O vídeo abaixo mostra uma série de exercícios que utilizo no meu dia a dia como fisioterapeuta com especialização em gerontologia, atendendo idosos.
São diversos exercícios executados em ortostatismo (na posição em pé) que promovem o equilíbrio e força muscular e podem prevenir quedas e fraturas, muito comuns nos idosos. Podem ser feitos sem nenhuma resistência ou com uso de caneleiras e elásticos e devem ser supervisionados por um profissional habilitado.
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segunda-feira, 15 de junho de 2015
Vídeo: Exercícios em Posição Sentada para Idosos
O vídeo abaixo mostra uma série de exercícios que eu uso na fisioterapia com idosos. São exercícios simples realizados em posição sentada para fortalecer MMII e MMSS que podem ser feitos com auxílio de caneleiras e elástico (exercícios resistidos) ou sem carga, a depender da condição individual do paciente.
domingo, 14 de junho de 2015
quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
Exercício de fisioterapia para pacientes idosos e com Alzheimer: Treino de sentar e levantar - video
Esta é uma atividade que eu adoro realizar com meus pacientes. É uma atividade que pode ser feita como teste e também como treinamento para melhorar a condição de funcionalidade.
O treino de sentar e levantar é recomendado para pacientes idosos que precisam aumentar a força muscular dos membros inferiores visando funcionalidade e marcha além de treinar o equilíbrio, coordenação, controle de tronco e a capacidade cardiorrespiratória. Os pacientes com demência podem realizar o exercício supervisionado desde que conservem a capacidade de manter a postura sentada com controle e consigam permanecer em ortostatismo. Os pacientes que não apresentarem importante alteração cognitiva ou motora não devem realizar tal exercício.
Utilize cadeiras firmes e que tenham apoio de braços e realize o exercício num espaço seguro e próximo a corrimão sempre com supervisão.
O treino de sentar e levantar é recomendado para pacientes idosos que precisam aumentar a força muscular dos membros inferiores visando funcionalidade e marcha além de treinar o equilíbrio, coordenação, controle de tronco e a capacidade cardiorrespiratória. Os pacientes com demência podem realizar o exercício supervisionado desde que conservem a capacidade de manter a postura sentada com controle e consigam permanecer em ortostatismo. Os pacientes que não apresentarem importante alteração cognitiva ou motora não devem realizar tal exercício.
Utilize cadeiras firmes e que tenham apoio de braços e realize o exercício num espaço seguro e próximo a corrimão sempre com supervisão.
segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
Exercício de fisioterapia para pessoas com Alzheimer: Pedalar com os pés - vídeo
Os vídeos a seguir mostram a utilização do cicloergômetro/pedalinho para exercitar os MMII. Eu gosto muito de realizar este exercício com meus pacientes e a maioria deles também gosta.
O exercício com cicloergômetro para MMII também trabalha o sistema cardiorrespiratório, a força muscular dos MMII, estimula a coordenação e manutenção do equilíbrio de tronco, a manutenção da postura sentado, os componentes de movimento necessários para a marcha além de trabalhar a atenção.
Esta atividade está recomendada para todos os idosos que necessitem trabalhar os MMII, incluindo pessoas com demência que conservem a capacidade de se manter sentadas com controle de tronco. Para os pacientes que não mais conseguem compreender as orientações, pode-se tentar auxiliar a execução de maneira que o paciente tente imitar e continuar os movimentos. Caso isso não seja possível, o exercício fica contraindicado.
O exercício com cicloergômetro para MMII também trabalha o sistema cardiorrespiratório, a força muscular dos MMII, estimula a coordenação e manutenção do equilíbrio de tronco, a manutenção da postura sentado, os componentes de movimento necessários para a marcha além de trabalhar a atenção.
Esta atividade está recomendada para todos os idosos que necessitem trabalhar os MMII, incluindo pessoas com demência que conservem a capacidade de se manter sentadas com controle de tronco. Para os pacientes que não mais conseguem compreender as orientações, pode-se tentar auxiliar a execução de maneira que o paciente tente imitar e continuar os movimentos. Caso isso não seja possível, o exercício fica contraindicado.
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Exercício de fisioterapia para pessoas com Alzheimer: Pedalar com as mãos - video
O vídeo a seguir mostra a utilização do cicloergômetro para exercitar os MMSS. É um exercício que gosto muito de realizar com meus pacientes e pode ser feito sentado ou em pé (no caso do paciente ter condições). Trabalha a mobilidade da cintura escapular, o sistema cardiorrespiratório, a força muscular dos MMSS, estimula a coordenação e manutenção do equilíbrio além de trabalhar a atenção.
Esta atividade está recomendada para todos os idosos que necessitem trabalhar os MMSS, incluindo pessoas com demência que conservem a capacidade de se manter sentadas com controle de tronco. Para os pacientes que não mais conseguem compreender as orientações, pode-se tentar auxiliar a execução de maneira que o paciente tente imitar e continuar os movimentos. Caso isso não seja possível, o exercício fica contraindicado.
