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terça-feira, 25 de novembro de 2014

Protocolos de equilíbrio e quedas em idosos - Artigo de revisão

Protocolos de equilíbrio e quedas em idosos - Artigo de revisão
Publicado em: Neurociências • Volume 10 • Nº 2 • abril/junho de 2014

Resumo
O equilíbrio humano é uma tarefa motora complexa, sendo de suma importância a sua manutenção para a independência na realização das tarefas cotidianas dos idosos. Testes de equilíbrio foram desenvolvidos com a tarefa de avaliar o controle postural em diferentes situações funcionais. O objetivo deste estudo foi analisar os principais testes de equilíbrio, contemporizando diversos estudos, buscando então verificar a confiabilidade de cada um dos testes no idoso propenso à ocorrência de quedas. Os artigos desta revisão foram selecionados a partir das bases de dados PubMed, Lilacs, Scielo, Google Acadêmico e Medline, e estes deveriam relatar ensaios clínicos, estudos pré-experimentais ou quasi-experimentais ou revisões que envolvessem avaliação da queda em idosos sendo incluídos 54 trabalhos. A maioria dos estudos comprova a eficácia dos testes em relação à confiabilidade na avaliação do equilíbrio apesar de ocorrer opiniões divergentes entre os autores.
Palavras-chave: equilíbrio, avaliação, idosos.

Disponível no link abaixo:
http://www.ace.br/documentos/fisioterapia/2014/artigo_protocolos_de_equilibro_alisson.pdf

sábado, 8 de novembro de 2014

Avaliação das Funções Cognitivas, Qualidade de Sono, Tempo de reação e Risco de quedas em Idosos Institucionalizados - artigo


Artigo - Avaliação das Funções Cognitivas, Qualidade de Sono, Tempo de reação e Risco de quedas em Idosos Institucionalizados

Revista: Estudos Interdisciplinares dobre o Envelhecimento


http://seer.ufrgs.br/index.php/RevEnvelhecer/article/view/26009/31003

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Como evitar quedas em idosos - vídeo animação HIAE


Uma animação divertida mostrando dicas para evitar quedas em idosos.
A maioria das quedas ocorre dentro da residência e pode levar a fraturas e atá a morte.



segunda-feira, 24 de junho de 2013

Dia 24 de junho - Dia Mundial de Prevenção de Quedas em Idosos



Hoje, dia 24 de junho é celebrado mundialmente o dia de prevenção contra quedas em idosos.

30% das pessoas com 65 anos ou mais caem pelo menos uma vez ao ano. Em indivíduos com 80 anos ou mais a porcentagem aumenta para 40%.
Em idosos a queda tem potencial mais prejudicial, então é importante colocar em prática medidas simples que podem ajudar a evitar as quedas e melhorar o equilíbrio das pessoas através de exercícios.

Com o slogan "Cair de maduro é só pra fruta!" o CRI-Norte distribui manuais de prevenção de quedas em idosos com orientações e exercícios.

Abaixo link para o manual:

http://www.youblisher.com/p/373956-Manual-de-Prevencao-de-Quedas-em-idosos/

sexta-feira, 26 de abril de 2013

O efeito das órteses de pé sobre o equilíbrio, dor no pé e incapacidade em mulheres idosas com osteoporose: um ensaio clínico randomizado - artigo



Pesquisadores publicaram, recentemente, na Rheumatology, um estudo que avaliou o efeito de palmilhas com o apoio do arco medial e almofada metatarsal sobre equilíbrio, dor no pé e incapacidade em mulheres idosas com osteoporose.

Eles realizaram um ensaio clínico randomizado controlado. Noventa e quatro mulheres idosas (> 60 anos) com osteoporose em tratamento no ambulatório da Divisão de Reumatologia da UNICAMP foram aleatoriamente designadas para um grupo de intervenção (GI) com órteses de pé ou a um grupo controle (GC) sem órteses. A Escala de Equilíbrio de Berg (EEB), o teste Timed Up and Go (TUG), a dor no pé e o índice de incapacidade de Manchester (IIM) e uma escala numérica de dor (END) foram avaliados no início e após 4 semanas. O teste do qui-quadrado, o teste exato de Fisher e o teste Mann-Whitney foram aplicados para comparar os valores de linha de base entre os dois grupos. Medidas repetidas de análise de variância, seguidas do teste de Tukey para comparações múltiplas e o teste de perfil de contraste foram utilizados para comparar as medidas longitudinais. Para análise da relação numérica variável, o coeficiente de correlação de Spearman foi utilizado.

