terça-feira, 14 de agosto de 2012
II Fórum de Medicina Esportiva SC Corinthians Paulista
Programação:
9h00 - Abertura
Palestras:
09h30 - Pubalgia em Atletas de Futebol
09h50 - Uso do PRP em Lesões Ortopédicas
10h10 - O Joelho do Jogador de Futebol
10h30 – Intervalo
10h50 - O Fifa 11+ e a Prevenção de Lesões
11h10 - Como Identificar o Atleta com Risco Cardiológico
11h30 - Avaliação do Atleta na Pré Temporada
11h50 - Fraturas de Stress em Atletas
12h10 - O Papel do Enfermeiro no Futebol
12h30 – Intervalo para almoço
Mesas Redondas:
14h00 - Mesa Redonda Moderna 1 - Mitos e Verdades da Nutrição no Futebol
Nutricionistas
14h30 - Mesa Redonda Moderna 2 (Fisioterapia) - Critérios de Retorno da Lesão Muscular no Futebol
Fisioterapeutas
15h00 - Mesa Redonda Moderna 3 (Fisioterapia) – Pubalgia em Atletas, como Tratar?
Fisioterapeutas
15h30 –Intervalo
16h00 - Mesa Redonda Moderna 4 (Fisioterapia) – Lesão Cartilaginosa, Tratamento e Retorno ao Esporte.
Fisioterapeutas
16h30 – Sorteio de Brindes e Encerramento
DATA E LOCAL DE REALIZAÇÃO DO FÓRUM
Data: 29 de Setembro de 2012
Local: Auditório do Parque São Jorge – Sport Clube Corinthians Paulista
Horário: 8h30 às 17h.
ÁREAS DE INTERESSE
Médicos do Esporte e demais especialidades, tais como: Ortopedia, Cardiologia, Medicina Física e Reabilitação, Endocrinologia, Pediatria, Nutrologia, entre outros, além de profissionais das áreas de Nutrição, Fisioterapia e Educação Física e Acadêmico.
Valor de inscrição:
Até dia 21/09 - R$ 100,00
Dia do Evento - R$ 120,00
http://www.luminaeventos.com.br/forumsccp/
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
Dez milhões de brasileiros têm OA mostra pesquisa
Uma pesquisa realizada em conjunto com as Sociedades Brasileiras de Reumatologia, de Ortopedia e Traumatologia, de Medicina Física e Reabilitação e de Cirurgia do Joelho e publicada no livro Cenário Atual & Tendências da Osteoartrite no Brasil, aponta que dez milhões de brasileiros têm osteoartrite, doença conhecida popularmente como artrose, e fica logo atrás dos Estados Unidos, que tem o maior índice mundial.
Estima-se que apenas 40% dos diagnosticados com o problema estão em tratamento nos país, revela o coordenador da pesquisa, o médico Ibsen Bellini Coimbra, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Muitos pacientes ignoram o tratamento, revelam os responsáveis pelo estudo que ouviu 2.282 profissionais da área médica em no Brasil. E a expectativa é que em 2015 o número de pacientes chegue a 12,3 milhões.
A artrose é a doença caracterizada pela insuficiência da cartilagem de absorver o impacto que os joelhos recebem ao caminhar ou na prática de exercícios físicos, por exemplo. A artrose começa com uma fissura e ulceração na cartilagem, o que causa amolecimento e diminui o espaço articular, com evolução para um processo de esclerose no osso subcondral e de sinovite, além do aparecimento de cistos e osteófitos. A doença se manifesta mais cedo nos homens, principalmente nos joelhos, antes dos 60 anos e no quadril após essa idade. Nas mulheres, 5% mais acometidas que os homens, os índices aceleram após a menopausa.
Uma série de fatores podem provocar e/ou piorar a osteoartrite, como o fator genético, a presença de obesidade, diabetes, problemas no colesterol e traumas quando o indivíduo é jovem ou adulto.
Os dois principais sintomas da doença são: dores e dificuldade de movimentação das articulações. Muitas pessoas com a doença têm dificuldades, por exemplo, de levantar do sofá após algum tempo sentada.
