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sexta-feira, 19 de setembro de 2014
Projeto da UEL estuda exercícios de reabilitação para o Parkinson
O projeto da Universidade de Londrina (UEL) estuda os melhores exercícios de reabilitação para as dificuldades causadas pela doença de Parkinson. O projeto é voltado para pessoas que têm a doença e que conseguem se locomover sozinhas/ sem o uso de cadeira de rodas, para que possam participar de todas as atividades. O atendimento é gratuito.
Uma ótima iniciativa.
Abaixo o vídeo da reportagem.
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
I Simpósio em Reabilitação Oncológica - 20 de setembro de 2014
I SIMPÓSIO EM REABILITAÇÃO ONCOLÓGICA
PROGRAMAÇÃO
08:00 - Credenciamento e entrega de materiais
08:20 – Abertura
08:30 – A importância da equipe multiprofissional na reabilitação do paciente oncológico
- O papel da fonoaudiologia – Dra. Irene de Pedro Netto Vartanian
- O papel da odontologia – Dra. Juliana Pereira de Almeida Ebeling
- O papel da nutrição – Carlos R. Canavez Basualdo
- O papel da enfermagem – Cristiane Galvez
09:30 - Fisioterapia na assistência oncológica em geriatria e gerontologia - Dra. Priscilla Mendoza
10:00 - Coffee-break
10:20 – Saúde da Mulher
- Planejamento da Radioterapia no câncer de mama – Roberto Simões
- Estimulação Fisioterapeutica precoce pós-mastectomia – Dra. Aline Guimarães
- Atualidades na terapia descongestiva complexa – Dra. Jaqueline Munaretto
- Reabilitação do assoalho pélvico Pós Prostatectomia – Dra. Priscila Yoda
11:45 – Debate
12:00 - Almoço
13:00 – Particularidades do paciente oncológico pediátrico
- Atuação da Fisioterapia – Dra. Bianca Azoubel
- Atuação da Nutrição – Juliana M. Nabarrete
- Atuação da Psicologia – Ligia Pereira Saccari
- Atuação da Terapia Ocupacional - Walkyria de Almeida Santos
14:00 – O uso da ventilação mecânica em pacientes oncológicos críticos - Dra. Denise Carnieli Cazati
14:30 – Fisioterapia no pré e pós TMO - Dra. Viviane Ohasi
15:00 – Coffee
15:30 – Complicações no Mieloma Múltiplo X Fisioterapia - Dra. Ana Paula Oliveira
16:00 – Reabilitação em Cuidados Paliativos - Dra. Juliana Firmo e Marília B. Othero
16:45 – Debate
17:00 - Encerramento
Valores:
Estudantes e profissionais do IAMSPE: R$ 50,00
Fisioterapeutas e outros profissionais da saúde: R$ 60,00
Local: IAMSPE - Av. Ibirapuera, 981 Vila Clementino (Prédio da administração - sala 102)
Informações: www.abrale.org.br | abrale@abrale.org.br | 0800 773 9973
http://www.abrale.org.br/evento/i-simposio-em-reabilitacao-oncologica
sexta-feira, 11 de abril de 2014
Curso: Avaliação do Pé nas Doenças Musculoesqueléticas
Curso "Avaliação do Pé nas Doenças Musculoesqueléticas" - Conteúdos como: anatomia, biomecânica, cinesiologia e métodos de avaliação para levar os profissionais a reconhecerem tipos e padrões de marcha, alterações patológicas, bem como, auxiliar a estabelecer a melhor conduta de reabilitação.
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
II Simpósio de Reabilitação Geriátrica do HIAE - Dias 18 e 19 de outubro de 2013
A principal característica desse simpósio é sua natureza multidisciplinar/interdisciplinar, com foco nas áreas de reabilitação e geriatria/gerontologia. O evento se distinguirá pela abordagem ao paciente idoso em diferentes níveis de assistência (ambulatorial, internação, longa permanência), destacando a importância da continuidade assistencial. Serão apresentados resultados positivos de intervenções realizadas em nossa instituição e discutido um tema importante, mas pouco explorado: a reabilitação geriátrica. Os temas foram escolhidos com base em sua relevância clínica e na escassez de consensos de condutas.
Quando: 18 e 19 de outubro de 2013
Carga-horária: 14h30
Vagas: 180 vagas
Investimento:
Médicos R$ 250,00
Profissionais da Saúde R$ 190,00
Graduandos R$ 150,00
Sócios das entidades apoiadoras do evento R$ 220,00
Programação do evento:
http://www.einstein.br/Ensino/eventos/Documents/Programa-Simposio-de-Reabilitacao-Geriatrica.pdf
Inscrições:
http://www.einstein.br/Ensino/eventos/Paginas/simposio-de-reabilitacao-geriatrica-do-hiae.aspx?gclid=CObgzpm55rgCFbDm7Aod5HMASg
Marcadores:
Einstein,
geriatria,
gerontologia,
hospital,
Hospital Israelita Albert Eisntein,
idoso,
multidisciplinar,
paciente,
reabilitação,
simpósio
quarta-feira, 5 de junho de 2013
II Simpósio Internacional de Reabilitação Hospitalar - 03, 04 e 05 de outubro
O Instituto Sírio Libanês de Ensino e Pesquisa apresenta o
II SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE REABILITAÇÃO HOSPITALAR
II WORKSHOP DE TERAPIA DE REABILITAÇÃO
III WORKSHOP DE TOXINA BOTULÍNICA
03 a 05 de outubro de 2013
Temas de destaque:
- Diretrizes em Reabilitação Hospitalar;
- Reabilitação Precoce do Paciente Crítico;
- Transição Hospital - Domicílio;
- Qualidade em Reabilitação;
- Cuidado Focado em Reabilitação;
- Cuidados Paliativos para o paciente em Reabilitação;
- Reabilitação Pós-Operatória e Pós-Transplante;
- Cuidados no Paciente Oncológico;
- Uso de Ventilação Não-Invasiva;
- Atualizações no Cuidado de Reabilitação de Pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica.