Esta atividade está recomendada para todos os idosos que necessitem trabalhar os MMSS, incluindo pessoas com demência que conservem a capacidade de se manter sentadas com controle de tronco. Para os pacientes que não mais conseguem compreender as orientações, pode-se tentar auxiliar a execução de maneira que o paciente tente imitar e continuar os movimentos. Caso isso não seja possível, o exercício fica contraindicado.
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
REALIDADE VIRTUAL E AUMENTADA APLICADA EM REABILITAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA UTILIZANDO O SENSOR KINECT E DISPOSITIVOS MÓVEIS - artigo disponível para download
Artigo: Realidade Virtual e Aumentada Aplicada em Reabilitação Fisioterapêutica Utilizando o Sensor Kinect e Dispositivos Móveis
Resumo - Há algum tempo, os jogos digitais deixaram de ser vistos como uma forma de entretenimento prejudicial à saúde. Games tornam-se uma ferramenta importante para melhorar o tratamento dos pacientes que vão desde aqueles que estão atravessando uma grave enfermidade, como o câncer ou a AIDS, até os que demandam procedimentos mais leves, como a fisioterapia. Este trabalho apresenta uma aplicação utilizando Realidade Virtual e Aumentada (RVA) no processo de desenvolvimento de fisiogames, jogos aplicados em tratamentos fisioterapêuticos por meio do
Microsoft Kinect. Além disso, o sistema também apresenta uma versão mobile, o que proporciona uma dupla interatividade.
Palavras-Chave – dispositivos móveis, fisioterapia, Kinect, realidade virtual e aumentada.
Artigo disponível no link abaixo:
http://www.ceel.eletrica.ufu.br/artigos2014/ceel2014_artigo005_r01.pdf
terça-feira, 4 de novembro de 2014
Momentos de Fisioterapia Gerontológica
Seguem mais algumas fotos de momentos com pacientes realizando fisioterapia.
Através de exercícios de estimulação cognitiva e motora, trazendo benefícios físicos e mentais, proporcionando alegria e bem estar. Fisioterapia é alergia, é reabilitação, é VIDA!
E no dias da bruxas todo mundo entrou no clima!!!
Jogar dama faz parte da fisioterapia! Concentração, raciocínio e diversão!
E quem disse que bolinhas de sabão não podem fazer parte da fisioterapia com idosos??
Exercícios Resistidos para promover força muscular
Exercícios de Equilíbrio e Propriocepção!
Mais exercícios de fortalecimento
Agradeço aos meus queridos pacientes que fazem os meus dias tão cheios de atividades, alegrias e às vezes me deixam um pouco estressada por serem meio rebeldes... rsrs
Isso é ser fisioterapeuta!
sexta-feira, 31 de outubro de 2014
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
Dia 13 de outubro - Dia do Fisioterapeuta e Terapeuta Ocupacional
Hoje, dia 13 de outubro é celebrado o Dia do Fisioterapeuta e Terapeuta Ocupacional.
A todos os meus colegas de profissão: Feliz Dia do Fisioterapeuta e Terapeuta Ocupacional!!!
Que possamos a cada dia mostrar mais nossa relevância na sociedade. Que sejamos a cada dia e sempre mais valorizados e requisitados!!!
Que possamos mostrar a diferença que nosso trabalho faz, não apenas na reabilitação do movimento, mas na vida de todas as pessoas que passam pelas nossas mãos!!! Como eu digo sempre: Fisioterapia é a Reabilitação da Vida!
Parabéns a nós!
A todos os meus colegas de profissão: Feliz Dia do Fisioterapeuta e Terapeuta Ocupacional!!!
Que possamos a cada dia mostrar mais nossa relevância na sociedade. Que sejamos a cada dia e sempre mais valorizados e requisitados!!!
Que possamos mostrar a diferença que nosso trabalho faz, não apenas na reabilitação do movimento, mas na vida de todas as pessoas que passam pelas nossas mãos!!! Como eu digo sempre: Fisioterapia é a Reabilitação da Vida!
Parabéns a nós!
sexta-feira, 19 de setembro de 2014
Projeto da UEL estuda exercícios de reabilitação para o Parkinson
O projeto da Universidade de Londrina (UEL) estuda os melhores exercícios de reabilitação para as dificuldades causadas pela doença de Parkinson. O projeto é voltado para pessoas que têm a doença e que conseguem se locomover sozinhas/ sem o uso de cadeira de rodas, para que possam participar de todas as atividades. O atendimento é gratuito.
Uma ótima iniciativa.
Abaixo o vídeo da reportagem.
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
Dia 08 de setembro - Dia Mundial da Fisioterapia - World Physical Therapy Day
Aos amigos e colegas de profissão, parabéns, hoje é o Dia Mundial da Fisioterapia! World Physical Therapy Day! Desde 1996 comemora-se no dia 08 de Setembro, o Dia Mundial da Fisioterapia, data estipulada pela WCPT - Confederação Mundial de Fisioterapia, entidade fundada no ano de 1951.
