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sexta-feira, 19 de abril de 2013
Pesquisa mostra que metade das crianças e adolescentes está acima do peso em SP
O sedentarismo é a principal causa dos quilos adicionais, um problema que deve envolver pais, filhos e educadores. Precisamos todos nos unir e mudar essa realidade... menos junk food, mais exercícios...
terça-feira, 12 de março de 2013
Artigo: Excesso de peso é mais frequente em pacientes com doença de Parkinson - pdf em inglês
Baixo peso e desnutrição são muito documentadas na doença de Parkinson (DP), enquanto que o excesso de peso tem sido menos relatado. Foi realizado um estudo transversal com 177 controles saudáveis e 177 pacientes com DP que frequentavam um centro terciário. O peso e a altura de todos os participantes foram arquivados. Uma diferença estatisticamente significativa no índice de massa corporal (IMC) foi encontrada entre controles e pacientes com DP.
Excesso de peso é mais frequente em pacientes com doença de Parkinson - Arquivos de Neuro-Psiquiatria; [online]. 2012, vol.70, n.11, pp. 843-846
http://www.scielo.br/pdf/anp/v70n11/a04v70n11.pdf
Excesso de peso é mais frequente em pacientes com doença de Parkinson - Arquivos de Neuro-Psiquiatria; [online]. 2012, vol.70, n.11, pp. 843-846
http://www.scielo.br/pdf/anp/v70n11/a04v70n11.pdf
terça-feira, 5 de junho de 2012
HBO ataca obesidade em nova série
Longe da linguagem tatibitate dos programas sobre hábitos saudáveis ou da espetacularização dos reality shows de perda de peso, a HBO estreia nesta terça-feira, 05, às 22 horas, uma nova série sobre obesidade. Intitulada The Weight of the Nation (O Peso da Nação), o documentário em quatro partes - no ar toda terça-feira - analisa a epidemia de obesidade nos Estados Unidos, onde nada menos que 2/3 da população acima dos 20 anos é obesa ou tem sobrepeso, assim como 1/3 das crianças. Apesar de mostrar a perspectiva americana, cada frase parece caber na rotina das grandes cidades do mundo.
Sóbria e alarmante, a série ataca a indústria de alimentos e a publicidade de comidas e bebidas nada saudáveis, principalmente o marketing voltado às crianças - algo raro na TV, que depende dos anunciantes. Por isso, o projeto só saiu do papel porque foi bancado pela HBO - que, nos EUA, não exibe comerciais -, em parceria com a organização de saúde Kaiser Permanente e a fundação de saúde e educação Michael & Susan Dell.
Ao todo, foram três anos de trabalho, que resultou na colaboração inédita entre a HBO, o Instituto de Medicina americano (IOM), o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC) e o Instituto Nacional de Saúde americano (NIH). E, por se tratar de uma ação de saúde pública, logo após a exibição na TV, o canal garantiu disponibilizar os vídeos em seu site, o www.hbomax.TV .
Geração Big Mac. Se, na semana passada, a medida do prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, de proibir a venda de bebidas com açúcar em tamanho família (com mais de 480 ml), dividiu opiniões, na série muito se fala em ações urgentes, com intervenção do Estado para frear a epidemia que impacta todo sistema de saúde do país.
Com pesquisas, especialistas e muitos personagens contando a luta contra uma doença não só física, mas psicológica, a série mostra, já no primeiro episódio, Consequências, que a obesidade está ligada a cinco das dez principais causas de morte nos EUA: doenças cardíacas, diabetes tipo 2, câncer, acidente vascular cerebral e doenças renais. Há ainda pesquisa inédita que relaciona obesidade na infância com problemas cardíacos na fase adulta.
Entre histórias de gente que sempre brigou com a balança e de pessoas que ganharam peso de repente, o segundo episódio, Escolhas, apresenta ações práticas para reverter o problema. No terceiro capítulo, Crianças em Crise, abre-se o debate sobre o que leva as crianças a consumir tantas calorias e, no quarto e último episódio, Desafios, estão em pauta os motivos que levaram a população americana a engordar tanto nos últimos 20 anos.
“Não queremos brócolis. Nossa geração cresceu comendo Big Mac”, diz uma das personagens, numa sentença comum a quem já passou pelo “dilema” do que escolher para o almoço. Porém, o que a série afirma - em tom alarmista, claro - é que, por causa da obesidade, essa pode ser não só a “geração Big Mac”, mas a primeira geração que viverá menos que os pais.
Alerta:
77% das crianças obesas ou com sobrepeso tornam-se adultos obesos, segundo dados da série.
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quinta-feira, 31 de maio de 2012
A obesidade nas capitais brasileiras
Mais uma pesquisa alerta: os brasileiros engordaram. Há seis anos, 43% da população estava com sobrepeso e 11% era realmente obesa. Os números mais recentes nesses quesitos são 48,5% e 15,8%, respectivamente. Esses dados preocupantes foram revelados pela VIGITEL (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), estudo realizado anualmente pelo Ministério da Saúde desde 2006. No último levantamento, de 2011, foram entrevistadas mais de 50 mil pessoas acima de 18 anos, residentes nas 26 capitais brasileiras e no Distrito Federal.
Para categorizar a situação de sobrepeso e obesidade, a pesquisa considerou o Índice de Massa Corporal (IMC), que é o resultado de uma divisão do peso pela altura ao quadrado. O método é reconhecido pela OMS (Organização Mundial da Saúde) e funciona apenas como indicador. Vale lembrar que fatores, como percentual de gordura e circunferência abdominal também são importantes.
No estado de São Paulo, 16% estão obesos ( IMC igual ou maior que 30) e 48% com sobrepeso ( IMC entre 25 e 29,9).
http://saude.abril.com.br/emagrece-brasil/obesidade-brasil-estados-vigitel.shtml
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