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terça-feira, 16 de abril de 2013
Campanha de Vacinação contra Gripe
Começou ontem em todo país a 15ª Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe, que este ano será realizada até o dia 26 de abril.
Segundo o Ministério da Saúde, a meta é imunizar 31,3 milhões de pessoas que fazem parte do chamado grupo prioritário. Dentro dessa parcela da população encaixam-se pessoas com mais de 60 anos, crianças entre 6 meses e 2 anos, profissionais de saúde, índios, população carcerária e doentes crônicos. Este ano, as mulheres puérperas (que deram à luz nos últimos 45 dias) também foram incluidas.
A vacinação vai imunizar contra a influenza A (H1N1) – a gripe suína –, que se disseminou em várias partes do mundo na pandemia de 2009, e contra outros dois tipos de influenza: A (H3N2) e B.
Para atender toda a população, 65 mil postos de saúde estarão oferecendo o serviço, que é totalmente gratuito. As unidades ficarão abertas das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira.
Vacine-se!
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Ministério da Saúde lançou Campanha Nacional de Vacinação contra Gripe
O Ministério da Saúde lançou nesta terça-feira (24) a Campanha Nacional de Vacinação contra Gripe. Os públicos alvos da campanha são gestantes (em qualquer período gestacional), pessoas com 60 anos ou mais, crianças de seis meses a menores de dois anos, profissionais de saúde, indígenas, e pela primeira vez a campanha também vai atingir a população prisional.
Entre 05 a 25 de maio, 65 mil postos de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS) estarão preparados para realizar a imunização. No primeiro dia da campanha (05) acontecerá o Dia D de mobilização nacional, com postos funcionando das 8h às 17h.
A campanha será realizada, em conjunto, entre o Ministério da Saúde e as secretarias estaduais e municipais de todo o país. Seu principal objetivo é reduzir a mortalidade, as complicações e as internações que ocorrem em consequência das infecções pelo vírus da influenza nesta população.
O secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, destacou os tipos de vacinas que serão utilizadas na campanha e que vão proteger contra os três principais vírus que circulam no hemisfério sul, entre eles o da influenza A (H1N1), como recomenda a Organização Mundial da Saúde (OMS). “A vacina de influenza é diferente. Ela pode mudar todos os anos porque dá uma proteção limitada (apenas aos três sorotipos que circularam no último ano), e por isso deve ser preparada para se utilizar ano a ano”.
Outro ponto destacado pelo secretário Jarbas foi a lenda de que a vacina provoca gripe: “Diferente de outras vacinas, produzidas por vírus atenuado, essa vacina contra influenza é feita com pedaços dos vírus, o que não possibilita o desenvolvimento da doença”. Outra atenção é a contra indicação para pessoas com alergia severa a ovo – proteína utilizada na fabricação da vacina – e para quem teve reações adversas anteriores. Em casos de doenças agudas e febris ou pacientes com doenças neurológicas, é recomendável a busca de avaliação médica. Quem pretende doar sangue deve aguardar 48 horas após a dose para realizar a doação.
Para a campanha, o Ministério da Saúde distribuiu 31,1 milhões de doses da vacina e repassou R$ 24,7 milhões do Fundo Nacional de Saúde (FNS) aos fundos estaduais e municipais. Estes recursos são usados para custear a infraestrutura das campanhas, a aquisição de seringas e agulhas, o deslocamento das equipes e o material informativo distribuído. Cerca de 240 mil profissionais do SUS estarão envolvidos na ação, que também contará com 27 mil veículos.
Durante a coletiva o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou que o não existe mais uma pandemia da influenza H1N1. “A OMS não considera mais a H1N1 como pandemia, mas é o tipo de vírus que ainda circula, não só no Brasil como no Hemisfério Sul e precisamos nos proteger”.
População Prisional – Pela primeira vez, as cerca de 500 mil pessoas que estão cumprindo pena em presídios também estarão cobertas pela campanha. A iniciativa faz parte do Plano Nacional de Saúde do Sistema Penitenciário, executado em parceria entre os ministérios da Saúde e da Justiça.
Um dos seus objetivos é garantir o direito à saúde dos presidiários, população que está mais vulnerável a doenças respiratórias e pulmonares, devido às condições de habitação e confinamento.
A escolha dos grupos a serem vacinados é definida com base em estudos epidemiológicos e na observação do comportamento das infecções respiratórias, que têm como principal agente os vírus da gripe. São priorizados os grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias.
Prevenção – Para evitar a contaminação com influenza é necessário ficar atento a manter hábitos de saúde saudáveis: Sempre lavar as mãos com água e sabão; Evitar tocar olhos, boca e nariz após contato com superfícies, e usar um lenço ao espirrar e tossir.
Fonte: Ministério da Saúde
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quinta-feira, 11 de agosto de 2011
terça-feira, 7 de junho de 2011
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