A data serve para mostrar a importância da nossa profissão, cada dia mais valorizada e necessária em todos os momentos da vida!
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
IV Simpósio de Fisioterapia da Unimed Paulistana - Dia 11 de outubro de 2014
O IV Simpósio de Fisioterapia da Unimed Paulistana será realizado no dia 11 de outubro, sábado, e abordará o tema “Segurança e Prescrição do Treinamento Resistido”
Público Alvo: Fisioterapeutas e Profissionais da Saúde
PROGRAMAÇÃO PRELIMINAR
8h - Credenciamento e Entrega de Materiais
8h30 - Dr. Herbert Wallauer de Mattos – Unimed Paulistana
9h - Segurança e Prescrição do Treinamento Resistido em Idosos
Moderador - Ft. André Pinto Souza Mendes – Unimed Paulistana
• Ambiente Hospitalar – Dr. Enéas Rocco – AMIL e HMSC
• Ambiente Ambulatorial – Ft. Elias Ferreira Porto – UNASP
10h20 - Coffe Break
10h50 - Segurança e Prescrição do Treinamento Resistido em Pneumopatas
• Ft. Márcio Tubaldini – USJT
11h30 - Segurança e Prescrição do Treinamento Resistido em Pacientes Oncológicos
• Ft. Larissa Alvarenga Augusto – Unimed Paulistana e IBCC
12h10 - Almoço
13h30 - Segurança e Prescrição do Treinamento Resistido em Pacientes Críticos
Moderadora - Ft. Deise Barboza Reis – Unimed Paulistana
• Pacientes em Cuidados Intensivos – Prof. Lucas Yutaka – CHS Sorocaba e AME Jundiaí
• Pacientes em Cuidados Semi Intensivos – Ft. Carlos Alcino Nascimento Filho – Unimed Paulistana
14h40 - Segurança e Prescrição do Treinamento Resistido em Cardiopatas
Moderador: Ft. Renan Fernandes Ribeiro – Unimed Paulistana
• Ambiente Hospitalar – Dr. Giulliano Gardenghi – Encore, CEAFI, HMSC
• Ambiente Ambulatorial – Prof. Wladimir Mussetti – UNIFESP
15h50 - Encerramento – Ft. Keli Cristina Betto Simões Marcondes - Unimed Paulistana
*Programação sujeita a alteração.
Comissão organizadora:
Keli Cristina Betto Simões Marcondes
Deise Barboza Reis
Alecsandra Aparecida dos Santos
André Pinto Souza Mendes
Carlos Alcino Nascimento Filho
Renan Fernandes Ribeiro
Data: 11 de outubro de 2014, sábado.
Valor:
Profissionais R$ 60
Estudantes (mediante comprovação) R$ 40
Quantidade de Vagas: 70 vagas
Local do evento: Anfiteatro do Hospital Unimed Santa Helena - 11º andar – Rua São Joaquim, 36 – Liberdade – São Paulo (próximo ao metrô São Joaquim).
Informações e Inscrições:
IGC – Integração e Gestão do Conhecimento – HUSH
Fone: (11) 3340-8083
Email: igc.hush@unimedpaulistana.com.br
sábado, 9 de agosto de 2014
Menina com atrofia muscular supera previsão médica e vira filme
Íris Oliveira tem nove anos e um sorriso encantador. Apesar da pouca idade, já registra uma história de obstáculos e conquistas. Em 28 de setembro, vai chegar ao décimo aniversário, sete anos a mais do que a previsão que teve ao completar 1 ano e dois meses, quando foi diagnosticada com atrofia muscular espinhal (AME), doença das células que leva à fraqueza e à atrofia muscular com prejuízo de movimentos voluntários, como segurar a cabeça, sentar e andar.
De presente, ela também ganha um curta-metragem, que relata um pouco de sua história de vida.
Nascida em Curitiba, Íris mora em Uberlândia, no interior de Minas Gerais, desde os dois anos. Os pais, a artista plástica Aline Giuliani e o skatista profissional Ricardo Porva, descobriram a doença porque ela engatinhava, mas não andava nem conseguia ficar em pé sozinha.
"Achamos estranho e a levamos a uma neurologista bem conceituada em Curitiba. Ela nos deu o diagnóstico depois de alguns exames. A resposta foi dada da forma mais dura possível. Ela nos disse que Íris só sobreviveria até os três anos de idade. A atrofia a impossibilitaria de se desenvolver", conta a mãe.
O casal diz que foi difícil assimilar tudo o que a neurologista havia falado. "Para o Ricardo foi mais difícil. Ele ficou um mês fechado. Sem conversar direito e em uma tristeza de dar dó", afirma Aline. "Foi muito duro tudo o que a médica falou. Eu acreditei que minha filha poderia ir embora precocemente e tentava entender", explica Porva.
