Mostrando postagens com marcador alimentação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador alimentação. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Cinco hábitos saudáveis reduzem pela metade o risco de AVC em mulheres


Segundo nova pesquisa, entre esses hábitos estão alimentar-se bem, exercitar-se e não exagerar no álcool

Adotar um estilo de vida saudável pode de reduzir pela metade o risco de acidente vascular (AVC) isquêmico entre o sexo feminino. Segundo uma pesquisa publicada nesta quarta-feira, mulheres que se alimentam corretamente, praticam exercícios, consomem álcool com moderação, têm um peso saudável e não fumam são 54% menos propensas a apresentar o problema.

O estudo, divulgado na revista médica Neurology, foi feito na Suécia com 31 696 mulheres de 60 anos, em média. Todas responderam a um questionário com 350 perguntas sobre alimentação e estilo de vida. A partir disso, os pesquisadores as acompanharam por dez anos.

O estudo considerou que um estilo de vida saudável incluía os seguintes fatores: beber álcool moderadamente (até três a nove doses por semana); seguir uma dieta saudável (medida pela quantidade e frequência do consumo de alimentos saudáveis e não saudáveis); praticar atividade física (pelo menos 40 minutos de exercícios aeróbicos por dia e uma hora de atividades de força por semana); manter um peso saudável (com IMC de até 25); e não fumar.

Entre as participantes do estudo, apenas 589 (ou 1,8%) apresentavam todos esses fatores de estilo de vida saudável. Por outro lado, 1 535 (4,8%) mulheres não mantinham nenhum desses cinco hábitos.

Hábitos — A pesquisa mostrou que cada fator de vida saudável é capaz de, sozinho, diminuir o risco de sofrer um derrame. Seguir uma dieta correta, por exemplo, contribui com uma redução de 13% desse risco, enquanto não fumar evita 17% dos casos de AVC em um período de dez anos, por exemplo. Já a prática de atividade física pode prevenir 9% dos derrames. Além disso, segundo o estudo, todos os cinco hábitos, juntos, reduzem em 54% o risco de AVC em mulheres em comparação com não apresentar nenhum desses fatores.

“Pelo fato de as consequências de um derrame serem devastadoras e irreversíveis muitas vezes, a prevenção é muito importante. Os nossos resultados são animadores pois indicam que dieta e estilo de vida saudáveis podem reduzir o risco do problema substancialmente, e esses fatores são escolhas que as pessoas podem fazer ou então melhorar”, diz Susanna Larsson, pesquisadora do Instituto Karolinska, na Suécia, e coordenadora do estudo.

Como evitar - dicas:

Controlar a hipertensão

A hipertensão é a principal desencadeadora do AVC, isquêmico ou hemorrágico. Ela pode causar lesões nas paredes internas das artérias, tornando-as menos elásticas e mais predispostas a entupimento e endurecimento. "O tratamento da hipertensão, feito por meio de medicamentos, dieta e prática de atividade física, diminui em 90% o risco de um derrame em hipertensos", afirma Adriana Conforto, neurologista chefe do Grupo de Doenças Cerebrovasculares do Hospital das Clínicas, em São Paulo. Segundo ela, um estudo feito no Hospital das Clínicas de São Paulo mostrou que 80,5% dos pacientes admitidos por AVC isquêmico no pronto-socorro apresentavam antecedente de hipertensão arterial.

Exercitar-se

A prática de atividades físicas pode ajudar no controle do peso, na saúde do coração e na redução do risco de diabetes, hipertensão arterial e formação de coágulos sanguíneos — condições que podem levar ao derrame. Assim, exercitar-se melhora diversos fatores que aumentam o risco de AVC.

Monitorar o peso

A obesidade e o sobrepeso podem desencadear hipertensão e diabetes, fatores de risco do AVC. "Quem está acima do peso tem maior probabilidade de sofrer um derrame", diz Antonio Cezar Galvão, neurologista do Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho, em São Paulo.

