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quinta-feira, 10 de setembro de 2015
For seniors, any exercise may be better than none - Reuters
(Reuters Health) - Even 15 minutes a day of brisk walking, cycling or swimming could help older adults live longer, according to a review of past research that found any physical activity is better than none.
For people over age 60, meeting current U.S. guidelines for moderate-to-vigorous exercise was linked to a 28 percent lower risk of dying over about 10 years, compared to being completely sedentary. But even lower levels of exercise were tied to a 22 percent reduction in mortality risk.
“When our older patients cannot do 150 minutes of moderate-intensity physical activity a week because of chronic diseases, we (the 2008 guidelines) recommend them to be as physically active as their abilities and conditions allow,” said lead author Dr. David Hupin of the department of clinical and exercise physiology, University Hospital of Saint-Etienne, France, by email.
But, Hupin’s team writes in the British Journal of Sports Medicine, the 150-minutes per week of moderate-to-vigorous exercise suggested in the 2008 Physical Activity Guidelines for Americans could be too much for some older adults, discouraging them from exercising. The authors point out that more than 60 percent of older adults don’t meet that requirement.
For the new study, Hupin’s team looked at whether less exercise could still be beneficial. They analyzed data from past studies covering a total of 122,417 men and women between the ages of 60 and 101 in the U.S., Taiwan and Australia.
The studies evaluated participants' physical activity levels and their risk of dying from any cause over about 10 years. Theyalso factored in participants’ self-reported health status, physical or mental illnesses, weight, cholesterol and other details.
Hupin’s team standardized participants' exercise amount and intensity into units known as Metabolic Equivalent of Task, or METs, representing the amount of energy expended per minute in a specific activity. Resting expends 1 MET, moderate activity like walking uses 3 to 5.9 METs and vigorous exercise like running uses more than 6 METs.
A weekly exercise “dose” was low if it totaled 1 to 499 METs, moderate at 500 to 999 METs and high if it was more than 1,000 METs.
The mortality rate was 22 percent lower among people in the low METs category than among those who did no exercise at all beyond the activities of daily living.
For people in the moderate METs category - which is equivalent to the recommended 150 minutes per week of moderate-to-vigorous exercise - there were 28 percent fewer deaths compared to those with no exercise.
People who expended at least 1,000 METs per week had a 35 percent lower mortality rate.
The link between exercise and mortality risk was especially strong for cardiovascular disease and less so for cancer, the researchers note.
Older women showed an even greater benefit from exercise than men, with their mortality risk decreasing by 32 percent compared to men’s 14 percent in the low-METs category. One reason could be that women underestimated their exercise level and men overestimated theirs, the authors write.
The researchers recommend 15 minutes per day of exercise based on these results, but Hupin said adults who couldn’t even meet that goal would benefit by merely moving around more on a consistent basis.
“Scientific evidence is now emerging to show that there may be health benefits from light physical activity and from replacing sedentary activities with light intensity activities, when the dose of (moderate-to-vigorous physical activity) is held constant,” Hupin said. “They must become less sedentary: cooking or working at a standing desk, rather than sitting.
“Age is not an excuse to do no exercise,” he said.
Thomas Buford, who directs the Health Promotion Center at the University of Florida in Gainesville, said that while the study offered great examples of exercise, such as walking briskly, bicycling and swimming or gymnastics, he agreed that even increasing exercise in small bouts would help.
“For each individual, they would have to be tailored depending on their physical abilities,” Buford said by email.
SOURCE: bit.ly/1HEXnpf British Journal of Sports Medicine, online August 3, 2015.
http://www.reuters.com/article/2015/08/21/us-health-elderly-fitness-mortality-idUSKCN0QQ1M620150821
quarta-feira, 17 de junho de 2015
Documentário Alive Inside - Vivo por Dentro (video)
Lindo e emocionante documentário sobre o poder da utilização da música em pacientes com demência.
Assista abaixo:
segunda-feira, 15 de junho de 2015
Documentário Envelhescência - Um Novo Olhar sobre o Envelhecimento
Envelhescência é um documentário que conta a história de cinco paulistas e um catarinense que se reinventam após completarem 60 anos de vida.
Aprender a surfar, virar maratonista, fazer uma nova tatuagem… Estes podem ser planos para depois dos 60 anos sim! O mundo mudou, mude sua forma de pensar e de viver, sua maturidade tem muito a acrescentar a todos à sua volta e ao seu prazer! Encontre-se na envelhescência!