Foram então em busca de ajuda e de métodos para ajudar a filha a se desenvolver. Giuliani encontrou o apoio em outras mães, cujos filhos tinham a mesma doença. Ele buscou no esporte força para continuar lutando. Em 2006, quando Íris faria dois anos, ele foi campeão em um torneio na República Tcheca.
A primeira bicicleta
Íris fazia fisioterapia duas vezes por semana por orientação médica. Segundo Giuliani, os médicos tinham medo que ela sofresse fadiga muscular se fizesse muito esforço. "Mas um dia eu olhei para ela, com aquele sorriso todo e cheia de energia, e percebi que ela não podia ficar parada. Decidimos que ela tinha que se movimentar. Sempre que ela queria algo, nós a fazíamos engatinhar e buscar."
Assim, Íris ganhou a primeira bicicleta, aos três anos. Os pais amarravam os pés dela ao pedal da bicicleta com fita adesiva, seguravam suas pernas e a estimulavam a pedalar. "Sempre praticamos esportes. Não tinha motivos para ela ficar só com a fisioterapia", disse Porva.
Além da dificuldade de se locomover, Íris passou a sofrer com doenças respiratórias, comuns em crianças com atrofia muscular espinhal. Ela teve pneumonia e chegou a ficar internada na UTI. "Foram os quatro piores dias. Tive muito medo de que houvesse uma complicação maior e ela precisasse ficar mais tempo internada", conta a mãe.
O clima frio de Curitiba fazia com que Íris adoecesse com facilidade, por isso decidiram se mudar para Uberlândia, com clima mais estável. "Até hoje, se bate um ventinho, eu a agasalho. Tenho muito medo de vê-la doente."
Dois anos depois de se mudarem para o interior de Minas Gerais, Porva perdeu um patrocínio, ficou desempregado e o casal passou por dificuldades financeiras. "Eu me lembro que a Íris tinha um urso que ficava ao lado da cama. Era lá que o Ricardo guardava o dinheiro que ganhava nas competições. Quando chegou a esse período crítico, nós abrimos e contamos as notas. Pegamos tudo e demos de entrada na casa que moramos em Uberlândia", diz Giuliani.
Enquanto a mãe fazia artesanato, o pai começou a dar aulas de skate e fazer edição de vídeos para se manterem. "Nós poderíamos ficar sem luz, sem água, sem nada, mas a fisioterapia da Íris estava garantida", diz Giuliani.
Após uma reportagem, o Centro de Pesquisas Terapêutico em Curitiba propôs um módulo de fisioterapia intensiva para Íris. Mas eles teriam de arcar com os custos da viagem.
Rifas, bazares beneficentes e eventos ajudaram na arrecadação do dinheiro para garantir o tratamento. Ela vai a Curitiba pelo menos uma vez a cada seis meses. "Nós sempre nos esforçamos para dar a melhor condição de vida para a Íris. Ver o sorriso dela é a nossa recompensa", conta o pai.
Hoje, ela estuda em uma das melhores escolas particulares de Uberlândia, graças a uma bolsa integral que a família ganhou. Faz natação duas vezes por semana, vai a fisioterapia, faz artesanato e sempre que pode acompanha o pai nos treinos de skate. "Eu não me sinto uma criança diferente. Estudo, pratico esporte e estou sempre em contato com as outras crianças", diz Íris.
O filme
Toda essa história de lutas e conquistas virou um curta-metragem pelas mãos do cineasta Renato Cabral em um roteiro batizado de "Antes que os Pés Toquem o Céu". "Quando aquela menina nasceu, eles disseram que ela não viveria muito tempo. Mas as histórias de amor mais bonitas são mesmo aquelas que ninguém acreditava que poderiam durar", diz Cabral.
A ideia de fazer da história um roteiro de filme surgiu no início do ano, após Ricardo Porva procurar o cineasta para um projeto que contava sua jornada de atleta. "Nunca acreditei em um filme de skate, mas o conheci, me aproximei mais da sua família, conheci sua mulher e a Íris. E percebi que a luta daquela família para manter a menina Íris viva e vivendo nas melhores condições era, sim, uma história de amor única."
De uma forma poética e sensível, o curta retrata a importância de ser forte, inclusive na hora da morte. "Eu não queria falar sobre a doença, as dificuldades, o tratamento. Eu queria que o filme e sua mensagem fossem algo muito íntimo, quase um recado de um pai ou de uma mãe para sua filha, sussurrado ao pé do ouvido".
http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2014/07/29/historia-de-crianca-com-deficiencia-vira-roteiro-de-filme.htm
Assista ao filme abaixo:
quinta-feira, 13 de março de 2014
Aprenda como uma pessoa que teve AVC (com hemiparesia) deve se vestir
Como fisioterapeuta, sou da opinião que devemos incentivar todas as pessoas que sofreram lesões cerebrais a serem independentes e autonômas. No entanto, muitas vezes, familiares ficam perdidos ao perceberem que a forma de realizar as atividades não é mais a mesma, especialmente as básicas do cotidiano (que chamamos de AVD – atividades de vida diária). Sendo assim, como incentivar a realizar uma tarefa, como o vestir, com essa nova condição?
