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quarta-feira, 17 de junho de 2015

Documentário Alive Inside - Vivo por Dentro (video)


Lindo e emocionante documentário sobre o poder da utilização da música em pacientes com demência.

Assista abaixo:


segunda-feira, 15 de junho de 2015

Documentário Envelhescência - Um Novo Olhar sobre o Envelhecimento

Envelhescência é um documentário que conta a história de cinco paulistas e um catarinense que se reinventam após completarem 60 anos de vida.

Aprender a surfar, virar maratonista, fazer uma nova tatuagem… Estes podem ser planos para depois dos 60 anos sim! O mundo mudou, mude sua forma de pensar e de viver, sua maturidade tem muito a acrescentar a todos à sua volta e ao seu prazer! Encontre-se na envelhescência!


LANÇAMENTO NO CINEMA
Venha conferir o documentário Envelhescência! As histórias dos simpáticos personagens têm como pano de fundo o altruísmo e a alegria de viver e conviver descartando a reclusão comumente imposta pelo avanço da idade. A premier será no Centro Cultural Banco do Brasil – SP, que cedeu o seu cinema para a sua primeira série de exibições públicas: 17/06 às 19h; nos dias 18/06 e 19/06, às 13h e 15h; dias 20/06 e 21/06, às 13h; e no dia 22/06, às 13h e 15h.

O trailer já postado aqui no blog: http://biafisio.blogspot.com.br/2015/04/envelhescencia-video-trailer.html


sábado, 11 de abril de 2015

Documentário Rubem Alves, O Professor de Espantos

Documentário Rubem Alves, O Professor de Espantos
Direção Dulce Queiroz

O documentário realizado pela TV Câmara conta a vida e a obra do escritor, psicanalista, teólogo e educador Rubem Alves. Considerado um dos maiores pensadores contemporâneos da educação no Brasil, ele fala de seus sonhos, ideias e realizações na sua carreira.

Um belo documentário! Assistam abaixo:


Envelhescência - video trailer documentário


Um novo ensaio sobre o envelhecimento!

Como encara a sua velhice? Como você pensou que seria envelhecer? 6 histórias de vida que inspiram uma nova leitura sobre a terceira idade. Conheça o emocionante filme Envelhescência que vai ser lançado em breve.


segunda-feira, 30 de março de 2015

Documentário da HBO - The Alzheimer´s Project - What´s happening to grandpa? - Projeto Alzheimer - O que está acontecendo com o vovô?


Um documentário de cerca de 30 minutos, dirigido e produzido por Eamon Harrington e John Watkin; baseado no livro "What’s Happening to Grandpa?" - “O que está acontecendo com o vovô?” de Mary Shriver. 

O documentário faz parte de um projeto maior do canal HBO, THE ALZHEIMER’S PROJECT, que apresenta produções dedicadas a causa do Alzheimer em um site robusto com o intuito da informação e sensibilização da comunidade.

“O que está acontecendo com o vovô?” conta cinco histórias de crianças, com idades entre 6-15 anos, que estão lidando com avôs ou avós que sofrem da doença de Alzheimer. Mary Shriver comenta e oferece valiosas “lições” para as crianças, pedindo-lhes para não se culpar por aquilo que seus avós fazem ou dizem. “Somos todos filhos da doença de Alzheimer”, diz Shriver que com simpatia deixa claro que “se é muito doloroso para visitar, você não tem para onde ir.” O próprio pai de Mary, Sargent Shriver, sofre com a doença; “Comparar sua vitalidade anterior à sua condição atual é difícil, mas tudo isso é compensado por boas lembranças e por um “presente” inesperado: laços entre as gerações que não poderiam ser feitos de outra forma.” Em última análise, o filme mostra o quanto é importante “ir com a maré”, oferecendo uma variedade de perspectivas sobre a forma como as crianças podem lidar com a perda da memória através da bondade, paciência e compaixão com os avós.

Assista abaixo e emocione-se:

Parte 1:




Parte 2:




Parte 3:





Fonte: Reab.me

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Alzheimer, a dor do esquecimento - reportagem/documentário revista Época

A rotina e os desafios de pacientes e cuidadores

Após perder a mulher, o engenheiro civil aposentado Adolpho Chvaicer se abandonou. A solidão e falta de vontade de viver abriram espaço para que os sintomas da doença de Alzheimer, responsável pela degeneração progressiva e morte dos neurônios, invadissem sua rotina sem bater. Seus três filhos, adultos e agora com suas próprias famílias e carreiras para se preocupar, tinham dificuldade em oferecer a atenção e cuidados de que o pai necessitava. Um de seus filhos, o carioca Eduardo Chvaicer, de 48 anos, que mora há quase 20 anos em São Paulo, acompanhava de longe as discussões entre os irmãos e o pai, no Rio de Janeiro, sobre como se adaptar à nova condição.

