as bolsas raramente são limpas. Uma vez que esses germes se fixam nas bolsas, eles podem ser facilmente transferidos através das mãos para outras superfícies. A higienização regular da mão é essencial para evitar a presença de bactérias em primeiro lugar e uma limpeza das bolsas é recomendada para evitar a acumulação de contaminantes", afirma Peter Barratt, diretor da Initial Washroom Hygiene.

Segundo os pesquisadores, as bolsas de couro, em particular, representam um perigo mais significativo para a saúde, pois seu material esponjoso é um ambiente ideal para a maioria das bactérias.

A equipe sugere que limpar ou lavar as bolsas ajudam a manter as bactérias a um nível mínimo. Eles indicam também que as mulheres devem usar toalhas antibacterianas ou produtos de limpeza específicos para as bolsas, além de lavar as mãos ou usar desinfetantes para as mãos depois de coloca-las dentro das bolsas.



http://www.isaude.net/pt-BR/noticia/34973/geral/bolsas-femininas-contem-mais-bacterias-do-que-vasos-sanitarios

domingo, 5 de maio de 2013

Jogo criado por neurocientistas atrasa declínio mental de idosos em 7 anos.


(tela inicial do jogo)


Pessoas com 50 anos ou mais podem atrasar seu declínio cognitivo utilizando um jogo de computador que melhora a velocidade de processamento mental.

A pesquisa mostra que idosos que praticaram o jogo por 10 horas adiaram os declínios em até sete anos em uma variedade de habilidades cognitivas.

O estudo surge em meio a uma explosão de pesquisas que examinam por que, à medida que envelhecemos, nossas mentes gradualmente perdem a "função executiva", geralmente considerada crítica para as atividades mentais, como memória, atenção, percepção e resolução de problemas.

O líder da pesquisa Fredric Wolinsky e seus colegas da University of Iowa, separaram 681 pacientes clínicos saudáveis em quatro grupos, cada um separado em pessoas entre 50 e 64 anos e pessoas com mais de 65 anos de idade.

Um grupo recebeu palavras cruzadas computadorizadas, enquanto outros três grupos foram expostos a um jogo de videogame chamado "Road Tour" (renomeado para "Double Decision").

Resumidamente, o exercício gira em torno da identificação de um tipo de veículo (exibido em uma placa de licença) e, em seguida, na reidentificação do tipo de veículo e sua combinação com uma rota de estrada. O jogador deve ser bem sucedido, pelo menos três em cada quatro tentativas para avançar para o próximo nível, que acelera a identificação do veículo e adiciona mais distrações.

O objetivo, naturalmente, é aumentar a velocidade mental do usuário e a agilidade para identificar o símbolo do veículo e escolher a estrada entre os fatores distratores.

"O jogo começa com uma avaliação para determinar a sua velocidade atual de processamento. Seja qual for, o jogo pode tornar as pessoas 70% mais rápidas", afirma Wolinsky.

Os grupos que praticaram pelo menos 10 horas do jogo, seja em casa ou em um laboratório na universidade, ganharam, e mantiveram, no mínimo, três anos de melhora cognitiva, quando testados após um ano, de acordo com uma fórmula desenvolvida pelos pesquisadores. O grupo que obteve quatro horas adicionais de jogo se saiu ainda melhor, melhorando suas capacidades cognitivas por quatro anos.

A equipe mostrou ainda que aqueles que jogaram o ' Road Tour' se saíram muito melhor do que o grupo que recebeu as palavras cruzadas em testes envolvendo função executiva além do campo de visão, tais como concentração, agilidade e a velocidade em que novas informações são processadas. A melhora variou de 1,5 anos para quase sete anos em melhora cognitiva, segundo o estudo.

"Declínio cognitivo relacionado com a idade é real, está acontecendo, e começa mais cedo e, em seguida, continua firmemente. Aqui, o exercício projetado por neurocientistas provocou ganhos significativos que generalizaram para a vida diária", conclui Wolinsky.

http://www.isaude.net/pt-BR/noticia/34745/ciencia-e-tecnologia/jogo-criado-por-neurocientistas-atrasa-declinio-mental-de-idosos-em-7-anos

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Pesquisa mostra que metade das crianças e adolescentes está acima do peso em SP


O sedentarismo é a principal causa dos quilos adicionais, um problema que deve envolver pais, filhos e educadores. Precisamos todos nos unir e mudar essa realidade... menos junk food, mais exercícios...

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Um em cada quatro idosos com declínio cognitivo consegue reverter quadro


Um estudo publicado no dia 27 de março no periódico PLOS One mostra que um em cada quatro idosos com comprometimento cognitivo - um precursor da demência - naturalmente reverte o quadro mental. Os resultados desafiam a crença popular de que pessoas mais velhas com problemas cognitivos estão destinadas a piorar. A descoberta foi feita por especialistas da University of New South Wales, na Austrália.