Coordenação:
Serviço de Reabilitação do Hospital Sírio-Libanês
Mais informações: http://iep.hsl.org.br/Paginas/curso.aspx?IdAtividade=398&pnv=0
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Reatech - Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade - 18 a 21 de abril de 2013
Datas, horários e local
18 e 19 de abril de 2013 dàs 13h00 às 21h00
20 e 21 de abril de 2013 dàs 10h00 às 19h00
Aberto ao público
Como chegar lá?
Transporte Gratuito!
Estação do Metrô Jabaquara
As " Vans" sairão da Rua Nelson Fernandes, nº 400
(Em frente ao Posto de Gasolina)
Horário: 08h00 às 21h30
http://www.reatech.tmp.br/
quarta-feira, 10 de abril de 2013
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Vídeo - A incrível transformação de um cara que não desistiu
Achei esse vídeo muito inspirador, assistam!
Ele serve de motivação para aqueles momentos em que queremos deixar de acreditar, aqueles momentos que ouvimos que não podemos, que não conseguiremos... A mensagem do vídeo é não desistir!
Não desistam!
Ele serve de motivação para aqueles momentos em que queremos deixar de acreditar, aqueles momentos que ouvimos que não podemos, que não conseguiremos... A mensagem do vídeo é não desistir!
Não desistam!
segunda-feira, 30 de julho de 2012
Vistos com desconfiança, jogos eletrônicos podem queimar até 500 calorias
Para muitos ter de sair de casa para ir para academia é um martírio. Já imaginou se divertir dentro de casa e, de quebra, queimar calorias? Essa é a proposta tentadora dos jogos eletrônicos. Ainda que sejam vendidos com games que ajudam na queima calórica, o Xbox e o Wii ainda são vistos com desconfiança por quem está em busca de uma nova atividade física. No entanto, segundo a professora da Bio Ritmo e personal trainer, Mariane Herdy, eles são sim eficazes para emagrecer e podem queimar até 500 calorias.
Mas como na prática de qualquer atividade física alguns cuidados se tornam necessários. Para Fernando Vanderlinde, fisioterapeuta, fundador do site GameSaude e autor do livro "VideoGames na Saúde e Reabilitação", quem deseja levar os jogos a sério deve consultar um profissional para avaliar a saúde, assim como faria se estivesse iniciando qualquer outra modalidade. "Claro que quem brinca com esses jogos de vez em quando não precisa de uma avaliação, mas quem pretende fazer atividades com eles duas vezes por semana ou todos os dias é importante", avalia.
A vestimenta adequada também deve ser usada, mesmo estando dentro de casa. "É preciso estar com uma roupa confortável e um bom tênis. Nunca se deve praticar as atividades de salto alto ou descalço para evitar impactos nas articulações", recomenda Vanderlinde. Herdy também indica deixar sempre uma garrafa d'água à disposição para se hidratar durante os exercícios.
Ainda que os jogos sejam, em sua grande maioria, muito divertidos fazendo com que a pessoa que está praticando até esqueça da atividade, Herdy determina um tempo-limite para praticar os games. "O ideal é não ultrapassar uma hora, pois as pessoas costumam passar a tarde inteira jogando e no final ficam com lesões musculares por não respeitarem os limites do corpo", adverte.
A postura também não deve ser esquecida por quem optou pelos games. "Esses jogos não tem capacidade de mensurar fadiga e não são todos que captam se a postura de quem está jogando está correta", afirma Vanderlinde que recomenda sempre que possível praticar a atividade ao lado de um profissional qualificado.
Que as atividades propostas nos jogos eletrônicos queimam calorias é inegável, no entanto, para Vanderlinde, a perda calórica depende muito da seriedade e frequência dos exercícios. "Tem alguns games que propõe atividades e desafios por 30 dias e para ter um bom resultado é necessário seguir essa rotina à risca", explica.
Games X Academias
Se você já está pensando em cancelar a matrícula e comprar os jogos é necessário avaliar muito antes de trocar o treino pelos games. "A academia conta com aparelhos e profissionais que são treinados para auxiliar, corrigir a postura, enquanto os games não proporcionam esse ambiente", alerta Vanderlinde.
Mas atividade lúdica pode ser usada para complementar o treino da musculação e ajudar a entrar em forma. "Muitos desses jogos são aeróbicos e muito divertidos, como os de dança. E quando a pessoa já tem um acompanhemnto profissional ele pode até indicar os melhores games para o que ele deseja melhorar", exemplifica.
Teste
Herdy veio a convite do UOL Dieta e Boa Forma testar alguns dos jogos que são comercializados para estes videos games. A personal trainer avaliou a queima calórica, a habilidade motora, batimentos cardíacos e a diversão que esses jogos proporcionam para quem quer tornar deles um hábito saudável.
