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segunda-feira, 30 de março de 2015

Documentário da HBO - The Alzheimer´s Project - What´s happening to grandpa? - Projeto Alzheimer - O que está acontecendo com o vovô?


Um documentário de cerca de 30 minutos, dirigido e produzido por Eamon Harrington e John Watkin; baseado no livro "What’s Happening to Grandpa?" - “O que está acontecendo com o vovô?” de Mary Shriver. 

O documentário faz parte de um projeto maior do canal HBO, THE ALZHEIMER’S PROJECT, que apresenta produções dedicadas a causa do Alzheimer em um site robusto com o intuito da informação e sensibilização da comunidade.

“O que está acontecendo com o vovô?” conta cinco histórias de crianças, com idades entre 6-15 anos, que estão lidando com avôs ou avós que sofrem da doença de Alzheimer. Mary Shriver comenta e oferece valiosas “lições” para as crianças, pedindo-lhes para não se culpar por aquilo que seus avós fazem ou dizem. “Somos todos filhos da doença de Alzheimer”, diz Shriver que com simpatia deixa claro que “se é muito doloroso para visitar, você não tem para onde ir.” O próprio pai de Mary, Sargent Shriver, sofre com a doença; “Comparar sua vitalidade anterior à sua condição atual é difícil, mas tudo isso é compensado por boas lembranças e por um “presente” inesperado: laços entre as gerações que não poderiam ser feitos de outra forma.” Em última análise, o filme mostra o quanto é importante “ir com a maré”, oferecendo uma variedade de perspectivas sobre a forma como as crianças podem lidar com a perda da memória através da bondade, paciência e compaixão com os avós.

Assista abaixo e emocione-se:

Parte 1:




Parte 2:




Parte 3:





Fonte: Reab.me

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Hospital oncológico desenvolve brinquedo que irá emocionar você

O Hospital Amaral Carvalho, de Jau, em São Paulo, desenvolveu um brinquedo que promete trazer mais felicidade às crianças com câncer, que estão internadas em isolamento.

Os antigos ursinhos unem-se à tecnologia dos dias de hoje e dão origem ao Elo, que leva mensagens de áudio de familiares de amigos, via Whatsapp, às crianças do hospital diminuindo a solidão.

Uma iniciativa linda e que, certamente, fará você se emocionar.

Assista ao vídeo até o final.






segunda-feira, 31 de março de 2014

Doação de cabelos para confeccção de peurcas para pacientes com câncer


Os cabelos são a parte do corpo à qual a maioria das mulheres mais se dedicam, sempre buscando os melhores produtos, os cortes mais adequados e os tratamentos mais modernos. Toda essa vaidade existe porque os cabelos ajudam a desenhar o formato do rosto e, dependendo do tipo, podem deixar com uma aparência mais leve, mais jovem ou até mais magra. Por todas essas razões, perder os cabelos por causa de doenças autoimunes, de efeitos colaterais no tratamento contra o câncer ou mesmo por acidentes, mexe muito com a autoestima das mulheres.

Além da própria luta contra a doença, que é um processo muito difícil, a perda dos fios afeta o lado psicológico, que também é muito importante e faz a diferença no processo de cura. Por isso, muitas vezes o uso de uma peruca pode fazer a diferença, fazendo com que essas mulheres se sintam mais bonitas e confiantes e, assim, enfrentem melhor o tratamento.

Para ajudar todas essas mulheres com a criação de perucas para quem perdeu os cabelos, algumas instituições beneficentes trabalham recebendo doações, que acontecem graças às ações nobres de algumas pessoas que resolvem se desapegar dos seus fios e oferecê-los a quem precisa.

As doações acontecem de forma voluntária e estão se proliferando cada vez mais. E se os cabelos fazem bem para quem os recebe, certamente também fazem bem a quem os doa. “Quando uma mulher perde os cabelos, uma parte de sua vaidade vai junto com a queda. Quando esta perda é causada pelo processo de quimioterapia, muitas vezes, é a gota d’água para a paciente que já enfrenta uma longa batalha pela vida. Mais do que uma peruca - que vai junto com um lenço, maquiagem, livros e bijuterias, para dar um up na produção - nós entregamos carinho, amor, solidariedade na forma de presente. É o mesmo que estender a mão para alguém em um momento muito difícil. Isto faz toda a diferença para que as mulheres resgatem sua autoestima e sigam confiantes no tratamento”, afirma Marcelle Medeiros, presidente da Fundação Laço Rosa, no Rio de Janeiro.

