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sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Comunicação de Notícias Difíceis: compartilhando desafios na atenção à saúde - livro disponível para download


O livro "Comunicação de Notícias Difíceis: compartilhando desafios na atenção à saúde" uma parceria do Ministério da Saúde, Instituto Nacional de Câncer (INCA) e Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein está disponível para download no link abaixo:


http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/comunicacao_noticias_dificeis.pdf

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Tratamento Gratuito para Pacientes com Parkinson


O Ministério da Saúde através de suas políticas de saúde disponibiliza no Sistema Único de Saúde (SUS) medicamentos para a Doença de Parkinson. Estes medicamentos estão divididos em 2 grupos.

O primeiro grupo são medicamentos disponibilizados pelas Farmácias de Alto Custo das Secretarias Estaduais de Saúde sendo eles:

Amantadina 100 mg
Bromocriptina 2,5 mg e 5 mg
Cabergolina 0,5 mg
Entacapona 200 mg
Pramipexol 0,125 mg, 0,25 mg e 1 mg
Selegilina 5 mg e 10 mg
Tolcapona 100 mg

O segundo grupo de medicamentos é disponibilizado através dos postos municipais de saúde, sendo eles:

Biperideno 2 mg
Biperideno 4 mg
Levodopa + benserazida 200/50 mg
Levodopa + benserazida 100/25 mg
Levodopa + carbidopa 250/25 mg
Levodopa + carbidopa 200/50 mg

Fonte:
PORTARIA Nº 3.916, DE 30 DE OUTUBRO DE 1998
PORTARIA Nº 2.981, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2009
PORTARIA Nº 4.217, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2010

http://www.vivabemcomparkinson.com.br/tratamento/tratamento-gratuito/

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Dia 20 de outubro - Dia Mundial de Luta Contra Osteoporose




Hoje, dia 20 de outubro é celebrado mundialmente o dia de conscientização e luta contra a osteoporose, doença que atinge milhares de pessoas entre homens e mulheres.

O tema desse ano da International Osteoporosis Foundation (IOF)/Fundação Internacional de Osteoporose é Osteoporose em Homens. Com o título: Homens Reais Constroem Sua Força de Dentro para Fora a Fundação pretende desmistificar que a osteoporose seja uma doença de mulheres e fazer com que os homens cuidem melhor da sua saúde, em virtude do envelhecimento.

Faça de sua saúde óssea uma prioridade! 

Alguns dados:

Até 2050, o número esperado de fraturas de quadril deve quadruplicar.

O risco de fratura ao longo da vida é maior do que o risco de desenvolver câncer de próstata: poucos homens mais velhos estão alertados para a osteoporose.

Um terço de todas as fraturas de quadril do mundo todo ocorre em homens: os estudos também mostram que 37% dos pacientes masculinos morrem no primeiro ano após uma fratura de quadril.

Os homens têm maior probabilidade do que as mulheres de sofrer consequências sérias ou morte.

Um em cada cinco homens com mais de 50 anos de idade partirá um osso devido à osteoporose. Conheça o seu risco de sofrer futuras fraturas efetuando o teste rápido de risco de osteoporose no site.


Abaixo, alguns materiais disponíveis para download e outros links sobre o tema:

Kit da campanha 2014: 
http://share.iofbonehealth.org/WOD/2014/campaign-toolkit/WOD_2014-campaign_toolkit-PT_BR.pdf

Relatório Anual 2014:
http://share.iofbonehealth.org/WOD/2014/thematic-report/WOD14-Report-PT_BR.pdf

Infográfico 2014:
http://share.iofbonehealth.org/WOD/2014/infographic/WOD14-infographic-A4.pdf

Livreto para pacientes:
http://share.iofbonehealth.org/WOD/2014/patient-brochure/WOD14-patient_brochure-PT_BR.pdf

