O vídeo abaixo mostra uma série de exercícios que utilizo no meu dia a dia como fisioterapeuta com especialização em gerontologia, atendendo idosos.
São diversos exercícios executados em ortostatismo (na posição em pé) que promovem o equilíbrio e força muscular e podem prevenir quedas e fraturas, muito comuns nos idosos. Podem ser feitos sem nenhuma resistência ou com uso de caneleiras e elásticos e devem ser supervisionados por um profissional habilitado.
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segunda-feira, 15 de junho de 2015
quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
Exercício de fisioterapia para pacientes idosos e com Alzheimer: Treino de sentar e levantar - video
Esta é uma atividade que eu adoro realizar com meus pacientes. É uma atividade que pode ser feita como teste e também como treinamento para melhorar a condição de funcionalidade.
O treino de sentar e levantar é recomendado para pacientes idosos que precisam aumentar a força muscular dos membros inferiores visando funcionalidade e marcha além de treinar o equilíbrio, coordenação, controle de tronco e a capacidade cardiorrespiratória. Os pacientes com demência podem realizar o exercício supervisionado desde que conservem a capacidade de manter a postura sentada com controle e consigam permanecer em ortostatismo. Os pacientes que não apresentarem importante alteração cognitiva ou motora não devem realizar tal exercício.
Utilize cadeiras firmes e que tenham apoio de braços e realize o exercício num espaço seguro e próximo a corrimão sempre com supervisão.
O treino de sentar e levantar é recomendado para pacientes idosos que precisam aumentar a força muscular dos membros inferiores visando funcionalidade e marcha além de treinar o equilíbrio, coordenação, controle de tronco e a capacidade cardiorrespiratória. Os pacientes com demência podem realizar o exercício supervisionado desde que conservem a capacidade de manter a postura sentada com controle e consigam permanecer em ortostatismo. Os pacientes que não apresentarem importante alteração cognitiva ou motora não devem realizar tal exercício.
Utilize cadeiras firmes e que tenham apoio de braços e realize o exercício num espaço seguro e próximo a corrimão sempre com supervisão.
segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
Exercício de fisioterapia para pessoas com Alzheimer: Pedalar com os pés - vídeo
Os vídeos a seguir mostram a utilização do cicloergômetro/pedalinho para exercitar os MMII. Eu gosto muito de realizar este exercício com meus pacientes e a maioria deles também gosta.
O exercício com cicloergômetro para MMII também trabalha o sistema cardiorrespiratório, a força muscular dos MMII, estimula a coordenação e manutenção do equilíbrio de tronco, a manutenção da postura sentado, os componentes de movimento necessários para a marcha além de trabalhar a atenção.
Esta atividade está recomendada para todos os idosos que necessitem trabalhar os MMII, incluindo pessoas com demência que conservem a capacidade de se manter sentadas com controle de tronco. Para os pacientes que não mais conseguem compreender as orientações, pode-se tentar auxiliar a execução de maneira que o paciente tente imitar e continuar os movimentos. Caso isso não seja possível, o exercício fica contraindicado.
O exercício com cicloergômetro para MMII também trabalha o sistema cardiorrespiratório, a força muscular dos MMII, estimula a coordenação e manutenção do equilíbrio de tronco, a manutenção da postura sentado, os componentes de movimento necessários para a marcha além de trabalhar a atenção.
Esta atividade está recomendada para todos os idosos que necessitem trabalhar os MMII, incluindo pessoas com demência que conservem a capacidade de se manter sentadas com controle de tronco. Para os pacientes que não mais conseguem compreender as orientações, pode-se tentar auxiliar a execução de maneira que o paciente tente imitar e continuar os movimentos. Caso isso não seja possível, o exercício fica contraindicado.
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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
Ficar muitas horas vendo TV no sofá diminui força nas pernas de idosos
Pesquisa constatou que idosos assistem, em média, 7 horas ao dia.
Especialista indica exercícios que podem ser feitos na sala.
Quanto mais tempo passam sentados em frente da televisão, menos força muscular os idosos têm nas pernas. Essa é a conclusão de uma pesquisa da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, em parceria com o Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul (Celafiscs).
O levantamento levou em conta dados de 159 pessoas de 54 a 92 anos que vivem em instituições para idosos da cidade de São Caetano do Sul. O grupo, cuja média de idade é de 74 anos, participa de um programa de atividades físicas oferecido pelo Celafiscs.
Os resultados são preocupantes: cada idoso passa em média 433 minutos diários em frente à televisão, o que equivale a mais de 7 horas diante do aparelho. Além disso, eles andam em média 1.422 passos por dia, menos de um terço do que seria recomendado para essa idade.
