sexta-feira, 19 de junho de 2009
HIPERMETROPIA
A hipermetropia ocorre quando o olho é um pouco menor do que o normal, provocando uma focalização errada da imagem, que se forma após a retina. Ela também pode ser causada pela diminuição do poder refrativo do olho, causada por alterações no formato na córnea ou no cristalino.
Geralmente o paciente com hipermetropia tem boa visão de longe, pois se seu grau não for muito elevado é naturalmente corrigido pelo aumento do poder dióptrico do cristalino, em um processo chamado de acomodação.
A maior parte das crianças apresenta hipermetropia, porque seus olhos normalmente são menores do que deveriam ser, porém elas têm um maior poder de acomodação e suportam graus muito mais elevados. São comuns casos de pessoas que necessitam de óculos na infância, mas deixam de usá-los na idade adulta, quando o olho atinge o tamanho ideal.
A hipermetropia também pode estar associada ao aparecimento de estrabismo acomodativo na infância, com o surgimento de sintomas ao redor dos 2 anos de idade. Neste caso a correção total do problema pode ser feita com o uso de lentes de óculos adequadas.
A história familiar também é um fator de risco.
SINTOMAS:
- desconforto para focalizar imagens próximas;
- visão embaçada;
- cansaço;
- dores nos olhos;
- dores de cabeça.
TRATAMENTO:
O tratamento para a hipermetropia é feito através do uso de lentes convergentes ou convexas, que têm a função de direcionar a luz para a retina, onde a imagem deve se formar.
O principal procedimento para a correção do problema é a cirurgia refrativa, realizada com Excimer Laser ou Lasik, geralmente aplicada depois dos 21 anos com bom prognóstico.
COMPLICAÇÕES:
A hipermetropia é um fator de risco para o glaucoma crônico.
PREVENÇÃO:
Não há prevenção conhecida para a hipermetropia. A atenção aos riscos (tais como história familiar) permite um diagnóstico e a intervenção precoces.
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