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quinta-feira, 31 de maio de 2012

Dia Mundial SEM Tabaco - 31 de maio



O Dia Mundial sem Tabaco, 31 de maio, é uma data que tem como objetivo divulgar para população os perigos do uso do tabaco, as estratégias das companhias para seduzir os jovens a iniciar no tabagismo, as ações que a Organização Mundial da Saúde (OMS) desenvolve para controlar a epidemia do tabagismo no mundo, assim como o que a sociedade pode fazer para reivindicar o seu direito à saúde e à vida saudável e proteger as gerações presentes e futuras. A data foi criada em 1987, pela OMS.

Para as ações deste ano, a OMS escolheu o tema “A Interferência da Indústria do Tabaco”. O Brasil adaptou a abordagem para o contexto nacional, enfocando os danos causados ao longo da cadeia de produção do tabaco ao meio ambiente e à saúde da população, como o uso agrotóxicos que agridem ecossistemas e fumicultores, desmatamento, trabalho adolescente e infantil, danos à saúde da população, como a dependência química à nicotina e o fumo passivo e, por consequência, o aumento do risco para o desenvolvimento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNTs), como Acidente Vascular Encefálico, infarto e diversos tipos de câncer. Daí, a escolha do tema nacional: “Fumar: faz mal pra você, faz mal pro planeta”.

http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/dia_mundial_sem_tabaco/site/2012/

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Outubro Rosa - Mobilização contra o Câncer de Mama


O 'Outubro Rosa', iniciativa criada nos Estados Unidos há cerca de 10 anos com a intenção de alertar sobre os riscos e a necessidade de prevenção do câncer de mama, será lançado nacionalmente nesta terça-feira, dia 05 de outubro. Para celebrar a data, o Cristo Redentor e a Igreja da Penha, no Rio de Janeiro, além do Palácio do Planalto, em Brasília, serão iluminados de rosa, cor do movimento. Monumentos e locais simbólicos em outras cidades também ganharão a iluminação especial. No Brasil, a empreitada é coordenada pela Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à saúde da Mama (Femama).

Durante o mês serão promovidas atividades por todo o país. No Rio de Janeiro, a Prefeitura, com o apoio da Philips e do Projeto CIES (Centro de Integração de Educação e Saúde), disponibilizará, entre os dias 6 e 26, uma unidade itinerante para que as moradoras de Bangu, Santa Cruz, e do Complexo do Alemão realizem mamografias gratuitamente.

A iluminação alertará para os perigos e para a necessidade de prevenção contra o câncer de mama. Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de mama é o segundo tipo mais comum da doença no mundo e o mais frequente entre as mulheres, respondendo por 22% dos casos. O número anual de ocorrências no país é estimado em cerca de 49 mil e, embora menos comum, homens também podem ser atingidos.

Ainda segundo o INCA, as taxas de mortalidade por câncer de mama no Brasil continuam elevadas, e um dos prováveis motivos é o diagnóstico tardio. Em 2008, ano do último levantamento feito no país, foram registradas 11.860 mortes em decorrência da doença. Das vítimas, 11.735 eram mulheres e 125 homens. Na população mundial, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a sobrevida média após cinco anos é de 61%.

O Instituto Nacional de Câncer, órgão auxiliar do Ministério da Saúde no desenvolvimento e coordenação das ações integradas para a prevenção e o controle do câncer no Brasil, participa da mobilização com diversas ações. Uma delas, é o lançamento do folder Recomendações do INCA para reduzir a mortalidade por câncer de mama no Brasil.

Sintomas e fatores de risco

Além do aparecimento de nódulos no seio e na região da axila, os principais sinais da doença, cuja incidência cresce em mulheres a partir dos 35 anos, são alterações no formato, na coloração e na textura da mama. Os mamilos podem ainda retrair-se, inchar-se ou apresentar secreção.

Para prevenir a enfermidade é recomendado praticar exercícios físicos com regularidade, não fumar e adotar uma dieta equilibrada, sem o consumo de bebidas alcoólicas. Mulheres que menstruaram antes dos 12 anos, com histórico da doença na família e que não tiveram filhos ou foram mães após os 30 anos devem ficar atentas. A exposição excessiva a tratamentos com Raio X e estrógeno também se constituem em fatores de risco. O exame clínico das mamas deve ser feito uma vez por ano pelas mulheres que têm entre 40 e 49 anos. A partir dos 50, a mamografia (raio-x das mamas) deve ser realizada a cada dois anos, ou de acordo com prescrição médica.

Uma vez constatada a presença de uma lesão suspeita, o médico indicará uma biópsia, que determinará se o tumor é maligno ou não. Caso o resultado seja positivo, o tratamento pode ser feito com quimioterapia, radioterapia e através de intervenções cirúrgicas para remover o nódulo.

Folder Outubro Rosa:


http://www.inca.gov.br/