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quarta-feira, 12 de junho de 2013
Artes marciais respondem por 20% das cirurgias de joelho em hospital de SP
Uma análise realizada pelo Instituto do Joelho do HCor – Hospital do Coração, em São Paulo, revela que as artes marciais já respondem por 20% das cirurgias do joelho em esportistas.
Do total de cirurgias realizadas na instituição, 80% são para tratar lesões provocadas pelo esporte. O ‘campeão’ é o futebol, responsável por 70% dos procedimentos. Outros 10% são causados por modalidades como tênis, vôlei e basquete.
Entre as artes marciais, a modalidade que predomina é o jiu jitsu, segundo o ortopedista Rene Jorge Abdalla, responsável pelo Instituto do Joelho. O problema é o alto impacto da luta. “Há, inclusive, lesões graves que envolvem a artéria e geram risco de amputação”, comenta.
O ortopedista diz que a ocorrência de cirurgias em praticantes de artes marciais cresce cerca de 25% ao ano.
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
Conheça 10 dicas para praticar exercícios com segurança
A prática de atividades físicas exige alguns cuidados para evitar lesões e até mesmo para obter bons resultados, e isso vale para todos. O Huffington Post fez uma lista com 10 dicas para um programa de treino com segurança. Veja a seguir:
Ajuste sua rotina diária de acordo com a sua percepção de cansaço: alguns dias você tem mais energia do que em outros e os níveis de fadiga variam conforme o horário do dia. É importante se atentar se está bem alimentado e hidratado, pois a sua condição de saúde interfere na execução dos exercícios. A rotina deve ser baseada em boa alimentação, repouso adequado, hidratação e exercícios.
Priorizar qualidade em vez da quantidade: os exercícios devem se feitos de maneira correta, isso assegura o benefício do músculo trabalhado. Embora os músculos da região ajudem a fornecer uma base mais estável na execução, é importante fazer o trabalho da forma indicada por um profissional, isolando o músculo. Tensões repetitivas fazem com o que programa de fitness se transforme em lesão.
Estabelecer uma base antes de avançar no programa de treinamento: os músculos que estabilizam as escápulas devem apresentar um nível básico de força antes de começar o levantamento de peso. Outro ponto importante é ter força nos quadríceps que pode ser obtida fazendo agachamento com uma bola na parede, antes de tentar o exercício com peso. Pular etapas de uma progressão pode ter consequências inesperadas.
Programar progressões mais lentas: ao acelerar o seu programa, o ideal é aumentar a dificuldade de uma variável de cada vez, avaliar a resposta do corpo e depois continuar o avanço no quadro de exercícios. Por exemplo, nos aeróbicos, evite aumentar drasticamente distância, ritmo, inclinação e resistência ao mesmo tempo. O mesmo vale para levantamento de peso.
Pesquisa de informações: tenha em mente que colega de treino ou até mesmo o treinador do ginásio podem não ter todo o conhecimento necessário para a prática ideal de exercícios. Use sempre ferramentas como artigos publicados por médicos e fisioterapeutas para melhorar seu programa.
Evitar explosões de força: trabalhar rapidamente em um movimento diminui os desafios para o músculo. Apesar de você terminar o treino mais rápido, o retorno não será o mesmo do que se fizer cada exercício de forma mais lenta, que traz maior capacidade de sustentação e previne lesões.
Evitar os exercícios de alto risco: nunca pratique movimentos que podem prejudicar o corpo. A coluna é uma das regiões mais afetadas por exercícios mal executados.
Procure variar: não fique preso a apenas um treino sempre, varie. Existem várias abordagens de reforço dos músculos, além disso, é sempre bom intercalar a musculação com atividades aeróbicas.
Ouça o seu corpo: o menu de exercícios é vasto e nem sempre as opções mais usadas são as indicadas para o seu organismo. Cada pessoa tem uma estrutura particular, histórico de lesões, idade, nível de força muscular e flexibilidade. Caso sinta dor durante um exercício, consulte um ortopedista para avaliar suas condições e busque uma nova forma de trabalhar o músculo.
Faça uma pausa: os músculos precisam de um dia de folga do treinamento de força para se recuperarem do desgaste. É este descanso que permite a recuperação das fibras musculares, o que gera benefícios e evita lesões. Caso o seu programa de treinamento seja diário, varie os exercícios para não sobrecarregar músculos e articulações.