LANÇAMENTO NO CINEMA
Venha conferir o documentário Envelhescência! As histórias dos simpáticos personagens têm como pano de fundo o altruísmo e a alegria de viver e conviver descartando a reclusão comumente imposta pelo avanço da idade. A premier será no Centro Cultural Banco do Brasil – SP, que cedeu o seu cinema para a sua primeira série de exibições públicas: 17/06 às 19h; nos dias 18/06 e 19/06, às 13h e 15h; dias 20/06 e 21/06, às 13h; e no dia 22/06, às 13h e 15h.
O trailer já postado aqui no blog: http://biafisio.blogspot.com.br/2015/04/envelhescencia-video-trailer.html
Aprender a surfar, virar maratonista, fazer uma nova tatuagem… Estes podem ser planos para depois dos 60 anos sim! O mundo mudou, mude sua forma de pensar e de viver, sua maturidade tem muito a acrescentar a todos à sua volta e ao seu prazer! Encontre-se na envelhescência!
LANÇAMENTO NO CINEMA
Venha conferir o documentário Envelhescência! As histórias dos simpáticos personagens têm como pano de fundo o altruísmo e a alegria de viver e conviver descartando a reclusão comumente imposta pelo avanço da idade. A premier será no Centro Cultural Banco do Brasil – SP, que cedeu o seu cinema para a sua primeira série de exibições públicas: 17/06 às 19h; nos dias 18/06 e 19/06, às 13h e 15h; dias 20/06 e 21/06, às 13h; e no dia 22/06, às 13h e 15h.
O trailer já postado aqui no blog: http://biafisio.blogspot.com.br/2015/04/envelhescencia-video-trailer.html
Vídeo: Exercícios Na Posição Em Pé para Idosos
O vídeo abaixo mostra uma série de exercícios que utilizo no meu dia a dia como fisioterapeuta com especialização em gerontologia, atendendo idosos.
São diversos exercícios executados em ortostatismo (na posição em pé) que promovem o equilíbrio e força muscular e podem prevenir quedas e fraturas, muito comuns nos idosos. Podem ser feitos sem nenhuma resistência ou com uso de caneleiras e elásticos e devem ser supervisionados por um profissional habilitado.
São diversos exercícios executados em ortostatismo (na posição em pé) que promovem o equilíbrio e força muscular e podem prevenir quedas e fraturas, muito comuns nos idosos. Podem ser feitos sem nenhuma resistência ou com uso de caneleiras e elásticos e devem ser supervisionados por um profissional habilitado.
Vídeo: Exercícios em Posição Sentada para Idosos
O vídeo abaixo mostra uma série de exercícios que eu uso na fisioterapia com idosos. São exercícios simples realizados em posição sentada para fortalecer MMII e MMSS que podem ser feitos com auxílio de caneleiras e elástico (exercícios resistidos) ou sem carga, a depender da condição individual do paciente.
domingo, 14 de junho de 2015
terça-feira, 2 de junho de 2015
Falar duas línguas pode atrasar os danos causados pelo Alzheimer
Pela primeira vez, um estudo sobre os benefícios de falar uma segunda língua comprova que o aprendizado pode retardar o aparecimento de três tipos diferentes de demência, independente do grau de escolaridade dos idosos. A pesquisa foi feita no Nizam’s Institute of Medical Sciences, em Hyderabad, India, e publicada no site Neurology. O estudo avaliou 648 idosos com diversos tipos de demência e diferentes graus de escolaridade, e levou os pesquisadores a concluírem que os participantes que falavam uma segunda língua foram capazes de atrasar o aparecimento da Doença de Alzheimer, Demência Vascular e Demência frontotemporal em 4,5 anos – em comparação com os pacientes que falavam apenas uma língua.
Os idosos avaliados tinham em média 66 anos e 14% deles eram analfabetos. Dentre os 648 participantes do estudo, 60% falavam duas ou mais línguas. Em todos as avaliações, 240 foram diagnosticados com Alzheimer, 189 com demência vascular e 119 com demência frontotemporal. Após a avaliação do estudo, os pesquisadores concluíram que os participantes bilíngues atrasaram certos tipos de demência em uma média de 4,5 anos. Nenhum benefício a mais foi encontrado naqueles que falavam mais de duas línguas. Escolaridade, gênero e profissão não demonstraram benefícios adicionais.