Xbox
Para este videogame a personal trainer avaliou dois jogos o "Just Dance 3" e o "Your Shape Fitness Evolved". No primeiro jogo os participantes devem seguir os movimentos para dançar cada tipo de música e segundo contém exercícios para grupos musculares específicos e outras atividades variadas que vão de dança indiana ao boxe.
Considerado um dos jogos mais divertidos pela personal, o "Just Dance 3" foi avaliado como um jogo difícil para quem é mais sedentário, mesmo ao optar pelo nível de iniciante. "Os movimentos são rápidos e exige um pouco mais de resistência do coração e coordenação motora", justifica Herdy. Já no quesito queima calória, a atividade aeróbica pode eliminar de 300 a 400 calorias por 30 minutos de jogo.
Já no "Your Shape Fitness Evolved", Mary testou o Bodycamp, uma espécie de circuito que envolve exercícios de flexão, saltos, abdominais e exercícios funcionais. Para a personal o jogo é muito interessante, mas não é indicado a iniciantes. "Ele não exige tanta coordenação, mas sim tônus muscular, além de oferecer uma resistência cardiovascular maior e força motora também", explica. A queima calórica pode atingir até 500 calorias.
Nos exercícios para partes específicas do corpo, que também são encontrados neste game, a queima calórica verificada é menor e o máximo pode chegar até 300 calorias. Herdy fez exercícios para perna e abdominais, mas também não os indica para quem está iniciando por exigir muita força muscular.
Wii Fit
Na opinião de Mary, os jogos do Wii Fit são mais fáceis para quem está iniciando a prática de alguma atividade física. "Eles não exigem muita coordenação motora, a resistência é mais tranquila e a pessoa não sai muito cansada depois de jogar", conta. A personal trainer avaliou o programa de corrida, boxe e o bambolê.
A corrida foi considerada fácil e indicada para pessoas de qualquer idade. A média de queima calórica varia de 300 a 400 calorias jogando por 30 minutos. Já o boxe é um pouco mais complicado, pois exige coordenação entre os braços e pernas. A queima calórica também é mantida entre 300 e 400 calorias ao jogar por 30 minutos.
Para Herdy, o bambolê foi o jogo mais divertido disponível no videogame. "É um jogo bem fácil e que não exige muita resistência ou coordenação motora", afirma ela, que avalia que a queima calórica do jogo não ultrapassa 300 calorias se praticado por 30 minutos.
terça-feira, 12 de junho de 2012
Ioga reabilita pacientes com sequelas pós-AVC
Ioga adaptada
Um programa de oito semanas de exercícios de ioga adaptados foi suficiente para uma melhoria significativa de pacientes em processo de reabilitação após um acidente vascular cerebral.
Os voluntários, homens e mulheres, já haviam completado seu tratamento pós-AVC antes do estudo, mas continuavam a apresentar déficits motores.
Após as seções de ioga, os participantes apresentaram melhor equilíbrio e flexibilidade, uma marcha mais forte e mais rápida, e aumento da força e resistência musculares.
Melhoria da reabilitação
Arlene Schmid, especialista em reabilitação da Universidade de Indiana (EUA), explica que a perda de força funcional, flexibilidade e resistência é comum depois de um acidente vascular cerebral, o que pode levar à incapacidade a longo prazo.
Milhões de pessoas sobrevivem com as sequelas dos derrames, que podem alterar o estilo de vida, com perda da independência, diminuição das atividades diárias e limitação na mobilidade.
"Os médicos precisam de técnicas para administrar e melhorar essas deficiências físicas pós-AVC," disse ela.
As atividades de ioga, adaptadas pela pesquisadora para aplicação aos pacientes pós-AVC, resultaram em "melhor controle neuromuscular, permitindo melhorias de força nos membros afetados, lados ou áreas em desuso."
Terapeuta de ioga
Após o programa de ioga, os participantes apresentaram melhoria no equilíbrio e maiores velocidades de marcha, com passos mais longos, ainda que o treinamento não tenha sido pensado para otimizar especificamente o ritmo do andar.
Com base em seus resultados animadores, os pesquisadores recomendam a inclusão da ioga na reabilitação de pacientes depois de um acidente vascular cerebral.
Segundo eles, o mais adequado é que esses pacientes sejam acompanhados por um terapeuta de ioga com um treinamento adicional em anatomia e fisiologia e em lidar com pessoas com deficiência.
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Consumo de frutas cítricas pode evitar AVC
Video mostrando fisioterapia neurológica na USJT. E ainda por cima com meu professor Semaan! Que saudade dessa época de faculdade...
terça-feira, 3 de abril de 2012
AACD faz parceria para criar jogos de reabilitação física
A AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente) firmou nesta semana um acordo com a Microsoft para o desenvolvimento de jogos de videogame especiais para reabilitação.
Os videogames com sensores de movimento, como o Wii da Nintendo e o Xbox, da Microsoft, já são usados em instituições para auxiliar atividades de fisioterapia.
O objetivo agora é criar jogos concebidos por fisioterapeutas e fisiatras da AACD e desenvolvidos com o apoio técnico da empresa.
O presidente da instituição, Eduardo Carneiro, afirma que os primeiros softwares criados nessa parceria podem começar a sair em três ou quatro meses.