Segundo os especialistas, o ideal seria ter o diagnóstico antes mesmo que as dores comecem a aparecer. Um exame de raios-x é suficiente para detectar alterações. A doença não tem cura, mas é possível controlar sintomas e evolução com medicação e fisioterapia e com isso melhorar e muito, a qualidade de vida dos pacientes.
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
As mochilas, as bolsas e as carteiras: escolhas X saúde das crianças
Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), nos próximos anos, 85% da população terá problemas na coluna, como resultado de má postura, mochilas pesadas e o uso de salto alto enquanto crianças.
De acordo com um trabalho realizado pela SBOT (Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia) em estudantes entre 9 e 12 anos, 77,5% já apresentam dor nas costas e 30% desenvolvem alteração postural, sendo que 70% desses jovens usavam mochilas acima do peso recomendado, que não deve exceder 10% do peso corporal da criança.
O excesso de peso nas mochilas leva a modificações na postura, como hipercifose torácica, hiperlordose lombar e escoliose, na tentativa de manter o equilíbrio. A combinação do aumento do peso e dessas alterações posturais pode causar dores lombares, dores na coluna cervical, dores nos ombros e contraturas musculares.
O alerta da Sociedade Brasileira de Ortopedia Pediátrica é incisivo: qualquer reclamação de dor nas costas em crianças ou adolescentes não deve ser ignorada.
Para evitar transtornos desse tipo, a mochila deve ser leve, não pesar mais do que meio quilo quando estiver vazia. Opte ainda por modelo com estrutura rígida e acolchoado nas costas. E mais: modelos com duas alças, que devem ser largas e ajustada rente às costas, de preferência com tira para a cintura. Vale lembrar que a largura da mochila não deve exceder os limites dos ombros.
Outra dica para os pais: as alças devem ser tensionadas para que a mochila fique bem próxima ao corpo e aproximadamente cinco centímetros acima da linha da cintura, sempre lembrando que as duas alças devem ser usadas. O uso em um ombro só e as bolsas carteiro podem provocar alteração postural chamada escoliose (desvio lateral inadequado da coluna).
Todos os compartimentos devem ser usados de modo que os objetos mais pesados fiquem no centro da mochila e mais próximos das costas. Os livros e outros materiais devem ficar dispostos de maneira que não fiquem soltos lá dentro, provocando movimentos de desequilíbrio.
Para dimunuir o peso da mochila, deve-se levar somente o material necessário para o dia. O ideal é separar o material no dia anterior. Optar por cadernos de capa fina ou ficharios. Utilizar o armário na escola (caso haja) para não precisar carregá-lo diariamente.
A mochila com rodinhas é uma alternativa, porém é preciso ter cuidado com a alça do carrinho, que deve estar a uma altura apropriada e as costas da criança devem ficar retas ao puxá-la. Tem que ser usada em trajetos curtos porque o ato de puxar força as articulações de ombro e braço.
A mochila não é a única a causar problemas na coluna. As carteiras da sala de aula são grandes vilãs também. Elas devem ter o tamanho adequado para cada idade e deve-se tomar cuidado para sentar sempre com as costas eretas e não se debruçar sobre a mesa.
Os problemas de má postura podem ser tratados quando diagnosticados precocemente, através da mudança dos hábitos, adequação do tipo e peso das mochilas. Em caso de persistência das dores, um ortopedista deve ser consultado, para que um tratamento adequado seja recomendado, como realização de fisioterapia e RPG.
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Mantenha a casa segura para os idosos
Uma animação que mostra dicas para deixar a casa mais segura para os idosos.
http://www.einstein.br/einstein-saude/bem-estar-e-qualidade-de-vida/Paginas/mantenha-a-casa-segura-para-os-idosos.aspx
Lesões no quadril vão aumentar 32% nos próximos 40 anos
O número de lesões no quadril deve aumentar 32% nos próximos 40 anos. As informações foram publicadas em um relatório da Fundação Internacional para Osteoporose (IOF, na sigla em inglês) e geram um alerta importante: é preciso prevenir a osteoporose, um dos principais fatores para o aumento da incidência desse tipo de fratura.