O cálculo do índice de massa corpórea (IMC), medida que relaciona altura, peso e nível de gordura, ajuda a determinar se o indivíduo está com o peso ideal.

Reduzir o colesterol

Altos níveis de LDL (conhecido como colesterol "ruim") no sangue favorecem a aterosclerose, que se caracteriza pela formação de placas de gordura nas paredes das artérias. A doença estreita e enrijece esses vasos e dificulta o fluxo sanguíneo. A lesão na parede das artérias pode, ainda, levar à formação de coágulos e, logo, ao AVC isquêmico. Uma dieta saudável e pobre em gorduras saturadas e trans ajuda a proteger a saúde cardiovascular.

Tratar o diabetes

O diabetes é o segundo principal fator de risco do AVC, por piorar a hipertensão arterial e contribuir na formação da aterosclerose. "O diabetes enrijece a parede arterial, que favorece o acúmulo de gordura no vaso, aumenta os níveis de insulina no sangue e altera o sistema circulatório e metabólico", diz Caio Focássio, cirurgião vascular da Santa Casa de São Paulo e membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular. Esse cenário facilita o surgimento de coágulos, que podem chegar ao cérebro, obstruir uma artéria e, assim, levar ao AVC isquêmico.


Seguir uma dieta balanceada

Alimentar-se bem é crucial para controlar o peso, a hipertensão, o diabetes e o colesterol. De acordo com Adriana Conforto, os três principais mandamentos de uma dieta anti-AVC são ingerir sal moderadamente (isto é, consumir no máximo 3 colheres [café] rasas por dia), comer oito a dez porções de frutas, verduras e legumes diariamente e, por fim, manter distância de alimentos gordurosos, principalmente aqueles com altos níveis de gorduras saturadas — como frituras e manteiga.

Ter uma gravidez saudável

A pré-eclâmpsia, doença que atinge entre 6 e 10% das gestantes, aumenta a pressão arterial e causa uma perda de proteínas pela urina na fase final da gravidez. Segundo a Associação Americana do Coração, mulheres com pré-eclâmpsia têm duas vezes mais probabilidade de sofrer um derrame — condição que, por sua vez, atinge três em cada 10 000 grávidas. A recomendação geral é que mulheres enquadradas no grupo de risco (aquelas com hipertensão crônica, diabetes e obesidade, por exemplo) tomem doses baixas de aspirina a partir do segundo trimestre de gestação. O médico decidirá o melhor para cada caso.

Manter a saúde cardíaca em dia

Doenças cardíacas podem formar coágulos no sangue e levar ao AVC isquêmico. São exemplos de moléstias relacionadas ao derrame a fibrilação atrial crônica, que é quando o coração bate num ritmo anormal e irregular, e a trombose coronariana, na qual uma artéria é bloqueada por um coágulo. A fibrilação atrial costuma ser controlada com medicamentos anticoagulantes e a trombose coronariana, popularmente conhecida como infarto do miocárdio, com antiagregantes. "Sobreviventes de um infarto do miocárdio podem ter mais placas de gordura pelo corpo, que levam aos coágulos. Esses trombos podem causar tanto um novo infarto, quanto um AVC. A diferença entre os dois é a localização da obstrução arterial", explica Álvaro Pentagna, neurologista do hospital São Luiz Itaim, em São Paulo.

Não fumar

Substâncias presentes no cigarro, como a nicotina, favorecem a degradação da parede arterial e, por isso, a formação de placas de gordura aderidas nos vasos. "Além disso, o cigarro tem componentes que promovem a coagulação, facilitando a formação de trombos e, consequentemente, do derrame", explica o cirurgião vascular Caio Focássio.

Beber álcool com moderação

O consumo exagerado de álcool faz com que o organismo desenvolva distúrbios de coagulação, como a aterosclerose, atrapalhando a circulação sanguínea. "Beber muito álcool favorece hipertensão arterial, doenças cardiovasculares e transtornos metabólicos que comprometem a circulação sanguínea cerebral, predispondo ao AVC", diz a médica Elizabeth Batista, coordenadora de neurologia do hospital Barra D'Or, no Rio de Janeiro.