International Osteoporosis Foundation:
http://www.iofbonehealth.org/



Outros links sobre osteoporose:

http://biafisio.blogspot.com.br/2013/07/campanha-mundial-em-hospitais-publicos.html

http://biafisio.blogspot.com.br/2012/08/cartilha-osteoporose-para-pacientes.html

http://biafisio.blogspot.com.br/2011/10/dia-20-de-outubro-dia-mundial-de.html

http://biafisio.blogspot.com.br/2012/11/musculacao-e-o-exercicio-fisico-mais.html

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Dia 15 de julho - Dia Nacional do Homem


Criado em 1992, o Dia Nacional do Homem nasceu para incentivar o cuidado com a saúde pelo público masculino. Desde então, no dia 15 de julho são realizados encontros para trabalhar com a equidade de gênero, contra o sexismo e também destacar papéis positivos dos homens na sociedade. Segundo o coordenador da Área Técnica de Saúde do Homem do Ministério da Saúde, Dr. Eduardo Schwarz, o Ministério da Saúde está trabalhando para reforçar a saúde do homem brasileiro com atividades em diversos estados e municípios, que contam com mutirões, rodas de conversa, seminários públicos, entre outros.

http://www.blog.saude.gov.br/dia-nacional-do-homem-atencao-basica-e-saude-para-a-populacao-masculina/

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Diabetes mata 4 vezes mais do que Aids no Brasil, mostra balanço do Ministério da Saúde



O diabetes foi responsável por mais de 470 mil mortes no Brasil entre 2000 e 2010, segundo balanço do Ministério da Saúde divulgado nesta terça-feira (13), véspera do Dia Mundial do Diabetes. O número saltou de 35,2 mil pessoas para quase 55 mil pessoas entre esses dez anos, alavancando a taxa de mortalidade de 20,8 para 28,7 óbitos por 100 mil habitantes.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que o índice já preocupa, pois a doença crônica mata “quatro vezes mais do que a Aids” no país - e ainda supera o número de vítimas fatais do trânsito. Em 2010, o país registrou cerca de 12 mil óbitos em decorrência do vírus HIV e mais de 42 mil mortos em acidentes de trânsito - no mesmo período, 54,8 mil pessoas morreram de diabetes.

Segundo Padilha, a diferença seria ainda maior se fossem consideradas as doenças em que o diabetes age como fator de risco, como câncer e doenças cardiovasculares. Em 2010, o diabetes foi associado a outras 68,5 mil mortes indiretas, totalizando 123 mil óbitos.



Principais vítimas

As mulheres morreram mais do que os homens nesse período.  Em 2010, foram 30,8 mil óbitos de mulheres, contra 24 mil de homens; enquanto, em 2000, morreram 20 mil mulheres e 14 mil homens. Segundo a Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico, comandada pela pasta em 2011, a prevalência de diabetes é de 5,6% da população adulta, afetando 6% das brasileiras e 5,2% dos brasileiros.


Já por faixa etária, a mais afetada é a acima dos 80 anos, com 15,7 mil falecimentos. O número de 2010 mais do que dobrou nos últimos dez anos: em 2000, foram 6,8 mil mortes de idosos diabéticos com mais de 80 anos. Além disso, o estudo aponta que a maior concentração de óbitos pela doença está na população menos escolarizada. Foram 24 mil mortes de diabéticos que tiveram até três anos de escolaridade em 2010.

O levantamento, porém, apontou estabilização no número de internações decorrentes do diabetes feitas nos primeiros semestres dos últimos três anos. Foram registradas, em média, 72 mil hospitalizações. Para o ministro, o fato se deve às ações desenvolvidas pela pasta, como oferecer medicamentos gratuitos. Desde o início da gratuidade, em fevereiro de 2011, mais de 4 milhões foram favorecidas. O acesso à medicação adequada fez o número de atendimentos saltar de 306 mil em janeiro de 2011 para 1,4 milhão em outubro de 2012.