As redes sociais têm sido aliadas nesse tipo de ação. É através da internet que pessoas do mundo todo divulgam doações e acabam estimulando outras a fazerem o mesmo. Há, inclusive, crianças mobilizadas em ajudar a causa. No Canadá, a pequena Emily James cortou os fios e mostrou o resultado em um vídeo, no qual ela fala que não quer ver crianças tristes por não terem cabelo e, por isso, quis dar a elas o que tinha. No Brasil, Ana Clara Lima Siqueira, de sete anos, também resolveu cortar os cabelos para doação, influenciada pela irmã mais velha, após assistir a uma reportagem sobre o assunto.



Outros casos também chamaram a atenção, como o da caloura da Universidade de São Carlos (UFSCar), que comemorou sua aprovação no vestibular raspando o cabelo de mais 40 centímetros. O chamado "trote solidário" foi divulgado através das redes sociais e até mesmo alunos de outras faculdades participaram da iniciativa.

Das páginas do Facebook surgiu o “Cabelegria”, projeto social que recebe doações de cabelos para confecção de perucas destinadas a crianças com câncer.

A idéia surgiu em outubro do ano passado e já conta com mais de cem mil curtidas. Na rede social, é possível acompanhar o registro das doações, as ações realizadas pelo projeto, além de trocar informações e dúvidas sobre o assunto.

Vale lembrar que são necessários várias doações para a confecção de uma única peruca, então sempre há necessidade de doações de todos os tipos, tamanhos e cores de cabelos.

Como doar? Quer ajudar e não sabe como?
Requisitos para a doação…

- Ter comprimento de no mínimo um palmo (10cm)
- Qualquer tipo de cabelo é aceito, mesmo que tenha química.
- Amarre o cabelo antes de cortar, para facilitar o manuseio.
- Coloque, o cabelo seco, em um saco plástico.
- Enviar o cabelo já seco para algum dos endereços abaixo:




Onde doar
No Rio de Janeiro:
Banco de Perucas Laço Rosa - Rua Desembargador Isidro, 18, Sala 910, Tijuca, Rio de Janeiro, Cep 20521-160. Telefone: (21) 7974-8504

Em São Paulo:
ONG Cabelegria - Avenida Parada Pinto, 3420, Bl. 06, Ap. 33, Vila Nova Cachoeirinha, São Paulo, SP, CEP: 02611-001. Email: cabelegria@gmail.com

Em Minas Gerais:
Instituto Mário Penna - Rua Guaicuí, 20 / 15 andar, Cidade Jardim, Cep 30380-380, Belo Horizonte (MG). Telefone: 0800 039 1441

Associação dos Membros do Grupo Luta Pela Vida (aos cuidados de Carolina Tomaz)
Rua Ivaldo Alves do Nascimento, 645, 1º andar, Bairro Aparecida, Uberlândia – MG
CEP: 38400683

No Espírito Santo:
Associação Feminina de Educação e Combate ao Câncer do Hospital Santa Rita de Cássia - Avenida Marechal Campos, 1579, Santa Cecília, Cep 29043-260, Vitória (ES). Telefone: (27) 3334-8058

No Pará:
ONG dos Ribeirinhos Vítimas de Acidente Motor (Orvam) - Avenida João Paulo II, Lote 134, Castanheira, Cep 66645-240, Belém (PA). Telefone: (91)3231-1177. Email:contato@orvam.ogr.br


http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2014/03/jovens-e-criancas-tosam-cabelos-para-doa-los-pacientes-com-cancer.html

http://www.hospitaldocancer.org.br/conheca-o-banco-de-perucas-do-hospital-do-cancer/

http://cabelegria.com.br/2014/





quarta-feira, 12 de março de 2014

Primeiro parque para crianças deficientes de São Paulo é inaugurado


Em abril de 2012, o executivo Rudi Fischer largou uma bem-sucedida carreira no Banco Itaú para trabalhar em casa e ficar mais próximo da primeira filha, Anna Laura, então com três anos de idade. Um mês depois, no entanto, a menina morreu tragicamente em um acidente de carro.

A dor da perda seria parcialmente aplacada naquele mesmo ano, durante uma viagem a Israel, quando Fischer fez uma espécie de imersão nos preceitos do judaísmo. "Aprendi que deveria realizar algo positivo em nome dela para ajudar a elevar sua alma", lembra. Faltava o formato para implementar o plano, que foi encontrado em Jaffa, a 50 quilômetros de Jerusalém, quando ele conheceu um escorregador adaptado para crianças com deficiência (possuía uma rampa em vez de escada).

