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terça-feira, 18 de setembro de 2012
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Dia 15 de setembro - Dia Mundial de Conscientização sobre Linfomas
Participe do Movimento
O Movimento contra o Linfoma teve início no dia 15 de setembro de 2010 (Dia Mundial de Conscientização sobre Linfomas), e desde então já engajou milhares de pessoas na causa.
O Movimento começa com você. Faça o auto-exame periodicamente, levando a mão ao pescoço e às outras regiões em que estão os gânglios linfáticos (como virilha e axilas). Depois, passe estas informações adiante e divulgue esta ação para o máximo de pessoas que puder.
Com uma atitude simples, podemos salvar milhares de vidas.
O que é o linfoma?
É um câncer que se desenvolve no sistema linfático (parte do sistema imunológico que contribui para a defesa do corpo). Existem dois tipos: o linfoma de Hodgkin, que se caracteriza pela presença de um tipo de célula chamada de Reed-Sternberg, e o linfoma não-Hodgkin, que inclui um grande e diversificado grupo de cânceres das células do sistema imunológico.
Quais são os sintomas?
Além do inchaço dos gânglios linfáticos nas regiões do pescoço, axilas e virilha, também são comuns sintomas como febre, suor noturno, fadiga, perda de peso, perda de apetite e coceira na pele. Se eles persistirem por 15 dias, é vital buscar uma assistência médica. Alguns pacientes não apresentam qualquer sintoma e a doença é descoberta por acaso num exame de rotina. Por isso, fique atento a qualquer alteração corporal, que é essencial para um melhor tratamento.
Diagnóstico
Se o médico detectou um aumento dos gânglios linfáticos, poderá indicar biópsia para o diagnóstico do linfoma.
Tratamento
Há quatro estádios do linfoma, que vão do I (afeta apenas uma cadeia de gânglios linfáticos) ao IV (câncer se espalhou para órgãos fora do sistema linfático). O tratamento varia dependendo do estádio, e pode consistir em:
•Quimioterapia
•Radioterapia
•Transplante de Células Tronco Hematopoiéticas
•Anticorpos monoclonais
Causas e fatores de risco
A incidência anual de linfomas praticamente dobrou nos últimos 35 anos. Não se sabe ao certo quais são as razões para esse aumento. Verifica-se um aumento aparente de incidência do linfoma em comunidades predominantemente agrícolas. Estudos associam componentes específicos de herbicidas e pesticidas à ocorrência do linfoma, porém, em termos quantitativos, a contribuição de tais agentes para o aumento da freqüência do mesmo ainda não foi definida.
Indivíduos infectados pelos vírus HTLV ou pelo vírus HIV apresentam maior risco de desenvolver linfoma. Há casos ocasionais de manifestações concentradas em uma família, similarmente ao que se verifica em outros tipos de câncer. Verifica-se um aumento na incidência de linfoma em irmãos de pacientes que apresentam a doença. Entretanto, a imensa maioria dos casos da doença ocorre em indivíduos sem fatores de risco identificáveis e a maioria das pessoas com supostos fatores de risco nunca contraem a doença.
A incidência do linfoma de Hodgkin atinge um pico de 5 a 6 casos/100.000 indivíduos em torno de 20 anos de idade. Essa taxa cai para menos da metade na meia idade e volta a aumentar em freqüência em indivíduos mais idosos. Esse padrão difere entre grupos étnicos. O linfoma de Hodgkin ocorre mais freqüentemente em indivíduos mais jovens de descendência européia, do que naqueles de descendência africana, asiática ou hispânica.
A incidência do linfoma não-Hodgkin aumenta progressivamente com a idade. Em torno de 4 casos/100.000 indivíduos ocorrem aos 20 anos de idade. A taxa de incidência aumenta 10 vezes, passando para 40 casos/100.000 indivíduos com 60 anos e mais de 20 vezes, chegando a 80 casos/100.000 indivíduos após os 75 anos de idade.
