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quarta-feira, 3 de junho de 2015
Congresso Cuidados Paliativos - 21 e 22 de Agosto de 2015
Congresso Cuidados Paliativos - "esperança para viver e para partir"
Data: 21 e 22 de agosto de 2015.
O encontro é uma realização da Chancelaria do Instituto Presbiteriano Mackenzie e da Associação da Capelania Evangélica Hospitalar.
Investimento: R$ 200,00.
As inscrições podem ser feitas pelo site: www.capelaniahospitalar.org.br
sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
SBGG e ANCP lançam folder informativo sobre Cuidados Paliativos e Hospice
A Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) produziu, em parceria com a ANCP, um folder com explicações básicas sobre Cuidados Paliativos e hospice. O público-alvo desse material são leigos, alunos de graduação ou profissionais que desejem se informar sobre conceitos básicos.
Segundo Daniel Azevedo, presidente da Comissão Permanente de Cuidados Paliativos da SBGG, é fundamental que a sociedade brasileira assimile os conceitos e objetivos dos Cuidados Paliativos e dos cuidados ao fim da vida.
“As pessoas têm dificuldade em conversar sobre esse assunto por total desconhecimento do tema – acreditam que Cuidados Paliativos signifiquem o abandono da pessoa doente quando, na verdade, representam justamente o contrário: valorizar a vida da pessoa e implementar todas as medidas para que ela fique confortável até o momento da morte”, explica.
Uma estratégia adotada nesse sentido foi a elaboração de material didático e de divulgação para públicos variados, com base em originais desenvolvidos por Frank D. Ferris, paliativista de reputação internacional e parceiro da SBGG desde 2014.
“De forma graciosa, ele nos cedeu um folder objetivo que explica os rudimentos dos Cuidados Paliativos e da filosofia Hospice, que traduzimos e adaptamos para a realidade brasileira. Por se tratar de um material da SBGG, julgamos importante incluir a especificidade de Cuidados Paliativos para idosos”, disse.
A intenção é que esse material seja veiculado da forma mais ampla possível. Para isso, foi preparada uma versão online, que deve ser veiculada através de sites, e uma versão para impressão, que pode ser distribuída em eventos científicos, hospitais ou consultórios.
“Quanto maior a divulgação, melhor. Vamos usar a versão impressa em todos os grandes eventos da SBGG para orientar os participantes e sugerir a eles que busquem mais informações nos sites de referência que constam no folder”, afirmou Azevedo.
Para acessar o folder, clique no link abaixo:
http://issuu.com/dinamoeditora/docs/folder_online_sbgg_/0
segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
Manual de Cuidados Paliativos - para download
O Manual de Cuidados Paliativos ANCP é considerado a melhor publicação brasileira sobre o tema. De caráter introdutório e compreensivo, seus capítulos foram escritos pelos principais líderes de opinião na área de Cuidados Paliativos em nosso país. É também uma ótima ferramenta para se ter a mão.
Para baixar o arquivo gratuitamente, visite o site www.paliativo.org.br e, na Biblioteca Virtual, escreva a palavra “Manual” na ferramenta de busca.
Publicação ajuda familiares a enfrentar o final de vida de entes queridos - Cartilha para download: Quando um ente querido está morrendo
Acaba de ser lançada a versão em português de um material canadense que ajuda familiares que estão enfrentando a morte de um ente querido. Intitulada Quando um ente querido está morrendo – O que você pode esperar e como você pode ajudar, a publicação convida a uma conversa franca sobre a terminalidade da vida de quem está próximo de nós e demanda acompanhamento, companhia e cuidado.
O material foca especificamente em pacientes idosos em final de vida. Entre os temas abordados estão “O que acontece nos momentos finais?”, “Controle da dor e uso de opioides” e “Diretivas antecipadas de vontade e tomada de decisões sobre assistência à saúde por representante”.
Trata-se de uma iniciativa liderada pelo International Longevity Center Brasil, em parceria com a Academia Nacional de Cuidados Paliativos (ANCP), a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), a SBGG Seção Rio de Janeiro, Centro de Estudo e Pesquisa do Envelhecimento (CEPE) e Instituto Vital Brasil. A equipe de trabalho que adaptou o material para a realidade brasileira é formada pelos especialistas Claudia Burlá, Ligia Py, Filipe Gusman e Daniel Azevedo.