Apesar de ser desconhecido o motivo exato de pessoas bilíngues apresentarem este tipo de atraso, falar duas línguas requer treinamento de uma parte específica do cérebro, transformando esse exercício em um treino cerebral bem sucedido. Dessa forma, a prática de um segundo idioma, além de ativar o seu cérebro, contribui para as reservas cognitivas, resultando no atraso da demência. A parte do cérebro ligada a estas ações pode ser a chave para descobrir o motivo do benefício.
Os idosos avaliados tinham em média 66 anos e 14% deles eram analfabetos. Dentre os 648 participantes do estudo, 60% falavam duas ou mais línguas. Em todos as avaliações, 240 foram diagnosticados com Alzheimer, 189 com demência vascular e 119 com demência frontotemporal. Após a avaliação do estudo, os pesquisadores concluíram que os participantes bilíngues atrasaram certos tipos de demência em uma média de 4,5 anos. Nenhum benefício a mais foi encontrado naqueles que falavam mais de duas línguas. Escolaridade, gênero e profissão não demonstraram benefícios adicionais.
Apesar de ser desconhecido o motivo exato de pessoas bilíngues apresentarem este tipo de atraso, falar duas línguas requer treinamento de uma parte específica do cérebro, transformando esse exercício em um treino cerebral bem sucedido. Dessa forma, a prática de um segundo idioma, além de ativar o seu cérebro, contribui para as reservas cognitivas, resultando no atraso da demência. A parte do cérebro ligada a estas ações pode ser a chave para descobrir o motivo do benefício.
quarta-feira, 20 de maio de 2015
Exercícios podem elevar em 5 anos expectativa de vida de idosos, diz estudo
Que fazer exercícios só traz benefícios para sua vida, não é novidade para ninguém. Mas um estudo recente quantifica esse benefício de uma maneira que deve fazer com que muita gente coloque um tênis e saia para caminhar no parque.
Pesquisadores da Universidade de Oslo concluíram que se exercitar pode aumentar em até cinco anos a expectativa de vida de um idoso. Mais do que isso, pode ser tão eficiente quanto parar de fumar.
Os pesquisadores acompanharam 5.700 noruegueses, com idades entre 68 e 77 anos, durante 12 anos. E uma das conclusões do estudo foi a de que os idosos que praticavam ao menos três horas de atividades físicas por semana viveram cerca de cinco anos a mais do que os sedentários.
Assim, a prática de meia hora de exercícios seis dias por semana está ligada a uma redução de 40% no risco de morte em idosos.
Publicado no British Journal of Sports Medicine, o estudo mostrou que qualquer tipo de exercício – seja leve ou intenso – tem impacto na expectativa de vida.
No entanto, o estudo mostrou que fazer menos de uma hora de exercício leve por semana não tem nenhum impacto.
A recomendação do governo britânico é a de que pessoas com mais de 65 anos façam pelo menos 140 minutos de exercícios moderados por semana.
Os pesquisadores sugeriram que as autoridades invistam em campanhas para combater o sedentarismo e encorajar atividades físicas entre idosos.
“Estratégias públicas de saúde deveriam incentivar idosos a fazerem atividades físicas, da mesma maneira que há campanhas contra o tabagismo”, disseram os pesquisadores. “Exercitar-se é tão útil para reduzir mortes como parar de fumar.”
Sedentarismo
A pesquisa da Universidade de Oslo vem à tona no momento em que a ONG britânica British Heart Foundation está fazendo um alerta a respeito de como o número de pessoas ativas está muito aquém do esperado.
“Fazer atividades físicas regulares, seja em que idade for, é benéfico para a saúde de seu coração e isso faz você viver mais tempo”, disse Julie Ward, da British Heart Foundation.
“No entanto, nossas últimas estatísticas mostram que quase metade das pessoas no Reino Unidos não fazem nenhum tipo de exercício – um cenário muito pior que muitos outros países europeus.”
“Nossa mensagem é: qualquer 10 minutos de exercício conta. Então, simplifique e mude sua rotina para ter uma vida mais ativa.”
Segundo o levantamento da ONG, 69% dos adultos não fazem exercícios em Portugal, 55% na Polônia, 46% na França, 44% no Reino Unido, 34% na Croácia, 26% na Alemanha, e 14% na Holanda.
Cenário brasileiro
No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, 48,7% das pessoas com mais de 18 anos não são suficientemente ativos. A meta do ministério é reduzir esse percentual para 10% até 2025.
Segundo a OMS, 3,2 milhões de mortes são atribuídas todos os anos à atividade física insuficiente. O sedentarismo é o quarto maior fator de risco de mortalidade global e está ligado a doenças crônicas como câncer, hipertensão, diabetes e obesidade.