Nasceu ali a ideia de construir o primeiro parquinho infantil acessível da cidade de São Paulo, que foi inaugurado no dia 25 de janeiro em uma unidade da Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD), no Parque da Mooca, na Zona Leste.

Batizada de Anna Laura Parques para Todos, a iniciativa conta com a colaboração da própria AACD, que disponibilizou terapeutas para ajudar a projetar os brinquedos, ao lado de engenheiros e arquitetos voluntários. Ao todo são quinze peças no local, como balanços para crianças com dificuldades motoras e equipamentos com recursos para o uso por cadeirantes.

O investimento total foi de 120 mil reais, bancados integralmente por Fischer, hoje aposentado do mercado financeiro. A ação será levada adiante com a inauguração de mais espaços semelhantes, o próximo no Parque do Cordeiro, em Santo Amaro, ainda neste ano. Outros devem ser implantados em cidades como Recife e Porto Alegre. "É emocionante poder ajudar o próximo por meio de uma homenagem à minha filha", diz. Ele ainda pretende lançar um livro com a história da menina nos próximos meses e fundar uma ONG de auxílio a pais em luto.

Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/

terça-feira, 4 de junho de 2013

Campanha de Vacinação contra a Poliomielite inicia dia 08 de junho e pretende imunizar 12,2 milhões de crianças

À todas as mamães e papais: não esqueçam de vacinar seus pequenos! É muito importante!

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite começa no próximo sábado, dia 08 de junho e tem a meta de vacinar 12,2 milhões de crianças de 6 meses a menores de 5 anos com a dose oral – o que corresponde a 95% do público-alvo. A campanha será encerrada no dia 21 de junho.

Cerca de 115 mil postos de saúde e pontos de vacinação itinerantes estarão funcionando em todo o país. Após o encerramento da campanha, a vacina continua disponível na rede pública de saúde. É importante que as mães levem a carteira de vacinação.

O último caso de poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, foi registrado no Brasil em 1989. O país recebeu da Organização Mundial da Saúde (OMS) o certificado de erradicação da doença em 1994. O secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, alerta, entretanto, que é preciso manter as crianças imunizadas e não “baixar a guarda” diante da doença. “Essa vacinação oral é extremamente importante para conseguirmos alcançar a eliminação global da poliomielite. Além do risco de pessoas virem de países onde tem transmissão, já foi observado, em países das Américas que começaram a acumular baixa cobertura vacinal, que isso termina favorecendo a circulação de vírus que produziram casos de pólio”, disse.

Neste ano, o público alvo da campanha da vacina oral são as crianças a partir de 6 meses. Isso porque as crianças menores já estão sendo imunizadas com a dose injetável – introduzida no calendário básico de vacinação no segundo semestre de 2012. Com a mudança, o Brasil está se preparando para utilizar apenas a versão injetável quando ocorrer a erradicação da doença do mundo.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, alertou as mães para que aproveitem a ida ao posto de saúde para colocar o cartão de vacinação das crianças em dia. “É também uma chance de a família checar se o calendário de vacinas da criança até 5 anos de idade está em dia e, se não tiver, poder programar no posto de saúde qual o melhor dia para atualizar suas vacinas”, disse.

Cerca de 350 mil pessoas estarão envolvidas na campanha e serão utilizados 42 mil veículos, entre terrestres, marítimos e fluviais, para alcançar todos os pontos do país. Os postos receberão um total de 19,4 milhões de doses orais da vacina. O investimento do ministério chega a R$ 32,3 milhões em repasse do Fundo Nacional de Saúde para os estados e municípios, sendo R$ 13,7 milhões para aquisição das vacinas.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Pesquisa mostra que metade das crianças e adolescentes está acima do peso em SP


O sedentarismo é a principal causa dos quilos adicionais, um problema que deve envolver pais, filhos e educadores. Precisamos todos nos unir e mudar essa realidade... menos junk food, mais exercícios...

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Trailer do Documentário: Muito Além do Peso




Histórias de crianças brasileiras com excesso de peso – todas com quadro clínicos de doenças crônicas que no passado só apareciam após os 60 anos – a obra estimula a reflexão sobre a maior epidemia infantil da história, a obesidade.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

As mochilas, as bolsas e as carteiras: escolhas X saúde das crianças



Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), nos próximos anos, 85% da população terá problemas na coluna, como resultado de má postura, mochilas pesadas e o uso de salto alto enquanto crianças.

De acordo com um trabalho realizado pela SBOT (Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia) em estudantes entre 9 e 12 anos, 77,5% já apresentam dor nas costas e 30% desenvolvem alteração postural, sendo que 70% desses jovens usavam mochilas acima do peso recomendado, que não deve exceder 10% do peso corporal da criança.