A publicação é de acesso livre e gratuito.
Para fazer download basta acessar o link:
http://www.sbgg.org.br/cms/wp-content/uploads/2014/12/NOTA-4.pdf
O material foca especificamente em pacientes idosos em final de vida. Entre os temas abordados estão “O que acontece nos momentos finais?”, “Controle da dor e uso de opioides” e “Diretivas antecipadas de vontade e tomada de decisões sobre assistência à saúde por representante”.
Trata-se de uma iniciativa liderada pelo International Longevity Center Brasil, em parceria com a Academia Nacional de Cuidados Paliativos (ANCP), a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), a SBGG Seção Rio de Janeiro, Centro de Estudo e Pesquisa do Envelhecimento (CEPE) e Instituto Vital Brasil. A equipe de trabalho que adaptou o material para a realidade brasileira é formada pelos especialistas Claudia Burlá, Ligia Py, Filipe Gusman e Daniel Azevedo.
A publicação é de acesso livre e gratuito.
Para fazer download basta acessar o link:
http://www.sbgg.org.br/cms/wp-content/uploads/2014/12/NOTA-4.pdf
terça-feira, 4 de novembro de 2014
Advance Directives and Outcomes of Surrogate Decision Making before Death - The New England Journal of Medicine - artigo
O artigo Advance Directives and Outcomes of Surrogate Decision Making before Death foi publicado no The New England Journal of Medicine em 2010 aborda o tema diretiva antecipada de vontade ou testamento vital.
O estudo analisou dados de 3.746 pessoas com 60 anos ou mais que morreram entre 2000 e 2006. A idade média dos participantes era de 80 anos. Cerca de 30% deste contingente precisou tomar uma decisão sobre seu tratamento, antes da morte, mas não podia mais fazer isto sozinho. Destes, cerca de dois terços tinham feito uma diretiva antecipada de vontade e contavam com parentes designados para decidir por eles.
Depois que a pessoa morreu, os parentes foram entrevistados para saber se os desejos da pessoa foram cumpridos. A maioria relatou que os desejos tinham sido atendidos. Quase todos os pacientes desejavam cuidados paliativos e qualidade de vida no fim da vida, apenas 2% por cento solicitou “cuidados mais agressivos”.
O artigo está disponível para consulta e download no link abaixo.
http://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMsa0907901
O estudo analisou dados de 3.746 pessoas com 60 anos ou mais que morreram entre 2000 e 2006. A idade média dos participantes era de 80 anos. Cerca de 30% deste contingente precisou tomar uma decisão sobre seu tratamento, antes da morte, mas não podia mais fazer isto sozinho. Destes, cerca de dois terços tinham feito uma diretiva antecipada de vontade e contavam com parentes designados para decidir por eles.
Depois que a pessoa morreu, os parentes foram entrevistados para saber se os desejos da pessoa foram cumpridos. A maioria relatou que os desejos tinham sido atendidos. Quase todos os pacientes desejavam cuidados paliativos e qualidade de vida no fim da vida, apenas 2% por cento solicitou “cuidados mais agressivos”.
O artigo está disponível para consulta e download no link abaixo.
http://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMsa0907901
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testamento vital,
The New England Journal of Medicine
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
2º Simpósio de Cuidados Paliativos e Geriatria - 18/10/2014
Dia 18 de outubro de 2014
Inscrições: www.geriatria-gerontologia.com.br
Após o preenchimento da ficha, ela somente será considerada efetivada por meio do envio do comprovante do depósito bancário para o e-mail: cemugg@geriatria-gerontologia.com.br, juntamente do comprovante de estudante, especializando ou residente, sócio adimplente da SBGG ou ANCP ou funcionário do IAMSPE.