Alguns dados importantes
• No mundo, cerca de um milhão de pessoas têm linfoma nesse momento.
• No Brasil, 12 mil pessoas são diagnosticadas com linfoma anualmente, o que significa mais de uma pessoa a cada hora.
• O linfoma é o 3º câncer mais comum em crianças.
• O linfoma é o 5º câncer mais comum em mulheres e o 6º em homens.
• A incidência dessa doença aumenta em nosso país a cada ano.
• No Brasil, milhares de pessoas estão envolvidas diretamente com esta causa.
Abaixo uma cartilha com informações sobre linfoma. http://www.abrale.org.br/apoio_paciente/publicacoes/manuais/af_linfomas_simples_2008.pdf
Participe do Movimento. Divulgue.
http://www.movimentocontraolinfoma.com.br/
http://www.abrale.org.br/
O Movimento contra o Linfoma teve início no dia 15 de setembro de 2010 (Dia Mundial de Conscientização sobre Linfomas), e desde então já engajou milhares de pessoas na causa.
O Movimento começa com você. Faça o auto-exame periodicamente, levando a mão ao pescoço e às outras regiões em que estão os gânglios linfáticos (como virilha e axilas). Depois, passe estas informações adiante e divulgue esta ação para o máximo de pessoas que puder.
Com uma atitude simples, podemos salvar milhares de vidas.
O que é o linfoma?
É um câncer que se desenvolve no sistema linfático (parte do sistema imunológico que contribui para a defesa do corpo). Existem dois tipos: o linfoma de Hodgkin, que se caracteriza pela presença de um tipo de célula chamada de Reed-Sternberg, e o linfoma não-Hodgkin, que inclui um grande e diversificado grupo de cânceres das células do sistema imunológico.
Quais são os sintomas?
Além do inchaço dos gânglios linfáticos nas regiões do pescoço, axilas e virilha, também são comuns sintomas como febre, suor noturno, fadiga, perda de peso, perda de apetite e coceira na pele. Se eles persistirem por 15 dias, é vital buscar uma assistência médica. Alguns pacientes não apresentam qualquer sintoma e a doença é descoberta por acaso num exame de rotina. Por isso, fique atento a qualquer alteração corporal, que é essencial para um melhor tratamento.
Diagnóstico
Se o médico detectou um aumento dos gânglios linfáticos, poderá indicar biópsia para o diagnóstico do linfoma.
Tratamento
Há quatro estádios do linfoma, que vão do I (afeta apenas uma cadeia de gânglios linfáticos) ao IV (câncer se espalhou para órgãos fora do sistema linfático). O tratamento varia dependendo do estádio, e pode consistir em:
•Quimioterapia
•Radioterapia
•Transplante de Células Tronco Hematopoiéticas
•Anticorpos monoclonais
Causas e fatores de risco
A incidência anual de linfomas praticamente dobrou nos últimos 35 anos. Não se sabe ao certo quais são as razões para esse aumento. Verifica-se um aumento aparente de incidência do linfoma em comunidades predominantemente agrícolas. Estudos associam componentes específicos de herbicidas e pesticidas à ocorrência do linfoma, porém, em termos quantitativos, a contribuição de tais agentes para o aumento da freqüência do mesmo ainda não foi definida.
Indivíduos infectados pelos vírus HTLV ou pelo vírus HIV apresentam maior risco de desenvolver linfoma. Há casos ocasionais de manifestações concentradas em uma família, similarmente ao que se verifica em outros tipos de câncer. Verifica-se um aumento na incidência de linfoma em irmãos de pacientes que apresentam a doença. Entretanto, a imensa maioria dos casos da doença ocorre em indivíduos sem fatores de risco identificáveis e a maioria das pessoas com supostos fatores de risco nunca contraem a doença.