A osteoporose é uma doença caracterizada pela diminuição de massa óssea, tornando os ossos mais frágeis – e consequentemente mais suscetíveis a lesões. Além do fator genético, a doença acontece em decorrência da queda na concentração hormonal, frequente nas mulheres em período de menopausa e em adultos com mais de 60 anos.
Atualmente, 20% da população brasileira têm 50 anos ou mais. A expectativa do IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - é que em 2050 esse índice chegue a 40% da população brasileira. “Com o envelhecimento da população, crescerá também o número de pessoas com osteoporose, o que a torna um problema de saúde pública, devido às consequências relacionadas à doença”, afirma o Dr. José Ricardo Negreiros, cirurgião ortopédico do Einstein.
Segundo o estudo da IOF, que avaliou cinco países da América Latina, (Argentina, Brasil, Colômbia, México e Porto Rico), a prevalência de osteoporose em pessoas de todas as idades é de 14%. Observando o número de fraturas vertebrais por conta do enfraquecimento da massa óssea, 38% delas acontecem em mulheres com mais de 80 anos. Isso porque o aumento da incidência de osteoporose neste grupo etário também acompanha o aumento de ocorrência de quedas relacionadas a estas fraturas.
O impacto das fraturas
As lesões no quadril são potencialmente graves por ocorrerem com frequência em pacientes que apresentam outras doenças clínicas simultaneamente. Como o tratamento cirúrgico é a opção mais utilizada para tratamento destas fraturas, algumas complicações clínicas podem ocorrer no período pós-operatório. “Outra questão a ser discutida é a busca do retorno às atividades diárias do idoso, além da recuperação de sua independência e equilíbrio locomotor, que são alterados após uma queda e consequente fratura do fêmur”, explica o Dr. Negreiros.
Segundo um estudo divulgado pelo Hospital das Clínicas de São Paulo, a mortalidade intra-hospitalar nas internações por fratura do fêmur, ao fim de um mês, três meses, seis meses, um ano e dois anos foram respectivamente 5,52%; 4,74%; 11,88%; 10,76%; 19,24% e 24,94%.
Além desses fatores, o custo do tratamento deste tipo de lesão tem um grande impacto para a saúde pública: a estimativa é que no Brasil se gaste até 12 mil dólares, incluindo tempo de internação (que é de, no mínimo, uma semana), os cuidados pré e pós-operatórios, medicamentos, além das sessões de fisioterapia para reabilitação e home care.
O não tratamento traz comprometimentos ainda mais sérios, também com grande risco clínico. O paciente acamado com membro imobilizado apresenta alto risco de complicações como trombose venosa, infecções, embolia, além de grande dificuldade de retornar à sua condição clínica original.
Prevenção, o segredo para controlar o aumento de lesões
As fraturas geralmente ocorrem em situação de quedas, acidentes que acontecem principalmente dentro da residência. “Isso também pode afetar a qualidade de vida do idoso, pois ele pode desenvolver medo de cair novamente, e evitar circular pela casa. Por isso, é preciso trabalhar tanto na prevenção das lesões quanto da osteoporose”, ressalta o médico.
Por ser uma doença sem sintomas específicos, muitas vezes só se descobre a osteoporose em situações de desfecho negativo, como uma fratura. O acompanhamento médico e a realização do exame de densitometria óssea, que avalia a densidade mineral óssea, são, portanto, fundamentais para a identificação precoce e tratamento da doença.
Já as quedas podem ser evitadas com um planejamento da organização dos móveis e outros objetos, deixando a casa um ambiente seguro para o idoso. Medidas simples como mudança na iluminação do ambiente, substituição de boxes de vidro por cortinas, instalação de barras de segurança nos banheiros e corredores além da retirada de tapetes escorregadios dos quartos podem ser facilmente adotadas, permitindo que o idoso esteja sempre em segurança!
http://www.einstein.br/Hospital/ortopedia-e-reumatologia/Noticias/lesoes-no-quadril-vao-aumentar-32-nos-proximos-40-anos.aspx?utm_source=twitter&utm_medium=twitter&utm_campaign=twitter
A osteoporose é uma doença caracterizada pela diminuição de massa óssea, tornando os ossos mais frágeis – e consequentemente mais suscetíveis a lesões. Além do fator genético, a doença acontece em decorrência da queda na concentração hormonal, frequente nas mulheres em período de menopausa e em adultos com mais de 60 anos.