Um cálculo que dividiu os participantes em dois grupos iguais – os que assistem à TV por mais tempo e os que assistem à TV por menos tempo – concluiu que o grupo que passou mais tempo no sofá apresentou capacidade muscular dos membros inferiores 26% inferior ao outro grupo.
Durante uma semana, todos os idosos usaram um pedômetro, equipamento que mede a quantidade de passos dados ao longo do dia. Além disso, foram submetidos a testes de aptidão física e capacidade funcional.
Os testes incluíram a medida da força muscular, do equilíbrio, da flexibilidade e da agilidade. O objetivo foi determinar até que ponto os idosos conseguem realizar suas atividades cotidianas de maneira independente: como sentar e levantar, esticar o braço para pegar um objeto posicionado no alto ou agachar-se para pegar um objeto no chão.
Segundo o professor de educação física Timóteo Leandro de Araújo, pesquisador do Celafiscs, os idosos analisados praticam atividades físicas por apenas 13 minutos diários, contrariando a recomendação que é de no mínimo 30 minutos. “Tirando o tempo em que passam dormindo, eles ficam 96% do dia em atividades motoras de intensidade leve ou sedentária”, diz Araújo.
Ele lembra que o grupo analisado ainda tinha a “vantagem” de participar de um programa de atividades físicas três vezes por semana, caso contrário, o resultado teria sido ainda mais preocupante.
Para o especialista, é importante estimular uma mudança no cotidiano dos idosos, com mais desafios motores. “Assim que se levantam e tomam café, vão direto para a sala e não saem mais. Muitas vezes, acabam ficando muito tempo porque não conseguem mais se levantar do sofá sem ajuda, é sempre um trabalho”.
Exercícios em frente à TV
Para os idosos que não abrem mão da TV, uma alternativa é aproveitar o tempo da programação para fazer algumas atividades físicas leves. Segundo Araújo, é possível fazer exercícios de equilíbrio e força na sala de casa, no caso de o idoso não poder frequentar uma instituição especializada.
De acordo com o especialista, para aprimorar o equilíbrio, o idoso pode ficar em pé ao lado da parede e dobrar um dos joelhos formando um “quatro”, com o calcanhar atrás do joelho, encostando o pé à parede caso seja preciso. Apoiando as mãos no braço do sofá, recomenda-se fazer uma série de oito agachamentos. Outro exercício possível é ficar nas pontas dos pés e, em seguida, apoiar-se nos calcanhares, fazendo um balanço.
Especialista indica exercícios que podem ser feitos na sala.
Quanto mais tempo passam sentados em frente da televisão, menos força muscular os idosos têm nas pernas. Essa é a conclusão de uma pesquisa da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, em parceria com o Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul (Celafiscs).
O levantamento levou em conta dados de 159 pessoas de 54 a 92 anos que vivem em instituições para idosos da cidade de São Caetano do Sul. O grupo, cuja média de idade é de 74 anos, participa de um programa de atividades físicas oferecido pelo Celafiscs.
Os resultados são preocupantes: cada idoso passa em média 433 minutos diários em frente à televisão, o que equivale a mais de 7 horas diante do aparelho. Além disso, eles andam em média 1.422 passos por dia, menos de um terço do que seria recomendado para essa idade.
Um cálculo que dividiu os participantes em dois grupos iguais – os que assistem à TV por mais tempo e os que assistem à TV por menos tempo – concluiu que o grupo que passou mais tempo no sofá apresentou capacidade muscular dos membros inferiores 26% inferior ao outro grupo.
Durante uma semana, todos os idosos usaram um pedômetro, equipamento que mede a quantidade de passos dados ao longo do dia. Além disso, foram submetidos a testes de aptidão física e capacidade funcional.
Os testes incluíram a medida da força muscular, do equilíbrio, da flexibilidade e da agilidade. O objetivo foi determinar até que ponto os idosos conseguem realizar suas atividades cotidianas de maneira independente: como sentar e levantar, esticar o braço para pegar um objeto posicionado no alto ou agachar-se para pegar um objeto no chão.
Segundo o professor de educação física Timóteo Leandro de Araújo, pesquisador do Celafiscs, os idosos analisados praticam atividades físicas por apenas 13 minutos diários, contrariando a recomendação que é de no mínimo 30 minutos. “Tirando o tempo em que passam dormindo, eles ficam 96% do dia em atividades motoras de intensidade leve ou sedentária”, diz Araújo.
Ele lembra que o grupo analisado ainda tinha a “vantagem” de participar de um programa de atividades físicas três vezes por semana, caso contrário, o resultado teria sido ainda mais preocupante.
Para o especialista, é importante estimular uma mudança no cotidiano dos idosos, com mais desafios motores. “Assim que se levantam e tomam café, vão direto para a sala e não saem mais. Muitas vezes, acabam ficando muito tempo porque não conseguem mais se levantar do sofá sem ajuda, é sempre um trabalho”.