Os grupos foram semelhantes no início do estudo. Somente os sujeitos do GI exibiram melhora em equilíbrio (ambos EEB e TUG), dor no pé (END) e incapacidade (IIM) (P <0 adversos="" anotados.="" efeitos="" foram="" menores="" p="">
Os pesquisadores concluíram que órteses de pé foram eficazes para melhorar o equilíbrio e reduzir a dor e incapacidade em mulheres idosas. Órteses podem ser usadas ​​como uma estratégia adjuvante para melhorar o equilíbrio e para evitar quedas nos idosos.

Autores: de Morais Barbosa C; Barros Bértolo M; Marques Neto JF; Bellini Coimbra I; Davitt M; de Paiva Magalhães E.

Uma resenha de The effect of foot orthoses on balance, foot pain and disability in elderly women with osteoporosis: a randomized clinical trial - Rheumatology; 2013 Mar; 52(3):515-22


http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/23192905

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Lesões no quadril vão aumentar 32% nos próximos 40 anos

O número de lesões no quadril deve aumentar 32% nos próximos 40 anos. As informações foram publicadas em um relatório da Fundação Internacional para Osteoporose (IOF, na sigla em inglês) e geram um alerta importante: é preciso prevenir a osteoporose, um dos principais fatores para o aumento da incidência desse tipo de fratura.


A osteoporose é uma doença caracterizada pela diminuição de massa óssea, tornando os ossos mais frágeis – e consequentemente mais suscetíveis a lesões. Além do fator genético, a doença acontece em decorrência da queda na concentração hormonal, frequente nas mulheres em período de menopausa e em adultos com mais de 60 anos.

Atualmente, 20% da população brasileira têm 50 anos ou mais. A expectativa do IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - é que em 2050 esse índice chegue a 40% da população brasileira. “Com o envelhecimento da população, crescerá também o número de pessoas com osteoporose, o que a torna um problema de saúde pública, devido às consequências relacionadas à doença”, afirma o Dr. José Ricardo Negreiros, cirurgião ortopédico do Einstein.

Segundo o estudo da IOF, que avaliou cinco países da América Latina, (Argentina, Brasil, Colômbia, México e Porto Rico), a prevalência de osteoporose em pessoas de todas as idades é de 14%. Observando o número de fraturas vertebrais por conta do enfraquecimento da massa óssea, 38% delas acontecem em mulheres com mais de 80 anos. Isso porque o aumento da incidência de osteoporose neste grupo etário também acompanha o aumento de ocorrência de quedas relacionadas a estas fraturas.

O impacto das fraturas

As lesões no quadril são potencialmente graves por ocorrerem com frequência em pacientes que apresentam outras doenças clínicas simultaneamente. Como o tratamento cirúrgico é a opção mais utilizada para tratamento destas fraturas, algumas complicações clínicas podem ocorrer no período pós-operatório. “Outra questão a ser discutida é a busca do retorno às atividades diárias do idoso, além da recuperação de sua independência e equilíbrio locomotor, que são alterados após uma queda e consequente fratura do fêmur”, explica o Dr. Negreiros.


Segundo um estudo divulgado pelo Hospital das Clínicas de São Paulo, a mortalidade intra-hospitalar nas internações por fratura do fêmur, ao fim de um mês, três meses, seis meses, um ano e dois anos foram respectivamente 5,52%; 4,74%; 11,88%; 10,76%; 19,24% e 24,94%.

Além desses fatores, o custo do tratamento deste tipo de lesão tem um grande impacto para a saúde pública: a estimativa é que no Brasil se gaste até 12 mil dólares, incluindo tempo de internação (que é de, no mínimo, uma semana), os cuidados pré e pós-operatórios, medicamentos, além das sessões de fisioterapia para reabilitação e home care.

O não tratamento traz comprometimentos ainda mais sérios, também com grande risco clínico. O paciente acamado com membro imobilizado apresenta alto risco de complicações como trombose venosa, infecções, embolia, além de grande dificuldade de retornar à sua condição clínica original.

Prevenção, o segredo para controlar o aumento de lesões

As fraturas geralmente ocorrem em situação de quedas, acidentes que acontecem principalmente dentro da residência. “Isso também pode afetar a qualidade de vida do idoso, pois ele pode desenvolver medo de cair novamente, e evitar circular pela casa. Por isso, é preciso trabalhar tanto na prevenção das lesões quanto da osteoporose”, ressalta o médico.

Por ser uma doença sem sintomas específicos, muitas vezes só se descobre a osteoporose em situações de desfecho negativo, como uma fratura. O acompanhamento médico e a realização do exame de densitometria óssea, que avalia a densidade mineral óssea, são, portanto, fundamentais para a identificação precoce e tratamento da doença.

