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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Ficar muitas horas vendo TV no sofá diminui força nas pernas de idosos

Pesquisa constatou que idosos assistem, em média, 7 horas ao dia.
Especialista indica exercícios que podem ser feitos na sala.

Quanto mais tempo passam sentados em frente da televisão, menos força muscular os idosos têm nas pernas. Essa é a conclusão de uma pesquisa da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, em parceria com o Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul (Celafiscs).

O levantamento levou em conta dados de 159 pessoas de 54 a 92 anos que vivem em instituições para idosos da cidade de São Caetano do Sul. O grupo, cuja média de idade é de 74 anos, participa de um programa de atividades físicas oferecido pelo Celafiscs.

Os resultados são preocupantes: cada idoso passa em média 433 minutos diários em frente à televisão, o que equivale a mais de 7 horas diante do aparelho. Além disso, eles andam em média 1.422 passos por dia, menos de um terço do que seria recomendado para essa idade.

Um cálculo que dividiu os participantes em dois grupos iguais – os que assistem à TV por mais tempo e os que assistem à TV por menos tempo – concluiu que o grupo que passou mais tempo no sofá apresentou capacidade muscular dos membros inferiores 26% inferior ao outro grupo.

Durante uma semana, todos os idosos usaram um pedômetro, equipamento que mede a quantidade de passos dados ao longo do dia. Além disso, foram submetidos a testes de aptidão física e capacidade funcional.

Os testes incluíram a medida da força muscular, do equilíbrio, da flexibilidade e da agilidade. O objetivo foi determinar até que ponto os idosos conseguem realizar suas atividades cotidianas de maneira independente: como sentar e levantar, esticar o braço para pegar um objeto posicionado no alto ou agachar-se para pegar um objeto no chão.

Segundo o professor de educação física Timóteo Leandro de Araújo, pesquisador do Celafiscs, os idosos analisados praticam atividades físicas por apenas 13 minutos diários, contrariando a recomendação que é de no mínimo 30 minutos. “Tirando o tempo em que passam dormindo, eles ficam 96% do dia em atividades motoras de intensidade leve ou sedentária”, diz Araújo.

Ele lembra que o grupo analisado ainda tinha a “vantagem” de participar de um programa de atividades físicas três vezes por semana, caso contrário, o resultado teria sido ainda mais preocupante.

Para o especialista, é importante estimular uma mudança no cotidiano dos idosos, com mais desafios motores. “Assim que se levantam e tomam café, vão direto para a sala e não saem mais. Muitas vezes, acabam ficando muito tempo porque não conseguem mais se levantar do sofá sem ajuda, é sempre um trabalho”.

Exercícios em frente à TV
Para os idosos que não abrem mão da TV, uma alternativa é aproveitar o tempo da programação para fazer algumas atividades físicas leves. Segundo Araújo, é possível fazer exercícios de equilíbrio e força na sala de casa, no caso de o idoso não poder frequentar uma instituição especializada.

De acordo com o especialista, para aprimorar o equilíbrio, o idoso pode ficar em pé ao lado da parede e dobrar um dos joelhos formando um “quatro”, com o calcanhar atrás do joelho, encostando o pé à parede caso seja preciso. Apoiando as mãos no braço do sofá, recomenda-se fazer uma série de oito agachamentos. Outro exercício possível é ficar nas pontas dos pés e, em seguida, apoiar-se nos calcanhares, fazendo um balanço.

Idosos que se exercitam têm 7 vezes mais chance de envelhecer em forma

Estudo britânico acompanhou 3,5 mil idosos durante oito anos.
'Envelhecimento em forma' foi considerado a ausência de doença crônica.

A atividade física regular pode triplicar as chances de se envelhecer bem e em forma, de acordo com estudo divulgado em 26 de novembro.

Depois de oito anos acompanhando um universo de 3.500 pessoas de 64 anos em média, cientistas britânicos mostraram que aqueles que tiveram uma atividade física regular moderada, ou vigorosa, têm sete vezes mais chances do que as pessoas sedentárias de envelhecer em forma.

Essas possibilidades continuam a se triplicar entre os 10% de ex-sedentários que retomaram os exercícios entre 2002 e 2010, de acordo com o estudo publicado no "British Journal of Sports Medicine", editado pelo mesmo grupo do "British Medical Journal" (BMJ).

Ao término do intervalo estudado, uma em cada cinco pessoas era considerada "bem de saúde, enquanto quatro em cada dez desenvolveram uma patologia crônica, uma em cada cinco sofria de depressão, ou déficit cognitivo e um terço de uma incapacidade pelo menos parcial".

