Para divulgação. Aos pacientes, amigos e quem conhecer alguém com AR interessado em participar, entre em contato.
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quarta-feira, 5 de junho de 2013
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Pesquisa do IPq-USP seleciona pacientes com sintomas de depressão
Homens e mulheres de 18 a 55 anos, com diagnóstico e sintomas de depressão poderão participar de um projeto de pesquisa coordenado pelo Instituto de Psiquiatria (IPq) – órgão vinculado ao Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP).
Além de receber o tratamento médico e farmacológico, o paciente participará de um programa de exercícios físicos controlado, desenvolvido especialmente para atuar como auxiliar no tratamento. O objetivo é saber a influência do tratamento na redução e controle da doença.
Os interessados em participar desta ou de outra pesquisa, devem realizar o cadastro para triagem no site abaixo:
http://www.progruda.com/ipq/atividades-de-pesquisa
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Dor: não aguento mais - Série de reportagens do JR
Nova série do JR fala sobre o drama de quem sofre com dores. Dor de dente, cabeça, coluna e muito mais.
Vale a pena assistir!
14/01/2013: Nova série do JR mostra o drama de pessoas que são obrigada a viver com a dor
O repórter Carlos Dorneles acompanhou a luta de quem convive há anos com a dor e busca a todo custo amenizar o sofrimento. Descubra como a medicina avança para ajudar essas pessoas na primeira reportagem da série Dor, Não Aguento Mais.
15/01/2013: Dor, Não Aguento Mais: métodos simples podem aliviar dores crônicas
De repente uma incômoda dor nas costas. O diagnóstico: uma inflamação na hérnia de disco, que vira um problema crônico. Você certamente conhece alguém que já tenha passado por isso. A dor na coluna atinge milhões de brasileiros. Na reportagem de desta terça (15) da série Dor, Não Aguento Mais, o repórter Carlos Dorneles vai mostrar que métodos simples podem aliviar - e muito - essa dor.
16/01/2013: Médicos garantem que a pedra no rim pode causar uma das piores dores
Na reportagem da série Dor Não Aguento Mais, o repórter Carlos Dorneles mostra o drama de pacientes em meio a fortes crises. e aqueles que foram obrigados a mudar os hábitos para prevenir as dores.
18/01/2013: Dor, Não Aguento Mais: conheça a temida herpes zoster
Uma doença na pele que provoca inflamações e dores fortíssimas. É o herpes zoster, que aparece com pequenas bolhas e rapidamente se espalha pelo corpo. A reportagem desta sexta-feira (18) da série Dor, Não Aguento Mais o repórter Carlos Dorneles vai mostrar como o estresse e a vida agitada das grandes cidades contribuem para o aparecimento da doença.
sábado, 5 de maio de 2012
Exercício diário diminui risco de Alzheimer em idosos, mostra estudo
Constância ajuda a regredir risco até para os maiores de 80 anos.
Atividades domésticas podem ser encaradas como ginástica.
A atividade física diária pode reduzir o risco de declínio cognitivo e de ter a doença de Alzheimer mesmo em pessoas com mais de 80 anos de idade, segundo um novo estudo realizado por pesquisadores do Centro Médico Universitário Rush, em Chicago, nos Estados Unidos. O estudo foi publicado nesta quarta-feira (18) na edição online da revista “Neurology”, o jornal da Academia Americana de Neurologia.
"Os resultados do nosso estudo indicam que todas as atividades físicas, incluindo o exercício, bem como outras atividades, como cozinhar, lavar pratos e fazer limpeza estão associados a um risco reduzido de doença de Alzheimer," afirma o professor da Ciências Neurológicas da Universidade Rush Aron S. Buchman, principal autor do estudo.
"Estes resultados apoiam os esforços para incentivar todos os tipos de atividade física, mesmo em adultos muito velhos que não são capazes de fazer exercícios comuns, mas podem ainda se beneficiar com um estilo de vida mais ativo", reitera Buchman.
Para medir a quantidade de exercício diária que pode trazer tais benefícios, os pesquisadores pediram a 716 idosos sem demência, com idade média de 82 anos, para usar um dispositivo chamado actigráfico, que monitora a atividade pelo pulso, por dez dias.