Conta para depósito do pagamento:
Banco: Santander (033)
Agência: 0435
Conta: 13 002507-0
terça-feira, 5 de agosto de 2014
SIGG - Simpósio Interdisciplinar de Geriatria e Gerontologia da UNIFESP - 22 e 23 de agosto de 2014
Simpósio Interdisciplinar de Geriatria e Gerontologia da UNIFESP
Data: 22 e 23 de agosto de 2014
Local: Hotel Matsubara – Rua Coronel Oscar Porto, 836 – Paraíso – São Paulo/SP
Inscrições: http://proex.unifesp.br/eventos/eventos14/sigg/index.php/inscricao
http://proex.unifesp.br/eventos/eventos14/sigg/
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
quarta-feira, 5 de junho de 2013
II Simpósio Internacional de Reabilitação Hospitalar - 03, 04 e 05 de outubro
O Instituto Sírio Libanês de Ensino e Pesquisa apresenta o
II SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE REABILITAÇÃO HOSPITALAR
II WORKSHOP DE TERAPIA DE REABILITAÇÃO
III WORKSHOP DE TOXINA BOTULÍNICA
03 a 05 de outubro de 2013
Temas de destaque:
- Diretrizes em Reabilitação Hospitalar;
- Reabilitação Precoce do Paciente Crítico;
- Transição Hospital - Domicílio;
- Qualidade em Reabilitação;
- Cuidado Focado em Reabilitação;
- Cuidados Paliativos para o paciente em Reabilitação;
- Reabilitação Pós-Operatória e Pós-Transplante;
- Cuidados no Paciente Oncológico;
- Uso de Ventilação Não-Invasiva;
- Atualizações no Cuidado de Reabilitação de Pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica.
Coordenação:
Serviço de Reabilitação do Hospital Sírio-Libanês
Mais informações: http://iep.hsl.org.br/Paginas/curso.aspx?IdAtividade=398&pnv=0
quinta-feira, 16 de maio de 2013
A morte é um dia que vale a pena viver - Ana Claudia Quintana Arantes - vídeo
Por um lado, aliviar a dor e o sofrimento de doentes e familiares. Por outro, resgatar a biografia de pacientes. Esse é o exercício diário de Ana Claudia Quintana Arantes, médica formada pela FMUSP e especialista em Cuidados Paliativos pelo Instituto Pallium e Universidade de Oxford, além de pós graduada em Intervenções em Luto. Foi a responsável pela implantação das políticas assistenciais de Avaliação da Dor e de Cuidados Paliativos do Hospital Israelita Albert Einstein e é sócia fundadora da Associação Casa do Cuidar. Atualmente trabalha em consultório e como médica assistente do Hospice do Hospital da Clinicas da FMUSP, na Unidade Jaçanã.
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
III Simpósio de Cuidados Paliativos do Hospital Paulistano
Dia 26 de outubro - Evento Gratuito
Inscrições por email: inscricoeseventosiep@hospitalpaulistano.com.br
Enviar nome completo, profissão e número do rg. Vagas limitadas.
Inscrições por email: inscricoeseventosiep@hospitalpaulistano.com.br
Enviar nome completo, profissão e número do rg. Vagas limitadas.
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
V Jornada de Cuidados Paliativos do ICESP
Nos dias 17 e 18 de agosto, o Icesp promove sua V Jornada de Cuidados Paliativos. O evento tem como objetivo compartilhar o conhecimento e a prática nesta área da saúde.
Em sua quinta edição, o encontro se diferencia dos anteriores por mesclar aulas expositivas com atividades práticas, que estimulam a participação e a troca de experiências. O corpo de palestrantes contará com profissionais reconhecidos, como Prof. Dr. Reinaldo Ayer, Pe. Leocir Pessini, Dr. Daniel Neves Forte, Dr. Ricardo Tavares Carvalho e Profª Maria Julia Paes da Silva. Serão cinco aulas expositivas sobre bioética e quatro horas de oficinas práticas e vivenciais.
A equipe de Cuidados Paliativos do Icesp é composta por médicos, enfermeiros, assistentes sociais, psicólogo, nutricionista e farmacêutico, que atuam de forma transdisciplinar no atendimento em leitos de internação e ambulatório. O serviço conta com 62 leitos, dos quais 50 em regime de HOSPICE e 12 em enfermaria, além de realizar, aproximadamente, 160 atendimentos ambulatoriais por mês.