Diante de uma lesão cerebral, como um AVC, a pessoa conta com limitações de movimento e até sensoriais (sensações alteradas), e isso leva a ter que realizar as AVD, como o vestir, de uma forma diferente, adaptada. Ou seja, é sim possível ter indepedência em toda a atividade, ou pelo menos, em parte dela, basta saber como fazer de forma segura e eficaz.
Abaixo um vídeo ilustrativo:
segunda-feira, 10 de março de 2014
Professora cria jogo para fisioterapia após câncer de mama
Um novo jogo de videogame promete facilitar as sessões de fisioterapia das mulheres que retiram a mama em casos de câncer. A tecnologia desenvolvida por uma professora de fisioterapia da Universidade do Vale do Paraíba (Univap), em São José dos Campos (SP), estimula movimentos a partir de um sensor que captura a imagem do corpo da paciente e projeta uma realidade virtual, o que torna o tratamento mais interativo.
O projeto foi desenvolvido em parceria com a Universidade Mackenzie durante o ano passado pela professora Izabela Mendes, de 24 anos, e já atendeu cerca de 20 mulheres de forma gratuita no Departamento de Fisioterapia. O objetivo da professora é colocar o jogo no mercado de forma gratuita, mas ainda não há previsão para quando isso irá ocorrer.
“Queria desenvolver algo diferente na linha de reabilitação e mulheres com câncer de mama precisam muito de um tratamento interdisciplinar”, afirmou a Izabela. O novo método também guarda em uma base de dados toda a evolução da paciente. “O jogo é dinâmico e ela [a paciente] vê a própria projeção na tela. Eu programo os movimentos e ela vai brincando”, diz.
Além do software para videogame, também foi desenvolvida uma manta de vibração complementar ao jogo. O item é envolvido no braço das pacientes e contribui para fortalecer músculos e movimentos. “As pacientes tiveram diminuição da dor, aumento na ampliação do movimento, no sinergismo muscular e força, além de melhoria na própria qualidade de vida”, explicou a professora.
Resultados
Para quem realizou as sessões de fisioterapia, o jogo já apresentou resultados positivos. A aposentada Leila Tenório de Oliveira, de 48 anos, retirou a mama após um câncer descoberto em 2008. Desde então, ela realiza fisioterapia convencional, mas foi após realizar tratamento com o software no ano passado que as dores diminuíram de vez.
“Pra mim foi muito bom em relação ao braço. Diminuiu bastante a dor e consegui até dormir melhor à noite. Temos nossos limites, mas vi que dá para ir além. O jogo ameniza muito a dor e foi melhor do que a [terapia] convencional”, afirma a paciente.
Os projetos estão em fase de registro e devem ser colocados no mercado em breve. De acordo com a Izabela, o jogo para fisioterapia está em fase de atualização da sua segunda versão, que deve ser disponibilizada para download gratuito, facilitando o tratamento em casa.
Registro
Estudo divulgado pelo Ministério da Saúde estima que haverá 576.580 novos casos de câncer diagnosticados no país este ano. Entre os que devem ter maior incidência, estão os de pele, próstata e mama, segundo o ministério.
A previsão, de acordo com o governo, é que o tumor de pele não melanoma, considerado o mais frequente na população feminina e masculina, atinja 182 mil pessoas no próximo ano, equivalente a 31,5% do total.
Na sequência, segundo a previsão do ministério, são esperados, aproximadamente, 69 mil novos casos de câncer de próstata. Em relação às mulheres, segundo o estudo, o câncer de mama deve atingir mais de 57 mil casos.
O projeto foi desenvolvido em parceria com a Universidade Mackenzie durante o ano passado pela professora Izabela Mendes, de 24 anos, e já atendeu cerca de 20 mulheres de forma gratuita no Departamento de Fisioterapia. O objetivo da professora é colocar o jogo no mercado de forma gratuita, mas ainda não há previsão para quando isso irá ocorrer.
“Queria desenvolver algo diferente na linha de reabilitação e mulheres com câncer de mama precisam muito de um tratamento interdisciplinar”, afirmou a Izabela. O novo método também guarda em uma base de dados toda a evolução da paciente. “O jogo é dinâmico e ela [a paciente] vê a própria projeção na tela. Eu programo os movimentos e ela vai brincando”, diz.
Além do software para videogame, também foi desenvolvida uma manta de vibração complementar ao jogo. O item é envolvido no braço das pacientes e contribui para fortalecer músculos e movimentos. “As pacientes tiveram diminuição da dor, aumento na ampliação do movimento, no sinergismo muscular e força, além de melhoria na própria qualidade de vida”, explicou a professora.