Atualmente, 20% da população brasileira têm 50 anos ou mais. A expectativa do IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - é que em 2050 esse índice chegue a 40% da população brasileira. “Com o envelhecimento da população, crescerá também o número de pessoas com osteoporose, o que a torna um problema de saúde pública, devido às consequências relacionadas à doença”, afirma o Dr. José Ricardo Negreiros, cirurgião ortopédico do Einstein.
Segundo o estudo da IOF, que avaliou cinco países da América Latina, (Argentina, Brasil, Colômbia, México e Porto Rico), a prevalência de osteoporose em pessoas de todas as idades é de 14%. Observando o número de fraturas vertebrais por conta do enfraquecimento da massa óssea, 38% delas acontecem em mulheres com mais de 80 anos. Isso porque o aumento da incidência de osteoporose neste grupo etário também acompanha o aumento de ocorrência de quedas relacionadas a estas fraturas.
O impacto das fraturas
As lesões no quadril são potencialmente graves por ocorrerem com frequência em pacientes que apresentam outras doenças clínicas simultaneamente. Como o tratamento cirúrgico é a opção mais utilizada para tratamento destas fraturas, algumas complicações clínicas podem ocorrer no período pós-operatório. “Outra questão a ser discutida é a busca do retorno às atividades diárias do idoso, além da recuperação de sua independência e equilíbrio locomotor, que são alterados após uma queda e consequente fratura do fêmur”, explica o Dr. Negreiros.
Segundo um estudo divulgado pelo Hospital das Clínicas de São Paulo, a mortalidade intra-hospitalar nas internações por fratura do fêmur, ao fim de um mês, três meses, seis meses, um ano e dois anos foram respectivamente 5,52%; 4,74%; 11,88%; 10,76%; 19,24% e 24,94%.
Além desses fatores, o custo do tratamento deste tipo de lesão tem um grande impacto para a saúde pública: a estimativa é que no Brasil se gaste até 12 mil dólares, incluindo tempo de internação (que é de, no mínimo, uma semana), os cuidados pré e pós-operatórios, medicamentos, além das sessões de fisioterapia para reabilitação e home care.
O não tratamento traz comprometimentos ainda mais sérios, também com grande risco clínico. O paciente acamado com membro imobilizado apresenta alto risco de complicações como trombose venosa, infecções, embolia, além de grande dificuldade de retornar à sua condição clínica original.
Prevenção, o segredo para controlar o aumento de lesões
As fraturas geralmente ocorrem em situação de quedas, acidentes que acontecem principalmente dentro da residência. “Isso também pode afetar a qualidade de vida do idoso, pois ele pode desenvolver medo de cair novamente, e evitar circular pela casa. Por isso, é preciso trabalhar tanto na prevenção das lesões quanto da osteoporose”, ressalta o médico.
Por ser uma doença sem sintomas específicos, muitas vezes só se descobre a osteoporose em situações de desfecho negativo, como uma fratura. O acompanhamento médico e a realização do exame de densitometria óssea, que avalia a densidade mineral óssea, são, portanto, fundamentais para a identificação precoce e tratamento da doença.
Já as quedas podem ser evitadas com um planejamento da organização dos móveis e outros objetos, deixando a casa um ambiente seguro para o idoso. Medidas simples como mudança na iluminação do ambiente, substituição de boxes de vidro por cortinas, instalação de barras de segurança nos banheiros e corredores além da retirada de tapetes escorregadios dos quartos podem ser facilmente adotadas, permitindo que o idoso esteja sempre em segurança!
http://www.einstein.br/Hospital/ortopedia-e-reumatologia/Noticias/lesoes-no-quadril-vao-aumentar-32-nos-proximos-40-anos.aspx?utm_source=twitter&utm_medium=twitter&utm_campaign=twitter
Sedentarismo faz com que 34% dos jovens sofram de dores nas costas
Passar muito tempo sentado em frente à TV ou ao computador, uso errado do notebook, vida sedentária e posturas incorretas fazem com que as pessoas tenham dores nas costas cada vez mais cedo. O problema incomoda 34% dos jovens de 16 a 24 anos, segundo uma pesquisa realizada pela empresa Mintel, do Reino Unido. Os dados são do jornal Daily Mail.