O excesso de peso nas mochilas leva a modificações na postura, como hipercifose torácica, hiperlordose lombar e escoliose, na tentativa de manter o equilíbrio. A combinação do aumento do peso e dessas alterações posturais pode causar dores lombares, dores na coluna cervical, dores nos ombros e contraturas musculares.

O alerta da Sociedade Brasileira de Ortopedia Pediátrica é incisivo: qualquer reclamação de dor nas costas em crianças ou adolescentes não deve ser ignorada.

Para evitar transtornos desse tipo, a mochila deve ser leve, não pesar mais do que meio quilo quando estiver vazia. Opte ainda por modelo com estrutura rígida e acolchoado nas costas. E mais: modelos com duas alças, que devem ser largas e ajustada rente às costas, de preferência com tira para a cintura. Vale lembrar que a largura da mochila não deve exceder os limites dos ombros.

Outra dica para os pais: as alças devem ser tensionadas para que a mochila fique bem próxima ao corpo e aproximadamente cinco centímetros acima da linha da cintura, sempre lembrando que as duas alças devem ser usadas. O uso em um ombro só e as bolsas carteiro podem provocar alteração postural chamada escoliose (desvio lateral inadequado da coluna).

Todos os compartimentos devem ser usados de modo que os objetos mais pesados fiquem no centro da mochila e mais próximos das costas. Os livros e outros materiais devem ficar dispostos de maneira que não fiquem soltos lá dentro, provocando movimentos de desequilíbrio.

Para dimunuir o peso da mochila, deve-se levar somente o material necessário para o dia. O ideal é separar o material no dia anterior. Optar por cadernos de capa fina ou ficharios. Utilizar o armário na escola (caso haja) para não precisar carregá-lo diariamente.

A mochila com rodinhas é uma alternativa, porém é preciso ter cuidado com a alça do carrinho, que deve estar a uma altura apropriada e as costas da criança devem ficar retas ao puxá-la. Tem que ser usada em trajetos curtos porque o ato de puxar força as articulações de ombro e braço.

A mochila não é a única a causar problemas na coluna. As carteiras da sala de aula são grandes vilãs também. Elas devem ter o tamanho adequado para cada idade e deve-se tomar cuidado para sentar sempre com as costas eretas e não se debruçar sobre a mesa.

Os problemas de má postura podem ser tratados quando diagnosticados precocemente, através da mudança dos hábitos, adequação do tipo e peso das mochilas. Em caso de persistência das dores, um ortopedista deve ser consultado, para que um tratamento adequado seja recomendado, como realização de fisioterapia e RPG.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Ministério da Saúde lançou Campanha Nacional de Vacinação contra Gripe




O Ministério da Saúde lançou nesta terça-feira (24) a Campanha Nacional de Vacinação contra Gripe. Os públicos alvos da campanha são gestantes (em qualquer período gestacional), pessoas com 60 anos ou mais, crianças de seis meses a menores de dois anos, profissionais de saúde, indígenas, e pela primeira vez a campanha também vai atingir a população prisional.

Entre 05 a 25 de maio, 65 mil postos de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS) estarão preparados para realizar a imunização. No primeiro dia da campanha (05) acontecerá o Dia D de mobilização nacional, com postos funcionando das 8h às 17h.

A campanha será realizada, em conjunto, entre o Ministério da Saúde e as secretarias estaduais e municipais de todo o país. Seu principal objetivo é reduzir a mortalidade, as complicações e as internações que ocorrem em consequência das infecções pelo vírus da influenza nesta população.

O secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, destacou os tipos de vacinas que serão utilizadas na campanha e que vão proteger contra os três principais vírus que circulam no hemisfério sul, entre eles o da influenza A (H1N1), como recomenda a Organização Mundial da Saúde (OMS). “A vacina de influenza é diferente. Ela pode mudar todos os anos porque dá uma proteção limitada (apenas aos três sorotipos que circularam no último ano), e por isso deve ser preparada para se utilizar ano a ano”.

Outro ponto destacado pelo secretário Jarbas foi a lenda de que a vacina provoca gripe: “Diferente de outras vacinas, produzidas por vírus atenuado, essa vacina contra influenza é feita com pedaços dos vírus, o que não possibilita o desenvolvimento da doença”. Outra atenção é a contra indicação para pessoas com alergia severa a ovo – proteína utilizada na fabricação da vacina – e para quem teve reações adversas anteriores. Em casos de doenças agudas e febris ou pacientes com doenças neurológicas, é recomendável a busca de avaliação médica. Quem pretende doar sangue deve aguardar 48 horas após a dose para realizar a doação.

