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domingo, 25 de maio de 2014
O Coral Inesperado - vídeo
Um coral formado por 12 pacientes laringectomizados, vítimas do cigarro, surpreendeu a plateia do auditório do MASP que aguardava uma apresentação do Coral da USP, um dos mais famosos da cidade de São Paulo.
Criada para o A.C. Camargo Cancer Center, a ação incluiu as canções “All You Need is Love” e “She Loves You”, dos Beatles, interpretadas pelos pacientes. O objetivo foi alertar as pessoas para o principal fator de risco do câncer de laringe, o tabagismo. Acompanhados por fonoaudiólogos da instituição paulista, os pacientes que compõem o Coral Sua Voz (a maioria acima dos 60 anos) fazem uso de voz esofágica, prótese, laringe eletrônica (vibrador), fala bucal ou articulação de sons.
Escute a voz desse coral. Não fume.
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
29 de agosto - Dia Nacional de Combate ao Fumo
O tabagismo é o mais importante fator de risco para 7 das 14 principais causas de morte entre os idosos, sendo um dos principais problemas de saúde pública atualmente.
Calcula-se que ocorrerão aproximadamente 7 milhões de óbitos em decorrência do consumo de tabaco entre 2020 e 2030. No Brasil, estima-se que o tabagismo seja responsável por 45% dos óbitos por IAM, 85% por enfisema, 25% por doenças cerebrovasculares e 30% por câncer.
O cigarro contém 4700 substâncias sendo 60 destas cancerígenas.
Dados estimam que haverá cerca de 30 milhões de fumantes em 2030.
Calcula-se que ocorrerão aproximadamente 7 milhões de óbitos em decorrência do consumo de tabaco entre 2020 e 2030. No Brasil, estima-se que o tabagismo seja responsável por 45% dos óbitos por IAM, 85% por enfisema, 25% por doenças cerebrovasculares e 30% por câncer.
O cigarro contém 4700 substâncias sendo 60 destas cancerígenas.
Dados estimam que haverá cerca de 30 milhões de fumantes em 2030.
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
terça-feira, 23 de agosto de 2011
DPOC - Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica
Apesar de pouco conhecida, a DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica) é a quinta causa de mortes entre as doenças no Brasil. Sete milhões de pessoas sofrem desse mal - e a maioria nem sabe. Por causa disso, hoje apenas 350 mil pessoas estão diagnosticadas e fazem o tratamento da doença.A cada 14 minutos morre uma pessoa de DPOC.
A doença pulmonar obstrutiva crônica (DPPOC) é uma enfermidade respiratória prevenível e tratável, que se caracteriza pela presença de obstrução crônica do fluxo aéreo que não é totalmente reversível. A obstruçãodo fluxo aéreo é geralmente progressiva e está associada a uma resposta inflamatória anormal dos pulmões à inalação de partículas ou gases tóxicos, causada primariamente pelo tabagismo. Embora a DPOC comprometa os pulmões, ela também produz consequências sistêmicas significativas. O processo inflamatório crônico pode produzir alterações dos brônquios (bronquite crônica), bronquíolos (bronquiolite obstrutiva) e parênquima pulmonar (enfisema pulmonar). A predominância dessas alterações é variável em cada indivíduo, tendo relação com os sintomas apresentados.
O cigarro é responsável pela imensa maioria dos casos.
A DPOC é uma doença insidiosa que se instala no decorrer de anos. Geralmente, começa com discreta falta de ar associada a esforços como subir escadas, andar depressa ou praticar atividades esportivas. Como os sintomas são discretos, costumam ser atribuídos ao cansaço ou à falta de preparo físico. Com o passar do tempo, porém, a dispneia se torna mais intensa e surge depois de esforços cada vez menores. Nas fases mais avançadas, a falta de ar está presente mesmo com o doente em repouso e agrava-se muito diante das atividades mais corriqueiras. Tomar banho em pé, por exemplo, fica impossível; andar até a sala, um esforço insuportável.
Diversos estudos demonstraram que o único tratamento médico capaz de aumentar a sobrevida dos portadores da doença é a oxigenioterapia. O doente respirando com dificuldade com um cateter nas narinas ligado ao tubo de oxigênio é a imagem clássica da doença.
Nas fases iniciais, para fazer o diagnóstico é fundamental avaliar a função ventilatória pela espirometria, um exame não-invasivo. Para realizá-lo, o paciente sopra o ar dos pulmões num aparelho que mede os parâmetros associados à capacidade pulmonar. A maioria dos pneumologistas recomenda que todos os fumantes sejam submetidos anualmente a esse teste a partir dos 45 anos de idade. Aqueles que apresentarem declínio da função pulmonar estão em rota de colisão com o aparecimento da dispnéia aos mínimos esforços e da dependência de oxigênio. Muitos especialistas, no entanto, recomendam que toda pessoa que fuma há mais de dez anos seja submetida ao exame, para que o diagnóstico seja feito nas fases iniciais, quando o dano aos tecidos ainda não se tornou irreversível.
Parar de fumar é decisivo para o futuro dos que apresentam declínio progressivo das provas de função respiratória. Quando isso acontece em pacientes com pequeno grau de obstrução das vias aéreas causada pela fumaça do cigarro, a interrupção é associada à melhora imediata da função pulmonar. Ao contrário, nos que continuam a fumar, uma vez alteradas, as provas funcionais sofrem declínio rápido e progressivo.