Mais especificamente, o sedentarismo é responsável por pelo menos 21% dos casos de tumores malignos na mama e no cólon, assim como 27% dos registros de diabetes e 30% das doenças cardíacas.
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2015/05/150513_exercicios_idosos_mdb
sexta-feira, 6 de março de 2015
Sancionada lei que dispensa idoso de perícia médica periódica no INSS
A Presidência da República sancionou sem vetos a Lei 13.063/2014, que dispensa aposentados por invalidez com mais de 60 anos da realização de perícia médica periódica para manter o benefício. A partir de agora, a aposentadoria se torna permanente, sem a necessidade de realização de qualquer tipo de exame.
Saiba mais no link abaixo.
http://www12.senado.gov.br/noticias/audios/2015/01/sancionada-lei-que-dispensa-idoso-de-pericia-medica-periodica-no-inss?utm_source=midias-sociais&utm_medium=midias-sociais&utm_campaign=midias-sociais
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
Avaliação de Idosos: Guia Prático pra estudantes, profissionais de saúde e pesquisadores - para download gratuito
Avaliação de Idosos: Guia Prático para Estudantes, Profissionais de Saúde e Pesquisadores.
Organizadores: Márcia Regina Martins Alvarenga, Rogério Dias Renovato e Rosely Almeida Souza
Dourados, MS Geratriz 2014.
Disponível para download gratuito no link a seguir:
http://www.portal.uems.br/assets/uploads/cursos_pos/e147e39e86246f835839f40a04dc160b/producao_academica/1_e147e39e86246f835839f40a04dc160b_2015-01-15_18-15-51.pdf
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
Robô japonês é considerado uma ajuda incansável no cuidado a pacientes com demência
Em uma sala do terceiro andar em uma casa de repouso em Tokyo ocidental, pacientes idosos com demência recentemente passaram um tempo com Pimenta, um robô humanóide com inteligência artificial a ser desenvolvido pela SoftBank Mobile.
Como o Japão enfrenta um número crescente de pessoas que sofrem de demência, mais empresas começaram a desenvolver produtos e serviços para ajudar os pacientes e suas famílias a viverem mais confortavelmente. Tais produtos e serviços também estão se tornando uma importante indústria. A Softbank Mobile espera desenvolver seu robô para atuar como um parceiro de conversa para aqueles que sofrem de demência. Durante a sua visita nesse dia, Pimenta participou de um jogo e mostrou suas habilidades de dança, graças à instalação de um programa no protótipo. Vendo os idosos residentes sorrirem enquanto eles conversavam com Pimenta, um funcionário da casa, Harue Ishikawa, expressou grandes esperanças, dizendo: “Mesmo com a escassez de mão de obra no campo dos cuidados, podemos oferecer um serviço de maior qualidade se esses robôs pudessem assumir algumas dessas tarefas. ”
O número de pessoas que sofrem ou estão dentro da faixa de risco para demência foi estimada em 8 milhões em 2014, e o número deve aumentar ainda mais. Enquanto isso, o percentual de domicílios que compreende uma única pessoa com pelo menos 65 ou um casal de idosos, sem os membros mais jovens da família, deverá aumentar de 20% em 2010 e chegar a 28% em 2035. Há também muitos idosos que vivem com membros mais jovens da família, mas que ficam sozinhos em casa durante o dia, enquanto os outros estão no trabalho.
Kaname Hayashi, que está envolvido no desenvolvimento de Pimenta na SoftBank, disse: “Vemos uma demanda por produtos para a comunicação e apoio de vida no cotidiano, em questões como, perguntar aos idosos se eles tomaram”. A empresa espera que esses robôs ajudem na manutenção do pontifical e dos cuidados aos idosos, evitando que a fase de cuidados de enfermagem chegue rápido.
A SoftBank pretende desenvolver um programa para oferecer melhor suporte para pacientes com demência, como pela adição de uma função para estimular o idoso a falar sobre suas memórias. “Pepper, que é incansável, sempre pode estar lá como um parceiro de conversa“, disse Hayashi.
Em 2011, a Fujitsu Laboratories Ltd. escolheu a demência como objeto de pesquisa. Primeiro, a equipe do laboratório estudou os pacientes com demência e suas famílias para relacionar os tipos de dificuldades que essas pessoas enfrentam em suas vidas diárias. “Os produtos projetados para pessoas com demência devem ser fácil para qualquer um usar“, disse Makoto Okada, líder de projeto do laboratório.