Exercícios em frente à TV
Para os idosos que não abrem mão da TV, uma alternativa é aproveitar o tempo da programação para fazer algumas atividades físicas leves. Segundo Araújo, é possível fazer exercícios de equilíbrio e força na sala de casa, no caso de o idoso não poder frequentar uma instituição especializada.
De acordo com o especialista, para aprimorar o equilíbrio, o idoso pode ficar em pé ao lado da parede e dobrar um dos joelhos formando um “quatro”, com o calcanhar atrás do joelho, encostando o pé à parede caso seja preciso. Apoiando as mãos no braço do sofá, recomenda-se fazer uma série de oito agachamentos. Outro exercício possível é ficar nas pontas dos pés e, em seguida, apoiar-se nos calcanhares, fazendo um balanço.
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
Raio X fratura 4º metacarpo
A foto abaixo é do raio x de um paciente, de incidência oblíqua que mostra uma fratura de 4º metacarpo. A fratura foi tratada conservadoramente, com uso de gesso por aproximadamente 4 semanas e após a retirada do gesso iniciou-se o tratamento fisioterapêutico, 2 vezes por semana, com uso de US, TENS analgésico e cinesioterapia - com exercícios para redução de edema, ganho de adm e força. Observada ótima evolução após tratamento por 10 semanas (2 meses e meio).
Foto: Arquivo pessoal. Reprodução apenas com autorização do blog e citação da fonte.
Foto: Arquivo pessoal. Reprodução apenas com autorização do blog e citação da fonte.
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quinta-feira, 26 de julho de 2012
Exercícios Físicos ajudam a proteger o cérebro do Alzheimer
Três estudos mostram relação entre atividades físicas e melhora em funções cognitivas
Três pesquisas recentes mostram que exercícios físicos podem ajudar a promover as funções mentais e reduzir os riscos de declínio cognitivo e demência em idosos saudáveis ou com comprometimento cognitivo leve. Elas foram apresentadas no último domingo, durante a Conferência Internacional da Associação de Alzheimer, realizada em Vancouver, no Canadá. “Esses novos estudos começam a esclarecer exatamente quais tipos de atividades físicas são mais efetivas, o quanto precisam ser praticadas e por quanto tempo”, diz William Thies, diretor médico e científico da Associação.
Um dos estudos, realizado pela Universidade de Pittsburgh, mostra que a caminhada pode ajudar a aumentar o tamanho de regiões cerebrais envolvidas com a memória. Os pesquisadores compararam o efeito no cérebro de dois grupos de idosos: aqueles que fizeram três sessões semanais de caminhada e aqueles que fizeram a mesma quantidade de treinos de musculação. O hipocampo dos idosos que praticaram a caminhada aumentou 2% em relação aos que fizeram musculação. A área está ligada à memória, e sua redução é um dos sinais do Alzheimer.
Segundo os organizadores da conferência, isso não significa que um tipo de exercício é melhor que outro, mas que diferentes exercícios podem afetar diferentes aspectos da saúde cerebral. Para demonstrar isso, eles exibiram uma segunda pesquisa, conduzida na Universidade da Columbia Britânica, no Canadá. Ela comparou o efeito de duas sessões semanais de exercícios de levantamento de peso com a mesma quantidade de treinamento aeróbico em mulheres que tinham entre 70 e 80 anos, com comprometimento cognitivo leve.
O grupo que levantou peso apresentou um desempenho melhor em testes que medem atenção, resolução de conflitos e memória. Além disso, esses treinos também trouxeram mudanças funcionais em três regiões cerebrais envolvidas com a memória.
O terceiro estudo apresentado foi conduzido por pesquisadores do Centro Nacional de Geriatria e Gerontologia do Japão. Eles analisaram o impacto de uma série de exercícios variados sobre as funções cerebrais de idosos com comprometimento cognitivo leve. O programa incluía exercícios aeróbicos, de força muscular e de postura realizados durante um ano.
Os pesquisadores compararam as funções cerebrais desses idosos com a de outros que não fizeram exercícios, mas assistiram aulas sobre como cuidar de sua saúde. Apesar de os dois grupos terem apresentado melhoras em testes de memória e de uso de linguagem, o resultado foi mais significativo naqueles que praticaram atividades físicas.
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terça-feira, 12 de junho de 2012
Ioga reabilita pacientes com sequelas pós-AVC
Ioga adaptada
Um programa de oito semanas de exercícios de ioga adaptados foi suficiente para uma melhoria significativa de pacientes em processo de reabilitação após um acidente vascular cerebral.
Os voluntários, homens e mulheres, já haviam completado seu tratamento pós-AVC antes do estudo, mas continuavam a apresentar déficits motores.