Como age a doença


O diabetes é uma doença crônica resultante do desequilíbrio dos níveis de glicose no sangue. Isso ocorre quando o pâncreas não consegue produzir insulina suficiente (diabetes tipo 1) ou quando a insulina produzida pelo pâncreas não age adequadamente nas células do corpo devido a uma resistência do corpo à ação dela (diabetes tipo 2). Quando um destes problemas com a insulina ocorre, a glicose deixa de ser absorvida pelas células, o que provoca a elevação dos níveis de glicose no sangue.

A principal característica do diabetes é a hiperglicemia (elevação dos níveis de glicose no sangue), que pode se manifestar por sintomas como poliúria (excesso de urina), polidipsia (sede aumentada), perda de peso, polifagia (fome aumentada) e visão turva. Esses sinais e sintomas são mais evidentes no diabetes tipo 1. O diabetes tipo 2 em geral é mais “silencioso” e é mais comum na faixa etária dos adultos.



http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2012/11/13/diabetes-mata-4-vezes-mais-que-aids-no-brasil-mostra-balanco-do-ministerio-da-saude.htm

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Melhor em Casa - Ministério habilita mais 57 equipes de atenção domiciliar



O programa Melhor em Casa passa a contar com mais 57 equipes que prestam atendimento domiciliar pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A portaria nº 1.620 habilita 39 Equipes Multiprofissionais de Atenção Domiciliar (EMAD) e 18 Equipes Multiprofissionais de Apoio (EMAP), totalizando 57 novas equipes nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Goiás, São Paulo e Bahia.

“O programa veio qualificar o atendimento domiciliar que já existia em alguns locais, além de expandir para localidades que contavam com equipes de atenção domiciliar e se tornou uma das prioridades do governo federal”, destaca o coordenador do Programa Melhor em Casa, Aristides Oliveira.

Desde o seu lançamento, em novembro de 2011, o programa já habilitou 343 Equipes Multiprofissionais de Atenção Domiciliar e 140 equipes multiprofissionais em 19 estados, alcançando 84 municípios. Deste total, 122 EMADs e 45 EMAPs já estão atendendo a população em 44 municípios de 15 estados.

O Ministério da Saúde custeia as equipes principais com o valor de R$ 34,56 mil mensais e R$ 6 mil por equipe de apoio. Até 2014, o investimento total é de R$ 1 bilhão, para implantação de mil equipes de Atenção Domiciliar e outras 400 equipes de apoio. Pessoas com necessidade de reabilitação motora, idosos, pacientes crônicos sem agravamento ou em situação pós-cirúrgica e com possibilidade de desospitalização, por exemplo, são atendidas por equipes multidisciplinares durante toda a semana (de segunda a sexta-feira), 12 horas por dia e, podendo ser em regime de plantão, nos finais de semana e feriados.

As equipes são formadas, prioritariamente, por médicos, enfermeiros, técnicos em enfermagem e fisioterapeuta ou assistente social. Outros profissionais como fonoaudiólogo, nutricionista, terapeuta ocupacional, odontólogo, psicólogo e farmacêutico, além de fisioterapeuta e assistente social poderão compor as equipes de apoio. Cada equipe poderá atender, em média, 60 pacientes, simultaneamente.
Segundo o Ministério, o programa Melhor em Casa também ajuda a reduzir as filas nos hospitais de emergência, já que a assistência, quando há indicação médica, passa a ser feita na própria residência do paciente, desde que haja o consentimento dele e da família. Até 2014, serão implantadas equipes em todas as regiões do país.

Mudança – Recentemente o Ministério da Saúde mudou algumas regras do programa para ampliar o número de municípios aptos a receberem o Melhor em Casa. Municípios com mais de 40 mil habitantes poderão implantar o programa, desde que tenham o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192) ou serviço próprio de atendimento às urgências, além de possuir um hospital de referência. A portaria anterior restringia os municípios de 40 mil habitantes às regiões metropolitanas.