Descrição do Evento
Dia 17 de agosto
19h30 - Fundamentos da Bioética
Prof. Dr. Ricardo Ayer
Dia 18 de agosto
Das 8h às 9h - Palestra - Eutanásia, Distanásia e Ortotanásia
Pe. Leocir Pessini
Das 9h às 10h - Palestra - Conflitos éticos e tomada de decisão
Dr. Daniel Neves Forte
Das 16h30 às 17h30 - Palestra - Justiça vs autonomia na prática clinica
Dr. Ricardo Tavares Carvalho
Das 17h30 às 18h30 - Palestra - Desafios bioéticos da comunicação
Profª Maria Julia Paes da Silva
OFICINAS
Workshops de duas horas de duração que abordarão temas relevantes à prática de Cuidados Paliativos, promovendo interação entre os participantes e a equipe do ICESP. O objetivo dessas atividades é intensificar a troca entre participantes e equipe, promovendo discussão de casos clínicos com base na literatura científica e experiência da equipe de Cuidados Paliativos do ICESP.
Oficinas manhã - das 10h30 às 12h30
Opção 1 - Espiritualidade: práticas em HOSPICE
Facilitação: equipe HOSPICE ICESP.
Público-alvo: médicos, enfermeiros, psicólogos e assistentes sociais.
Opção 2 - Cuidados Paliativos na emergência
Facilitação: equipe de emergência ICESP.
Público-alvo: médicos e enfermeiros.
Opção 3 - Manejo de opióides e adição
Facilitação: Centro Multidisciplinar de Tratamento da Dor ICESP.
Público-alvo: médicos e enfermeiros.
Opção 4 - Luto
Facilitação: equipe de Cuidados Paliativos ICESP.
Público-alvo: psicólogos, assistentes sociais, enfermeiros e médicos.
Opção 5 - Implantação do Serviço de Cuidados Paliativos na rede pública
Facilitação: Dr. Toshio Chiba, médico geriatra formado pelo HC/FMUSP, titulado pela SBGG/AMB. Doutor em medicina pela Faculdade de Medicina da USP. Membro da Comissão de Cuidados Paliativos da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia. Responsável pela implantação do Serviço de Cuidados Paliativos do ICESP e atualmente chefe da Equipe de Cuidados Paliativos do ICESP.
Público-alvo: médicos, enfermeiros, assistentes sociais e administradores.
Oficinas tarde - das 14h às 16h
Opção 1 - Manejo multidisciplinar da dispnéia
Facilitação: equipe de Cuidados Paliativos ICESP.
Público-alvo: médicos, enfermeiros e fisioterapeutas.
Opção 2 - Cuidando da equipe que cuida
Facilitação: Walmir Cedotti, psicanalista clínico. Atualmente, é consultor em desenvolvimento humano e de equipes do ICESP.
Público-alvo: profissionais da área da saúde.
Opção 3 - Cuidados de fim de vida
Facilitação: Equipe de Cuidados Paliativos ICESP.
Público-alvo: profissionais da área da saúde.
Opção 4 - Prognóstico em neoplasias avançadas: da avaliação à comunicação
Facilitação: Equipe de Cuidados Paliativos ICESP.
Público-alvo: médicos e enfermeiros.
Opção 5 - Implantação do Serviço de Cuidados Paliativos na rede privada
Facilitação: Dr. Daniel Forte.
Público-alvo: médicos, enfermeiros e administradores
INSCRIÇÕES
Entrar em contato com Fabiana Lima pelo telefone 38932727, das 8h às 16h, ou pelo email jornada.paliativos@icesp.org.br, solicitando informações sobre a inscrição. Até 13 de agosto de 2012.
INVESTIMENTO
Profissionais do complexo HC/FMUSP (inclusive acadêmicos e residentes): R$ 100,00
Profissionais não médicos externos: R$ 150,00
Médicos externos: R$ 200,00
Local: Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) - 6º andar
Endereço: Av. DR. Arnaldo, 251 Próximo à estação Clínicas do metrô.