Os cientistas dirigidos pelo doutor Mark Hamer, epidemiologista da University College de Londres, levaram em conta outros fatores principais suscetíveis de influenciar o envelhecimento, como o cigarro, o álcool, o estado civil, ou os recursos financeiros.

Embora não haja consenso sobre o tema, avaliou-se que o "envelhecimento em forma" pode ser definido como a ausência de doença crônica, de déficit cognitivo "importante", ou de "limitação importante" das capacidades físicas, assim como gozar de boa saúde mental.

'"Esse estudo", concluem, "apoia as políticas de saúde pública tendentes a estimular os idosos a realizar uma atividade física, mesmo em uma idade avançada".

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Pesquisa mostra que metade das crianças e adolescentes está acima do peso em SP


O sedentarismo é a principal causa dos quilos adicionais, um problema que deve envolver pais, filhos e educadores. Precisamos todos nos unir e mudar essa realidade... menos junk food, mais exercícios...

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Nike lança Programa Mundial para Promover Atiividade Física


A NIKE lançou em 22 de setembro, em Nova York, o Programa "Design to Move".O programa é resultado de vasta consulta feita a comunidade científica internacional, que teve dentre outros com a colaboração do Conselho Internacional de Ciências do Esporte (ICSSPE), do American College of Sports Medicine (ACSM) e da Sociedade Internacional de Atividade Física e Saúde (ISPAH).

Com grande e importante grupo de instituições parceiras, onde se destacam a American Academy of Pediatrics, a Associação das Escolas Superiores de Educacao Física (AISEP), a Associação Mundial de Esporte para Mulheres e Meninas, da Partneship for a Healthier America, além das mencionadas anterioremente, o Programa tem como foco o combate ao sedentarismo entre crianças e adolescentes, como mecanismo importante de fazer frente a epidemia de obesidade.

Acesse o site:

Download do relatório completo do programa:

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Sedentarismo faz com que 34% dos jovens sofram de dores nas costas



Passar muito tempo sentado em frente à TV ou ao computador, uso errado do notebook, vida sedentária e posturas incorretas fazem com que as pessoas tenham dores nas costas cada vez mais cedo. O problema incomoda 34% dos jovens de 16 a 24 anos, segundo uma pesquisa realizada pela empresa Mintel, do Reino Unido. Os dados são do jornal Daily Mail.

O levantamento realizado com britânicos constatou que a proporção de jovens com dores na coluna é semelhante à dos aposentados, já que 38% dos voluntários com mais de 65 anos relatam o desconforto. Dois quintos dos britânicos de todas as idades sofrem de dor nas costas.

“Muito tempo sentado enfraquece o tônus muscular e isso pode levar a dor nas costas”, disse a porta-voz da empresa de pesquisa, Michelle Strutton. “Muitos jovens levam uma vida sedentária e a falta de esporte pode muito bem contribuir para a dor nas costas, bem como a má postura”, completou.

E aqui no Brasil, não está muito diferente... As pessoas estão cada vez mais sedentárias, a obesidade vem aumentando de maneira alarmante até mesmo nas crianças e isso só pode trazer consequências desastrosas: aumento de doenças e dores no geral.

A receita para mudar esse quadro é simples: alimentação saudável, prática de atividade física regular e correção das posturas viciosas que geram dor.

Vale a pena tentar! Seu corpo e sua saúde agradecem!

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

11ª Caminhada Agita Mundo - Juntos para uma vida ativa e feliz - Dia 01 de abril


Após 15 anos de implantação do Programa Agita São Paulo pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo com a assessoria técnico-científica do Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul – CELAFISCS, o programa foi adotado como estratégia nacional de promoção da saúde por meio da prática regular de atividade física. À sua luz surgiu o Programa Agita Brasil, com o apoio do Ministério da Saúde, ultrapassando também as fronteiras nacionais com o Agita América.

Considerado programa modelo de promoção da saúde pela Organização Mundial da Saúde – OMS foi decidido durante a 54a Assembléia Mundial da Saúde em 2002, que o Dia Mundial da Saúde teria como tema a promoção da atividade física. Desta forma nascia o Agita Mundo, inspirado no Agita São Paulo que pelo seu impacto internacional, foi mantido pela OMS como um evento permanente.

A partir de então, o dia 6 de abril passou a ser o Dia Mundial da Atividade Física. O evento da celebração de Agita Mundo em 2011 logrou organizar mais de 2500 eventos em diversos países do mundo. Em São Paulo, o Programa Agita São Paulo por meio de seus mais de 400 parceiros institucionais, reuniu mais de 15.000 pessoas na caminhada do MASP na Av. Paulista à Assembléia Legislativa no Ibirapuera.