Resultados
Para quem realizou as sessões de fisioterapia, o jogo já apresentou resultados positivos. A aposentada Leila Tenório de Oliveira, de 48 anos, retirou a mama após um câncer descoberto em 2008. Desde então, ela realiza fisioterapia convencional, mas foi após realizar tratamento com o software no ano passado que as dores diminuíram de vez.
“Pra mim foi muito bom em relação ao braço. Diminuiu bastante a dor e consegui até dormir melhor à noite. Temos nossos limites, mas vi que dá para ir além. O jogo ameniza muito a dor e foi melhor do que a [terapia] convencional”, afirma a paciente.
Os projetos estão em fase de registro e devem ser colocados no mercado em breve. De acordo com a Izabela, o jogo para fisioterapia está em fase de atualização da sua segunda versão, que deve ser disponibilizada para download gratuito, facilitando o tratamento em casa.
Registro
Estudo divulgado pelo Ministério da Saúde estima que haverá 576.580 novos casos de câncer diagnosticados no país este ano. Entre os que devem ter maior incidência, estão os de pele, próstata e mama, segundo o ministério.
A previsão, de acordo com o governo, é que o tumor de pele não melanoma, considerado o mais frequente na população feminina e masculina, atinja 182 mil pessoas no próximo ano, equivalente a 31,5% do total.
Na sequência, segundo a previsão do ministério, são esperados, aproximadamente, 69 mil novos casos de câncer de próstata. Em relação às mulheres, segundo o estudo, o câncer de mama deve atingir mais de 57 mil casos.
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
ARTRITE REUMATOIDE, HOJE AS PESSOAS TEM MAIS QUALIDADE DE VIDA DO QUE HÁ 20 ANOS.
O estudo foi realizado na Universidade de Utrecht, da Holanda. Os pacientes monitorados tinham idades 17-86, e todos eram holandeses. Foram acompanhados 1100 pacientes com artrite reumatoide, diagnosticados entre 1990 e 2011. O desfecho do estudo aponta que, hoje o paciente tem menos quadros de ansiedade e depressão e importante diminuição da incapacidade física do que há 20 anos.
O motivo dessa boa evolução é a combinação de melhores e modernos medicamentos, à pratica de atividade física, maior adesão às terapias psicológicas e ao incentivo contínuo dos médicos reumatologistas que impulsionaram os pacientes a aderir a praticar de atividade física contínua.
O principal autor do estudo, Cecile Overman, acredita que daqui a 20 anos, pacientes com artrite reumatoide terão uma qualidade de vida equiparável com outra pessoa que não tenha a doença, ressaltando que os estudos de novos medicamentos dão força a essa esperança de vida normal.
68 % do sexo feminino;
Idade: 17 a 86 anos;
Foram avaliados no período de 3 a 5 anos após o diagnóstico:
Em 1990, 25% dos diagnosticados sofriam de ansiedade ou depressão após quatro anos de tratamento,em 2011, apenas de 12 a 14% apresentam ansiedade ou depressão;
Em 1990, 53% das pessoas diagnósticas apresentaram algum tipo de dificuldade para realizar algum tipo de atividades de vida diária, em 2011, esse número caiu para 31%.
Os autores sugerem que o aumento da qualidade de vida, está relacionado a combinação de melhores medicamentos, pratica de atividade física e a maior adesão a terapias psicológicas como coadjuvantes ao tratamento. Afirmam ainda que hoje os médicos estão voltados para a análise individual do paciente, possibilitando driblar o desafio de encontrar o medicamento certo para o paciente certo.
Os pesquisadores acreditam ainda que, o padrão de tratamento medicamentoso melhorou muitos nesses 20 anos, mas que os tratamentos não medicamentosos, tem sido importantes aliados para a melhora da qualidade de vida, tais como; a terapia comportamental e a pratica de atividade física contínua.
Sobre a Artrite Reumatoide:
Doença crônica, de origem imunológica, onde o sistema imunológico ataca equivocadamente as articulações. A inflamação resultante pode danificar as articulações e órgãos, tais como o coração.Os principais sintomas são: crises súbitas de dores articulares, vermelhidão e inchaço (edema) nas articulações e fadiga. , Atualmente não há cura, mas uma variedade de medicamentos podem tratar os sintomas e prevenir o avanço da doença.
A Organização Mundial da Saúde estima que até 1 por cento da população do mundo tenha artrite reumatoide.
http://reumatoguia.com.br/interna.php?id=1611&cat=109&menu=26109
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sexta-feira, 12 de julho de 2013
Pra mim, uma piada...Fisioterapia entre as 50 profissões mais bem pagas do Brasil
Fisioterapia está entre as 50 Profissões mais bem pagas do Brasil.
Fisioterapia é a 33° Profissão mais bem Paga do Brasil.
Salário Mensal de R$ 3.087,01 POR 36 Hrs/Semanais!
Na minha modesta opinião como fisioterapeuta, isso só pode ser uma piada.
Em primeiro lugar, a carga horária regulamentada é de 30 horas semanais; segundo que nosso piso foi reajustado em maio e agora está em R$2050,00 por 30h e terceiro, minha experiência pessoal, que em dez anos de formada e como CLT não recebo esse valor de salário.