Chicletes, adesivos de nicotina e drogas antidepressivas como a bupropiona, associados a terapêuticas comportamentais, são de grande utilidade para tratamento da dependência de nicotina nos portadores de DPOC. Pelo fato de não serem inalados, chicletes e adesivos de nicotina colaboram para diminuir o grau de obstrução das vias aéreas, mesmo naqueles que não conseguem parar de fumar, mas que reduzem substancialmente o número de cigarros por dia.
Todos os portadores de DPOC devem receber anualmente uma dose de vacina contra a gripe e outra contra o pneumococo, para evitar que a concomitância de processos infecciosos agrave o quadro respiratório.
Drogas broncodilatadoras e os anticolinérgicos estão indicados para aliviar os sintomas associados à produção e eliminação das secreções. O uso de derivados da cortisona por via inalatória pode reduzir a freqüência de exacerbações dos sintomas respiratórios, mas seu uso prolongado está associado a efeitos indesejáveis.
Técnicas fisioterápicas de reabilitação respiratória, incluindo exercícios e uso de oxigenioterapia, aumentam a resistência aos esforços e melhoram a qualidade de vida.
Fontes:
Jornal Brasileiro de Pneumologia Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia
Pneumoatual Educação Médica
American Thoracic Society
Educational Research Service
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bronquite,
cigarro.,
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terça-feira, 31 de maio de 2011
Dia 31 de Maio é o Dia Mundial Sem Tabaco
O tabagismo é considerado um problema de saúde pública mundial, uma pandemia.
A campanha para acabar com o fumo visa diminuir a taxa de 6 milhões de mortes em 2011, segundo informa a Organização Mundial da Saúde (OMS). Se nada for feito, em 2030 serão 8 milhões ao ano.
Segundo a OMS, 10% dos que morrem por causa do tabagismo são fumantes passivos. Em 2011, estima-se que sejam 600 mil.
O tabagismo é responsável por 30% das mortes por câncer e 20% das mortes por ataque cardíaco.
Vale lembrar e/ou relembrar que:
- O tabagismo é o mais importante Fator de Risco para doença obstrutiva do coração, cérebro e pernas;
- Existem 1,2 bilhão/fumantes (1/3 da população maior de 15 anos);
- É a principal causa de morte evitável;
- No Brasil são 30 milhões de fumantes;
- No Brasil 23 pessoas morrem por hora por doenças relacionadas ao tabagismo;
- Mortes prematuras / ano: 200 mil;
- Mortes indiretas (fumante passivo) / ano: 35 mil;
- O fumo modificou a mortalidade cardiovascular, hoje ela está declinando no homem (que está abandonando o habito de fumar) e aumentando na mulher ( que está fumando mais o que o homem);
- Crianças com 7 anos de idade, nascidas de mães que fumaram 10 ou mais cigarros durante a gestação apresentam atraso no aprendizado quando comparadas a outras crianças.
Risco de desenvolver doenças:
- Angina e infarto: nos fumantes risco 1,7 x maior;
- Morte Súbita (35-54 anos) como primeira manifestação da doença cardíaca: no fumante risco 2 a 3 x maior;
- Derrame cerebral: risco 2 a 5 x maior;
- Cancer de Pulmão: risco 12 a 20 x maior;
- Enfisema e Bronquite: risco 10 x maior.
- Fumantes que utilizam pílula anticoncepcional tem um risco de ter Infarto; Embolia Pulmonar; Tromboflebite, 10 vezes maior.
Dados obtidos no Journal of Occupatinal Medicine mostram que:
Fumantes exigem 114% mais tempo de internação;
Faltam ao trabalho 40% mais que os não fumantes;
Custam 26% mais em despesas com saúde.
A campanha para acabar com o fumo visa diminuir a taxa de 6 milhões de mortes em 2011, segundo informa a Organização Mundial da Saúde (OMS). Se nada for feito, em 2030 serão 8 milhões ao ano.
Segundo a OMS, 10% dos que morrem por causa do tabagismo são fumantes passivos. Em 2011, estima-se que sejam 600 mil.
O tabagismo é responsável por 30% das mortes por câncer e 20% das mortes por ataque cardíaco.
Vale lembrar e/ou relembrar que:
- O tabagismo é o mais importante Fator de Risco para doença obstrutiva do coração, cérebro e pernas;
- Existem 1,2 bilhão/fumantes (1/3 da população maior de 15 anos);
- É a principal causa de morte evitável;
- No Brasil são 30 milhões de fumantes;
- No Brasil 23 pessoas morrem por hora por doenças relacionadas ao tabagismo;
- Mortes prematuras / ano: 200 mil;
- Mortes indiretas (fumante passivo) / ano: 35 mil;
- O fumo modificou a mortalidade cardiovascular, hoje ela está declinando no homem (que está abandonando o habito de fumar) e aumentando na mulher ( que está fumando mais o que o homem);
- Crianças com 7 anos de idade, nascidas de mães que fumaram 10 ou mais cigarros durante a gestação apresentam atraso no aprendizado quando comparadas a outras crianças.
Risco de desenvolver doenças:
- Angina e infarto: nos fumantes risco 1,7 x maior;
- Morte Súbita (35-54 anos) como primeira manifestação da doença cardíaca: no fumante risco 2 a 3 x maior;
- Derrame cerebral: risco 2 a 5 x maior;
- Cancer de Pulmão: risco 12 a 20 x maior;
- Enfisema e Bronquite: risco 10 x maior.
- Fumantes que utilizam pílula anticoncepcional tem um risco de ter Infarto; Embolia Pulmonar; Tromboflebite, 10 vezes maior.
Dados obtidos no Journal of Occupatinal Medicine mostram que:
Fumantes exigem 114% mais tempo de internação;
Faltam ao trabalho 40% mais que os não fumantes;
Custam 26% mais em despesas com saúde.
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