Mostrando postagens com marcador . Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador . Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Curso: Avaliação do Pé nas Doenças Musculoesqueléticas

Curso "Avaliação do Pé nas Doenças Musculoesqueléticas" - Conteúdos como: anatomia, biomecânica, cinesiologia e métodos de avaliação para levar os profissionais a reconhecerem tipos e padrões de marcha, alterações patológicas, bem como, auxiliar a estabelecer a melhor conduta de reabilitação.


terça-feira, 4 de junho de 2013

World Clubfoot Day - Dia Mundial do Pé Torto - Dia 3 de junho

A Associação Internacional de Ponseti designou 03 de junho  como o Dia Mundial do Pé Torto. A data foi escolhida para comemorar o nascimento do Dr. Ignacio Ponseti, (1914-2009) o criador do Método Ponseti para tratamento do pé torto.  

O objetivo do Dia Mundial do Pé Torto é aumentar a consciência sobre o pé torto e seu tratamento utilizando o método de Ponseti, um tratamento não-cirúrgico que inclui a manipulação delicada dos pés seguido pela aplicação de gesso e órtese temporárias.

Dr. Jose Morcuende, Diretor de Ponseti Internacional CEO e Médico, diz que este dia é um passo importante na promoção da consciência global de que o pé torto é uma deformidade tratável. "Ao designar 03 de junho como o Dia Mundial do Pé Torto, não só nós celebramos a vida e as contribuições do Dr. Ponseti, mas podemos ajudar ainda mais a sua crença de que todas as crianças que nascem com pé torto tem direito a tratamento com essa abordagem de baixo custo, não-cirúrgico ".

O pé torto é a deformidade músculo-esquelética de nascimento mais comum, afetando 200 mil recém-nascidos a cada ano, 80 % destes nos países em desenvolvimento. Há também centenas de milhares de crianças e jovens que vivem com esta condição debilitante em todo o mundo. O método de Ponseti é quase 100% eficaz quando devidamente aplicado por uma pessoa treinada e é considerado o tratamento "padrão ouro", levando a uma vida normal e produtiva.


http://www.ponseti.info/index.html

terça-feira, 21 de maio de 2013

Joanetes são herdados geneticamente, sugere estudo



Segundo pesquisa, aparecimento de joanetes não é provocado por uso de sapatos

Um estudo conduzido nos Estados Unidos constatou que o risco de desenvolver joanetes – espécie de calo na parte externa do dedão do pé – está ligado à genética dos pacientes e não aos sapatos.

O Framingham Foot Study colheu dados de 1.370 adultos e observou a tendência de a deformidade estar ligada a um histórico familiar.

Segundo os autores do estudo, a descoberta indica que as pessoas podem ter uma predisposição genética à formação dos joanetes.

Os podólogos britânicos afirmam que o estudo embasa a visão de que os sapatos ajudam a piorar o problema, mas não seus causadores.

O principal sinal do joanete ocorre quando o dedão "aponta" em direção aos outros dedos do pé, forçando o osso para fora, o primeiro metatarso.

Essa mudança no formato do pé pode causar inchaço e dor.

As mulheres apresentam maior incidência da patologia, o que alimentou a visão de que os culpados pelos joanetes eram sapatos de saltos alto ou outros tipos de calçados pouco confortáveis.

Mas embora o seu uso possa exacerbar os sintomas – porque tais calçados friccionam os joanetes e causam dor ou bolhas – estão longe de serem os causadores do problema.

Formato do pé

O estudo, conduzido entre 2002 e 2008, colheu depoimentos de pessoas com reclamações constantes nos pés, incluindo joanetes e dedos do pé em martelo, e observaram a incidência das mesmas condições em seus familiares próximos.

O resultado comprovou a tese de que há uma correlação entre a genética e o aparecimento de joanetes, em homens e mulheres de todas as idades, mas particularmente em mulheres.

Segundo Marian T. Hannan, responsável pelo estudo, "as novas descobertas destacam a importância de aprofundar o nosso entendimento do que causa uma maior susceptibilidade à essas condições podológicas, uma vez que o conhecimento dos motivos levam em última análise à profilaxia".

Para o especialista Richard Handford, da entidade britânica Society of Chiropodists and Podiatrists, os pacientes que sofrem com os joanetes precisam ter maior cautela com a escolha dos sapatos.

"Trata-se de uma deformidade do osso. Portanto, pacientes que apresentam tais condições não devem tentar enfiar qualquer sapato nos pés custe o que custar", afirmou.

"Acima de tudo, é preciso usar um sapato confortável."


http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/05/130520_joanetes_lgb.shtml

sexta-feira, 26 de abril de 2013

O efeito das órteses de pé sobre o equilíbrio, dor no pé e incapacidade em mulheres idosas com osteoporose: um ensaio clínico randomizado - artigo



Pesquisadores publicaram, recentemente, na Rheumatology, um estudo que avaliou o efeito de palmilhas com o apoio do arco medial e almofada metatarsal sobre equilíbrio, dor no pé e incapacidade em mulheres idosas com osteoporose.

Eles realizaram um ensaio clínico randomizado controlado. Noventa e quatro mulheres idosas (> 60 anos) com osteoporose em tratamento no ambulatório da Divisão de Reumatologia da UNICAMP foram aleatoriamente designadas para um grupo de intervenção (GI) com órteses de pé ou a um grupo controle (GC) sem órteses. A Escala de Equilíbrio de Berg (EEB), o teste Timed Up and Go (TUG), a dor no pé e o índice de incapacidade de Manchester (IIM) e uma escala numérica de dor (END) foram avaliados no início e após 4 semanas. O teste do qui-quadrado, o teste exato de Fisher e o teste Mann-Whitney foram aplicados para comparar os valores de linha de base entre os dois grupos. Medidas repetidas de análise de variância, seguidas do teste de Tukey para comparações múltiplas e o teste de perfil de contraste foram utilizados para comparar as medidas longitudinais. Para análise da relação numérica variável, o coeficiente de correlação de Spearman foi utilizado.

Os grupos foram semelhantes no início do estudo. Somente os sujeitos do GI exibiram melhora em equilíbrio (ambos EEB e TUG), dor no pé (END) e incapacidade (IIM) (P <0 adversos="" anotados.="" efeitos="" foram="" menores="" p="">
Os pesquisadores concluíram que órteses de pé foram eficazes para melhorar o equilíbrio e reduzir a dor e incapacidade em mulheres idosas. Órteses podem ser usadas ​​como uma estratégia adjuvante para melhorar o equilíbrio e para evitar quedas nos idosos.

Autores: de Morais Barbosa C; Barros Bértolo M; Marques Neto JF; Bellini Coimbra I; Davitt M; de Paiva Magalhães E.

Uma resenha de The effect of foot orthoses on balance, foot pain and disability in elderly women with osteoporosis: a randomized clinical trial - Rheumatology; 2013 Mar; 52(3):515-22


http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/23192905