A ideia é que pacientes que frequentam a AACD possam levar o aparelho e o jogo para casa e fazer os exercícios. A venda dos jogos para outras instituições no Brasil e no exterior também está no horizonte, segundo Carneiro, e pode ser mais uma fonte de renda da entidade.
Os direitos autorais serão compartilhados entre a instituição e a Microsoft. "Estamos iniciando uma nova era em reabilitação. É um processo sem volta", diz Carneiro.
Os jogos do Xbox com o sensor Kinect, que capta os movimentos do usuário sem a necessidade de controles, já são usados na instituição como parte auxiliar das terapias de reabilitação.
"É difícil que uma criança com paralisia cerebral consiga jogar tênis, mas com esse brinquedo ela consegue. As crianças gostam, saem cansadas do brinquedo, fazem esforço físico mesmo."
Bianca Helena Filippe, 7, é uma das crianças que usam o jogo como parte das sessões de fisioterapia. Ela tem paralisia cerebral e começou a frequentar a AACD com um ano e meio. Está aguardando uma operação corretiva nas pernas há dois anos.
Sua mãe, Rosana Maria Felippe, 46, diz que a menina gosta do videogame. "Quando faz pontinhos, ela fica toda alegre e quer mostrar para mim. Tenho até de sair da sala para ela não perder a concentração no jogo."
Os videogames com sensores de movimento, como o Wii da Nintendo e o Xbox, da Microsoft, já são usados em instituições para auxiliar atividades de fisioterapia.
O objetivo agora é criar jogos concebidos por fisioterapeutas e fisiatras da AACD e desenvolvidos com o apoio técnico da empresa.
O presidente da instituição, Eduardo Carneiro, afirma que os primeiros softwares criados nessa parceria podem começar a sair em três ou quatro meses.
A ideia é que pacientes que frequentam a AACD possam levar o aparelho e o jogo para casa e fazer os exercícios. A venda dos jogos para outras instituições no Brasil e no exterior também está no horizonte, segundo Carneiro, e pode ser mais uma fonte de renda da entidade.
Os direitos autorais serão compartilhados entre a instituição e a Microsoft. "Estamos iniciando uma nova era em reabilitação. É um processo sem volta", diz Carneiro.
Os jogos do Xbox com o sensor Kinect, que capta os movimentos do usuário sem a necessidade de controles, já são usados na instituição como parte auxiliar das terapias de reabilitação.
"É difícil que uma criança com paralisia cerebral consiga jogar tênis, mas com esse brinquedo ela consegue. As crianças gostam, saem cansadas do brinquedo, fazem esforço físico mesmo."
Bianca Helena Filippe, 7, é uma das crianças que usam o jogo como parte das sessões de fisioterapia. Ela tem paralisia cerebral e começou a frequentar a AACD com um ano e meio. Está aguardando uma operação corretiva nas pernas há dois anos.
Sua mãe, Rosana Maria Felippe, 46, diz que a menina gosta do videogame. "Quando faz pontinhos, ela fica toda alegre e quer mostrar para mim. Tenho até de sair da sala para ela não perder a concentração no jogo."
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Rede de Reabilitação Lucy Montoro inaugura unidade na Vila Mariana
O governo do Estado de São Paulo entregou no final de dezembro um moderno hospital e centro de reabilitação para pessoas com deficiência e doenças incapacitantes. Composto por dois prédios, o novo serviço contará com atendimento ambulatorial e 24 leitos de internação, além de laboratórios de habilidades e oficinas terapêuticas, como jardinagem, artes plásticas, têxteis, dança e teatro.
Com investimento de R$ 44 milhões, o IRLM na Vila Mariana irá oferecer, gratuitamente, reabilitação integral aos pacientes por meio de uma equipe multidisciplinar, composta por médicos fisiatras, enfermeiros, fisioterapeutas, psicólogos, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, assistentes sociais e outros profissionais especializados.
Construída em uma área de 10.372 metros quadrados, a nova unidade terá sua capacidade triplicada, de 60 mil para 180 mil atendimentos anuais. Serão beneficiados pacientes que apresentem encaminhamento médico da rede pública ou privada de saúde. Referência em atendimento, ensino e pesquisa, a unidade fará distribuição gratuita de órteses, próteses e meios auxiliares de locomoção, contando também com 24 leitos para internação.
"As novas instalações foram concebidas para serem totalmente acessíveis aos pacientes. Gradativamente iremos colocar em funcionamento todos as áreas localizadas na unidade, ampliando o atendimento oferecido hoje e beneficiando cada vez mais a população", diz Linamara Rizzo Battistella, Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência.
O Instituto de Reabilitação Lucy Montoro - Vila Mariana também deverá participar intensamente dos programas de residência médica, aprimoramento, estágios e atividades relacionadas ao desenvolvimento de pesquisas científicas. Além disso, viabilizará cursos para cuidadores abertos à comunidade e realizará palestras para orientação de pacientes, cuidadores e familiares.
"O SUS paulista avança no oferecimento de serviços especializados a pessoas com deficiência, fundamental para a melhoria da qualidade de vida e inclusão social desses pacientes", afirma Giovanni Guido Cerri, secretário de Estado da Saúde de São Paulo.
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Após reavaliação médica, Minotauro realiza cirurgia no braço e deve voltar em julho
Após uma reavaliação dos médicos norte-americanos, Rodrigo Minotauro foi submetido a uma cirurgia no braço que fraturou na derrota diante de Frank Mir e promete retorno ao octógono em junho. A decisão foi tomada após uma análise da evolução do quadro médico do lutador ao longo desta semana. O lutador sofreu a lesão no último fim de semana, durante sua luta no UFC 140.