Outra mudança importante refere-se à flexibilidade da carga horária dos profissionais que compõem as equipes. Os profissionais auxiliares ou técnicos de enfermagem, por exemplo, poderão ter somatório de sua carga horária semanal mínima de 120 horas. A portaria anterior previa 160 horas semanais. Os critérios para implantação de mais de uma equipe de atendimento domiciliar também foram reduzidos. O município que tiver acima de 150 mil habitantes poderá implantar uma segunda equipe de atendimento domiciliar e assim sucessivamente. Antes, os municípios precisavam alcançar a população de 200 mil habitantes para constituir a segunda equipe.



segunda-feira, 2 de julho de 2012

Rivastigmina produzida no Brasil será distribuída gratuitamente pelo SUS



O laboratório do Instituto Vital Brazil (IVB), localizado em Niterói, na região metropolitana do Rio de Janeiro, entregou na última sexta-feira, dia 29 de junho, às secretarias estaduais de Saúde os primeiros lotes de rivastigmina, medicamento destinado ao tratamento dos portadores de Alzheimer. A expectativa, segundo o vice-presidente do IVB, é que o remédio estará disponível a partir de julho, e será entregue trimestralmente. O Ministério da Saúde será o responsável pela distribuição nacional gratuita, por intermédio do Sistema Único de Saúde (SUS).


“O medicamento vai ser distribuído a todos os almoxarifados de todas as secretarias de todos os estados da Federação. Haverá ainda uma destinação ao almoxarifado do ministério em Brasília, (para formação) do chamado estoque estratégico, ou seja, se faltar esse medicamento em algum local, por acréscimo de demanda, vai existir um quantum que poderá ser encaminhado”, explicou Horta.

Foram entregues quatro toneladas do remédio, quantidade capaz de atender ao total da demanda do país. De acordo com dados da Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz), cerca de 6% das 15 milhões de pessoas com mais de 60 anos sofrem com a doença.

O vice-presidente do IVB, Bernardo Horta, disse que o projeto é fruto de uma nova política de governo federal que, por meio de legislações específicas, incentivou a produção nacional da rivastigmina, fortalecendo o campo da saúde através de uma parceria público-privada. De acordo com Horta, o processo de produção teve início há dois anos, quando o IVB constituiu uma parceria que envolvia o laboratório Laborvida, do Rio, e o laboratório EMS, de São Paulo, o maior produtor do país no campo dos medicamentos genéricos.

“Foi necessária muita pesquisa para desenvolver a formulação do medicamento. Um laboratório multinacional detinha a sua patente, que foi posteriormente expirada. Isso propiciou o processo de desenvolvimento da formulação do medicamento. A partir daí, resultou o registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e foi então iniciada a sua produção”, disse Horta.

O Alzheimer é uma doença degenerativa, caracterizada pela perturbação das funções cognitivas, e é ainda incurável e progressiva, levando à morte. Esses sintomas muitas vezes são acompanhados pela deterioração do comportamento social, da motivação e do controle emocional.

Para a distribuição dos lotes, o Instituto Vital Brazil firmou com o Ministério da Saúde contrato de cinco anos, com o compromisso de atender toda a demanda nacional necessária. O medicamento a ser entregue possui formulações que variam de 1,5 mg a 6 mg, em embalagens de 15 cápsulas cada.


terça-feira, 5 de junho de 2012

Câmara aprova fisioterapeuta e terapeuta ocupacional no Saúde da Família


A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou na quinta-feira (31) o Projeto de Lei 4261/04, da deputada Gorete Pereira (PR-CE), que inclui fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais no Programa Saúde da Família (PSF). O projeto recebeu parecer favorável da relatora, deputada Sandra Rosado (PSB-RN).

A proposta tramita em caráter conclusivo e se no prazo de cinco sessões não houver recurso para análise do Plenário da Câmara, assinado por 52 deputados, será remetido diretamente para o Senado.

