Uma equipe de pesquisadores do Reino Unido desenvolveu um novo mel capaz de tratar vários tipos de feridas e infecções.
O produto, chamado 'Surgihoney', foi testado em bebês, mães, pacientes com câncer e idosos por mais de um ano em hospitais.
Os ensaios revelaram que feridas e úlceras, incluindo as infectadas com a superbactéria MRSA, foram curadas em poucos dias.
Resultados de testes mostraram ainda que o número de mulheres que sofreram infecções após o parto por cesariana caiu pela metade, quando elas foram tratadas com o produto.
Surgihoney também curou as feridas de soldados que retornaram do Afeganistão, além de ser eficaz no tratamento da acne e na proteção da pele de pacientes com câncer que receberam um cateter para a quimioterapia.
O mel tem sido utilizado devido a seus poderes de cura há milhares de anos.
Segundo os pesquisadores dos Hampshire Hospitals NHS Foundation Trust, no Reino Unido, o produto, que é armazenado em sachês de 10g, tem potencial para matar bactérias, parasitas e infecções fúngicas e, ao mesmo tempo, incentivar a cura das feridas.
O mel foi licenciado pela Autoridade Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde do Reino Unido, mas ainda não está disponível comercialmente.
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quarta-feira, 14 de agosto de 2013
terça-feira, 21 de maio de 2013
Bolsas femininas contêm mais bactérias do que vasos sanitários
Bolsas femininas estão contaminadas com mais bactérias do que muitos vasos sanitários. É o que aponta estudo de pesquisadores da , no Reino Unido.
A pesquisa mostra que, em média, uma em cada cinco bolsas contém uma quantidade significativa de bactérias nocivas que podem representar uma ameaça para a saúde humana.
Os resultados indicaram ainda que o item mais sujo na bolsa é o creme para as mãos, frascos de creme para as mãos continham mais bactérias do que o assento de vasos sanitários.
"Bolsas entram em contato regular com as mãos e uma variedade de superfícies, de modo que o risco de transferência de diferentes germes é muito alto, especialmente já que as bolsas raramente são limpas. Uma vez que esses germes se fixam nas bolsas, eles podem ser facilmente transferidos através das mãos para outras superfícies. A higienização regular da mão é essencial para evitar a presença de bactérias em primeiro lugar e uma limpeza das bolsas é recomendada para evitar a acumulação de contaminantes", afirma Peter Barratt, diretor da Initial Washroom Hygiene.
Segundo os pesquisadores, as bolsas de couro, em particular, representam um perigo mais significativo para a saúde, pois seu material esponjoso é um ambiente ideal para a maioria das bactérias.
A equipe sugere que limpar ou lavar as bolsas ajudam a manter as bactérias a um nível mínimo. Eles indicam também que as mulheres devem usar toalhas antibacterianas ou produtos de limpeza específicos para as bolsas, além de lavar as mãos ou usar desinfetantes para as mãos depois de coloca-las dentro das bolsas.
http://www.isaude.net/pt-BR/noticia/34973/geral/bolsas-femininas-contem-mais-bacterias-do-que-vasos-sanitarios
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Seu celular é mais sujo do que a privada
Ficou com nojo? Então prepare-se: seu celular tem 10 vezes mais bactérias que causam náusea e problemas estomacais do que um banheiro. É muita sujeira.
O problema, segundo pesquisa da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, é que os celulares ficam muito perto da nossa boca e em contato com as mãos – dois pontos cheios de bactérias. E eles ainda rodam de mão em mão, sem nunca serem limpos. Imagine a festa de microorganismos no seu telefone…
Mas eles não são os únicos sujinhos. Pesquisadores britânicos descobriram ainda que os caixas eletrônicos têm tantas bactérias quanto um banheiro público. E esse teclado de computador na sua frente também é vilão: tem 5 vezes mais sujeira do que a média das privadas.
É, não custa tomar mais cuidado e limpar, ao menos uma vez por semana, seu celular, o teclado do computador e sempre que possível lavar as mãos.
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Protex e outros sabonetes não protegem contra bactérias, diz Proteste
http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2012/04/11/protex-e-outros-sabonetes-nao-protegem-contra-bacterias-diz-proteste.htm
Sabonetes bactericidas prometem acabar com as bactérias e germes presentes no corpo, mas, segundo teste da Proteste, nem todos eles cumpre a promessa. Protex (em barra e líquido) e Lifebuoy líquido não eliminaram nenhuma das quatro bactérias testadas, apesar de se autointitularem bactericidas. O Dove hidratante também não eliminou bactérias.
Foram analisados dez produtos bactericidas, sendo três líquidos e sete na versão em barra, entre eles dois sabonetes hidratantes – Dove e Granado Tradicional – eleitos o melhor do teste e a escolha certa pela Proteste no ano passado.
Os três produtos mais bem avaliados são em barra. E esses produtos devem ser usados com frequência apenas nas mãos.
Oito sabonetes eliminaram a bactéria Escherichia coli, presente no intestino grosso e nas fezes humanas. "A constatação mais surpreendente foi quanto ao Protex. O sabonete, líder nesse segmento, garante acabar com 99,9% das bactérias presentes na pele. Porém, não eliminou, nem sequer reduziu, qualquer micro-organismo usado no teste", diz a publicação do instituto de proteção ao consumidor.
Dos cinco sabonetes que anunciavam proteger a pele contra o S. aures, somente o Dettol em barra confirmou sua ação. Protex e Lifebuoy, nas versões sólidas, ainda garantem eliminar aS. marcescens, o que só o Lifebuoy conseguiu. Vale ressaltar que Granado Antisséptico, Ypê, Racco e Protex não indicam em seus rótulos para quais bactérias devem agir. No entanto, fora o Protex, esses produtos demonstraram ação bactericida.
Para fazer o teste de eficácia bactericida, foi utilizada uma solução padrão, composta de sujeira "criada em laboratório" e quatro bactérias específicas. A solução foi colocada em diferentes placas e, em cada uma delas, foi aplicada uma quantidade de sabonete. Foram bem avaliados aqueles produtos que conseguiram eliminar, em um período de cinco minutos, a 20oC, a maior quantidade de bactérias.
Outro lado
A Colgate, companhia da linha Protex informa que ainda não tem um posicionamento sobre os resultados do teste. A Unilever, detentora da marca Lifebuoy, esclarece que o produto fabricado pela empresa atende a todas as normas vigentes no Brasil, tanto com relação aos processos de fabricação, quanto aos ingredientes presentes. "A empresa não recebeu da Proteste o laudo de análise do produto citado, portanto desconhece os critérios e metodologias utilizadas para se posicionar sobre tais resultados". Já sobre o Dove, a assessoria da marca afirma que o produto não divulga ter propriedades bactericidas.
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