Responsável pela cirurgia no brasileiro, o médico norte-americano Thomas Hackett realizou uma incisão na parte posterior do tríceps, com a manutenção da integridade total do bíceps, informou o blog do lutador brasileiro. "Tínhamos decidido pelo tratamento conservador, mas iria comprometer os nervos da mão. Fizemos a melhor escolha. Estou muito bem depois da cirurgia. O médico garante que em junho estou lutando", afirmou Minotauro, em seu Twitter.
Minotauro foi derrotado por Frank Mir em Toronto, pelo UFC 140. Na finalização do norte-americano, com uma kimura, ele teve o úmero fraturado. A princípio, a opção dos médicos foi por um tratamento convencional, sem intervenção cirúrgica, mas após nova avaliação decidiu-se pela operação.
"Obrigado a todos pela força. Foi muito importante pra mim. A cirurgia foi um sucesso gracas a Deus!", agradeceu o lutador brasileiro pelo microblog. Nas próximas duas semanas, Minotauro já poderá realizar movimentos passivos de flexão e extensão do cotovelo, entre outros exercícios de reabilitação.
E dá-lhe fisioterapia!!!
Fonte: Uol.com.br
Responsável pela cirurgia no brasileiro, o médico norte-americano Thomas Hackett realizou uma incisão na parte posterior do tríceps, com a manutenção da integridade total do bíceps, informou o blog do lutador brasileiro. "Tínhamos decidido pelo tratamento conservador, mas iria comprometer os nervos da mão. Fizemos a melhor escolha. Estou muito bem depois da cirurgia. O médico garante que em junho estou lutando", afirmou Minotauro, em seu Twitter.
Minotauro foi derrotado por Frank Mir em Toronto, pelo UFC 140. Na finalização do norte-americano, com uma kimura, ele teve o úmero fraturado. A princípio, a opção dos médicos foi por um tratamento convencional, sem intervenção cirúrgica, mas após nova avaliação decidiu-se pela operação.
"Obrigado a todos pela força. Foi muito importante pra mim. A cirurgia foi um sucesso gracas a Deus!", agradeceu o lutador brasileiro pelo microblog. Nas próximas duas semanas, Minotauro já poderá realizar movimentos passivos de flexão e extensão do cotovelo, entre outros exercícios de reabilitação.
E dá-lhe fisioterapia!!!
Fonte: Uol.com.br
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Fisioterapeuta define recuperação de Ricardo Gomes: 'Força e raça'
No último dia 28 de agosto, Ricardo Gomes sofria um grave AVC (acidente vascular cerebral) no Engenhão, no decorrer do clássico contra o Flamengo, pelo primeiro turno do Brasileirão. Foram dias de extrema apreensão, com o técnico correndo risco de morte. Nas semanas seguintes, porém, o quadro evoluiu gradativamente, e a dúvida era se ele teria ou não sequelas. Nesta segunda-feira, exatos três meses depois, nenhuma destas preocupações existe mais. Pelo contrário. Hoje em dia, Ricardo Gomes recuperou totalmente a força no lado direito do corpo, o mais afetado pela doença.
Desde o início do tratamento, Ricardo realizou mais de 300 sessões de fisioterapia com a equipe do Hospital Pasteur, onde ficou internado ao longo de 21 dias após a cirurgia. Pela primeira vez desde o início do tratamento, o treinador atingiu o grau 5, nível máximo de recuperação em uma escala que vai de 1 a 5. No dia da alta hospitalar, por exemplo, ele estava no grau 3.
A fisioterapeuta Natália Runco, filha do médico do Flamengo e da Seleção Brasileira, José Luiz Runco, comanda as sessões ao lado do marido e também fisioterapeuta Luiz Tiago Santos de Carvalho. Ela não esconde a felicidade pelo sucesso e pela recuperação de Ricardo Gomes. Ela elogiou a força e a determinação do treinador, que ainda realiza exercícios complementares.
Atualmente, além das sessões de fisioterapia em domicilio, Gomes também faz um tratamento de reabilitação e musculação, num centro especializado. Duas palavras simplificam a surpreendente recuperação dele: força e raça. Ele é um paciente extremamente dedicado e empenhado - afirmou Natália Runco.
(texto modificado pois no original está escrito que a fisioterapeuta é médica).
http://glo.bo/uNnU9A
Desde o início do tratamento, Ricardo realizou mais de 300 sessões de fisioterapia com a equipe do Hospital Pasteur, onde ficou internado ao longo de 21 dias após a cirurgia. Pela primeira vez desde o início do tratamento, o treinador atingiu o grau 5, nível máximo de recuperação em uma escala que vai de 1 a 5. No dia da alta hospitalar, por exemplo, ele estava no grau 3.
A fisioterapeuta Natália Runco, filha do médico do Flamengo e da Seleção Brasileira, José Luiz Runco, comanda as sessões ao lado do marido e também fisioterapeuta Luiz Tiago Santos de Carvalho. Ela não esconde a felicidade pelo sucesso e pela recuperação de Ricardo Gomes. Ela elogiou a força e a determinação do treinador, que ainda realiza exercícios complementares.