Já as quedas podem ser evitadas com um planejamento da organização dos móveis e outros objetos, deixando a casa um ambiente seguro para o idoso. Medidas simples como mudança na iluminação do ambiente, substituição de boxes de vidro por cortinas, instalação de barras de segurança nos banheiros e corredores além da retirada de tapetes escorregadios dos quartos podem ser facilmente adotadas, permitindo que o idoso esteja sempre em segurança!


http://www.einstein.br/Hospital/ortopedia-e-reumatologia/Noticias/lesoes-no-quadril-vao-aumentar-32-nos-proximos-40-anos.aspx?utm_source=twitter&utm_medium=twitter&utm_campaign=twitter

terça-feira, 24 de julho de 2012

Quedas matam quatro idosos por dia em SP, diz pesquisa



Um balanço da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo aponta que, por dia, em média, quatro idosos morrem no Estado em razão de quedas. Em 2011, segundo o levantamento, das 27.886 pessoas com mais de 60 anos internadas em hospitais públicos por conta de alguma queda, 1.507 morreram.

O alto índice de mortalidade se deve, sobretudo, às consequências causadas pelos acidentes. Alguns tipos de fraturas só podem ser tratadas com cirurgias, durante as quais podem ocorrer complicações. "Ao contrário do que muitos pensam, cair na terceira idade não é normal e típico dessa fase da vida. A queda indica que algo está errado. Por isso, é muito importante que os idosos procurem um médico após caírem, para que o motivo do acidente seja investigado e tratado", explica Christine Brumini, fisioterapeuta e coordenadora da reabilitação do Centro de Referência do Idoso (CRI).

Entre os principais motivos das quedas está a osteoporose, que é o enfraquecimento dos ossos, a diminuição dos sentidos, como a visão e o equilíbrio, e o enfraquecimento dos músculos. "Por conta dos fatores e comportamentos de risco, a prevenção é fundamental para evitar as quedas e, consequentemente, diminuir o alto índice de mortalidade provocado por elas", alerta Christine.

Para prevenir as quedas na terceira idade, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, em parceira com o Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Municipal (Iamspe) e a Universidade da Cidade de São Paulo (Unicid), criou o manual Cair de maduro é só para fruta, com informações sobre os fatores de risco para quedas e dicas de como evitá-las. 
O material é disponibilizado gratuitamente pela internet no link abaixo:



terça-feira, 15 de maio de 2012

Cerca de 30% dos idosos sofrem quedas dentro de casa anualmente



As quedas são responsáveis por mais de um terço dos acidentes domésticos. Na cidade de São Paulo, a cada três dias uma pessoa morre após cair de uma laje. E o risco aumenta de acordo com o avançar da idade.

O Ministério da Saúde estima que, pelo menos uma vez por ano, cerca de 30% dos idosos irão cair. Essas ocorrências tendem a crescer entre as pessoas com mais de 85 anos, podendo chegar a 51% nessa faixa. Junto com as quedas, os riscos de fraturas também aumentam: de 5% a 10% das quedas resultam em ferimentos mais graves nos idosos.


Dois fatores influenciam para que os acidentes ocorram com maior frequência na terceira idade. Um está relacionado às alterações fisiológicas. Visão, audição, postura, equilíbrio e locomoção acabam sofrendo limitações com o envelhecimento e podem prejudicar a estabilidade do idoso.


O outro fator tem a ver com o ambiente em que o idoso vive. Cerca de 70% das quedas ocorrem dentro de casa. Por isso é importante ficar atento a alguns cuidados que podem ser tomados para minimizar a ocorrência de quedas.

Veja algumas dicas de como deixar os ambientes da sua casa mais seguros:

- O chão não pode ser escorregadio, encerado, irregular, com tacos soltos;

- Não deve haver obstáculos no caminho, como brinquedos, tapetes, fios elétricos e móveis baixos;

- Ao lado da cama do idoso deve haver algum objeto luminoso para que ele consiga acender a luz e ver o ambiente antes de se levantar;

- O chão do banheiro não deve ficar molhado e dentro do box deve haver tapetes anti-derrapantes, para evitar que o idoso escorregue;

- Se for possível, coloque barras de segurança nos banheiros: uma dentro do box, para que o idoso possa se segurar durante o banho, e outra ao lado do vaso sanitário, para que ele possa apoiar na hora de sentar e levantar.

- Outra dica é colocar uma cadeira debaixo do chuveiro para que o idoso possa se sentar.

- Iluminação deficiente: luzes fracas, iluminando mal os ambientes, ou luzes mal posicionadas, causando reflexos diretos nos olhos dos idosos.

- Camas de altura inadequada, baixa demais ou alta demais. Cadeiras baixas e sem braços para apoio.

- Escadas sem corrimão e com degraus altos e inapropriados, mal sinalizados, sem pisos antiderrapantes e com iluminação deficiente.

- Calçados inapropriados, não emborrachados nos solados, como chinelinhos de flanela.

Abaixo o link de uma cartilha de prevenção de quedas em idosos:

http://www.observatorionacionaldoidoso.fiocruz.br/biblioteca/_manual/20.pdf