O levantamento realizado com britânicos constatou que a proporção de jovens com dores na coluna é semelhante à dos aposentados, já que 38% dos voluntários com mais de 65 anos relatam o desconforto. Dois quintos dos britânicos de todas as idades sofrem de dor nas costas.
“Muito tempo sentado enfraquece o tônus muscular e isso pode levar a dor nas costas”, disse a porta-voz da empresa de pesquisa, Michelle Strutton. “Muitos jovens levam uma vida sedentária e a falta de esporte pode muito bem contribuir para a dor nas costas, bem como a má postura”, completou.
E aqui no Brasil, não está muito diferente... As pessoas estão cada vez mais sedentárias, a obesidade vem aumentando de maneira alarmante até mesmo nas crianças e isso só pode trazer consequências desastrosas: aumento de doenças e dores no geral.
A receita para mudar esse quadro é simples: alimentação saudável, prática de atividade física regular e correção das posturas viciosas que geram dor.
Vale a pena tentar! Seu corpo e sua saúde agradecem!
Falar palavrão alivia a dor??
Não é necessariamente o palavrão mas a descarga emocional que vem com ele. Nós reagimos com um palavrão a uma situação de raiva, de dor, e a carga emocional é enorme. Sabemos, desde criança, que falar palavrão é feio e, além desta descarga emocional, ao falar coisas feias ainda estamos cometendo uma contravenção. “O que ocorre, na realidade, é que assim modificamos o limiar de dor por distração. Mudamos o foco da dor para a descarga emocional e para a contravenção que estamos cometendo. Nós mobilizamos as vias de modulação da dor não apenas psicologicamente, mas também quimicamente”, explica Lúcia Miranda Monteiro dos Santos, chefe do Serviço de Tratamento de Dor e Medicina Paliativa do Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Segundo a médica, isso já é mostrado em pesquisas antigas que provaram que macacos, em situações inflamatórias em mãos ou pés, suportavam melhor a dor ao serem distraídos com banana e outras atividades e, assim, conseguiam mexer melhor seus membros do que aqueles que não recebiam os estímulos de distração.
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
V Jornada de Cuidados Paliativos do ICESP
Nos dias 17 e 18 de agosto, o Icesp promove sua V Jornada de Cuidados Paliativos. O evento tem como objetivo compartilhar o conhecimento e a prática nesta área da saúde.
Em sua quinta edição, o encontro se diferencia dos anteriores por mesclar aulas expositivas com atividades práticas, que estimulam a participação e a troca de experiências. O corpo de palestrantes contará com profissionais reconhecidos, como Prof. Dr. Reinaldo Ayer, Pe. Leocir Pessini, Dr. Daniel Neves Forte, Dr. Ricardo Tavares Carvalho e Profª Maria Julia Paes da Silva. Serão cinco aulas expositivas sobre bioética e quatro horas de oficinas práticas e vivenciais.
A equipe de Cuidados Paliativos do Icesp é composta por médicos, enfermeiros, assistentes sociais, psicólogo, nutricionista e farmacêutico, que atuam de forma transdisciplinar no atendimento em leitos de internação e ambulatório. O serviço conta com 62 leitos, dos quais 50 em regime de HOSPICE e 12 em enfermaria, além de realizar, aproximadamente, 160 atendimentos ambulatoriais por mês.
Descrição do Evento
Dia 17 de agosto
19h30 - Fundamentos da Bioética
Prof. Dr. Ricardo Ayer
Dia 18 de agosto
Das 8h às 9h - Palestra - Eutanásia, Distanásia e Ortotanásia
Pe. Leocir Pessini
Das 9h às 10h - Palestra - Conflitos éticos e tomada de decisão
Dr. Daniel Neves Forte
Das 16h30 às 17h30 - Palestra - Justiça vs autonomia na prática clinica
Dr. Ricardo Tavares Carvalho
Das 17h30 às 18h30 - Palestra - Desafios bioéticos da comunicação
Profª Maria Julia Paes da Silva
OFICINAS
Workshops de duas horas de duração que abordarão temas relevantes à prática de Cuidados Paliativos, promovendo interação entre os participantes e a equipe do ICESP. O objetivo dessas atividades é intensificar a troca entre participantes e equipe, promovendo discussão de casos clínicos com base na literatura científica e experiência da equipe de Cuidados Paliativos do ICESP.