Atualmente, além das sessões de fisioterapia em domicilio, Gomes também faz um tratamento de reabilitação e musculação, num centro especializado. Duas palavras simplificam a surpreendente recuperação dele: força e raça. Ele é um paciente extremamente dedicado e empenhado - afirmou Natália Runco.
(texto modificado pois no original está escrito que a fisioterapeuta é médica).
http://glo.bo/uNnU9A
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Guia de Consulta Rápida para Fisioterapia - Distúrbios, Testes e Reabilitação - OMBRO
Distúrbios do Ombro
TENDINITE
Características:
- inflamação do tendão;
- comum na cabeça longa do bíceps, nos tendões do supra espinhoso e infra espinhoso. Pode estar calcificada (3% dos adultos);
- devida habitualmente ao uso excessivo ou a um traumatismo;
- pode resultar em lacerações, degeneração e impacto;
- assim como a maioria dos distúrbios, pode ser aguda ou crônica.
Sinais e Sintomas:
- dor aos movimentos.
- limitação do arco de movimento;
- a dor resulta do uso excessivo, especialmente nas atividades realizadas com as mãos acima da cabeça;
- nos pacientes mais velhos: o supra espinhoso costuma sofrer degeneração;
- fraqueza.
Testes Especiais:
- teste da lata vazia positivo para o supra espinhoso;
- sinais de impacto positivos (Neer e Hawkins);
- teste de Speed positivo para cabeça longa do bíceps.
Intervenção:
- eliminar os fatores agravantes;
- massagem;
- gelo;
- alongamento;
- fortalecimento do manguito rotador;
- mobilização articular/exercícios de Codman,
- não realizar atividades com as mãos acima da cabeça;
- medicação (conforme prescrição médica).
INSTABILIDADE DA ARTICULAÇÃO GLENOUMERAL
Características:
- 3 tipos básicos: 1. multidirecional, 2. traumática, unidirecional com lesão de Bankart que requer cirurgia (TUBS), 3. atraumática, multidirecional, bilateral, que requer reabilitação ou desvio/reparo capsular inferior (AMBRI).
Sinais e Sintomas:
- hipermobilidade;
- pode ou não ser dolorosa;
- fraqueza;
- atrofia;
- estalidos;
- função reduzida;
- pode resultar em luxação.
Testes Especiais:
- sinal do sulco positivo;
- teste de apreensão positivo;
- testes de carga e de desvios positivo;
- pode haver teste do golpe positivo se a margem glenóide estiver lacerada;
- outros testes de instabilidade também podem ser positivos.
Intervenção:
- fortalecer a rotação interna (RI), os músculos do manguito;
- estabilização escapular;
- restaurar o equilíbrio muscular;
- evitar rotação externa (RE), abdução e hiperextensão;
- facilitação neuromuscular proprioceptiva (FNP), com controle motor e exercícios de cadeia cinética fechada.
SÍNDROME DO IMPACTO
Características:
- pode ser estrutural (esporões) ou funcional (uso excessivo), especialmente atividades com o braço elevado acima da cabeça;
- pode ser primária (sem instabilidade) ou secundária, devida a instabilidade da articulação glenoumeral;
- o manguito e as bursas são pinçadas contra a borda ânteroinferior do acrômio e o arco coracoacromial;
- habitualmente o supra espinhoso é acometido na zona crítica.
Sinais e Sintomas:
- dor no ombro e dor irradiada;
- 3 estágios (Neer): 1. Menor de 25 anos de idade, reversível, arco doloroso, amplitude de movimento (ADM) reduzida e edema, sensível à palpação; 2. Entre 25 a 40 anos de idade com fibrose, irreversível pela modificação da atividade, crepitação; 3. Maior de 40 anos de idade, esporão e laceração, atrofia do infra espinhoso, a cabeça longa do bíceps pode estar envolvida, fraqueza.
Testes Especiais:
- hipo ou hipermobilidade;
- arco doloroso;
- sinal de impacto positivo;
- teste do supra espinhoso positivo;
- hipersensibilidade à palpação;
- redução do espaço articular observada na radiografia;
- desigualdade dos músculos ao redor do ombro (desequilíbrio muscular).
Intervenção:
- semelhante à da tendinite;
- alongamento muscular;
- mobilizações articulares;
- fortalecimento indolor do manguito;
- cirurgia: descompressão subacromial artroscópica ou acromioplastia.
TENDINITE
Características:
- inflamação do tendão;
- comum na cabeça longa do bíceps, nos tendões do supra espinhoso e infra espinhoso. Pode estar calcificada (3% dos adultos);
- devida habitualmente ao uso excessivo ou a um traumatismo;
- pode resultar em lacerações, degeneração e impacto;
- assim como a maioria dos distúrbios, pode ser aguda ou crônica.
Sinais e Sintomas:
- dor aos movimentos.
- limitação do arco de movimento;
- a dor resulta do uso excessivo, especialmente nas atividades realizadas com as mãos acima da cabeça;
- nos pacientes mais velhos: o supra espinhoso costuma sofrer degeneração;
- fraqueza.
Testes Especiais:
- teste da lata vazia positivo para o supra espinhoso;
- sinais de impacto positivos (Neer e Hawkins);
- teste de Speed positivo para cabeça longa do bíceps.
Intervenção:
- eliminar os fatores agravantes;
- massagem;
- gelo;
- alongamento;
- fortalecimento do manguito rotador;
- mobilização articular/exercícios de Codman,
- não realizar atividades com as mãos acima da cabeça;
- medicação (conforme prescrição médica).