.http://www.icesp.org.br/calendario/eventos/17-08-2012/126/Jornada
Descrição do Evento
Dia 17 de agosto
19h30 - Fundamentos da Bioética
Prof. Dr. Ricardo Ayer
Dia 18 de agosto
Das 8h às 9h - Palestra - Eutanásia, Distanásia e Ortotanásia
Pe. Leocir Pessini
Das 9h às 10h - Palestra - Conflitos éticos e tomada de decisão
Dr. Daniel Neves Forte
Das 16h30 às 17h30 - Palestra - Justiça vs autonomia na prática clinica
Dr. Ricardo Tavares Carvalho
Das 17h30 às 18h30 - Palestra - Desafios bioéticos da comunicação
Profª Maria Julia Paes da Silva
OFICINAS
Workshops de duas horas de duração que abordarão temas relevantes à prática de Cuidados Paliativos, promovendo interação entre os participantes e a equipe do ICESP. O objetivo dessas atividades é intensificar a troca entre participantes e equipe, promovendo discussão de casos clínicos com base na literatura científica e experiência da equipe de Cuidados Paliativos do ICESP.
Oficinas manhã - das 10h30 às 12h30
Opção 1 - Espiritualidade: práticas em HOSPICE
Facilitação: equipe HOSPICE ICESP.
Público-alvo: médicos, enfermeiros, psicólogos e assistentes sociais.
Opção 2 - Cuidados Paliativos na emergência
Facilitação: equipe de emergência ICESP.
Público-alvo: médicos e enfermeiros.
Opção 3 - Manejo de opióides e adição
Facilitação: Centro Multidisciplinar de Tratamento da Dor ICESP.
Público-alvo: médicos e enfermeiros.
Opção 4 - Luto
Facilitação: equipe de Cuidados Paliativos ICESP.
Público-alvo: psicólogos, assistentes sociais, enfermeiros e médicos.
Opção 5 - Implantação do Serviço de Cuidados Paliativos na rede pública
Facilitação: Dr. Toshio Chiba, médico geriatra formado pelo HC/FMUSP, titulado pela SBGG/AMB. Doutor em medicina pela Faculdade de Medicina da USP. Membro da Comissão de Cuidados Paliativos da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia. Responsável pela implantação do Serviço de Cuidados Paliativos do ICESP e atualmente chefe da Equipe de Cuidados Paliativos do ICESP.
Público-alvo: médicos, enfermeiros, assistentes sociais e administradores.
Oficinas tarde - das 14h às 16h
Opção 1 - Manejo multidisciplinar da dispnéia
Facilitação: equipe de Cuidados Paliativos ICESP.
Público-alvo: médicos, enfermeiros e fisioterapeutas.
Opção 2 - Cuidando da equipe que cuida
Facilitação: Walmir Cedotti, psicanalista clínico. Atualmente, é consultor em desenvolvimento humano e de equipes do ICESP.
Público-alvo: profissionais da área da saúde.
Opção 3 - Cuidados de fim de vida
Facilitação: Equipe de Cuidados Paliativos ICESP.
Público-alvo: profissionais da área da saúde.
Opção 4 - Prognóstico em neoplasias avançadas: da avaliação à comunicação
Facilitação: Equipe de Cuidados Paliativos ICESP.
Público-alvo: médicos e enfermeiros.
Opção 5 - Implantação do Serviço de Cuidados Paliativos na rede privada
Facilitação: Dr. Daniel Forte.
Público-alvo: médicos, enfermeiros e administradores
INSCRIÇÕES
Entrar em contato com Fabiana Lima pelo telefone 38932727, das 8h às 16h, ou pelo email jornada.paliativos@icesp.org.br, solicitando informações sobre a inscrição. Até 13 de agosto de 2012.
INVESTIMENTO
Profissionais do complexo HC/FMUSP (inclusive acadêmicos e residentes): R$ 100,00
Profissionais não médicos externos: R$ 150,00
Médicos externos: R$ 200,00
Local: Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) - 6º andar
Endereço: Av. DR. Arnaldo, 251 Próximo à estação Clínicas do metrô.