Na última década, o sedentarismo tem sido enfrentado como um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis como enfermidades cardiovasculares, hipertensão, diabetes e obesidade. É reconhecido como um dos principais inimigos da saúde pública no mundo, não só pela sua alta prevalência como pela altíssima mortalidade, confirmada por recente publicação da Organização Mundial da Saúde que aponta como a quarta causa de morte dentre as 19 principais, estando à frente inclusive de obesidade e hipercolesterolemia sendo responsável no mundo por três milhões de mortes.

Participantes
Considerando os eventos anteriores, o público estimado para o evento na cidade de São Paulo varia de 15.000 - 20.000 pessoas incluindo grupos mobilizados em ônibus e transportes coletivos de todos os cantos da cidade de São Paulo e Região Metropolitana:

Escolares da rede Pública de Educação
Unidades do Programa Saúde da Família
Academias
Colaboradores de empresas, clubes, associações, hospitais, sociedades médicas e civis, entidades governamentais
Cadeirantes e portadores de necessidades especiais

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Adolescentes de São Paulo têm alta prevalência de dores nas costas

Dos estudantes de 5ª a 8ª séries de todas as escolas municipais de Bauru, quase 20%, sendo a maioria, meninas, sofrem o problema.

Estudo apontou que 19,5% dos estudantes sofrem de dores nas costas, sendo 7% nos  meninos e 12,5% nas meninas.

Um estudo indica que há alta prevalência de dores lombares em adolescentes de São Paulo em relação a prática de esportes de competição e atividades sedentárias. Dos 1.236 estudantes de 5ª a 8ª séries de todas as escolas municipais de Bauru (SP) que foram avaliados, 19,5% sofrem de dores nas costas, sendo a prevalência de 7% nos meninos e 12,5% nas meninas. Artigo foi publicado na última edição da revista Cadernos de Saúde Pública da Fiocruz.

De acordo com pesquisadores da Universidade do Sagrado Coração, responsáveis pela pesquisa, " a dor lombar tornou-se um grave problema de saúde pública, pois possui alta incidência na população economicamente ativa, em adolescentes e crianças. A prevalência de dores lombares em crianças de 9 a 10 anos é similar a da população adulta" , afirmam. " A relevância de estudos sobre a prevalência de dores lombares em escolares reside no fato de que essas patologias geram consequências sociais e econômicas, tanto para o estado como para os indivíduos" , explicam os pesquisadores. " Para o sujeito, significa a perda da qualidade de vida, e, para o estado, as despesas com tratamento e reabilitação" .

Segundo os pesquisadores, os fatores associados com os sintomas na coluna lombar foram o gênero feminino, a quantidade de horas que assiste à TV ao dia e a prática de esportes. Os dados apontaram que 95,5% dos meninos e 92,9% das meninas participam das aulas de educação física, enquanto 46,8% dos meninos e 45,8% das meninas frequentam alguma modalidade esportiva fora do ambiente escolar. " Os escolares que praticam esportes fora da escola têm duas vezes e meia mais chances de possuir dor lombar" , elucidam os estudiosos. " Tal fato pode ser justificado por um conjunto de fatores, tais como o tipo de esporte, o nível de exigência, a intensidade do treinamento e o grau de trauma agudo gerado, principalmente em crianças e adolescentes" .

Quanto a atividades sedentárias, pouco mais de 99% dos adolescentes consultados assistem a TV e, em aproximadamente 70% dos casos, usam o equipamento mais de duas vezes por semana e acima de duas horas por dia. No que diz respeito ao computador, 38,7% dos meninos é 55,5% das meninas relataram utilizá-lo também mais de duas vezes por semana e acima de duas horas por dia. De acordo com os pesquisadores, a associação dessas atividades com a dor pode ser devido ao tempo prolongado na posição sentada, a posturas incorretas, ao mobiliário inadequado e mal organizado ou ao sedentarismo.

Além disso, eles oferecem algumas suposições para as diferenças entre os sexos. " A força física, que é menor nas mulheres do que nos homens, faz com que o gasto energético delas seja maior, aumentando o risco de sobrecarga musculoesquelética" , dizem os pesquisadores. " Outra possibilidade é de ordem psicossocial, pois se acredita que as mulheres se queixam com maior frequência do que os homens, ou seja, de acordo com essa linha, os contrastes resultam das diferenças na predisposição de homens e mulheres quanto a relatar as informações" .

Fonte: http://www.isaude.net/

domingo, 11 de setembro de 2011

The dreaded stairs - piano stairs - video




O simples pode ser genial!

Enquanto o mundo fala em fim do sedentarismo através de exercícios e dietas, um grupo de engenheiros da Suécia provou que a criatividade pode ser muito mais importante para atingir seus objetivos.