Gerenciado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), com foco na rede médico-hospitalar estadual e municipal, o PSF é uma das principais ações de saúde pública do País. Atualmente, as equipes do PSF são formadas por médicos, dentistas, enfermeiros, auxiliares de enfermagem, agentes comunitários de saúde, auxiliares de consultório dentário e técnicos em higiene dental.

Para Gorete Pereira, a participação de fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais dentro do PSF “vai preencher uma lacuna ainda existente na busca por uma atenção integral e de qualidade”.

Segundo o Ministério da Saúde, existem cerca de 32,8 mil equipes de saúde da família implantadas em 5.274 municípios, abrangendo 54% da população brasileira.



http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/SAUDE/419142-CAMARA-APROVA-FISIOTERAPEUTA-E-TERAPEUTA-OCUPACIONAL-NO-SAUDE-DA-FAMILIA.html

quinta-feira, 31 de maio de 2012

A obesidade nas capitais brasileiras


Mais uma pesquisa alerta: os brasileiros engordaram. Há seis anos, 43% da população estava com sobrepeso e 11% era realmente obesa. Os números mais recentes nesses quesitos são 48,5% e 15,8%, respectivamente. Esses dados preocupantes foram revelados pela VIGITEL (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), estudo realizado anualmente pelo Ministério da Saúde desde 2006. No último levantamento, de 2011, foram entrevistadas mais de 50 mil pessoas acima de 18 anos, residentes nas 26 capitais brasileiras e no Distrito Federal.

Para categorizar a situação de sobrepeso e obesidade, a pesquisa considerou o Índice de Massa Corporal (IMC), que é o resultado de uma divisão do peso pela altura ao quadrado. O método é reconhecido pela OMS (Organização Mundial da Saúde) e funciona apenas como indicador. Vale lembrar que fatores, como percentual de gordura e circunferência abdominal também são importantes.

No estado de São Paulo, 16% estão obesos ( IMC igual ou maior que 30) e 48% com sobrepeso ( IMC entre 25 e 29,9).


http://saude.abril.com.br/emagrece-brasil/obesidade-brasil-estados-vigitel.shtml

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Ministério da Saúde lançou Campanha Nacional de Vacinação contra Gripe




O Ministério da Saúde lançou nesta terça-feira (24) a Campanha Nacional de Vacinação contra Gripe. Os públicos alvos da campanha são gestantes (em qualquer período gestacional), pessoas com 60 anos ou mais, crianças de seis meses a menores de dois anos, profissionais de saúde, indígenas, e pela primeira vez a campanha também vai atingir a população prisional.

Entre 05 a 25 de maio, 65 mil postos de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS) estarão preparados para realizar a imunização. No primeiro dia da campanha (05) acontecerá o Dia D de mobilização nacional, com postos funcionando das 8h às 17h.

A campanha será realizada, em conjunto, entre o Ministério da Saúde e as secretarias estaduais e municipais de todo o país. Seu principal objetivo é reduzir a mortalidade, as complicações e as internações que ocorrem em consequência das infecções pelo vírus da influenza nesta população.

O secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, destacou os tipos de vacinas que serão utilizadas na campanha e que vão proteger contra os três principais vírus que circulam no hemisfério sul, entre eles o da influenza A (H1N1), como recomenda a Organização Mundial da Saúde (OMS). “A vacina de influenza é diferente. Ela pode mudar todos os anos porque dá uma proteção limitada (apenas aos três sorotipos que circularam no último ano), e por isso deve ser preparada para se utilizar ano a ano”.

Outro ponto destacado pelo secretário Jarbas foi a lenda de que a vacina provoca gripe: “Diferente de outras vacinas, produzidas por vírus atenuado, essa vacina contra influenza é feita com pedaços dos vírus, o que não possibilita o desenvolvimento da doença”. Outra atenção é a contra indicação para pessoas com alergia severa a ovo – proteína utilizada na fabricação da vacina – e para quem teve reações adversas anteriores. Em casos de doenças agudas e febris ou pacientes com doenças neurológicas, é recomendável a busca de avaliação médica. Quem pretende doar sangue deve aguardar 48 horas após a dose para realizar a doação.

