Mostrando postagens com marcador planos de saúde. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador planos de saúde. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Nota do Crefito 3 sobre a Mobilização dos profissionais contra os valores pagos pelos planos de saúde






quarta-feira, 24 de abril de 2013

Sessões de fisioterapia, que custa em média R$ 100, vale R$ 5,60 para planos de saúde - VERGONHOSO!!!!

É uma vergonha e me revolta ter que postar essa notícia.. Há dez anos eu vejo isso e tenho esperança de que vá mudar...

Eu não me sujeito a isso! É como eu sempre falo: É a prostituição de uma profissão! E acredito que essa condição absurda e vergonhosa só mudará quando TODOS os fisioterapeutas se conscientizarem disso. Não podemos trabalhar por um valor irrisório, quase mendigando esmolas... Estudamos e muito, temos casa, família, despesas como quaisquer outras pessoas e temos que receber valores adequados ao serviço que prestamos. Acho que é um problema muito mais sério e grave de saúde pública e não vejo os sindicatos, conselhos e políticos empenhados em mudar tal condição por falta de vontade ou por omissão mesmo. Quem sabe quando a categoria se unir para lutar por melhorias algo comece a mudar...E assim a vida segue.... os convênios pagam essa mixaria mas continuam enriquecendo, a qualidade dos profissionais diminui vertiginosamente e os pacientes são subtratados...

A baixa remuneração é uma das principais reclamações dos profissionais de saúde que atendem a convênios médicos. De acordo com a fisioterapeuta Marlene Izidro Vieira, presidente da Fenafisio (Federação Nacional de Associações de Prestadores de Serviço de Fisioterapia), o valor pago pelos planos por um atendimento fisioterapêutico de 50 minutos varia de R$ 5,60 a R$ 23, enquanto a consulta particular custa, em média, R$ 100.

— Estamos sem reajuste há 20 anos e isso é absolutamente preocupante. Como um fisioterapeuta pode oferecer um serviço de qualidade se a remuneração de R$ 5 sequer dá para sobreviver?

Cerca de 80% dos pacientes tiveram procedimentos negados pelos planos de saúde

A má remuneração não se restringe apenas aos fisioterapeutas. O otorrinolaringologista Florisval Meinão, presidente da APM (Associação Paulista de Medicina), avisa que o valor pago pela consulta médica na sua área é de R$ 60 enquanto um procedimento cirúrgico de amigdalas, por exemplo, varia de R$ 75 a R$ 90.

— Recebemos quase o mesmo valor para consulta e cirurgia sendo que a complexidade dos procedimentos é totalmente diferente. Como o valor da cirurgia é muito irrisório, é preferível atender apenas no consultório.

Médicos prometem suspender atendimento a planos de saúde nesta quinta-feira

O médico acrescenta que a média de remuneração de um parto é de R$ 250, da retirada do útero é de R$ 265 e do exame de eletrocardiograma é de apenas R$ 6. Diante da desvalorização dos serviços prestados pelos profissionais de saúde, Meinão reconhece que o atendimento do paciente fica prejudicado.

—O descaso dos convênios com os profissionais da saúde afeta diretamente o paciente. A saúde não pode ser tratada desta forma.

A odontologia também vive essa crise e recebe dos convênios R$ 14 por consultas de emergência, R$ 18 por restauração de resina composta e R$ 22 por cirurgia de extração dentária, conforme adverte o cirurgião-dentista Claudio Miyake, presidente do Crosp (Conselho Regional de Odontologia –  Regional São Paulo).

— Não podemos nos conformar ou ficar apáticos com a situação que a saúde vive hoje. Precisamos reverter o quadro.

Pesquisa APM

Os índices de insatisfação dos profissionais de saúde com os convênios são estratosféricos, ou seja, quase a totalidade se diz descontente, segundo uma pesquisa realizada com 5.000 médicos, fisioterapeutas e dentistas brasileiros entre os dias 3 e 14 de abril, e divulgada nesta terça-feira (23).

Exatamente pelo descontentamento e pela baixa remuneração, de acordo com a pesquisa, mais da metade dos profissionais confirmou a redução do número de procedimentos e cirurgias. Nos últimos cinco anos, 97% dos médicos e dentistas e 96% dos fisioterapeutas não tiveram reajustes que permitiram recompor satisfatoriamente os custos envolvidos na prática profissional.