Para a pesquisa, foram analisadas 223 pessoas com idades entre 71 e 89 anos diagnosticadas com transtorno cognitivo leve. Todas faziam parte do Sydney Memory and Ageing Study e foram submetidas a diversos testes para avaliar o funcionamento cerebral, incluindo funções de linguagem e memória. Após dois anos, 66 idosos mostraram desempenho normal da cognição.

As análises revelaram, então, que embora não seja sempre possível prever quais indivíduos apresentaram regressão do quadro, há alguns indicadores que podem sugerir tal mudança. Aqueles que recuperaram a saúde mental pareciam envelhecer melhor e apresentavam maior probabilidade de ter a pressão arterial controlada, além de serem mais mental e fisicamente ativos. Assim, atividades que estimulam o raciocínio e exercícios foram apontados como importantes fatores na melhora da saúde dos idosos.

Os resultados mostraram ainda que os participantes que se mostraram abertos a novas experiências também eram mais propensos a reverter o quadro. Para os especialistas, isso indica que uma personalidade mais flexível representa uma vantagem durante o envelhecimento.

Dicas para envelhecer com saúde:

Manter o convívio social, cuidar de si mesmo e praticar exercícios são fundamentais para envelhecer com saúde. Veja outras dicas que sugerimos para manter a rotina agitada e produtiva:


Frequente bailes
Dançar na terceira idade não é só uma maneira divertida de mexer o corpo. Habilidades como força, ritmo, agilidade, equilíbrio e flexibilidade também são desenvolvidas e trazem bem-estar e saúde aos idosos. Quando dançam, eles fazem um esforço maior para memorizar a sequência dos passos e precisam se concentrar para não invadir o espaço do parceiro, conclui um estudo recente da Unicamp, em São Paulo. Além disso, se lembram de experiências e sensações vividas no passado, quando a música os remete à juventude.

Aprimore dons artísticos 
Estudar música na maturidade, segundo estudo da PUC-SP, estimula funções neurológicas relacionadas às ações motoras, linguísticas e sensoriais, geralmente prejudicadas com o passar do tempo, e ainda melhora a autoestima. Isso sem esquecer que muitos idosos, mesmo após a aposentadoria, continuam sustentando a família - a situação é comum a cada 3 entre 10 aposentados brasileiros, de acordo com dados do IBGE. Diversos centros de convivência oferecem cursos de artesanato que podem se transformar em fonte de renda.

Viaje 
Além de conhecer novos lugares e culturas, a viagem é chance para lidar com pessoas diferentes e fugir à rotina. Uma das reclamações comum entre os idosos é que as pessoas ao redor têm pouco tempo para eles - excursões regulares, nem que seja para regiões próximas, favorecem novos relacionamentos.

Pratique atividades físicas 
O hobby proporciona o aumento do círculo social e ainda traz melhorias à saúde. No entanto, o grupo que aproveita essas vantagens ainda é pequeno: apenas 10% das pessoas com mais de 65 anos realizam de 2,5 a 5 horas de exercícios por semana, recomendação do Centro Médico da Universidade de Rush, de Chicago (EUA).

Agite a vida cultural 
Existe uma série de políticas públicas que incentivam a visita de aposentados a espaços culturais: cinemas e teatros cobram meia-entrada, enquanto alguns museus e pinacotecas até abrem mão do pagamento do ingresso. Os passeios valem como forma de acompanhar os mais jovens e também como alternativa para ocupar as tardes de maneira independente, afinal um bom filme é sempre boa companhia.

Dedique experiência
O voluntariado é uma atividade que exige paciência, conhecimento e dedicação, atributos desenvolvidos com o tempo. Transmitir o conhecimento e a experiência acumulados a outras pessoas melhora a autoestima do idoso. As atividades ainda estimulam a atualização e a busca de novidades em temas de que o idoso gosta, trabalhando a memória. A assistente social Andreia Cristiane Magalhães, do Centro de Referência do Idoso, também lembra que o voluntariado é uma atividade que lhe permite passar todo seu conhecimento e experiência de vida a outras pessoas. Além disso, a mente permanecerá ativa e o círculo social também agradecerá.

Invista em uma faculdade
Cursos superiores direcionados aos mais velhos são cada vez mais comuns - uma atividade que ainda favorece o convívio com pessoas diferentes, interessadas nos mesmos assuntos. Para facilitar, estes cursos contam com carga horária flexível e, em muitas instituições, são gratuitos ou cobram mensalidade simbólicas.


segunda-feira, 25 de março de 2013

Caminhar ameniza dores nas costas, aponta estudo



Um estudo randomizado feito pela Universidade de Tel Aviv, em Israel, aponta que para amenizar os sintomas de dor lombar crônica, caminhar de 20 a 40 minutos, três vezes por semana, é tão eficaz quanto seguir um programa de fisioterapia com fortalecimento muscular.