PaPeRo, um robô de comunicação desenvolvida pela NEC Corp. e outros já estão tendo um papel ativo em lugares como instalações de cuidados de enfermagem. A empresa espera tornar este novo robô disponível para o consumidor médio por menos de 20.000 ienes (cerca de US $ 204) por mês. “O uso de produtos especialmente desenvolvidos para pacientes com demência tem sido limitada a lugares como casas de repouso“, disse a empresa. “Mas acreditamos que eles em breve se espalharão para as famílias comuns.”
“Várias empresas se interessaram na demência nos últimos anos, e nós temos recebidos pedidos de mais informações“, disse Takenobu Inoue, diretor do departamento de tecnologia assistiva no Instituto de Pesquisa do Centro Nacional de Reabilitação para Pessoas com Deficiência. “Se os fabricantes conhecidos começarem a vender produtos e serviços que são amigáveis para demência, isso desempenhará um papel importante na prevenção de doenças. Estamos dispostos a cooperar com empresas que podem disseminar esse tipo de cuidado.”
Fonte:
http://www.thestar.com/life/health_wellness/2015/01/19/japanese-robot-a-tireless-aid-in-dementia-care.html
sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
SBGG e ANCP lançam folder informativo sobre Cuidados Paliativos e Hospice
A Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) produziu, em parceria com a ANCP, um folder com explicações básicas sobre Cuidados Paliativos e hospice. O público-alvo desse material são leigos, alunos de graduação ou profissionais que desejem se informar sobre conceitos básicos.
Segundo Daniel Azevedo, presidente da Comissão Permanente de Cuidados Paliativos da SBGG, é fundamental que a sociedade brasileira assimile os conceitos e objetivos dos Cuidados Paliativos e dos cuidados ao fim da vida.
“As pessoas têm dificuldade em conversar sobre esse assunto por total desconhecimento do tema – acreditam que Cuidados Paliativos signifiquem o abandono da pessoa doente quando, na verdade, representam justamente o contrário: valorizar a vida da pessoa e implementar todas as medidas para que ela fique confortável até o momento da morte”, explica.
Uma estratégia adotada nesse sentido foi a elaboração de material didático e de divulgação para públicos variados, com base em originais desenvolvidos por Frank D. Ferris, paliativista de reputação internacional e parceiro da SBGG desde 2014.
“De forma graciosa, ele nos cedeu um folder objetivo que explica os rudimentos dos Cuidados Paliativos e da filosofia Hospice, que traduzimos e adaptamos para a realidade brasileira. Por se tratar de um material da SBGG, julgamos importante incluir a especificidade de Cuidados Paliativos para idosos”, disse.
A intenção é que esse material seja veiculado da forma mais ampla possível. Para isso, foi preparada uma versão online, que deve ser veiculada através de sites, e uma versão para impressão, que pode ser distribuída em eventos científicos, hospitais ou consultórios.
“Quanto maior a divulgação, melhor. Vamos usar a versão impressa em todos os grandes eventos da SBGG para orientar os participantes e sugerir a eles que busquem mais informações nos sites de referência que constam no folder”, afirmou Azevedo.
Para acessar o folder, clique no link abaixo:
http://issuu.com/dinamoeditora/docs/folder_online_sbgg_/0
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
Cuidados com a saúde dos idosos no verão
O verão iniciou em 21 de dezembro e desde então os termômetros estão nas alturas, o que para os idosos pode ser muito prejudicial em decorrência de alterações no sistema nervoso e circulatório.
De acordo com a SBGG (Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia) este período requer mais atenção e cuidado para que os idosos mantenham-se com saúde e qualidade de vida.
Os idosos reagem de maneira diferente ao calor e à baixa umidade. Com o avanço da idade, sofrem alterações naturais nos mecanismos de controle térmico do organismo e de envio de estímulos cerebrais relacionados à sede, o que propicia quadros de desidratação.
Alterações no sistema circulatório
Na terceira-idade, o organismo humano reduz a sua capacidade de regular sua própria temperatura, por isso, as trocas de calor, que normalmente levam o sangue para todas as partes do corpo e aquecem os tecidos, ficam prejudicadas fazendo com que os idosos sintam mais frio do que os jovens.
A percepção de calor dos idosos fica alterada, fazendo com que eles acabem sentindo frio mesmo expostos à altas temperaturas. Para esquentar o corpo, os idosos optam por usar roupas mais pesadas e grossas que comprometem a hidratação do organismo.