Oficinas manhã - das 10h30 às 12h30
Opção 1 - Espiritualidade: práticas em HOSPICE
Facilitação: equipe HOSPICE ICESP.
Público-alvo: médicos, enfermeiros, psicólogos e assistentes sociais.
Opção 2 - Cuidados Paliativos na emergência
Facilitação: equipe de emergência ICESP.
Público-alvo: médicos e enfermeiros.
Opção 3 - Manejo de opióides e adição
Facilitação: Centro Multidisciplinar de Tratamento da Dor ICESP.
Público-alvo: médicos e enfermeiros.
Opção 4 - Luto
Facilitação: equipe de Cuidados Paliativos ICESP.
Público-alvo: psicólogos, assistentes sociais, enfermeiros e médicos.
Opção 5 - Implantação do Serviço de Cuidados Paliativos na rede pública
Facilitação: Dr. Toshio Chiba, médico geriatra formado pelo HC/FMUSP, titulado pela SBGG/AMB. Doutor em medicina pela Faculdade de Medicina da USP. Membro da Comissão de Cuidados Paliativos da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia. Responsável pela implantação do Serviço de Cuidados Paliativos do ICESP e atualmente chefe da Equipe de Cuidados Paliativos do ICESP.
Público-alvo: médicos, enfermeiros, assistentes sociais e administradores.
Oficinas tarde - das 14h às 16h
Opção 1 - Manejo multidisciplinar da dispnéia
Facilitação: equipe de Cuidados Paliativos ICESP.
Público-alvo: médicos, enfermeiros e fisioterapeutas.
Opção 2 - Cuidando da equipe que cuida
Facilitação: Walmir Cedotti, psicanalista clínico. Atualmente, é consultor em desenvolvimento humano e de equipes do ICESP.
Público-alvo: profissionais da área da saúde.
Opção 3 - Cuidados de fim de vida
Facilitação: Equipe de Cuidados Paliativos ICESP.
Público-alvo: profissionais da área da saúde.
Opção 4 - Prognóstico em neoplasias avançadas: da avaliação à comunicação
Facilitação: Equipe de Cuidados Paliativos ICESP.
Público-alvo: médicos e enfermeiros.
Opção 5 - Implantação do Serviço de Cuidados Paliativos na rede privada
Facilitação: Dr. Daniel Forte.
Público-alvo: médicos, enfermeiros e administradores
INSCRIÇÕES
Entrar em contato com Fabiana Lima pelo telefone 38932727, das 8h às 16h, ou pelo email jornada.paliativos@icesp.org.br, solicitando informações sobre a inscrição. Até 13 de agosto de 2012.
INVESTIMENTO
Profissionais do complexo HC/FMUSP (inclusive acadêmicos e residentes): R$ 100,00
Profissionais não médicos externos: R$ 150,00
Médicos externos: R$ 200,00
Local: Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) - 6º andar
Endereço: Av. DR. Arnaldo, 251 Próximo à estação Clínicas do metrô.
.http://www.icesp.org.br/calendario/eventos/17-08-2012/126/Jornada
Descrição do Evento
Dia 17 de agosto
19h30 - Fundamentos da Bioética
Prof. Dr. Ricardo Ayer
Dia 18 de agosto
Das 8h às 9h - Palestra - Eutanásia, Distanásia e Ortotanásia
Pe. Leocir Pessini
Das 9h às 10h - Palestra - Conflitos éticos e tomada de decisão
Dr. Daniel Neves Forte
Das 16h30 às 17h30 - Palestra - Justiça vs autonomia na prática clinica
Dr. Ricardo Tavares Carvalho
Das 17h30 às 18h30 - Palestra - Desafios bioéticos da comunicação
Profª Maria Julia Paes da Silva
OFICINAS
Workshops de duas horas de duração que abordarão temas relevantes à prática de Cuidados Paliativos, promovendo interação entre os participantes e a equipe do ICESP. O objetivo dessas atividades é intensificar a troca entre participantes e equipe, promovendo discussão de casos clínicos com base na literatura científica e experiência da equipe de Cuidados Paliativos do ICESP.