Para a campanha, o Ministério da Saúde distribuiu 31,1 milhões de doses da vacina e repassou R$ 24,7 milhões do Fundo Nacional de Saúde (FNS) aos fundos estaduais e municipais. Estes recursos são usados para custear a infraestrutura das campanhas, a aquisição de seringas e agulhas, o deslocamento das equipes e o material informativo distribuído. Cerca de 240 mil profissionais do SUS estarão envolvidos na ação, que também contará com 27 mil veículos.

Durante a coletiva o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou que o não existe mais uma pandemia da influenza H1N1. “A OMS não considera mais a H1N1 como pandemia, mas é o tipo de vírus que ainda circula, não só no Brasil como no Hemisfério Sul e precisamos nos proteger”.

População Prisional – Pela primeira vez, as cerca de 500 mil pessoas que estão cumprindo pena em presídios também estarão cobertas pela campanha. A iniciativa faz parte do Plano Nacional de Saúde do Sistema Penitenciário, executado em parceria entre os ministérios da Saúde e da Justiça.

Um dos seus objetivos é garantir o direito à saúde dos presidiários, população que está mais vulnerável a doenças respiratórias e pulmonares, devido às condições de habitação e confinamento.

A escolha dos grupos a serem vacinados é definida com base em estudos epidemiológicos e na observação do comportamento das infecções respiratórias, que têm como principal agente os vírus da gripe. São priorizados os grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias.

Prevenção – Para evitar a contaminação com influenza é necessário ficar atento a manter hábitos de saúde saudáveis: Sempre lavar as mãos com água e sabão; Evitar tocar olhos, boca e nariz após contato com superfícies, e usar um lenço ao espirrar e tossir.



Fonte: Ministério da Saúde

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Dores de cabeça podem estar ligadas à articulação que movimenta a boca



Como diferenciar dor de cabeça ou enxaqueca de outros problemas que apresentam sintomas parecidos? É o caso dos distúrbios ligados à ATM, articulação temporomandibular, responsável pela movimentação da boca. A maioria das pessoas não associa a dor de cabeça com algum problema na boca. Com isso, o tratamento não é realizado e a doença piora.

Segundo o coordenador da Saúde Bucal do Ministério da Saúde, Gilberto Pucca, uma das causas é o bruxismo, o ranger dos dentes enquanto a pessoa dorme e com o tempo gera o desgaste na superfície dos dentes. Pucca explica que essa articulação funciona como um amortecedor, por isso, é importante ficar atento a alguns sinais: ”Reparar se a articulação, quando você abre e fecha a boca, causa um estalo. Isso é um sinal de que pode estar iniciando algum tipo de problema nessa articulação. Quer dizer, se for só o estalo não há problema na medida em que não esteja acompanhando de dor, mas se a dor é persistente, se o diagnóstico é difícil, nós recomendamos também que a busca dessa causa pode ser um problema nessa articulação.”

O coordenador conta que o tratamento vai depender do diagnóstico de cada paciente: “Às vezes é preciso colocar o que nós chamamos de placa de mordida, que é uma placa que a pessoa dorme com ela para evitar que ela ranja os dentes durante à noite. Em quadros mais graves, às vezes, até pode ser indicado uma cirurgia, mas evidente isso em quadros mais avançados.”

Pucca afirma ainda que um problema na ATM pode levar a uma dor de cabeça crônica. Por esse motivo, reforça a importância da pessoa buscar orientação médica e odontológica para que o problema seja resolvido.

http://www.blog.saude.gov.br/dores-de-cabeca-podem-estar-ligadas-a-articulacao-que-movimenta-a-boca/

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Estoque de Sangue cai 25% durante o carnaval

A Coordenação Geral de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde (CGSH) faz um alerta: os estoques de sangue dos hemocentros de todo o país caíram, em média, 25% com a chegada do Carnaval.