Cerca de 97% da população pegava a escada rolante.
Uma simples, mas genial idéia mudou a “vida” das pessoas, motivando-as a fazer exercícios sem mesmo notar.
As ciências e a tecnologia estão aí para servir, ajudar.
O simples pode ser genial...

terça-feira, 26 de abril de 2011

Dia 26 de Abril - Dia Nacional de Combate à Hipertensão Arterial

Hoje é o Dia Nacional de Combate à Hipertensão Arterial, a doença cardiovascular mais frequente na população. Acredita-se que a pressão alta atinja 30% da população brasileira e, como aumenta progressivamente com a idade, pode chegar a comprometer a saúde de 50% das pessoas com mais de 60 anos.

A pressão alta é a origem de 40% dos infartos, 80% dos acidentes vascular cerebral (AVC ou derrame) e 25% dos casos de insuficiência renal terminal, segundo o Incor (Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da FMUSP).

Em pessoas com predisposição genética e estilo de vida inadequado (sedentarismo, obesidade, dieta hipersódica, hipercalórica e hipergordurosa) a doença acomete mais cedo e com características de maior resistência ao tratamento. O consumo indicado pela OMS (Organização Mundial de Saúde) é de 5 gramas de sal, ou 2 gramas de sódio por dia para adultos; enquanto a média de consumo nacional é de 12 gramas de sal por dia, mais do que o dobro do indicado.

A hipertensão é caracterizada pela pressão arterial maior ou igual a 140/90 mmHg (ou 14 por 9). A doença é perigosa pois não tem sintomas recorrentes e só é descoberta quando há ocorrência de uma crise, que pode ser diagnosticada a partir de dores de cabeça, infarto ou até AVC.

A principal medida para diminuir a pressão é reduzir o consumo de sódio da alimentação. Muitas vezes a pressão alta é atrelada ao sal, mas na verdade é o sódio que é o responsável. Em 5 g de sal, são 2g de sódio.

Embutidos e enlatados apresentam muito sódio para conservação. A salsicha do cachorro quente, por exemplo, tem 680 mg de sódio em 2 unidades (ou 64 g), isso corresponde à 28% do que um adulto deve consumir em um dia inteiro.

Não se iluda pensando que só alimentos salgados são ricos em sódio. As bolachas escondem grande quantidade de sódio para conservação. Em 8 unidades de bolacha wafer você pode ter 10% das suas necessidades diárias.

Outro grande vilão é o adoçante usado tanto em refrigerantes diet, quanto em sucos sem açúcar. Ele possui compostos de sódio. Um saquinho de suco diet tem 10% de suas necessidades diárias de sódio.

Os congelados também possuem muito sódio, usado para conservação. É importante olhar bem as informações nutricionais antes da compra. Uma lasanha à bolonhesa pode ter 40% das necessidades diárias de sódio, ou 955mg, em um pedaço de 162g

O miojo é outro alimento com muito sódio, não o macarrão em si, mas o tempero é praticamente só sódio. O pacote completo tem, em média, 2.130 mg de sódio, ou 89% das necessidades diárias de um adulto.

Azeitonas (verdes e pretas) estão no topo da lista dos alimentos com mais sódio. Em cerca de 30 g, são 925 mg ou 46% das necessidades diárias

Comida japonesa é saudável, desde que você não abuse do Shoyu. Em sua versão tradicional, em 15g, são 855 mg de sódio, ou 36% das necessidades diárias. Já a versão light tem 24%.

Fique de olho nas embalagens, mantenha uma alimentação mais equilibrada e saudável, pratique exercícios físicos, fique longe do cigarro e viva com mais saúde e alegria! 

sábado, 23 de maio de 2009

Campanha: Não ao Sedentarismo

Chega de sedentarismo !! Ele é o principal fator de risco de morte por doenças cardiovasculares e também do comprometimento da saúde, no Município de São Paulo, no Brasil e em todo mundo.

“30 minutos de atividade física moderada (por exemplo uma caminhada), contínua ou intercalada na maioria dos dias da semana” é uma receita de saúde simples e muito eficaz.

Você não precisa ter muito tempo; ter equipamento; local especial; sair de casa ou estar em forma. Lembre-se, as atividades podem ser facilmente introduzidas no seu dia a dia.

Adote algumas das seguintes sugestões:

• Pratique um esporte individual - algo que você goste e dê prazer;
• Dance (também em casa);
• Suba e desça escadas ao invés de usar elevador;
• Vá a padaria, jornaleiro e mercado a pé;
• Diminua o tempo de TV e vídeo e deixe de lado o controle remoto;
• Faça atividades com amigos;
• Saia para se divertir.