A neurologista Adriana Conforto recomenda a dose máxima de álcool diária de 30 gramas para o homem (equivalente a duas latas de cerveja ou duas taças de vinho de 150 ml ou duas doses de uísque de 50ml) e 15 gramas para a mulher (metade dessas doses).

Ficar atenta à combinação entre anticoncepcional e enxaqueca com aura

O estrogênio, hormônio presente na pílula, estimula a formação de placas nas paredes dos vasos sanguíneos. Apenas o uso do anticoncepcional, porém, não eleva significativamente o risco do derrame. "Quando a mulher já tem um histórico de enxaquecas com aura, aquela que prejudica a visão nas crises, e toma anticoncepcional, precisa ficar atenta ao risco de AVC. Essas duas situações elevam a probabilidade de formação de coágulos", explica o neurologista Álvaro Pentagna.


Fonte:
http://veja.abril.com.br/noticia/saude/cinco-habitos-saudaveis-reduzem-pela-metade-o-risco-de-avc-em-mulheres

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Dia Mundial da Alimentação - Contra o desperdício de alimentos - vídeo Ecobenefícios

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Idosos têm mais vontade de chegar aos 120 anos do que os jovens - matéria Fantástico

Matéria exibida no Fantástico ontem, dia 23 de junho de 2013 mostra dicas para envelhecer e chegar aos 120 anos vendendo saúde.

Mil brasileiros em quatro capitais foram ouvidos numa pesquisa sobre longevidade e os mais velhos têm mais vontade de chegar aos 120 anos que os mais jovens.

Gostaria de chegar até os 120 anos?
Idade                               sim
Entre 20 e 69 anos         41%
Acima de 70 anos          57%


A receita já é conhecida: boa alimentação, exercícios físicos regulares, cuidar da cabeça, ter algum hobby, se sentir útil e conviver em sociedade e com amigos. 

BOA SORTE, VIVA BEM E SEJA FELIZ!!!!



http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2013/06/idosos-tem-mais-vontade-de-chegar-aos-120-anos-do-que-os-jovens.html




quinta-feira, 18 de abril de 2013

Video - Como crianças reagem a um prato vazio



Em um mundo capaz de produzir o dobro dos alimentos que necessita,
morrem por ano 3.5 milhões de crianças. De desnutrição.

Podemos aprender a dividir.... e combater a fome...



segunda-feira, 1 de abril de 2013

Dieta rica em fibras diminui risco de AVC


Um estudo desenvolvido por especialistas da University of Leeds, no Reino Unido, mostra que consumir alimentos ricos em fibras pode contribuir para a diminuição do risco de ter um AVC. A notícia é importante, sobretudo porque a maior parte da população brasileira apresenta baixos índices de ingestão do nutriente, de acordo com uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2011. Além disso, no Brasil, o AVC mata mais que o infarto: são mais de 100 mil pessoas por ano, segundo o Ministério da Saúde. A pesquisa será publicada na edição de maio do periódico médico Stroke.

Foram revisados oito grandes estudos sobre o assunto conduzidos nos Estados Unidos, no Japão e na Austrália e publicados entre 1990 e 2012. O objetivo era descobrir a influência do nutriente sobre os principais fatores de risco do AVC, como a hipertensão e o colesterol alto. O AVC ocorre quando um coágulo bloqueia o fluxo normal de sangue de um vaso até o cérebro ou quando há sangramento dos vasos nesse órgão.

Os resultados mostraram que para cada aumento de 7 g no consumo diário de fibras, há redução de 7% do risco de sofrer um AVC. Vale lembrar, entretanto, que nutricionistas recomendam de 25 a 30 gramas de fibras por dia. A meta, segundo os autores, poderia ser alcançada optando por massas integrais, verduras ou frutas in natura.

Assim, é importante entender que incluir fibras na alimentação não significa mudar completamente a rotina, mas saber fazer trocas inteligentes. Não é recomendável também abolir alimentos refinados do dia a dia. Quando se fala em dieta, o importante é manter o equilíbrio.