Os pesquisadores recrutaram 52 pacientes com dor lombar crônica, sedentários e com idades entre 18 e 65 anos. A princípio, os voluntários foram avaliados por meio de um questionário sobre suas incapacidades, incômodos nas costas e no abdômen, testes de resistência muscular e de caminhada. Depois, foram divididos em dois grupos: um deles passou por duas a três sessões de fortalecimento dos músculos ao longo de seis semanas. No mesmo período, a outra equipe foi submetida a caminhar de 20 a 40 minutos, ao menos três vezes em sete dias.

Publicados no periódico Clinical Rehabilitation, os resultados mostraram melhoras expressivas em todos os aspectos analisados em ambos os times, sendo a diferença entre eles pouco significativa. No entanto, ao andarem por seis minutos na reavaliação, o grupo do aeróbico conseguiu percorrer 80 metros a mais do que aqueles que seguiram o protocolo clínico.

Segundo o especialista em fisioterapia esportiva e sócio-proprietário da Clínica Forgas & Monteiro, Carlos Forgas, é importante detalhar os motivos pelos quais os pacientes possuem esse incômodo acima dos quadris e quais tratamentos foram realizados ao longo das seis semanas. "As avaliações devem acontecer a partir de grupos com patologias específicas, tipos e intensidades iguais de exercícios. Não é justo que eu compare um grupo que treinou a caminhada por seis semanas a outro que fez um trabalho diferente", explica.

http://saude.abril.com.br/edicoes/0361/corpo/caminhar-ameniza-dores-costas-736017.shtml

http://www.sciencedaily.com/releases/2013/03/130305131404.htm

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Gel à base de células-tronco é esperança para joelhos artríticos


Médicos estão usando um tipo de gelatina feita com base em células-tronco para tratar de joelhos artríticos. Extraídas do sangue de cordões umbilicais doado, as células têm se mostrado aliadas na reconstrução da cartilagem danificada. As informações são do site do jornal britânico Daily Mail. Um pequeno estudo mostrou que um único tratamento trouxe 67% de melhora na reparação da cartilagem, e os pesquisadores acreditam que isso pode se tornar uma alternativa às cirurgias. Dois ensaios clínicos estão em curso para a avaliação dos efeitos.

A cartilagem atua como uma amortecedor das juntas, e proporciona uma superfície lisa que permite que os ossos deslizem suavemente um sobre o outro. No entanto, essa camada pode quebrar com o desgaste ao longo dos anos, trazendo dor e inchaço, uma condição conhecida como osteoartrite.

Uma vez danificada, a cartilagem articular não se renova sozinha facilmente como outros tecidos, se tornando mal irrigada pelo sangue por meio de vasos e nervos. Os tratamentos tradicionais incluem analgésicos, fisioterapia e esteróides, ou, ainda, a substituição parcial ou total dos joelhos. Cerca de 40 mil destes procedimentos levam um ano, mas a esperança é que as células-tronco reduzam este tempo.

As células-tronco são como folhas em branco, e podem se transformar em uma variedade de outras células no corpo. Algumas podem ser encontradas naturalmente no joelho mas, ao mesmo tempo que podem se transformar em células de cartilagem, elas diminuem com a idade e se tornam menos eficientes, sendo incapazes de combater os danos.

Para superar isso, os cientistas extraem as células-tronco do joelho, aumentam seu número em laboratório e implantam novamente no joelho. No entanto, devido ao número limitado de células-tronco disponíveis, este procedimento parece apenas reconstruir áreas pequenas.

O tratamento mais novo nestes sentido é baseado em células-tronco extraída de sangue de cordões umbilicais doados. Elas são muito mais ativas do que células adultas, e testes feitos com animais mostram que são melhores na produção de cartilagem.

Algumas mães concordam em doar o cordão umbilical após o nascimento para ajudar outras pessoas. As células-tronco são removidas do sangue e depois crescem em laboratório e são transformadas em uma espécie de gel. Os ortopedistas usam técnicas de cirurgia minimamente invasivas para colocar o gel dentro das áreas danificada.

Os pesquisadores disseram que a técnica pode servir perfeitamente para pacientes mais velhos e também para grandes áreas danificadas.De acordo com Alan Silman, diretor médico do Arthristis Research do Reino Unido, disse que usar as células-tronco como fonte para regeneração da cartilagem tem um grande potencial. “Embora a tecnologia ainda esteja um pouco distante do uso na rotina, esta é uma área de pesquisa com atividade substancial que poderia fornecer uma alternativa para a substituição da cirurgia no futuro”, observou.

http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/gel-a-base-de-celulas-tronco-e-esperanca-para-joelhos-artriticos,5e2af7e1bf68c310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Suco de cereja reduz incômodo causado pela osteoartrite


Pesquisadores da Oregon Health & Science University, nos Estados Unidos, observaram que a ingestão de dois copos dessa bebida por dia, durante três semanas, reduziu marcadores inflamatórios no sangue de mulheres portadoras de osteoartrite. "A fruta é rica em flavonoides e antocianinas, que apresentam uma forte ação antioxidante e anti-inflamatória", explica Kerry Kehl, responsável pela pesquisa. Ela afirma que as propriedades do suco também são preservadas na versão industrializada.

Fonte: saude.abril.com.br