Para a campanha, o Ministério da Saúde distribuiu 31,1 milhões de doses da vacina e repassou R$ 24,7 milhões do Fundo Nacional de Saúde (FNS) aos fundos estaduais e municipais. Estes recursos são usados para custear a infraestrutura das campanhas, a aquisição de seringas e agulhas, o deslocamento das equipes e o material informativo distribuído. Cerca de 240 mil profissionais do SUS estarão envolvidos na ação, que também contará com 27 mil veículos.

Durante a coletiva o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou que o não existe mais uma pandemia da influenza H1N1. “A OMS não considera mais a H1N1 como pandemia, mas é o tipo de vírus que ainda circula, não só no Brasil como no Hemisfério Sul e precisamos nos proteger”.

População Prisional – Pela primeira vez, as cerca de 500 mil pessoas que estão cumprindo pena em presídios também estarão cobertas pela campanha. A iniciativa faz parte do Plano Nacional de Saúde do Sistema Penitenciário, executado em parceria entre os ministérios da Saúde e da Justiça.

Um dos seus objetivos é garantir o direito à saúde dos presidiários, população que está mais vulnerável a doenças respiratórias e pulmonares, devido às condições de habitação e confinamento.

A escolha dos grupos a serem vacinados é definida com base em estudos epidemiológicos e na observação do comportamento das infecções respiratórias, que têm como principal agente os vírus da gripe. São priorizados os grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias.

Prevenção – Para evitar a contaminação com influenza é necessário ficar atento a manter hábitos de saúde saudáveis: Sempre lavar as mãos com água e sabão; Evitar tocar olhos, boca e nariz após contato com superfícies, e usar um lenço ao espirrar e tossir.



Fonte: Ministério da Saúde

terça-feira, 7 de junho de 2011

Videogames ativos auxiliam crianças no combate à obesidade

Estudo demonstra, por exemplo, que jogar Wii Boxing por 20 minutos equivale a caminhar um quilômetro em um ritmo acelerado.

  
Estudo conduzido por cientistas da Brigham Young University, nos Estados Unidos, revelou que crianças em idade escolar que jogam videogames ativos, tais como Wii Boxing e Playstation’ s Dance Dance Revolution (DDR) realizam exercícios de moderado a vigorosos coerente com as atuais recomendações de atividade física.
Resultados de estudo demonstram, por exemplo, que jogar Wii Boxing por 20 minutos é equivalente a caminhar um quilômetro em um ritmo acelerado.
"Pesquisas anteriores olharam para o valor desses " exergames" como simplesmente substitutos do que seria uma atividade sedentária", disse o pesquisador Bruce Bailey. "Mas nós quisemos verificar se podíamos realmente aumentar a aptidão física com estes tipos de jogos - e descobrimos que podemos."
Mas antes que os pais liberem mais horas de jogos de videogame para os seus filhos em nome do exercício, Bailey alerta que nem todos os jogos, ou até mesmo os níveis dentro dos jogos, são iguais. Wii Boxing, por exemplo, requer muito mais movimentos do que Wii Golf.
"As crianças são inteligentes - se elas não gostam de se movimentar, elas descobrem os movimentos mínimos necessários para jogar", disse Bailey. "Eles podem ser bastante econômicos em seu gasto energético."
O estudo também mostrou que todos os jogos queimaram calorias de forma significativa. Não houve diferenças entre as crianças com sobrepeso e aqueles que não estavam acima do peso.
Os pesquisadores também descobriram que as crianças tinham um nível de satisfação elevado - nenhuma surpresa, mas importante ao tentar encontrar atividades físicas das quais as crianças vão realmente querer participar.
"Esses jogos não vão curar a epidemia de obesidade infantil", disse Bailey. "Mas eles podem ser uma ferramenta útil, entre muitas outras, para trabalhar em direção a esse objetivo."
Abaixo estão os jogos testados, junto com as calorias queimadas em média por minuto de jogo.



Atividade - calorias queimadas por minuto

- Descansando - 1,1 calorias
- Caminhada em esteira de 3 km / h - 4,4 calorias
- Wii (Boxe) - 4.0 calorias
- DDR (Treze) - 4.9 calorias
- Cyber TRAZER - 5.5 calorias
- Light Space (Bug Invasion) - 5.7 calorias
- Sportwall - 6.2 calorias
- XaviX (J-Mat) - 6.7 calorias


Fonte: isaude.net