Veja a seguir como incluí-las na rotina e obter seus benefícios:


Leite no café da manhã: embora o leite seja muito saudável e cheio de cálcio - outro nutriente em falta no prato dos brasileiros -, é muito pobre em fibras. Isso, porém, não quer dizer que ele deva ser exterminado do seu cardápio. Com as combinações certas, é possível deixá-lo mais saudável.

Leite com cereal: acrescentando o cereal ao seu leite matinal, você também está adicionando fibras insolúveis. Os cerais, principalmente os integrais, são os campeões quando o assunto é esse nutriente.

Carboidratos complexos: nada como saborear um pãozinho no café da manhã, uma torta ou uma deliciosa massa no almoço, não é? Mas cuidado: as versões refinadas desses alimentos, não possuem muitas fibras e não proporcionam toda a saciedade necessária para uma refeição, provocando fome muito rapidamente.

Integrais: de acordo com a nutricionista Ellen Paiva, essa troca é vantajosa em todos os sentidos. Os alimentos integrais possuem mais grãos. Por isso, são mais ricos em fibras insolúveis e aumentam a saciedade, ajudando a dieta e trazendo benefícios à saúde. "Não há, entretanto, a necessidade de trocar todos os carboidratos por integrais", explica Ellen. "Quando conseguimos comer uma porção deles na versão integral todos os dias, já estaremos fazendo algo de muito valor para a nossa saúde" completa.

Comer só salada: compor uma refeição principal apenas com legumes e verduras, embora pareça muito saudável, está longe de trazer todos os nutrientes necessários à saúde. Apesar de as frutas e os legumes possuírem muitas fibras, não conseguem dar, sozinhos, todo o suporte energético e nutritivo que uma refeição precisa.

Investir no arroz e feijão: "Essa é a nossa preciosidade culinária e não devemos abrir mão dela por nada", diz a nutricionista Ellen Paiva. Isso porque as fibras e a proteína vegetal presentes no feijão são imbatíveis tanto no quesito nutricional quanto na riqueza em fibras. Já o arroz possui várias vitaminas do complexo B, carboidratos, cálcio, folato e ferro. Se a sua intenção é colocar ainda mais fibras no prato, prefira a versão integral desse alimento.

Prato sem variedade: aqui, a lógica é a mesma da situação anterior. Afinal, não basta colocar apenas arroz e carne no prato ou comer só macarrão. Poucos alimentos não garantem todos os nutrientes necessários para uma refeição.

Prato colorido: além de enriquecer o seu cardápio com fibras solúveis, você ainda está enchendo-o de saúde. "A variedade de cores representa variedade de nutrientes, principalmente vitaminas e minerais", conta a nutricionista Ellen Paiva. "Nenhum complexo vitamínico pode ser comparável a esse prato?, afirma.

Doce de sobremesa: quase ninguém resiste a um chocolate ou outro doce de sobremesa. Porém, os doces são pobres em fibras e acrescentam mais calorias e gorduras à dieta.

Fruta de sobremesa: essa é uma opção muito nutritiva e saborosa para a sobremesa, além de ser rica em fibras solúveis. Invista na criatividade ao prepará-las: podem ser acompanhas de aveia, granola, semente de linhaça ou outros grãos, que acrescentam ainda mais fibras à refeição. Também são ótimas alternativas para o lanche entre as refeições.

Jogar o bagaço fora: é muito comum comermos apenas a polpa das frutas, seja em forma de suco ou inteira. Apesar de a polpa já ser muito saudável e nutritiva, jogar as cascas e o bagaço fora significa mandar as fibras e outros nutrientes embora.

Comer o bagaço e a casca das frutas: a maior fonte de fibras das frutas está no bagaço e na casca. De acordo com a nutricionista Ellen Paiva, o negócio é investir principalmente no bagaço da laranja e na casca da maçã, que possuem muitas fibras e vitaminas. "A maior parte da vitamina C da maçã fica em sua casca", exemplifica Ellen.

