Não há muito o que falar deste vídeo, a não ser assistir e presenciar empaticamente a força e a importância de termos verdadeiros amigos na hora que necessitamos. Acontece que em fevereiro de 2014, uma das amigas de Gerdi McKenna escreveu um e-mail solicitando uma sessão de fotos para todos os seus amigos. A sul-africana havia sido diagnosticada com câncer de mama alguns meses antes e estava passando pelo perrengue da quimio. Veja só o que aconteceu, mas antes reserve um lenço, você vai precisar.
LINDO! EMOCIONANTE!
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segunda-feira, 17 de março de 2014
segunda-feira, 10 de março de 2014
Professora cria jogo para fisioterapia após câncer de mama
Um novo jogo de videogame promete facilitar as sessões de fisioterapia das mulheres que retiram a mama em casos de câncer. A tecnologia desenvolvida por uma professora de fisioterapia da Universidade do Vale do Paraíba (Univap), em São José dos Campos (SP), estimula movimentos a partir de um sensor que captura a imagem do corpo da paciente e projeta uma realidade virtual, o que torna o tratamento mais interativo.
O projeto foi desenvolvido em parceria com a Universidade Mackenzie durante o ano passado pela professora Izabela Mendes, de 24 anos, e já atendeu cerca de 20 mulheres de forma gratuita no Departamento de Fisioterapia. O objetivo da professora é colocar o jogo no mercado de forma gratuita, mas ainda não há previsão para quando isso irá ocorrer.
“Queria desenvolver algo diferente na linha de reabilitação e mulheres com câncer de mama precisam muito de um tratamento interdisciplinar”, afirmou a Izabela. O novo método também guarda em uma base de dados toda a evolução da paciente. “O jogo é dinâmico e ela [a paciente] vê a própria projeção na tela. Eu programo os movimentos e ela vai brincando”, diz.
Além do software para videogame, também foi desenvolvida uma manta de vibração complementar ao jogo. O item é envolvido no braço das pacientes e contribui para fortalecer músculos e movimentos. “As pacientes tiveram diminuição da dor, aumento na ampliação do movimento, no sinergismo muscular e força, além de melhoria na própria qualidade de vida”, explicou a professora.
Resultados
Para quem realizou as sessões de fisioterapia, o jogo já apresentou resultados positivos. A aposentada Leila Tenório de Oliveira, de 48 anos, retirou a mama após um câncer descoberto em 2008. Desde então, ela realiza fisioterapia convencional, mas foi após realizar tratamento com o software no ano passado que as dores diminuíram de vez.
“Pra mim foi muito bom em relação ao braço. Diminuiu bastante a dor e consegui até dormir melhor à noite. Temos nossos limites, mas vi que dá para ir além. O jogo ameniza muito a dor e foi melhor do que a [terapia] convencional”, afirma a paciente.
Os projetos estão em fase de registro e devem ser colocados no mercado em breve. De acordo com a Izabela, o jogo para fisioterapia está em fase de atualização da sua segunda versão, que deve ser disponibilizada para download gratuito, facilitando o tratamento em casa.
Registro
Estudo divulgado pelo Ministério da Saúde estima que haverá 576.580 novos casos de câncer diagnosticados no país este ano. Entre os que devem ter maior incidência, estão os de pele, próstata e mama, segundo o ministério.
A previsão, de acordo com o governo, é que o tumor de pele não melanoma, considerado o mais frequente na população feminina e masculina, atinja 182 mil pessoas no próximo ano, equivalente a 31,5% do total.
Na sequência, segundo a previsão do ministério, são esperados, aproximadamente, 69 mil novos casos de câncer de próstata. Em relação às mulheres, segundo o estudo, o câncer de mama deve atingir mais de 57 mil casos.
O projeto foi desenvolvido em parceria com a Universidade Mackenzie durante o ano passado pela professora Izabela Mendes, de 24 anos, e já atendeu cerca de 20 mulheres de forma gratuita no Departamento de Fisioterapia. O objetivo da professora é colocar o jogo no mercado de forma gratuita, mas ainda não há previsão para quando isso irá ocorrer.