Seguindo essas dicas, você e eu teremos mais segurança e resultados na prática de exercícios e menos risco de lesões. Bons treinos!
Fonte: Terra
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Lesões no quadril vão aumentar 32% nos próximos 40 anos
O número de lesões no quadril deve aumentar 32% nos próximos 40 anos. As informações foram publicadas em um relatório da Fundação Internacional para Osteoporose (IOF, na sigla em inglês) e geram um alerta importante: é preciso prevenir a osteoporose, um dos principais fatores para o aumento da incidência desse tipo de fratura.
A osteoporose é uma doença caracterizada pela diminuição de massa óssea, tornando os ossos mais frágeis – e consequentemente mais suscetíveis a lesões. Além do fator genético, a doença acontece em decorrência da queda na concentração hormonal, frequente nas mulheres em período de menopausa e em adultos com mais de 60 anos.
Atualmente, 20% da população brasileira têm 50 anos ou mais. A expectativa do IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - é que em 2050 esse índice chegue a 40% da população brasileira. “Com o envelhecimento da população, crescerá também o número de pessoas com osteoporose, o que a torna um problema de saúde pública, devido às consequências relacionadas à doença”, afirma o Dr. José Ricardo Negreiros, cirurgião ortopédico do Einstein.
Segundo o estudo da IOF, que avaliou cinco países da América Latina, (Argentina, Brasil, Colômbia, México e Porto Rico), a prevalência de osteoporose em pessoas de todas as idades é de 14%. Observando o número de fraturas vertebrais por conta do enfraquecimento da massa óssea, 38% delas acontecem em mulheres com mais de 80 anos. Isso porque o aumento da incidência de osteoporose neste grupo etário também acompanha o aumento de ocorrência de quedas relacionadas a estas fraturas.
O impacto das fraturas
As lesões no quadril são potencialmente graves por ocorrerem com frequência em pacientes que apresentam outras doenças clínicas simultaneamente. Como o tratamento cirúrgico é a opção mais utilizada para tratamento destas fraturas, algumas complicações clínicas podem ocorrer no período pós-operatório. “Outra questão a ser discutida é a busca do retorno às atividades diárias do idoso, além da recuperação de sua independência e equilíbrio locomotor, que são alterados após uma queda e consequente fratura do fêmur”, explica o Dr. Negreiros.
Segundo um estudo divulgado pelo Hospital das Clínicas de São Paulo, a mortalidade intra-hospitalar nas internações por fratura do fêmur, ao fim de um mês, três meses, seis meses, um ano e dois anos foram respectivamente 5,52%; 4,74%; 11,88%; 10,76%; 19,24% e 24,94%.
Além desses fatores, o custo do tratamento deste tipo de lesão tem um grande impacto para a saúde pública: a estimativa é que no Brasil se gaste até 12 mil dólares, incluindo tempo de internação (que é de, no mínimo, uma semana), os cuidados pré e pós-operatórios, medicamentos, além das sessões de fisioterapia para reabilitação e home care.
O não tratamento traz comprometimentos ainda mais sérios, também com grande risco clínico. O paciente acamado com membro imobilizado apresenta alto risco de complicações como trombose venosa, infecções, embolia, além de grande dificuldade de retornar à sua condição clínica original.
Prevenção, o segredo para controlar o aumento de lesões
As fraturas geralmente ocorrem em situação de quedas, acidentes que acontecem principalmente dentro da residência. “Isso também pode afetar a qualidade de vida do idoso, pois ele pode desenvolver medo de cair novamente, e evitar circular pela casa. Por isso, é preciso trabalhar tanto na prevenção das lesões quanto da osteoporose”, ressalta o médico.
Por ser uma doença sem sintomas específicos, muitas vezes só se descobre a osteoporose em situações de desfecho negativo, como uma fratura. O acompanhamento médico e a realização do exame de densitometria óssea, que avalia a densidade mineral óssea, são, portanto, fundamentais para a identificação precoce e tratamento da doença.