Eduardo, que trabalhava como executivo em uma indústria farmacêutica, viu na crise vivida em família uma oportunidade de abrir o próprio negócio. "Comecei a me perguntar quem cuidaria de mim se eu fosse diagnosticado com a doença", diz o empresário. Em 2010, ele abriu no Brasil a franquia da rede americana Right at Home, que oferece serviços de cuidadores para idosos com Alzheimer e outras doenças da terceira idade. "Percebi como cuidar de um idoso com Alzheimer é trabalhoso para os familiares e quanto a doença é capaz de afetar o dia a dia do lar."

O conflito vivido pela família de Chvaicer é comum. Existem hoje no mundo cerca de 36 milhões de portadores da doença. No Brasil, estima-se que haja cerca de 1,2 milhão. Os casos de Alzheimer devem ser ainda mais recorrentes no futuro. De acordo com estimativas da organização Alzheimer's Desease International, como consequência do maior envelhecimento da população, o número de idosos com demência saltará de 44 milhões, registrados em 2013, para 135 milhões, em 2050.

O Alzheimer é a demência mais frequente entre os idosos. A velocidade e intensidade da progressão da doença variam em cada caso. Como não há cura (ao menos, até o momento) para o Alzheimer, os portadores e seus familiares estão destinados a conviver diariamente com o esquecimento de lembranças recentes, a repetição de histórias antigas, a perda de funções cognitivas e a crescente dependência para atividades de rotina, como alimentação e higiene. Com o passar do tempo, em casos avançados, o tecido cerebral também entra em degeneração, destruindo outras funções do corpo comandadas pelo cérebro, como a locomoção e a deglutição. De acordo com a presidente da Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz), Fernanda Gouveia Paulino, quanto antes se diagnosticar a doença e se iniciar o tratamento, maiores são as chances de se retardar o desenvolvimento dos sintomas. Mas eles não desaparecem.

O pai de Chvaicer continua morando sozinho no Rio de Janeiro, agora sob os cuidados constantes dos profissionais da empresa do filho. Ter um cuidador em casa, optar pela internação em uma clínica especializada ou cuidar do parente sem auxílio de um profissional são caminhos possíveis, que podem funcionar ou não. Não há certo ou errado. "Antes de escolher como cuidar do portador de Alzheimer, os familiares devem avaliar sua disponibilidade de tempo e de recursos financeiros”, diz a presidente da Abraz. "O importante é garantir que o portador se sinta bem acolhido, com acesso a todos os remédios e cuidados necessários ao longo do tratamento."

A dona de casa Maria Petrina, de 76 anos, cuida sozinha de seu marido, Geraldo, de 80, em sua casa no Jardim Egle, na Zona Leste de São Paulo, desde que ele foi diagnosticado com Alzheimer, há cinco anos. Em estágio avançado da doença, Geraldo fala pouco, anda com dificuldade, tem olhar distante e vazio. Mas ainda come e vai ao banheiro sozinho. Sem qualquer ajuda, dona Maria se divide entre os cuidados com o marido e as tarefas do lar. Enquanto nos recebia na poltrona de sua sala, o barulho da panela de pressão interrompia o silêncio das pausas que fazia entre uma pergunta e outra.

À primeira vista não se percebe que a artista plástica aposentada Acrácia Sanchez, de 77 anos, sofre de Alzheimer. Diagnosticada há sete anos, ela é falante, ativa e disposta. Apresenta apenas lapsos de memória. Enquanto o marido, Francisco, trabalha durante o dia, ela tem a companhia de Fabiana Aparecida da Silva, sua cuidadora, na casa onde vive em Jaçanã, na Zona Norte da capital paulista. "Com a convivência, criamos um laço de cumplicidade e parceria. Somos amigas", diz Fabiana. Entre risadas e olhares apaixonados, o casal mostra que é possível encarar a doença de forma leve. Diferentemente da maioria dos portadores do Alzheimer, Acrácia tem consciência de sua doença, mas se diz tranquila. "Não tenho medo. Com todos os cuidados que recebo, me sinto segura e confiante."

No quarto da casa de repouso onde vive no Butantã, Zona Oeste de São Paulo, o aposentado Dawid Cukier coleciona troféus de tênis, porta-retratos e a réplica de um barco de madeira - lembranças de seus hobbies e familiares queridos. Quando foi diagnosticado com Alzheimer, há oito anos, vivia em casa sob cuidados dos familiares e de cuidadores não especializados. A alternativa, que no começo parecia a mais adequada, não funcionou. Com o tempo, Dawid passou a ter dificuldades para comer, andar e se socializar. A família ponderou e decidiu oferecer a Dawid cuidados profissionais 24 horas por dia. Na beira do lago da casa de repouso da Sociedade Beneficente Alemã, seu filho Celso fala sobre a melhora da qualidade de vida do pai desde então. Hoje, além de caminhar, Dawid dança valsa com as funcionárias do local.