Fonte: IPEA
http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/radar/130703_radar27.pdf
Fisioterapia é a 33° Profissão mais bem Paga do Brasil.
Salário Mensal de R$ 3.087,01 POR 36 Hrs/Semanais!
Na minha modesta opinião como fisioterapeuta, isso só pode ser uma piada.
Em primeiro lugar, a carga horária regulamentada é de 30 horas semanais; segundo que nosso piso foi reajustado em maio e agora está em R$2050,00 por 30h e terceiro, minha experiência pessoal, que em dez anos de formada e como CLT não recebo esse valor de salário.
Fonte: IPEA
http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/radar/130703_radar27.pdf
quarta-feira, 24 de abril de 2013
Sessões de fisioterapia, que custa em média R$ 100, vale R$ 5,60 para planos de saúde - VERGONHOSO!!!!
É uma vergonha e me revolta ter que postar essa notícia.. Há dez anos eu vejo isso e tenho esperança de que vá mudar...
Eu não me sujeito a isso! É como eu sempre falo: É a prostituição de uma profissão! E acredito que essa condição absurda e vergonhosa só mudará quando TODOS os fisioterapeutas se conscientizarem disso. Não podemos trabalhar por um valor irrisório, quase mendigando esmolas... Estudamos e muito, temos casa, família, despesas como quaisquer outras pessoas e temos que receber valores adequados ao serviço que prestamos. Acho que é um problema muito mais sério e grave de saúde pública e não vejo os sindicatos, conselhos e políticos empenhados em mudar tal condição por falta de vontade ou por omissão mesmo. Quem sabe quando a categoria se unir para lutar por melhorias algo comece a mudar...E assim a vida segue.... os convênios pagam essa mixaria mas continuam enriquecendo, a qualidade dos profissionais diminui vertiginosamente e os pacientes são subtratados...
A baixa remuneração é uma das principais reclamações dos profissionais de saúde que atendem a convênios médicos. De acordo com a fisioterapeuta Marlene Izidro Vieira, presidente da Fenafisio (Federação Nacional de Associações de Prestadores de Serviço de Fisioterapia), o valor pago pelos planos por um atendimento fisioterapêutico de 50 minutos varia de R$ 5,60 a R$ 23, enquanto a consulta particular custa, em média, R$ 100.
— Estamos sem reajuste há 20 anos e isso é absolutamente preocupante. Como um fisioterapeuta pode oferecer um serviço de qualidade se a remuneração de R$ 5 sequer dá para sobreviver?
Cerca de 80% dos pacientes tiveram procedimentos negados pelos planos de saúde
A má remuneração não se restringe apenas aos fisioterapeutas. O otorrinolaringologista Florisval Meinão, presidente da APM (Associação Paulista de Medicina), avisa que o valor pago pela consulta médica na sua área é de R$ 60 enquanto um procedimento cirúrgico de amigdalas, por exemplo, varia de R$ 75 a R$ 90.
— Recebemos quase o mesmo valor para consulta e cirurgia sendo que a complexidade dos procedimentos é totalmente diferente. Como o valor da cirurgia é muito irrisório, é preferível atender apenas no consultório.
Médicos prometem suspender atendimento a planos de saúde nesta quinta-feira
O médico acrescenta que a média de remuneração de um parto é de R$ 250, da retirada do útero é de R$ 265 e do exame de eletrocardiograma é de apenas R$ 6. Diante da desvalorização dos serviços prestados pelos profissionais de saúde, Meinão reconhece que o atendimento do paciente fica prejudicado.
—O descaso dos convênios com os profissionais da saúde afeta diretamente o paciente. A saúde não pode ser tratada desta forma.
A odontologia também vive essa crise e recebe dos convênios R$ 14 por consultas de emergência, R$ 18 por restauração de resina composta e R$ 22 por cirurgia de extração dentária, conforme adverte o cirurgião-dentista Claudio Miyake, presidente do Crosp (Conselho Regional de Odontologia – Regional São Paulo).
— Não podemos nos conformar ou ficar apáticos com a situação que a saúde vive hoje. Precisamos reverter o quadro.
Pesquisa APM
Os índices de insatisfação dos profissionais de saúde com os convênios são estratosféricos, ou seja, quase a totalidade se diz descontente, segundo uma pesquisa realizada com 5.000 médicos, fisioterapeutas e dentistas brasileiros entre os dias 3 e 14 de abril, e divulgada nesta terça-feira (23).
Exatamente pelo descontentamento e pela baixa remuneração, de acordo com a pesquisa, mais da metade dos profissionais confirmou a redução do número de procedimentos e cirurgias. Nos últimos cinco anos, 97% dos médicos e dentistas e 96% dos fisioterapeutas não tiveram reajustes que permitiram recompor satisfatoriamente os custos envolvidos na prática profissional.