A situação fica ainda mais preocupante porque nessa época costuma haver aumento na demanda por transfusões de sangue, devido à maior quantidade de acidentes de trânsito e de outras ocorrências ligadas ao alto consumo de álcool.

Para a CGSH, essa queda acontece porque muitas pessoas vão viajar e deixam de doar sangue como de costume. O coordenador-geral de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde, Guilherme Genovez, faz um apelo e pede para que as pessoas que já são doadoras continuem com sua contribuição mesmo nessa época.

Para ser um doador é necessário ter entre 16 e 68 anos, mais de 50 quilos, hábitos de vida saudáveis e não estar tomando medicamentos. Além disso, o interessado deve levar documento de identidade com foto e evitar alimentos gordurosos quatro horas antes do procedimento.

Vamos ajudar! Doe sangue, doe vida!

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Doe leite, doe vida!

A Semana Mundial da Amamentação (SMAN) ocorreu entre os dias 1º e 7 de agosto e o tema de 2011, sugerido pela WABA (Aliança Mundial para ação em Aleitamento Materno) é “Comunique-se! Amamentação: uma experiência em 3D”. A ideia é levar a amamentação a uma nova dimensão, torná-la uma experiência mais interativa e participativa.


Para incentivar o aleitamento materno, o Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Pediatria disponibilizam diversas peças: cartaz, folder, spot e filmes com foco no apoio e incentivo a amamentação, além de dicas de como amamentar.

O leite materno é um alimento completo. Até os 6 meses, o bebê não precisa de nenhum outro alimento (chá, suco, água ou outro leite). Depois dos 6 meses, a amamentação deve ser complementada com outros alimentos, mas é bom que o bebê continue sendo amamentado até 2 anos ou mais. Quanto mais tempo o bebê mamar no peito, melhor para ele e para a mãe.

A amamentação é uma experiência completa, proporciona a comunicação total entre mãe e filho. Amamentar só faz bem. Espalhe essa ideia. Seja um amigo do peito.

Fonte: Ministério da Saúde

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Dia 27 de setembro - Dia Nacional da Doação de Órgãos


Segundo a ABTO – Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos, o Brasil é o segundo país do mundo em número de transplantes realizados por ano, sendo mais de 90% pelo sistema público de Saúde.

É fundamental que as pessoas que desejam doar seus órgãos informem suas famílias sobre sua intenção em ser doador, não é necessário deixar algum documento por escrito, somente a vontade explicita para que o procedimento seja autorizado. Outra maneira para doação de órgãos é o consentimento da família para o processo, após um diagnóstico de morte encefálica e conversa esclarecedora com o médico ou equipe responsável pelo paciente.


Para o paciente que estava em uma fila de espera há 4, 5, 10 anos receber um transplante de algum doador significa muito mais que uma perspectiva de vida, significa uma nova chance, um ato de amor. “Hoje mais de 80% dos transplantes são realizados com sucesso, reintegrando o paciente à sociedade produtiva.”, dados da ABTO.

Quero ser um doador de órgãos. O que posso doar?

* Córneas (retiradas do doador até seis horas depois da parada cardíaca e mantidas fora do corpo por até sete dias);

* Coração (retirado do doador antes da parada cardíaca e mantido fora do corpo por no máximo seis horas);

* Pulmão (retirados do doador antes da parada cardíaca e mantidos fora do corpo por no máximo seis horas);

* Rins (retirados do doador até 30 minutos após a parada cardíaca e mantidos fora do corpo até 48 horas);

* Fígado (retirado do doador antes da parada cardíaca e mantido fora do corpo por no máximo 24 horas);

* Pâncreas (retirado do doador antes da parada cardíaca e mantido fora do corpo por no máximo 24 horas);

* Ossos (retirados do doador até seis horas depois da parada cardíaca e mantidos fora do corpo por até cinco anos);

* Medula óssea (se compatível, feita por meio de aspiração óssea ou coleta de sangue);

* Pele; e

* Valvas Cardíacas.