“Queria desenvolver algo diferente na linha de reabilitação e mulheres com câncer de mama precisam muito de um tratamento interdisciplinar”, afirmou a Izabela. O novo método também guarda em uma base de dados toda a evolução da paciente. “O jogo é dinâmico e ela [a paciente] vê a própria projeção na tela. Eu programo os movimentos e ela vai brincando”, diz.
Além do software para videogame, também foi desenvolvida uma manta de vibração complementar ao jogo. O item é envolvido no braço das pacientes e contribui para fortalecer músculos e movimentos. “As pacientes tiveram diminuição da dor, aumento na ampliação do movimento, no sinergismo muscular e força, além de melhoria na própria qualidade de vida”, explicou a professora.
Resultados
Para quem realizou as sessões de fisioterapia, o jogo já apresentou resultados positivos. A aposentada Leila Tenório de Oliveira, de 48 anos, retirou a mama após um câncer descoberto em 2008. Desde então, ela realiza fisioterapia convencional, mas foi após realizar tratamento com o software no ano passado que as dores diminuíram de vez.
“Pra mim foi muito bom em relação ao braço. Diminuiu bastante a dor e consegui até dormir melhor à noite. Temos nossos limites, mas vi que dá para ir além. O jogo ameniza muito a dor e foi melhor do que a [terapia] convencional”, afirma a paciente.
Os projetos estão em fase de registro e devem ser colocados no mercado em breve. De acordo com a Izabela, o jogo para fisioterapia está em fase de atualização da sua segunda versão, que deve ser disponibilizada para download gratuito, facilitando o tratamento em casa.
Registro
Estudo divulgado pelo Ministério da Saúde estima que haverá 576.580 novos casos de câncer diagnosticados no país este ano. Entre os que devem ter maior incidência, estão os de pele, próstata e mama, segundo o ministério.
A previsão, de acordo com o governo, é que o tumor de pele não melanoma, considerado o mais frequente na população feminina e masculina, atinja 182 mil pessoas no próximo ano, equivalente a 31,5% do total.
Na sequência, segundo a previsão do ministério, são esperados, aproximadamente, 69 mil novos casos de câncer de próstata. Em relação às mulheres, segundo o estudo, o câncer de mama deve atingir mais de 57 mil casos.
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
SCAR Project
SCAR Project, é uma campanha de conscientização sobre o câncer de mama que mostra os resultados de cirurgias para a retirada de mamas, muitas vezes necessárias nestes casos.
O objetivo é conscientizar através do choque, mostrar quão terrível esse problema pode ser para uma mulher. E que, apesar de tudo, a vida continua.
As fotos mostram mulheres expondo seus corpos e cicatrizes após a cirurgia. Fotos essas que são ao mesmo tempo chocantes e delicadas, belas.
O Slogan da campanha é The Scar Project - Breast Cancer Is Not a Pink Ribbon, na tradução: Projeto Cicatriz - Câncer de Mama Não é Uma Fitinha Rosa
Pra quem quiser mais informações:
http://www.thescarproject.org/
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Doze sintomas do câncer de mama - Foto
Uma foto muito interessante e informativa mostrando doze sintomas do câncer de mama. É importante que todas as mulheres façam o auto exame das mamas e também visitem regularmente o ginecologista para realizar outros exames tais como USG mamas e mamografia.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Outubro Rosa - Mobilização contra o Câncer de Mama
O 'Outubro Rosa', iniciativa criada nos Estados Unidos há cerca de 10 anos com a intenção de alertar sobre os riscos e a necessidade de prevenção do câncer de mama, será lançado nacionalmente nesta terça-feira, dia 05 de outubro. Para celebrar a data, o Cristo Redentor e a Igreja da Penha, no Rio de Janeiro, além do Palácio do Planalto, em Brasília, serão iluminados de rosa, cor do movimento. Monumentos e locais simbólicos em outras cidades também ganharão a iluminação especial. No Brasil, a empreitada é coordenada pela Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à saúde da Mama (Femama).