Já as quedas podem ser evitadas com um planejamento da organização dos móveis e outros objetos, deixando a casa um ambiente seguro para o idoso. Medidas simples como mudança na iluminação do ambiente, substituição de boxes de vidro por cortinas, instalação de barras de segurança nos banheiros e corredores além da retirada de tapetes escorregadios dos quartos podem ser facilmente adotadas, permitindo que o idoso esteja sempre em segurança!
http://www.einstein.br/Hospital/ortopedia-e-reumatologia/Noticias/lesoes-no-quadril-vao-aumentar-32-nos-proximos-40-anos.aspx?utm_source=twitter&utm_medium=twitter&utm_campaign=twitter
A osteoporose é uma doença caracterizada pela diminuição de massa óssea, tornando os ossos mais frágeis – e consequentemente mais suscetíveis a lesões. Além do fator genético, a doença acontece em decorrência da queda na concentração hormonal, frequente nas mulheres em período de menopausa e em adultos com mais de 60 anos.
Atualmente, 20% da população brasileira têm 50 anos ou mais. A expectativa do IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - é que em 2050 esse índice chegue a 40% da população brasileira. “Com o envelhecimento da população, crescerá também o número de pessoas com osteoporose, o que a torna um problema de saúde pública, devido às consequências relacionadas à doença”, afirma o Dr. José Ricardo Negreiros, cirurgião ortopédico do Einstein.
Segundo o estudo da IOF, que avaliou cinco países da América Latina, (Argentina, Brasil, Colômbia, México e Porto Rico), a prevalência de osteoporose em pessoas de todas as idades é de 14%. Observando o número de fraturas vertebrais por conta do enfraquecimento da massa óssea, 38% delas acontecem em mulheres com mais de 80 anos. Isso porque o aumento da incidência de osteoporose neste grupo etário também acompanha o aumento de ocorrência de quedas relacionadas a estas fraturas.
O impacto das fraturas
As lesões no quadril são potencialmente graves por ocorrerem com frequência em pacientes que apresentam outras doenças clínicas simultaneamente. Como o tratamento cirúrgico é a opção mais utilizada para tratamento destas fraturas, algumas complicações clínicas podem ocorrer no período pós-operatório. “Outra questão a ser discutida é a busca do retorno às atividades diárias do idoso, além da recuperação de sua independência e equilíbrio locomotor, que são alterados após uma queda e consequente fratura do fêmur”, explica o Dr. Negreiros.
Segundo um estudo divulgado pelo Hospital das Clínicas de São Paulo, a mortalidade intra-hospitalar nas internações por fratura do fêmur, ao fim de um mês, três meses, seis meses, um ano e dois anos foram respectivamente 5,52%; 4,74%; 11,88%; 10,76%; 19,24% e 24,94%.
Além desses fatores, o custo do tratamento deste tipo de lesão tem um grande impacto para a saúde pública: a estimativa é que no Brasil se gaste até 12 mil dólares, incluindo tempo de internação (que é de, no mínimo, uma semana), os cuidados pré e pós-operatórios, medicamentos, além das sessões de fisioterapia para reabilitação e home care.
O não tratamento traz comprometimentos ainda mais sérios, também com grande risco clínico. O paciente acamado com membro imobilizado apresenta alto risco de complicações como trombose venosa, infecções, embolia, além de grande dificuldade de retornar à sua condição clínica original.
Prevenção, o segredo para controlar o aumento de lesões
As fraturas geralmente ocorrem em situação de quedas, acidentes que acontecem principalmente dentro da residência. “Isso também pode afetar a qualidade de vida do idoso, pois ele pode desenvolver medo de cair novamente, e evitar circular pela casa. Por isso, é preciso trabalhar tanto na prevenção das lesões quanto da osteoporose”, ressalta o médico.
Por ser uma doença sem sintomas específicos, muitas vezes só se descobre a osteoporose em situações de desfecho negativo, como uma fratura. O acompanhamento médico e a realização do exame de densitometria óssea, que avalia a densidade mineral óssea, são, portanto, fundamentais para a identificação precoce e tratamento da doença.
Já as quedas podem ser evitadas com um planejamento da organização dos móveis e outros objetos, deixando a casa um ambiente seguro para o idoso. Medidas simples como mudança na iluminação do ambiente, substituição de boxes de vidro por cortinas, instalação de barras de segurança nos banheiros e corredores além da retirada de tapetes escorregadios dos quartos podem ser facilmente adotadas, permitindo que o idoso esteja sempre em segurança!
http://www.einstein.br/Hospital/ortopedia-e-reumatologia/Noticias/lesoes-no-quadril-vao-aumentar-32-nos-proximos-40-anos.aspx?utm_source=twitter&utm_medium=twitter&utm_campaign=twitter
segunda-feira, 2 de julho de 2012
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