INSTABILIDADE DA ARTICULAÇÃO GLENOUMERAL
Características:
- 3 tipos básicos: 1. multidirecional, 2. traumática, unidirecional com lesão de Bankart que requer cirurgia (TUBS), 3. atraumática, multidirecional, bilateral, que requer reabilitação ou desvio/reparo capsular inferior (AMBRI).
Sinais e Sintomas:
- hipermobilidade;
- pode ou não ser dolorosa;
- fraqueza;
- atrofia;
- estalidos;
- função reduzida;
- pode resultar em luxação.
Testes Especiais:
- sinal do sulco positivo;
- teste de apreensão positivo;
- testes de carga e de desvios positivo;
- pode haver teste do golpe positivo se a margem glenóide estiver lacerada;
- outros testes de instabilidade também podem ser positivos.
Intervenção:
- fortalecer a rotação interna (RI), os músculos do manguito;
- estabilização escapular;
- restaurar o equilíbrio muscular;
- evitar rotação externa (RE), abdução e hiperextensão;
- facilitação neuromuscular proprioceptiva (FNP), com controle motor e exercícios de cadeia cinética fechada.
SÍNDROME DO IMPACTO
Características:
- pode ser estrutural (esporões) ou funcional (uso excessivo), especialmente atividades com o braço elevado acima da cabeça;
- pode ser primária (sem instabilidade) ou secundária, devida a instabilidade da articulação glenoumeral;
- o manguito e as bursas são pinçadas contra a borda ânteroinferior do acrômio e o arco coracoacromial;
- habitualmente o supra espinhoso é acometido na zona crítica.
Sinais e Sintomas:
- dor no ombro e dor irradiada;
- 3 estágios (Neer): 1. Menor de 25 anos de idade, reversível, arco doloroso, amplitude de movimento (ADM) reduzida e edema, sensível à palpação; 2. Entre 25 a 40 anos de idade com fibrose, irreversível pela modificação da atividade, crepitação; 3. Maior de 40 anos de idade, esporão e laceração, atrofia do infra espinhoso, a cabeça longa do bíceps pode estar envolvida, fraqueza.
Testes Especiais:
- hipo ou hipermobilidade;
- arco doloroso;
- sinal de impacto positivo;
- teste do supra espinhoso positivo;
- hipersensibilidade à palpação;
- redução do espaço articular observada na radiografia;
- desigualdade dos músculos ao redor do ombro (desequilíbrio muscular).
Intervenção:
- semelhante à da tendinite;
- alongamento muscular;
- mobilizações articulares;
- fortalecimento indolor do manguito;
- cirurgia: descompressão subacromial artroscópica ou acromioplastia.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Adolescentes de São Paulo têm alta prevalência de dores nas costas
Dos estudantes de 5ª a 8ª séries de todas as escolas municipais de Bauru, quase 20%, sendo a maioria, meninas, sofrem o problema.
Estudo apontou que 19,5% dos estudantes sofrem de dores nas costas, sendo 7% nos meninos e 12,5% nas meninas.
Um estudo indica que há alta prevalência de dores lombares em adolescentes de São Paulo em relação a prática de esportes de competição e atividades sedentárias. Dos 1.236 estudantes de 5ª a 8ª séries de todas as escolas municipais de Bauru (SP) que foram avaliados, 19,5% sofrem de dores nas costas, sendo a prevalência de 7% nos meninos e 12,5% nas meninas. Artigo foi publicado na última edição da revista Cadernos de Saúde Pública da Fiocruz.
De acordo com pesquisadores da Universidade do Sagrado Coração, responsáveis pela pesquisa, " a dor lombar tornou-se um grave problema de saúde pública, pois possui alta incidência na população economicamente ativa, em adolescentes e crianças. A prevalência de dores lombares em crianças de 9 a 10 anos é similar a da população adulta" , afirmam. " A relevância de estudos sobre a prevalência de dores lombares em escolares reside no fato de que essas patologias geram consequências sociais e econômicas, tanto para o estado como para os indivíduos" , explicam os pesquisadores. " Para o sujeito, significa a perda da qualidade de vida, e, para o estado, as despesas com tratamento e reabilitação" .
Segundo os pesquisadores, os fatores associados com os sintomas na coluna lombar foram o gênero feminino, a quantidade de horas que assiste à TV ao dia e a prática de esportes. Os dados apontaram que 95,5% dos meninos e 92,9% das meninas participam das aulas de educação física, enquanto 46,8% dos meninos e 45,8% das meninas frequentam alguma modalidade esportiva fora do ambiente escolar. " Os escolares que praticam esportes fora da escola têm duas vezes e meia mais chances de possuir dor lombar" , elucidam os estudiosos. " Tal fato pode ser justificado por um conjunto de fatores, tais como o tipo de esporte, o nível de exigência, a intensidade do treinamento e o grau de trauma agudo gerado, principalmente em crianças e adolescentes" .
Quanto a atividades sedentárias, pouco mais de 99% dos adolescentes consultados assistem a TV e, em aproximadamente 70% dos casos, usam o equipamento mais de duas vezes por semana e acima de duas horas por dia. No que diz respeito ao computador, 38,7% dos meninos é 55,5% das meninas relataram utilizá-lo também mais de duas vezes por semana e acima de duas horas por dia. De acordo com os pesquisadores, a associação dessas atividades com a dor pode ser devido ao tempo prolongado na posição sentada, a posturas incorretas, ao mobiliário inadequado e mal organizado ou ao sedentarismo.