Durante o mês serão promovidas atividades por todo o país. No Rio de Janeiro, a Prefeitura, com o apoio da Philips e do Projeto CIES (Centro de Integração de Educação e Saúde), disponibilizará, entre os dias 6 e 26, uma unidade itinerante para que as moradoras de Bangu, Santa Cruz, e do Complexo do Alemão realizem mamografias gratuitamente.
A iluminação alertará para os perigos e para a necessidade de prevenção contra o câncer de mama. Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de mama é o segundo tipo mais comum da doença no mundo e o mais frequente entre as mulheres, respondendo por 22% dos casos. O número anual de ocorrências no país é estimado em cerca de 49 mil e, embora menos comum, homens também podem ser atingidos.
Ainda segundo o INCA, as taxas de mortalidade por câncer de mama no Brasil continuam elevadas, e um dos prováveis motivos é o diagnóstico tardio. Em 2008, ano do último levantamento feito no país, foram registradas 11.860 mortes em decorrência da doença. Das vítimas, 11.735 eram mulheres e 125 homens. Na população mundial, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a sobrevida média após cinco anos é de 61%.
O Instituto Nacional de Câncer, órgão auxiliar do Ministério da Saúde no desenvolvimento e coordenação das ações integradas para a prevenção e o controle do câncer no Brasil, participa da mobilização com diversas ações. Uma delas, é o lançamento do folder Recomendações do INCA para reduzir a mortalidade por câncer de mama no Brasil.
Sintomas e fatores de risco
Além do aparecimento de nódulos no seio e na região da axila, os principais sinais da doença, cuja incidência cresce em mulheres a partir dos 35 anos, são alterações no formato, na coloração e na textura da mama. Os mamilos podem ainda retrair-se, inchar-se ou apresentar secreção.
Para prevenir a enfermidade é recomendado praticar exercícios físicos com regularidade, não fumar e adotar uma dieta equilibrada, sem o consumo de bebidas alcoólicas. Mulheres que menstruaram antes dos 12 anos, com histórico da doença na família e que não tiveram filhos ou foram mães após os 30 anos devem ficar atentas. A exposição excessiva a tratamentos com Raio X e estrógeno também se constituem em fatores de risco. O exame clínico das mamas deve ser feito uma vez por ano pelas mulheres que têm entre 40 e 49 anos. A partir dos 50, a mamografia (raio-x das mamas) deve ser realizada a cada dois anos, ou de acordo com prescrição médica.
Uma vez constatada a presença de uma lesão suspeita, o médico indicará uma biópsia, que determinará se o tumor é maligno ou não. Caso o resultado seja positivo, o tratamento pode ser feito com quimioterapia, radioterapia e através de intervenções cirúrgicas para remover o nódulo.
Folder Outubro Rosa:
Fontes: http://www.outubrorosa.org.br/
http://www.inca.gov.br/
sábado, 30 de abril de 2011
Dia 29 de abril - Dia Nacional de Combate ao Câncer de Mama
Ontem foi o dia nacional de combate ao câncer de mama!
"É através da educação que nos transformamos" Frase transcrita do site do Se Toque Instituto.
Neste mesmo dia entrou em vigor a Lei Federal 11.664/2008, que determina a realização gratuita de exame mamográfico para todas as mulheres a partir dos 40 anos na rede do SUS.
No Brasil, são registrados 48 mil casos e 10 mil mortes por ano. A prevenção é o melhor remédio. Não custa nada e ainda protege. Faça o auto exame mensalmente e viva saudável e feliz!
"É através da educação que nos transformamos" Frase transcrita do site do Se Toque Instituto.
Neste mesmo dia entrou em vigor a Lei Federal 11.664/2008, que determina a realização gratuita de exame mamográfico para todas as mulheres a partir dos 40 anos na rede do SUS.
No Brasil, são registrados 48 mil casos e 10 mil mortes por ano. A prevenção é o melhor remédio. Não custa nada e ainda protege. Faça o auto exame mensalmente e viva saudável e feliz!
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