As três famílias mostram como é possível conviver com o Alzheimer com força, paciência e alegria. No vídeo abaixo, os principais trechos de nossas conversas.

http://epoca.globo.com/vida/noticia/2014/01/alzheimer-dor-do-besquecimentob.html


segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Filme: Clarita – relato comovente sobre o Alzheimer

Narrado na primeira pessoa, e baseado na história da mãe da diretora, portadora da Doença de Alzheimer, o documentário apresenta reflexões e questionamentos sobre o sentido da vida e a convivência com a morte. O documentário alterna imagens filmadas com sua mãe e reconstituições feitas com a atriz Laura Cardoso.

Gênero: Documentário
Subgênero: Drama
Diretor: Thereza Jessouroun
Duração: 14 min     Ano: 2007  
País: Brasil     Local de Produção: RJ


quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Trailer do Documentário: Muito Além do Peso




Histórias de crianças brasileiras com excesso de peso – todas com quadro clínicos de doenças crônicas que no passado só apareciam após os 60 anos – a obra estimula a reflexão sobre a maior epidemia infantil da história, a obesidade.

terça-feira, 5 de junho de 2012

HBO ataca obesidade em nova série


Longe da linguagem tatibitate dos programas sobre hábitos saudáveis ou da espetacularização dos reality shows de perda de peso, a HBO estreia nesta terça-feira, 05, às 22 horas, uma nova série sobre obesidade. Intitulada The Weight of the Nation (O Peso da Nação), o documentário em quatro partes - no ar toda terça-feira - analisa a epidemia de obesidade nos Estados Unidos, onde nada menos que 2/3 da população acima dos 20 anos é obesa ou tem sobrepeso, assim como 1/3 das crianças. Apesar de mostrar a perspectiva americana, cada frase parece caber na rotina das grandes cidades do mundo.

Sóbria e alarmante, a série ataca a indústria de alimentos e a publicidade de comidas e bebidas nada saudáveis, principalmente o marketing voltado às crianças - algo raro na TV, que depende dos anunciantes. Por isso, o projeto só saiu do papel porque foi bancado pela HBO - que, nos EUA, não exibe comerciais -, em parceria com a organização de saúde Kaiser Permanente e a fundação de saúde e educação Michael & Susan Dell.

Ao todo, foram três anos de trabalho, que resultou na colaboração inédita entre a HBO, o Instituto de Medicina americano (IOM), o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC) e o Instituto Nacional de Saúde americano (NIH). E, por se tratar de uma ação de saúde pública, logo após a exibição na TV, o canal garantiu disponibilizar os vídeos em seu site, o www.hbomax.TV .

Geração Big Mac. Se, na semana passada, a medida do prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, de proibir a venda de bebidas com açúcar em tamanho família (com mais de 480 ml), dividiu opiniões, na série muito se fala em ações urgentes, com intervenção do Estado para frear a epidemia que impacta todo sistema de saúde do país.

Com pesquisas, especialistas e muitos personagens contando a luta contra uma doença não só física, mas psicológica, a série mostra, já no primeiro episódio, Consequências, que a obesidade está ligada a cinco das dez principais causas de morte nos EUA: doenças cardíacas, diabetes tipo 2, câncer, acidente vascular cerebral e doenças renais. Há ainda pesquisa inédita que relaciona obesidade na infância com problemas cardíacos na fase adulta.

Entre histórias de gente que sempre brigou com a balança e de pessoas que ganharam peso de repente, o segundo episódio, Escolhas, apresenta ações práticas para reverter o problema. No terceiro capítulo, Crianças em Crise, abre-se o debate sobre o que leva as crianças a consumir tantas calorias e, no quarto e último episódio, Desafios, estão em pauta os motivos que levaram a população americana a engordar tanto nos últimos 20 anos.

“Não queremos brócolis. Nossa geração cresceu comendo Big Mac”, diz uma das personagens, numa sentença comum a quem já passou pelo “dilema” do que escolher para o almoço. Porém, o que a série afirma - em tom alarmista, claro - é que, por causa da obesidade, essa pode ser não só a “geração Big Mac”, mas a primeira geração que viverá menos que os pais.

Alerta:

77% das crianças obesas ou com sobrepeso tornam-se adultos obesos, segundo dados da série.