Além disso, eles oferecem algumas suposições para as diferenças entre os sexos. " A força física, que é menor nas mulheres do que nos homens, faz com que o gasto energético delas seja maior, aumentando o risco de sobrecarga musculoesquelética" , dizem os pesquisadores. " Outra possibilidade é de ordem psicossocial, pois se acredita que as mulheres se queixam com maior frequência do que os homens, ou seja, de acordo com essa linha, os contrastes resultam das diferenças na predisposição de homens e mulheres quanto a relatar as informações" .
Fonte: http://www.isaude.net/
terça-feira, 23 de agosto de 2011
DPOC - Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica
Apesar de pouco conhecida, a DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica) é a quinta causa de mortes entre as doenças no Brasil. Sete milhões de pessoas sofrem desse mal - e a maioria nem sabe. Por causa disso, hoje apenas 350 mil pessoas estão diagnosticadas e fazem o tratamento da doença.A cada 14 minutos morre uma pessoa de DPOC.
A doença pulmonar obstrutiva crônica (DPPOC) é uma enfermidade respiratória prevenível e tratável, que se caracteriza pela presença de obstrução crônica do fluxo aéreo que não é totalmente reversível. A obstruçãodo fluxo aéreo é geralmente progressiva e está associada a uma resposta inflamatória anormal dos pulmões à inalação de partículas ou gases tóxicos, causada primariamente pelo tabagismo. Embora a DPOC comprometa os pulmões, ela também produz consequências sistêmicas significativas. O processo inflamatório crônico pode produzir alterações dos brônquios (bronquite crônica), bronquíolos (bronquiolite obstrutiva) e parênquima pulmonar (enfisema pulmonar). A predominância dessas alterações é variável em cada indivíduo, tendo relação com os sintomas apresentados.
O cigarro é responsável pela imensa maioria dos casos.
A DPOC é uma doença insidiosa que se instala no decorrer de anos. Geralmente, começa com discreta falta de ar associada a esforços como subir escadas, andar depressa ou praticar atividades esportivas. Como os sintomas são discretos, costumam ser atribuídos ao cansaço ou à falta de preparo físico. Com o passar do tempo, porém, a dispneia se torna mais intensa e surge depois de esforços cada vez menores. Nas fases mais avançadas, a falta de ar está presente mesmo com o doente em repouso e agrava-se muito diante das atividades mais corriqueiras. Tomar banho em pé, por exemplo, fica impossível; andar até a sala, um esforço insuportável.
Diversos estudos demonstraram que o único tratamento médico capaz de aumentar a sobrevida dos portadores da doença é a oxigenioterapia. O doente respirando com dificuldade com um cateter nas narinas ligado ao tubo de oxigênio é a imagem clássica da doença.
Nas fases iniciais, para fazer o diagnóstico é fundamental avaliar a função ventilatória pela espirometria, um exame não-invasivo. Para realizá-lo, o paciente sopra o ar dos pulmões num aparelho que mede os parâmetros associados à capacidade pulmonar. A maioria dos pneumologistas recomenda que todos os fumantes sejam submetidos anualmente a esse teste a partir dos 45 anos de idade. Aqueles que apresentarem declínio da função pulmonar estão em rota de colisão com o aparecimento da dispnéia aos mínimos esforços e da dependência de oxigênio. Muitos especialistas, no entanto, recomendam que toda pessoa que fuma há mais de dez anos seja submetida ao exame, para que o diagnóstico seja feito nas fases iniciais, quando o dano aos tecidos ainda não se tornou irreversível.
Parar de fumar é decisivo para o futuro dos que apresentam declínio progressivo das provas de função respiratória. Quando isso acontece em pacientes com pequeno grau de obstrução das vias aéreas causada pela fumaça do cigarro, a interrupção é associada à melhora imediata da função pulmonar. Ao contrário, nos que continuam a fumar, uma vez alteradas, as provas funcionais sofrem declínio rápido e progressivo.
Chicletes, adesivos de nicotina e drogas antidepressivas como a bupropiona, associados a terapêuticas comportamentais, são de grande utilidade para tratamento da dependência de nicotina nos portadores de DPOC. Pelo fato de não serem inalados, chicletes e adesivos de nicotina colaboram para diminuir o grau de obstrução das vias aéreas, mesmo naqueles que não conseguem parar de fumar, mas que reduzem substancialmente o número de cigarros por dia.
Todos os portadores de DPOC devem receber anualmente uma dose de vacina contra a gripe e outra contra o pneumococo, para evitar que a concomitância de processos infecciosos agrave o quadro respiratório.
Drogas broncodilatadoras e os anticolinérgicos estão indicados para aliviar os sintomas associados à produção e eliminação das secreções. O uso de derivados da cortisona por via inalatória pode reduzir a freqüência de exacerbações dos sintomas respiratórios, mas seu uso prolongado está associado a efeitos indesejáveis.
Técnicas fisioterápicas de reabilitação respiratória, incluindo exercícios e uso de oxigenioterapia, aumentam a resistência aos esforços e melhoram a qualidade de vida.
Fontes:
Jornal Brasileiro de Pneumologia Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia
Pneumoatual Educação Médica
American Thoracic Society
Educational Research Service
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