Fontes:

Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos - http://www.abto.org.br/

Ministério da Saúde - http://portal.saude.gov.br/

http://www.doevida.org.br/

terça-feira, 28 de junho de 2011

Programa implementará 4 mil Academias da Saúde

Ação do Ministério da Saúde visa modificar quadro de sedentarismo e sobrepeso do brasileiro. Atividade física previne doenças como diabetes e hipertensão

O Ministério da Saúde vai implementar 4 mil pólos do Programa Academia da Saúde até 2014, em todo o país. Para isso, publicou, nesta segunda-feira (27), no Diário Oficial da União, duas portarias que permitem a adesão e destino de recursos aos municípios interessados. A ação prevê uma série de medidas voltadas à promoção da saúde dos brasileiros no Sistema Único de Saúde, com a criação de espaços específicos para o desenvolvimento de práticas corporais, atividades físicas, lazer e de modos de vida saudáveis.

A Organização Mundial de Saúde recomenda a prática de 30 minutos de atividade física, em cinco ou mais dias por semana. De acordo com o último Vigitel, inquérito telefônico realizado pelo ministério, 16,4% dos brasileiros adultos são fisicamente inativos. Segundo o estudo de 2010, quase metade da população adulta (48,1%) está acima do peso e 15% são obesos.

“A exemplo dos programas desenvolvidos em algumas capitais, o Academia da Saúde busca eliminar barreiras como a inexistência de espaços públicos de lazer, o que reduz a possibilidade de acesso às práticas corporais pela maioria da população”, explica Deborah Malta, coordenadora de Vigilância de Doenças e Agravos Não Transmissíveis, do Ministério da Saúde.

Segundo a coordenadora além de receber orientações sobre atividades físicas, de segurança e de educação alimentar e nutricional, a população praticará ginástica, capoeira, dança, jogos esportivos, yoga, tai chi chuan e atividades artísticas como teatro, música, pintura e artesanato. Os exercícios serão orientados por profissionais capacitados. O Programa tem como referenciais iniciativas bem sucedidas realizadas em cidades como Recife (PE), Aracaju (SE) e Belo Horizonte (MG).

A portaria define três modalidades de pólos. A modalidade básica conta com ambiente destinado a atividades coletivas e espaço externo que contenha área multiuso com equipamentos para alongamento. Os pólos intermediários terão, além desses componentes, um depósito de materiais. Essas duas modalidades devem ser construídas próximas a Unidades Básicas de Saúde. Já a ampliada prevê, ainda, uma estrutura de apoio com ambientes internos, além de jardins e canteiros. Os governos locais poderão construir, com recursos próprios, estruturas complementares, como pistas para caminhada, quadras esportivas e parques infantis.

O Programa faz parte das Políticas Nacionais de Atenção Básica e de Promoção da Saúde e integra o Plano de Ações Estratégicas para o Enfretamento das Doenças Crônicas não Transmissíveis no Brasil, que será apresentado em setembro durante a Assembleia da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York (EUA). A meta do Ministério da Saúde é implantar 1 mil polos por ano até o final de 2014.

RECURSOS – Os municípios receberão R$ 180 mil por unidade para a construção de polos de Academia da Saúde. Com esse recurso será custeada a construção de espaços físicos e aquisição de equipamentos. Os custos adicionais poderão ser complementados pelos estados e municípios.

Em relação à manutenção, caso o projeto esteja vinculado a um Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF), será feita transferência fundo a fundo, regular e continuada, de R$ 3 mil mensais. Se não possuir um NASF, o município receberá uma única parcela de R$ 36 mil anuais. A exigência é a mesma: um profissional com carga de 40 horas semanais ou dois com mínimo de 20 horas cada, vinculados a atividade do Programa Academia da Saúde. As instruções para as duas formas estão disponíveis no site http://www.saude.gov.br/academiadasaude

Fonte: http://www.portal.saude.gov.br/