Por que faço tanto xixi se bebo pouca água?
A soma é muito desigual: pouca água e muita eliminação. O organismo não tem como compensar tal desequilíbrio.
Com o passar dos anos, nosso sistema nervoso central diminui ou deixa de enviar para o corpo, os estímulos nervosos responsáveis pela sensação de sede e pelo controle da urina. Isso faz com que os idosos bebam pouca água, mesmo no verão, e urinem com bastante frequência.
O problema é que bebendo pouca água e perdendo nutrientes e sais minerais através da urina e do suor, os idosos ficam desidratados. A consequência disso é mal-estar e cansaço: A soma é muito desigual: pouca água e muita eliminação. O organismo não tem como compensar tal desequilíbrio, daí a desidratação e a sensação de mal-estar.
Hipertensão x desidratação
Comum em mais de 40% dos idosos, a doença se caracteriza pela alta da pressão arterial, causando mal-estar e perigo de problemas cardíacos, caso não seja controlada.
O problema, não está nas alterações metabólicas que a hipertensão causa, mas nos medicamentos usados para controlá-la. Os remédios mais eficazes para hipertensão são diuréticos e, por isso, fazem com que os idosos urinem ainda mais, perdendo muito líquido e podendo causar desidratação grave.
Em idosos com diabetes, a taxa de açúcar - quando não controlada -, altera a absorção de líquidos pelo organismo, fazendo com que ele, em um processo de autocompensação, tente diminuir o nível de diluição do sangue para fornecer a água necessária à manutenção de suas funções vitais.
Pacientes diabéticos, quando expostos à altas temperaturas, tendem a perder uma quantidade de água ainda maior do que a causada pela doença e isso faz com que os riscos de desidratação sejam bastante perigosos. Além da exposição ao calor, os idosos perdem ainda mais água, não sentem sede e, por isso, não fazem a reposição de líquidos. O resultado não poderia ser outro a não ser a desidratação.
Cuidado redobrado durante as atividades físicas, pois o aumento da temperatura corporal e da transpiração podem causar hipertermia (popularmente chamada insolação) e desidratação grave.
-Evite usar roupas pesadas no verão, isso dificulta ainda mais a troca de calor do corpo. Use roupas leves, de algodão e com cores claras.
-Tome muita água (em média 2 litros por dia), mesmo sem sentir sede e mantenha uma garrafa com água sempre perto. Sucos, chás e água de coco também podem ser utilizados, pois tem melhor aceitação pelos idosos...
-Mantenha os ambientes arejados/ventilados.
-Use óculos de sol e bonés/chapéus.
-Evite atividade física, em especial ao ar livre, na parte mais quente do dia (entre 10h e 16h).
-Utilize protetor solar e tome banho em temperatura mais fresca.
-Evite tomar cafeína e álcool, pois são bebidas que contribuem para desidratação.
-Evite refeições "quentes". Dê preferência a alimentos como frutas, verduras, legumes pois são fontes de vitaminas, minerais e fibras, além de serem mais refrescantes. Sorvetes também devem ser consumidos. Alimente-se a cada 3 horas.
-Faça o controle médico de doenças crônicas, como hipertensão e diabetes, mas fique atento às mudanças que devem ser feitas no tratamento durante o verão.
quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
Exercício de fisioterapia para pacientes idosos e com Alzheimer: Treino de sentar e levantar - video
Esta é uma atividade que eu adoro realizar com meus pacientes. É uma atividade que pode ser feita como teste e também como treinamento para melhorar a condição de funcionalidade.
O treino de sentar e levantar é recomendado para pacientes idosos que precisam aumentar a força muscular dos membros inferiores visando funcionalidade e marcha além de treinar o equilíbrio, coordenação, controle de tronco e a capacidade cardiorrespiratória. Os pacientes com demência podem realizar o exercício supervisionado desde que conservem a capacidade de manter a postura sentada com controle e consigam permanecer em ortostatismo. Os pacientes que não apresentarem importante alteração cognitiva ou motora não devem realizar tal exercício.
Utilize cadeiras firmes e que tenham apoio de braços e realize o exercício num espaço seguro e próximo a corrimão sempre com supervisão.
O treino de sentar e levantar é recomendado para pacientes idosos que precisam aumentar a força muscular dos membros inferiores visando funcionalidade e marcha além de treinar o equilíbrio, coordenação, controle de tronco e a capacidade cardiorrespiratória. Os pacientes com demência podem realizar o exercício supervisionado desde que conservem a capacidade de manter a postura sentada com controle e consigam permanecer em ortostatismo. Os pacientes que não apresentarem importante alteração cognitiva ou motora não devem realizar tal exercício.