Oficinas manhã - das 10h30 às 12h30
Opção 1 - Espiritualidade: práticas em HOSPICE
Facilitação: equipe HOSPICE ICESP.
Público-alvo: médicos, enfermeiros, psicólogos e assistentes sociais.
Opção 2 - Cuidados Paliativos na emergência
Facilitação: equipe de emergência ICESP.
Público-alvo: médicos e enfermeiros.
Opção 3 - Manejo de opióides e adição
Facilitação: Centro Multidisciplinar de Tratamento da Dor ICESP.
Público-alvo: médicos e enfermeiros.
Opção 4 - Luto
Facilitação: equipe de Cuidados Paliativos ICESP.
Público-alvo: psicólogos, assistentes sociais, enfermeiros e médicos.
Opção 5 - Implantação do Serviço de Cuidados Paliativos na rede pública
Facilitação: Dr. Toshio Chiba, médico geriatra formado pelo HC/FMUSP, titulado pela SBGG/AMB. Doutor em medicina pela Faculdade de Medicina da USP. Membro da Comissão de Cuidados Paliativos da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia. Responsável pela implantação do Serviço de Cuidados Paliativos do ICESP e atualmente chefe da Equipe de Cuidados Paliativos do ICESP.
Público-alvo: médicos, enfermeiros, assistentes sociais e administradores.
Oficinas tarde - das 14h às 16h
Opção 1 - Manejo multidisciplinar da dispnéia
Facilitação: equipe de Cuidados Paliativos ICESP.
Público-alvo: médicos, enfermeiros e fisioterapeutas.
Opção 2 - Cuidando da equipe que cuida
Facilitação: Walmir Cedotti, psicanalista clínico. Atualmente, é consultor em desenvolvimento humano e de equipes do ICESP.
Público-alvo: profissionais da área da saúde.
Opção 3 - Cuidados de fim de vida
Facilitação: Equipe de Cuidados Paliativos ICESP.
Público-alvo: profissionais da área da saúde.
Opção 4 - Prognóstico em neoplasias avançadas: da avaliação à comunicação
Facilitação: Equipe de Cuidados Paliativos ICESP.
Público-alvo: médicos e enfermeiros.
Opção 5 - Implantação do Serviço de Cuidados Paliativos na rede privada
Facilitação: Dr. Daniel Forte.
Público-alvo: médicos, enfermeiros e administradores
INSCRIÇÕES
Entrar em contato com Fabiana Lima pelo telefone 38932727, das 8h às 16h, ou pelo email jornada.paliativos@icesp.org.br, solicitando informações sobre a inscrição. Até 13 de agosto de 2012.
INVESTIMENTO
Profissionais do complexo HC/FMUSP (inclusive acadêmicos e residentes): R$ 100,00
Profissionais não médicos externos: R$ 150,00
Médicos externos: R$ 200,00
Local: Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) - 6º andar
Endereço: Av. DR. Arnaldo, 251 Próximo à estação Clínicas do metrô.
.http://www.icesp.org.br/calendario/eventos/17-08-2012/126/Jornada
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
SCAR Project
SCAR Project, é uma campanha de conscientização sobre o câncer de mama que mostra os resultados de cirurgias para a retirada de mamas, muitas vezes necessárias nestes casos.
O objetivo é conscientizar através do choque, mostrar quão terrível esse problema pode ser para uma mulher. E que, apesar de tudo, a vida continua.
As fotos mostram mulheres expondo seus corpos e cicatrizes após a cirurgia. Fotos essas que são ao mesmo tempo chocantes e delicadas, belas.
O Slogan da campanha é The Scar Project - Breast Cancer Is Not a Pink Ribbon, na tradução: Projeto Cicatriz - Câncer de Mama Não é Uma Fitinha Rosa
Pra quem quiser mais informações:
http://www.thescarproject.org/
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