.http://www.icesp.org.br/calendario/eventos/17-08-2012/126/Jornada
domingo, 17 de julho de 2011
Projeto Hospital Amigo do Idoso pretende preparar o Brasil para o envelhecimento da população
O Brasil é um país em envelhecimento. A idade média do brasileiro, que era de 20 anos em 1980, terá duplicado em 2030. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), serão mais de 40 milhões de idosos - pessoas acima de 60 anos - ou 19% da população. No campo da saúde pública, o Brasil ainda está em fase gestacional das mudanças que serão necessárias para se adequar à nova realidade. A concepção do Hospital Amigo do Idoso é um dos projetos pioneiros da área e carrega um conceito bastante simples: adequar os hospitais às necessidades básicas do idoso. O projeto foi um dos pontos de destaque do Congresso Internacional ‘A Saúde do Idoso’, organizado pelo Hospital do Servidor Estadual, em São Paulo, de 7 a 9 de julho.
A criação e implementação do Hospital Amigo do Idoso (HAI) deve se espelhar no já existente Hospital Amigo da Criança, uma iniciativa do Fundo das Nações Unidas para a Criança (Unicef) de 1990 que preza pela qualidade do atendimento das crianças e incentiva a amamentação. O programa chegou ao Brasil por uma iniciativa do Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual (Iamspe), que administra o Hospital do Servidor Estadual, com o objetivo de responder a uma necessidade interna da instituição. "Hoje, 60% das nossas internações são de pessoas acima dos 60 anos", diz Latif Abrão Junior, superintendente do Iamspe.
De acordo com Alexandre Kalache, consultor internacional e ex-diretor do Departamento de Envelhecimento e Saúde da Organização Mundial de Saúde durante 14 anos, criar o Hospital não é simplesmente transformá-lo em um centro geriátrico especializado. “É uma preparação que vai do espaço físico à abordagem médica”, diz. Em termos práticos isso significa adequar o local com rampas e iluminação, mas também treinar da recepcionista ao médico, para que eles saibam como atender o idoso. “No envelhecimento não há uma patologia, mas sim várias doenças que existem ao mesmo tempo. O médico não pode tratar uma hipertensão sem ter um olhar global da saúde daquele paciente, por exemplo”, diz Kalache.
No Brasil, o modelo padrão está sendo criado em dois lugares: no próprio Hospital do Servidor Estadual e no Hospital São Mateus, localizado na periferia da capital. Como o país segue o caminho inverso das grandes potências e envelhece antes de enriquecer, é inviável que venha de fora um padrão a ser copiado. “Se isso acontecer, apenas os mais ricos terão suporte. O país precisa criar seu próprio modelo para que ele seja viável ao maior número de pessoas possível”, diz Kalache. A expectativa é que dentro de, no máximo, três anos o Servidor Estadual já tenha pensado nessa maneira de se fazer um HAI no Brasil, esteja preparado fisicamente e possa ainda transferir conhecimento aos demais hospitais do país. “Temos apenas 15 anos para nos preparar. É um tempo curto, mas é possível”, diz Kalache.
Cuidados paliativos — O cuidado paliativo é uma prática que procura oferecer mais conforto ao paciente com doença limitadora ou que esteja em estado terminal. Segundo Henrique Parsons, membro da Academia Nacional de Cuidados Paliativos e ex-membro do Departamento de Cuidados Paliativos do MD Anderson, nos Estados Unidos, no Brasil ainda não há programas de formação de profissionais habilitados nessa prática. “Os profissionais que trabalham com isso foram se especializar no exterior. Mas é importante que a prática vire rotina e esteja na pauta dos cursos de medicina”, diz.
No Brasil, ainda há poucos lugares de referência em cuidados paliativos, mas destacam-se, segundo Parsons, o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o Hospital do Servidor Estadual, o Hospital do Câncer de Barretos e o Instituto da Criança da Universidade de São Paulo. O Conselho Federal de Medicina (CFM) estuda a possibilidade de criar uma cadeira de especialização em cuidados paliativos. Qualquer médico, após o término da residência médica, poderia se especializar nessa área de atuação.
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