Utilize cadeiras firmes e que tenham apoio de braços e realize o exercício num espaço seguro e próximo a corrimão sempre com supervisão.
segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
Exercício de fisioterapia para pessoas com Alzheimer: Pedalar com os pés - vídeo
Os vídeos a seguir mostram a utilização do cicloergômetro/pedalinho para exercitar os MMII. Eu gosto muito de realizar este exercício com meus pacientes e a maioria deles também gosta.
O exercício com cicloergômetro para MMII também trabalha o sistema cardiorrespiratório, a força muscular dos MMII, estimula a coordenação e manutenção do equilíbrio de tronco, a manutenção da postura sentado, os componentes de movimento necessários para a marcha além de trabalhar a atenção.
Esta atividade está recomendada para todos os idosos que necessitem trabalhar os MMII, incluindo pessoas com demência que conservem a capacidade de se manter sentadas com controle de tronco. Para os pacientes que não mais conseguem compreender as orientações, pode-se tentar auxiliar a execução de maneira que o paciente tente imitar e continuar os movimentos. Caso isso não seja possível, o exercício fica contraindicado.
O exercício com cicloergômetro para MMII também trabalha o sistema cardiorrespiratório, a força muscular dos MMII, estimula a coordenação e manutenção do equilíbrio de tronco, a manutenção da postura sentado, os componentes de movimento necessários para a marcha além de trabalhar a atenção.
Esta atividade está recomendada para todos os idosos que necessitem trabalhar os MMII, incluindo pessoas com demência que conservem a capacidade de se manter sentadas com controle de tronco. Para os pacientes que não mais conseguem compreender as orientações, pode-se tentar auxiliar a execução de maneira que o paciente tente imitar e continuar os movimentos. Caso isso não seja possível, o exercício fica contraindicado.
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Exercício de fisioterapia para pessoas com Alzheimer: Pedalar com as mãos - video
O vídeo a seguir mostra a utilização do cicloergômetro para exercitar os MMSS. É um exercício que gosto muito de realizar com meus pacientes e pode ser feito sentado ou em pé (no caso do paciente ter condições). Trabalha a mobilidade da cintura escapular, o sistema cardiorrespiratório, a força muscular dos MMSS, estimula a coordenação e manutenção do equilíbrio além de trabalhar a atenção.
Esta atividade está recomendada para todos os idosos que necessitem trabalhar os MMSS, incluindo pessoas com demência que conservem a capacidade de se manter sentadas com controle de tronco. Para os pacientes que não mais conseguem compreender as orientações, pode-se tentar auxiliar a execução de maneira que o paciente tente imitar e continuar os movimentos. Caso isso não seja possível, o exercício fica contraindicado.
Esta atividade está recomendada para todos os idosos que necessitem trabalhar os MMSS, incluindo pessoas com demência que conservem a capacidade de se manter sentadas com controle de tronco. Para os pacientes que não mais conseguem compreender as orientações, pode-se tentar auxiliar a execução de maneira que o paciente tente imitar e continuar os movimentos. Caso isso não seja possível, o exercício fica contraindicado.
Publicação ajuda familiares a enfrentar o final de vida de entes queridos - Cartilha para download: Quando um ente querido está morrendo
Acaba de ser lançada a versão em português de um material canadense que ajuda familiares que estão enfrentando a morte de um ente querido. Intitulada Quando um ente querido está morrendo – O que você pode esperar e como você pode ajudar, a publicação convida a uma conversa franca sobre a terminalidade da vida de quem está próximo de nós e demanda acompanhamento, companhia e cuidado.
O material foca especificamente em pacientes idosos em final de vida. Entre os temas abordados estão “O que acontece nos momentos finais?”, “Controle da dor e uso de opioides” e “Diretivas antecipadas de vontade e tomada de decisões sobre assistência à saúde por representante”.
Trata-se de uma iniciativa liderada pelo International Longevity Center Brasil, em parceria com a Academia Nacional de Cuidados Paliativos (ANCP), a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), a SBGG Seção Rio de Janeiro, Centro de Estudo e Pesquisa do Envelhecimento (CEPE) e Instituto Vital Brasil. A equipe de trabalho que adaptou o material para a realidade brasileira é formada pelos especialistas Claudia Burlá, Ligia Py, Filipe Gusman e Daniel Azevedo.
