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sábado, 23 de novembro de 2013

NOVO MEDICAMENTO, PRESTES A CHEGAR AO BRASIL, PROMETE REVOLUCIONAR TRATAMENTO DA ARTRITE REUMATOIDE



Entre 0,5% e 1% da população mundial sofre de artrite reumatoide, uma doença autoimune, crônica e sistêmica caracterizada, principalmente, pela inflamação das juntas. No Brasil, os especialistas calculam que exista 1,3 milhão de pacientes e, embora a maioria seja de mulheres, os homens também são acometidos pela doença.

O diagnóstico é difícil e, diante da demora, o indivíduo se resignava com o uso de analgésicos e de cadeira de rodas. Sem tratamento, a doença tende a progredir para deformidades nas articulações. "O paciente que chega ao consultório já deformado teve, em algum momento, a oportunidade de ser diagnosticado”, observa o reumatologista Ricardo Xavier, um dos especialistas brasileiros presentes no American College of Rheumatology Meeting — congresso ocorrido no mês passado, em San Diego, Estados Unidos. "Com certeza, antes de apresentar as deformidades, essa pessoa teve algum sintoma, procurou um médico e não teve o encaminhamento adequado”, complementa.
Felizmente, com o avanço da medicina, a qualidade de vida dos doentes hoje pode ser bem próxima à de pessoas saudáveis. Nos últimos 30 anos, os pacientes tiveram acesso a novas drogas, como o metotrexato, ainda hoje a primeira escolha de muitos médicos, ou os chamados "modificadores do curso da doença”. Mais recentemente, foram os biológicos, cujo mecanismo de ação é bem mais específico, diretamente nas citocinas que desencadeiam a reação inflamatória, que trouxeram novo fôlego ao tratamento da artrite reumatoide nos casos em que os modificadores não surtem efeito.
Agora, médicos, cientistas e pacientes comemoram uma nova alternativa de tratamento. O tofacitinib, já em uso em diversos países e em vias de ser aprovado no Brasil pela Anvisa, é considerado um medicamento alvo específico, assim como os biológicos. A diferença é que, por ser uma molécula menor, ele consegue entrar na célula em vez de agir do lado de fora dela. Além disso, o fato de que o novo tratamento pode ser ministrado via oral, em comprimidos, facilita muito. "Tomar um comprimido é diferente de se deslocar até um centro médico para tomar a medicação na veia. Muda a qualidade de vida do paciente, a aderência ao tratamento e até a percepção de gravidade da doença dele”, enumera a imunologista Maysa Silva, gerente médica da Pfizer.

Embora animadora, a novidade custa caro: nos Estados Unidos, por exemplo, uma caixa, suficiente para um mês, sai por US$ 2.055 (cerca de R$ 4.685). A esperança é de que o governo distribua o medicamento gratuitamente para a população. "O entendimento é de que bancar o tratamento e garantir uma vida mais saudável e produtiva para o paciente custa para o governo menos do que arcar com a aposentadoria precoce dele e possíveis internações decorrentes da doença”, analisa o reumatologista Ivânio Pereira, também presente no simpósio.

Fonte: Revista do Correio Brasiliense

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Dor: não aguento mais - Série de reportagens do JR



Nova série do JR fala sobre o drama de quem sofre com dores. Dor de dente, cabeça, coluna e muito mais.
Vale a pena assistir!


14/01/2013: Nova série do JR mostra o drama de pessoas que são obrigada a viver com a dor
O repórter Carlos Dorneles acompanhou a luta de quem convive há anos com a dor e busca a todo custo amenizar o sofrimento. Descubra como a medicina avança para ajudar essas pessoas na primeira reportagem da série Dor, Não Aguento Mais.



15/01/2013: Dor, Não Aguento Mais: métodos simples podem aliviar dores crônicas

De repente uma incômoda dor nas costas. O diagnóstico: uma inflamação na hérnia de disco, que vira um problema crônico. Você certamente conhece alguém que já tenha passado por isso. A dor na coluna atinge milhões de brasileiros. Na reportagem de desta terça (15) da série Dor, Não Aguento Mais, o repórter Carlos Dorneles vai mostrar que métodos simples podem aliviar - e muito - essa dor.




16/01/2013: Médicos garantem que a pedra no rim pode causar uma das piores dores
Na reportagem da série Dor Não Aguento Mais, o repórter Carlos Dorneles mostra o drama de pacientes em meio a fortes crises. e aqueles que foram obrigados a mudar os hábitos para prevenir as dores.





18/01/2013: Dor, Não Aguento Mais: conheça a temida herpes zoster
Uma doença na pele que provoca inflamações e dores fortíssimas. É o herpes zoster, que aparece com pequenas bolhas e rapidamente se espalha pelo corpo. A reportagem desta sexta-feira (18) da série Dor, Não Aguento Mais o repórter Carlos Dorneles vai mostrar como o estresse e a vida agitada das grandes cidades contribuem para o aparecimento da doença.