Diante desse cenário, as três categorias vão fazer uma paralisação nesta quinta-feira (25) na avenida Paulista entre 7h e 10h. O objetivo, segundo Meinão, é chamar a atenção da população e das autoridades para os problemas que os profissionais de saúde enfrentam com os convênios.
http://noticias.r7.com/saude/sessao-de-fisioterapia-que-custa-em-media-r-100-vale-r-560-para-planos-de-saude-23042013
http://www.apm.org.br/noticias-conteudo.aspx?id=9186
http://www.crosp.org.br/noticias/exibir/?id=273
Eu não me sujeito a isso! É como eu sempre falo: É a prostituição de uma profissão! E acredito que essa condição absurda e vergonhosa só mudará quando TODOS os fisioterapeutas se conscientizarem disso. Não podemos trabalhar por um valor irrisório, quase mendigando esmolas... Estudamos e muito, temos casa, família, despesas como quaisquer outras pessoas e temos que receber valores adequados ao serviço que prestamos. Acho que é um problema muito mais sério e grave de saúde pública e não vejo os sindicatos, conselhos e políticos empenhados em mudar tal condição por falta de vontade ou por omissão mesmo. Quem sabe quando a categoria se unir para lutar por melhorias algo comece a mudar...E assim a vida segue.... os convênios pagam essa mixaria mas continuam enriquecendo, a qualidade dos profissionais diminui vertiginosamente e os pacientes são subtratados...
A baixa remuneração é uma das principais reclamações dos profissionais de saúde que atendem a convênios médicos. De acordo com a fisioterapeuta Marlene Izidro Vieira, presidente da Fenafisio (Federação Nacional de Associações de Prestadores de Serviço de Fisioterapia), o valor pago pelos planos por um atendimento fisioterapêutico de 50 minutos varia de R$ 5,60 a R$ 23, enquanto a consulta particular custa, em média, R$ 100.
— Estamos sem reajuste há 20 anos e isso é absolutamente preocupante. Como um fisioterapeuta pode oferecer um serviço de qualidade se a remuneração de R$ 5 sequer dá para sobreviver?
Cerca de 80% dos pacientes tiveram procedimentos negados pelos planos de saúde
A má remuneração não se restringe apenas aos fisioterapeutas. O otorrinolaringologista Florisval Meinão, presidente da APM (Associação Paulista de Medicina), avisa que o valor pago pela consulta médica na sua área é de R$ 60 enquanto um procedimento cirúrgico de amigdalas, por exemplo, varia de R$ 75 a R$ 90.
— Recebemos quase o mesmo valor para consulta e cirurgia sendo que a complexidade dos procedimentos é totalmente diferente. Como o valor da cirurgia é muito irrisório, é preferível atender apenas no consultório.
Médicos prometem suspender atendimento a planos de saúde nesta quinta-feira
O médico acrescenta que a média de remuneração de um parto é de R$ 250, da retirada do útero é de R$ 265 e do exame de eletrocardiograma é de apenas R$ 6. Diante da desvalorização dos serviços prestados pelos profissionais de saúde, Meinão reconhece que o atendimento do paciente fica prejudicado.
—O descaso dos convênios com os profissionais da saúde afeta diretamente o paciente. A saúde não pode ser tratada desta forma.
A odontologia também vive essa crise e recebe dos convênios R$ 14 por consultas de emergência, R$ 18 por restauração de resina composta e R$ 22 por cirurgia de extração dentária, conforme adverte o cirurgião-dentista Claudio Miyake, presidente do Crosp (Conselho Regional de Odontologia – Regional São Paulo).
— Não podemos nos conformar ou ficar apáticos com a situação que a saúde vive hoje. Precisamos reverter o quadro.
Pesquisa APM
Os índices de insatisfação dos profissionais de saúde com os convênios são estratosféricos, ou seja, quase a totalidade se diz descontente, segundo uma pesquisa realizada com 5.000 médicos, fisioterapeutas e dentistas brasileiros entre os dias 3 e 14 de abril, e divulgada nesta terça-feira (23).
Exatamente pelo descontentamento e pela baixa remuneração, de acordo com a pesquisa, mais da metade dos profissionais confirmou a redução do número de procedimentos e cirurgias. Nos últimos cinco anos, 97% dos médicos e dentistas e 96% dos fisioterapeutas não tiveram reajustes que permitiram recompor satisfatoriamente os custos envolvidos na prática profissional.
Diante desse cenário, as três categorias vão fazer uma paralisação nesta quinta-feira (25) na avenida Paulista entre 7h e 10h. O objetivo, segundo Meinão, é chamar a atenção da população e das autoridades para os problemas que os profissionais de saúde enfrentam com os convênios.
http://noticias.r7.com/saude/sessao-de-fisioterapia-que-custa-em-media-r-100-vale-r-560-para-planos-de-saude-23042013
http://www.apm.org.br/noticias-conteudo.aspx?id=9186
http://www.crosp.org.br/noticias/exibir/?id=273
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