A publicação é de acesso livre e gratuito.
Para fazer download basta acessar o link:
http://www.sbgg.org.br/cms/wp-content/uploads/2014/12/NOTA-4.pdf
O material foca especificamente em pacientes idosos em final de vida. Entre os temas abordados estão “O que acontece nos momentos finais?”, “Controle da dor e uso de opioides” e “Diretivas antecipadas de vontade e tomada de decisões sobre assistência à saúde por representante”.
Trata-se de uma iniciativa liderada pelo International Longevity Center Brasil, em parceria com a Academia Nacional de Cuidados Paliativos (ANCP), a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), a SBGG Seção Rio de Janeiro, Centro de Estudo e Pesquisa do Envelhecimento (CEPE) e Instituto Vital Brasil. A equipe de trabalho que adaptou o material para a realidade brasileira é formada pelos especialistas Claudia Burlá, Ligia Py, Filipe Gusman e Daniel Azevedo.
A publicação é de acesso livre e gratuito.
Para fazer download basta acessar o link:
http://www.sbgg.org.br/cms/wp-content/uploads/2014/12/NOTA-4.pdf
terça-feira, 25 de novembro de 2014
Protocolos de equilíbrio e quedas em idosos - Artigo de revisão
Protocolos de equilíbrio e quedas em idosos - Artigo de revisão
Publicado em: Neurociências • Volume 10 • Nº 2 • abril/junho de 2014
Resumo
O equilíbrio humano é uma tarefa motora complexa, sendo de suma importância a sua manutenção para a independência na realização das tarefas cotidianas dos idosos. Testes de equilíbrio foram desenvolvidos com a tarefa de avaliar o controle postural em diferentes situações funcionais. O objetivo deste estudo foi analisar os principais testes de equilíbrio, contemporizando diversos estudos, buscando então verificar a confiabilidade de cada um dos testes no idoso propenso à ocorrência de quedas. Os artigos desta revisão foram selecionados a partir das bases de dados PubMed, Lilacs, Scielo, Google Acadêmico e Medline, e estes deveriam relatar ensaios clínicos, estudos pré-experimentais ou quasi-experimentais ou revisões que envolvessem avaliação da queda em idosos sendo incluídos 54 trabalhos. A maioria dos estudos comprova a eficácia dos testes em relação à confiabilidade na avaliação do equilíbrio apesar de ocorrer opiniões divergentes entre os autores.
Palavras-chave: equilíbrio, avaliação, idosos.
Disponível no link abaixo:
http://www.ace.br/documentos/fisioterapia/2014/artigo_protocolos_de_equilibro_alisson.pdf
Publicado em: Neurociências • Volume 10 • Nº 2 • abril/junho de 2014
Resumo
O equilíbrio humano é uma tarefa motora complexa, sendo de suma importância a sua manutenção para a independência na realização das tarefas cotidianas dos idosos. Testes de equilíbrio foram desenvolvidos com a tarefa de avaliar o controle postural em diferentes situações funcionais. O objetivo deste estudo foi analisar os principais testes de equilíbrio, contemporizando diversos estudos, buscando então verificar a confiabilidade de cada um dos testes no idoso propenso à ocorrência de quedas. Os artigos desta revisão foram selecionados a partir das bases de dados PubMed, Lilacs, Scielo, Google Acadêmico e Medline, e estes deveriam relatar ensaios clínicos, estudos pré-experimentais ou quasi-experimentais ou revisões que envolvessem avaliação da queda em idosos sendo incluídos 54 trabalhos. A maioria dos estudos comprova a eficácia dos testes em relação à confiabilidade na avaliação do equilíbrio apesar de ocorrer opiniões divergentes entre os autores.
Palavras-chave: equilíbrio, avaliação, idosos.
Disponível no link abaixo:
http://www.ace.br/documentos/fisioterapia/2014/artigo_protocolos_de_equilibro_alisson.pdf
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
Artigo: Impacto econômico da doença de Alzheimer no Brasil: é possível melhorar a assistência e reduzir custos? - disponível para download
Artigo: Impacto econômico da doença de Alzheimer no Brasil: é possível melhorar a assistência e reduzir custos?
Disponível para download no link abaixo:
http://www.scielo.br/pdf/csc/v19n11/1413-8123-csc-19-11-4479.pdf
Disponível para download no link abaixo:
http://www.scielo.br/pdf/csc/v19n11/1413-8123-csc-19-11-4479.pdf
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