Todos os exercícios e momentos foram registrados. Aos participantes também foram dados testes cognitivos para medir a memória e a habilidades de pensamento. E também foram pedidos para relatarem suas atividades físicas e sociais feitas no período.
Durante 3,5 anos de acompanhamento, 71 participantes desenvolveram Alzheimer.
A pesquisa descobriu que as pessoas que não faziam mais do que 10% de atividade física recomendada tinham mais do que o dobro da probabilidade (2,3 vezes) de desenvolver Alzheimer comparado as pessoas que faziam mais exercícios, e tinham quase o triplo (2,8 vezes) de chance de desenvolver a doença do que as pessoas que faziam bastante atividade física.
"Desde que o actigráfico foi anexado ao pulso, atividades como cozinhar, lavar os pratos, jogar cartas e até mesmo mover uma cadeira de rodas com os braços foram consideradas benéficas", disse Buchman.
"Essas atividades são de baixo custo, facilmente acessíveis e livres de efeitos colaterais, o que indica que fazer atividades pode ser possível em qualquer faixa etária, incluindo pessoas com idade avançada para, possivelmente, evitar a doença de Alzheimer."
O número de americanos com mais de 65 anos de idade com a doença irá dobrar para 80 milhões até 2030.
Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/04/exercicio-diario-diminui-risco-de-alzheimer-em-idosos-mostra-estudo.html
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Exercícios melhoram a autonomia e a autoestima de pessoas com deficiência
Pessoas com deficiência podem e devem se exercitar, mas para isso é preciso buscar informação e apoio para conseguir adaptar o trabalho às limitações de cada um. Não é preciso que tudo esteja perfeito para começar o trabalho, com algumas adaptações e boa vontade do professor, é possível se exercitar em qualquer lugar. Além de melhorar a auto estima e a visão sobre a própria capacidade, os exercícios ajudam as pessoas com deficiência a conquistar pouco a pouco a autonomia.
Nenhum tipo de exercício substitui a fisioterapia nos casos em que ela é indicada pelo médico, mas pode complementar o trabalho. Os exercícios escolhidos devem sempre ser autorizados pelo médico que acompanha a pessoa com deficiência, assim ele poderá informar para o professor que cuidados tomar, o que precisa ser feito e o que deve ser evitado.
A fisioterapia, quando indicada pelo médico, só pode ser prescrita e acompanhada por profissionais de fisioterapia e não é substituída pela musculação. Os exercícios, como corrida, bicicleta, esportes ou musculação devem ser prescritos pelo professor de educação física, sempre seguindo recomendações do médico e do fisioterapeuta que acompanham o aluno.
No caso daqueles que fazem fisioterapia, o professor de educação física que acompanha os exercícios deve ser informado do trabalho que está sendo feito pelos fisioterapeutas e, se possível, os profissionais devem ser colocados em contato pelo aluno para que consigam fazer um trabalho complementar.
http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/album/1111_exercicios_adaptados_album.jhtm?abrefoto=25#fotoNav=1
Nenhum tipo de exercício substitui a fisioterapia nos casos em que ela é indicada pelo médico, mas pode complementar o trabalho. Os exercícios escolhidos devem sempre ser autorizados pelo médico que acompanha a pessoa com deficiência, assim ele poderá informar para o professor que cuidados tomar, o que precisa ser feito e o que deve ser evitado.
A fisioterapia, quando indicada pelo médico, só pode ser prescrita e acompanhada por profissionais de fisioterapia e não é substituída pela musculação. Os exercícios, como corrida, bicicleta, esportes ou musculação devem ser prescritos pelo professor de educação física, sempre seguindo recomendações do médico e do fisioterapeuta que acompanham o aluno.
No caso daqueles que fazem fisioterapia, o professor de educação física que acompanha os exercícios deve ser informado do trabalho que está sendo feito pelos fisioterapeutas e, se possível, os profissionais devem ser colocados em contato pelo aluno para que consigam fazer um trabalho complementar.
http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/album/1111_exercicios_adaptados_album.jhtm?abrefoto=25#fotoNav=1
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