A incidência do linfoma de Hodgkin atinge um pico de 5 a 6 casos/100.000 indivíduos em torno de 20 anos de idade. Essa taxa cai para menos da metade na meia idade e volta a aumentar em freqüência em indivíduos mais idosos. Esse padrão difere entre grupos étnicos. O linfoma de Hodgkin ocorre mais freqüentemente em indivíduos mais jovens de descendência européia, do que naqueles de descendência africana, asiática ou hispânica.
A incidência do linfoma não-Hodgkin aumenta progressivamente com a idade. Em torno de 4 casos/100.000 indivíduos ocorrem aos 20 anos de idade. A taxa de incidência aumenta 10 vezes, passando para 40 casos/100.000 indivíduos com 60 anos e mais de 20 vezes, chegando a 80 casos/100.000 indivíduos após os 75 anos de idade.
Alguns dados importantes
• No mundo, cerca de um milhão de pessoas têm linfoma nesse momento.
• No Brasil, 12 mil pessoas são diagnosticadas com linfoma anualmente, o que significa mais de uma pessoa a cada hora.
• O linfoma é o 3º câncer mais comum em crianças.
• O linfoma é o 5º câncer mais comum em mulheres e o 6º em homens.
• A incidência dessa doença aumenta em nosso país a cada ano.
• No Brasil, milhares de pessoas estão envolvidas diretamente com esta causa.
Abaixo uma cartilha com informações sobre linfoma. http://www.abrale.org.br/apoio_paciente/publicacoes/manuais/af_linfomas_simples_2008.pdf
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http://www.movimentocontraolinfoma.com.br/
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quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Ecstasy é 100 vezes mais potente que outros medicamentos para combater câncer
Pesquisadores tentam isolar as propriedades anticâncer porque a dose necessária para eliminar tumores seria fatal para o organismo
Cientistas da University of Birmingham descobriram uma forma modificada da droga MDMA - comumente conhecida como Ecstasy - que tem 100 vezes mais propriedades anticâncer do que a droga popular. Eles esperam produzir um medicamento seguro para tratar os pacientes. Os resultados da pesquisa demonstraram sucesso no desenvolvimento da droga como um agente para combater linfoma, leucemia e mieloma.
O novo trabalho se baseia na descoberta feita pelos cientistas de Birmingham há seis anos, quando eles verificaram que mais da metade dos cânceres de células brancas do sangue responderam no tubo de ensaio às propriedades de supressão de crescimento das drogas psicotrópicas, o que inclui derivados da anfetamina, como o Ecstasy, as pílulas para a perda de peso e antidepressivos como a fluoxetina (Prozac).
Na época, a equipe destacou que traduzir os resultados laboratoriais em um composto clínico utilizável apresentaria problemas, até porque a dose de MDMA necessária para tratar um tumor canceroso seria fatal para os pacientes. Eles pretendiam derrubar as ações da droga para isolar apenas as propriedades anticâncer.
Trabalhando com pesquisadores da University of Western Austrália, que produziu os novos compostos, os cientistas de Birmingham descobriram que formas especialmente modificadas de Ecstasy melhoraram em 100 vezes a capacidade de atacar e destruir as células cancerosas.
O autor, professor John Gordon, explica que a equipe estava observando estruturas de compostos que eram mais eficazes. Elas começaram a parecer mais lipofílicas, ou seja, eram atraídas para os lipídios que constituem as paredes celulares. Isso as tornaria mais escorregadias para que entrassem nas células de câncer com mais facilidade e, possivelmente, até começariam a dissolvê-las.
" Ao saber disso, podemos, teoricamente, fazer análogos ainda mais potentes da MDMA e, finalmente, chegar a um ponto em que teremos em nosso armário de remédios a forma mais potente possível. Este é um próximo passo interessante para se utilizar uma forma modificada de MDMA para ajudar as pessoas que sofrem de câncer de sangue. Apesar de que não gostaríamos de dar às pessoas uma falsa esperança, os resultados desta pesquisa têm o potencial para a melhoria nos tratamentos nos próximos anos" afirma Gordon, que já pensa nos preparativos para iniciar os estudos pré-clínicos.
Fonte: http://www.isaude.net/
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