Diante desse cenário, as três categorias vão fazer uma paralisação nesta quinta-feira (25) na avenida Paulista entre 7h e 10h. O objetivo, segundo Meinão, é chamar a atenção da população e das autoridades para os problemas que os profissionais de saúde enfrentam com os convênios.


http://noticias.r7.com/saude/sessao-de-fisioterapia-que-custa-em-media-r-100-vale-r-560-para-planos-de-saude-23042013

http://www.apm.org.br/noticias-conteudo.aspx?id=9186

http://www.crosp.org.br/noticias/exibir/?id=273

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Quem se cuidar já pode ter desconto no plano de saúde

A Agência Nacional de Saúde Suplementar autorizou os planos de saúde a dar desconto de até 30% na mensalidade ou prêmio aos beneficiários que aderirem a programas de envelhecimento ativo, alimentação, exercícios e mudança de hábitos em relação às doenças crônicas.
É o que diz a Resolução Normativa 265, agora em vigor, proposta a fim de inverter a lógica existente hoje no setor, pautado pelo tratamento da doença e não pelo cuidado da saúde.
O programa é extensivo aos planos de saúde individuais ou familiares e coletivos empresariais ou por adesão. A formatação dos programas será individualizada para cada plano, de forma a deixá-lo mais adequado para seu público, considerando, inclusive, a região de residência do beneficiário.
Na proposta da ANS, o beneficiário que aderir a algum programa deste tipo poderá ter o desconto, sem discriminação por idade ou doença preexistente. E não será permitido vinculá-lo a resultados alcançados. O desconto ou a premiação estará vinculado apenas à participação.
Programas voltados para o envelhecimento ativo envolvem ações para a prevenção e para o acesso a cuidados primários de saúde que visam detectar e gerenciar precocemente as doenças crônicas. Estas, associadas à idade avançada, são responsáveis pela maior parte das perdas da capacidade funcional dos indivíduos. Em sua maioria, as doenças crônicas são passíveis de prevenção com base nos cuidados primários de saúde ao longo da vida.
O tema, além de integrar a Agenda Regulatória da ANS, é um conceito adotado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), amplamente utilizado em vários países. A nova RN também vem ao encontro das políticas desenvolvidas pelo Governo Federal para enfrentar e deter Doenças Crônicas Não Transmissíveis (CDNT) no Brasil.
Esta Resolução Normativa ficou em consulta pública por trinta dias e recebeu a participação de mais de 14 mil contribuições, sendo 70% do total encaminhadas por usuários de planos de saúde.


Imagem: ANS

Fonte: http://www.blogdasaude.com.br/

sábado, 2 de julho de 2011

Médicos de São Paulo vão suspender atendimento a dez planos de saúde

Médicos paulistas de 53 especialidades decidiram nesta quinta-feira (30/06) em assembleia suspender temporariamente o atendimento a usuários de dez operadoras de planos de saúde que se recusaram a negociar o reajuste dos valores pagos por consulta.
O cronograma da paralisação deve ser divulgado dentro de 20 ou 30 dias. Florisval Meinão, da Associação Médica Brasileira, explica a paralisação: “Cada especialidade vai parar por 72 horas de forma alternada. A ideia é manter a pressão sobre as empresas sem prejudicar os usuários.”
Serão atingidos usuários da Gama Saúde, Porto Seguro, Intermédica, Greenline, Notredame, Abet (funcionários das empresas de telecomunicações) e também os funcionários da Caixa Econômica Federal, do Banco do Brasil, da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) e Embratel.
Pesquisa divulgada ontem (30/06) pelo Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo) revela a insatisfação dos médicos paulistas. Dos 58 mil que atendem planos, 74% consideram ruim ou péssima a relação com as operadoras.
Em 2007, o índice era de 43%. Ao avaliar sua relação com o SUS (Sistema Único de Saúde), 59% se disseram insatisfeitos. Foram ouvidos 649 médicos pelo Instituto Datafolha.
Segundo o presidente do Cremesp, Renato Azevedo Júnior, o relacionamento com as operadoras piorou muito nos últimos dez anos, principalmente pela falta de reajuste nos honorários. A FenaSaúde, entidade que congrega as 15 maiores operadoras, diz que vem participando dos debates sobre honorários liderados pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).