Após as seções de ioga, os participantes apresentaram melhor equilíbrio e flexibilidade, uma marcha mais forte e mais rápida, e aumento da força e resistência musculares.
Melhoria da reabilitação
Arlene Schmid, especialista em reabilitação da Universidade de Indiana (EUA), explica que a perda de força funcional, flexibilidade e resistência é comum depois de um acidente vascular cerebral, o que pode levar à incapacidade a longo prazo.
Milhões de pessoas sobrevivem com as sequelas dos derrames, que podem alterar o estilo de vida, com perda da independência, diminuição das atividades diárias e limitação na mobilidade.
"Os médicos precisam de técnicas para administrar e melhorar essas deficiências físicas pós-AVC," disse ela.
As atividades de ioga, adaptadas pela pesquisadora para aplicação aos pacientes pós-AVC, resultaram em "melhor controle neuromuscular, permitindo melhorias de força nos membros afetados, lados ou áreas em desuso."
Terapeuta de ioga
Após o programa de ioga, os participantes apresentaram melhoria no equilíbrio e maiores velocidades de marcha, com passos mais longos, ainda que o treinamento não tenha sido pensado para otimizar especificamente o ritmo do andar.
Com base em seus resultados animadores, os pesquisadores recomendam a inclusão da ioga na reabilitação de pacientes depois de um acidente vascular cerebral.
Segundo eles, o mais adequado é que esses pacientes sejam acompanhados por um terapeuta de ioga com um treinamento adicional em anatomia e fisiologia e em lidar com pessoas com deficiência.
Tai Chi Chuan pode prevenir queda em idosos
Pela primeira vez, desde 2001, as Sociedades Americana e Inglesa de Geriatria atualizaram suas diretrizes para prevenção de quedas de idosos. A recomendação inclui a prática do tai chi chuan (arte marcial chinesa, que também é reconhecida como uma forma de meditação em movimento) e também mais atenção, por parte dos médicos, na hora de listar os medicamentos utilizados por pacientes dessa faixa etária. Afinal, há remédios cuja administração regular favorece o risco de os idosos caírem.
As diretrizes anteriores dessas entidades não citavam nenhum tipo de exercício específico e recomendavam a revisão da prescrição de remédios somente para pacientes que tomavam mais de quatro medicamentos. “Devido ao aumento crescente da população idosa, no entanto, é preciso que as sociedades médicas sejam muito mais claras em relação às suas recomendações para prevenção de quedas em idosos, pois as fraturas decorrentes da osteoporose oneram os sistemas de saúde em todo o mundo”, destaca o reumatologista Sérgio Bontempi Lanzotti, diretor do Instituto de Reumatologia e Doenças Osteoarticulares (Iredo).
Uma pesquisa apresentada durante o Congresso Europeu de Osteoporose e Osteoartrose (ECCEO 2011), por estudiosos do Reino Unido e da Suécia, estima que o peso econômico das fraturas (em cinco grandes países europeus: França, Alemanha, Itália, Espanha e Reino Unido) totalize 31 mil bilhões de euros.
A maior parte desse ônus relaciona-se com os custos durante o primeiro ano de tratamento após a fratura, enquanto prevenção e gestão do tratamento farmacológico constituem apenas uma parte marginal do custo econômico total.
“Como as fraturas implicam em dor e incapacidade, é comum representarem um grave impacto sobre a qualidade de vida dos idosos”, explica o reumatologista. Ele acrescenta que a prevenção da ruptura do osso, através da avaliação de risco e da identificação precoce de pessoas que necessitam de tratamento para osteopenia e osteoporose, é fundamental para reduzir os custos dos sistemas de saúde.
Tai chi chuan
O exercício físico é essencial em qualquer faixa etária. Não seria diferente na velhice. É por isso que o tai chi chuan passa a ser recomendado. Além do mais, estudos têm sugerido que a prática dessa modalidade – que envolve pequenos movimentos lentos e controlados – parece reduzir o risco de queda por melhorar o equilíbrio corporal.
A prática do tai chi chuan reforça também a confiança dos idosos, pré-requisito importante para prevenção de quedas. “O medo de cair pode levar as pessoas idosas a reduzirem a prática das atividades de que gostavam. E quanto menos exercícios, menor a capacidade real de executá-los”, reforça Sérgio Bontempi Lanzotti.
Especialistas também ressaltam que exercícios regulares aumentam a massa e a força musculares, melhoram a coordenação e o equilíbro, como também são responsáveis pela redução em 25% do risco de quedas em idosos. De qualquer maneira, nunca é demais dizer que qualquer atividade física, por mais leve que pareça ser, só deve ser executada após uma avaliação física criteriosa e um exame médico.
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