Tomar refrigerante: além de não conter fibras, tomar refrigerante faz com que o estômago dilate e prejudique a absorção dos nutrientes, deixando a pessoa falsamente saciada e fazendo com que ela extrapole na refeição seguinte. A bebida também é rica em sódio e açúcar, que contribuem para a retenção de líquidos e prejudicam o emagrecimento, e afeta fígado e rins, que estão diretamente ligados à filtragem do que bebemos.

Fazer um suco natural: com esse hábito, você acrescenta fibras e diversos outros nutrientes à dieta, como as vitaminas. Só mão se esqueça de acrescentar a casca e o bagaço das frutas também na hora de fazer o suco, para aproveitar tudo o que esse alimento tão especial tem para te oferecer.


http://www.minhavida.com.br/




terça-feira, 5 de junho de 2012

HBO ataca obesidade em nova série


Longe da linguagem tatibitate dos programas sobre hábitos saudáveis ou da espetacularização dos reality shows de perda de peso, a HBO estreia nesta terça-feira, 05, às 22 horas, uma nova série sobre obesidade. Intitulada The Weight of the Nation (O Peso da Nação), o documentário em quatro partes - no ar toda terça-feira - analisa a epidemia de obesidade nos Estados Unidos, onde nada menos que 2/3 da população acima dos 20 anos é obesa ou tem sobrepeso, assim como 1/3 das crianças. Apesar de mostrar a perspectiva americana, cada frase parece caber na rotina das grandes cidades do mundo.

Sóbria e alarmante, a série ataca a indústria de alimentos e a publicidade de comidas e bebidas nada saudáveis, principalmente o marketing voltado às crianças - algo raro na TV, que depende dos anunciantes. Por isso, o projeto só saiu do papel porque foi bancado pela HBO - que, nos EUA, não exibe comerciais -, em parceria com a organização de saúde Kaiser Permanente e a fundação de saúde e educação Michael & Susan Dell.

Ao todo, foram três anos de trabalho, que resultou na colaboração inédita entre a HBO, o Instituto de Medicina americano (IOM), o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC) e o Instituto Nacional de Saúde americano (NIH). E, por se tratar de uma ação de saúde pública, logo após a exibição na TV, o canal garantiu disponibilizar os vídeos em seu site, o www.hbomax.TV .

Geração Big Mac. Se, na semana passada, a medida do prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, de proibir a venda de bebidas com açúcar em tamanho família (com mais de 480 ml), dividiu opiniões, na série muito se fala em ações urgentes, com intervenção do Estado para frear a epidemia que impacta todo sistema de saúde do país.

Com pesquisas, especialistas e muitos personagens contando a luta contra uma doença não só física, mas psicológica, a série mostra, já no primeiro episódio, Consequências, que a obesidade está ligada a cinco das dez principais causas de morte nos EUA: doenças cardíacas, diabetes tipo 2, câncer, acidente vascular cerebral e doenças renais. Há ainda pesquisa inédita que relaciona obesidade na infância com problemas cardíacos na fase adulta.

Entre histórias de gente que sempre brigou com a balança e de pessoas que ganharam peso de repente, o segundo episódio, Escolhas, apresenta ações práticas para reverter o problema. No terceiro capítulo, Crianças em Crise, abre-se o debate sobre o que leva as crianças a consumir tantas calorias e, no quarto e último episódio, Desafios, estão em pauta os motivos que levaram a população americana a engordar tanto nos últimos 20 anos.

“Não queremos brócolis. Nossa geração cresceu comendo Big Mac”, diz uma das personagens, numa sentença comum a quem já passou pelo “dilema” do que escolher para o almoço. Porém, o que a série afirma - em tom alarmista, claro - é que, por causa da obesidade, essa pode ser não só a “geração Big Mac”, mas a primeira geração que viverá menos que os pais.

Alerta:

77% das crianças obesas ou com sobrepeso tornam-se adultos obesos, segundo dados da série.