Dona Cristina Perdeu a Memória é um curta metragem brasileiro de 2002, dirigido por Ana Luiza Azevedo.
É uma produção da Casa de Cinema de Porto Alegre e conta a história de Dona Cristina, uma senhora vivida e alegre que mora em um asilo, e sofre de Alzheimer. Antonio mora em uma casa ao lado do asilo. Os dois, mesmo separados pela cerca de suas moradias, constroem uma amizade sincera, onde um tenta ajudar o outro da maneira que pode, Antonio escutando as histórias e experiências de vida de dona Cristina, os nomes de seus parentes e santos do dia enquanto ela prega madeiras tentando consertar a cerca e a ponte que o menino está tentando ultrapassar.
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segunda-feira, 2 de março de 2015
segunda-feira, 28 de julho de 2014
Changing batteries - Trocando as baterias - video animação em 3D
Trata-se de uma belíssima animação da Malásia, que conta a comovente história de uma idosa que vive sozinha em sua casa, até a chegada de uma encomenda curiosa: um pequeno robô para ser seu amigo eletrônico.
Um vídeo para refletir não apenas sobre o poder da amizade, mas da simbologia universal da bateria como representação desta força vital, da energia que nos mantém vivos, nos faz movermo-nos, viver e renovar a esperança na vida, no trabalho, na amizade, no amor e tudo mais...
Impossível não pensar na vida atual, em que solitários se relacionam cada vez mais com pessoas virtuais, via redes sociais. Que muitos perfis falsos nas redes sociais são inclusive robôs que servem para disseminar propagandas ou vírus. Que muitos agem como autômatos diante de um fone celular, um tablet, notebook, quando conectados ao mundo digital.
O mais comovente na história é esta sutil ironia de a máquina ter a consciência de que todos somos alimentados por baterias, e quando a dele acaba, a sua amiga idosa sempre troca a gasta por uma nova, permitindo que ele viva eternamente. Entretanto, quando a situação se inverte, é tocante ver uma máquina colocando suas pilhas novas e usadas no bolso da idosa, tentando reanimá-la. Um pequeno robô que age como uma ingênua criança descobrindo os mistérios da vida.
Quantas pessoas hoje em dia têm como melhores amigos seus equipamentos eletrônicos? Quantos vivem como robôs, de forma mecânica? Quantos humanizam suas máquinas, através das trocas - não de bateria, mas - de experiências de vida em rede?
Há que se pensar na educação mecanizada, quando esta é calcada apenas na distribuição de equipamentos eletrônicos - babás digitais - para substituir o papel social do educador, seja pai ou professor.
Até prova em contrário, as máquinas não têm alma, mas necessitam da troca ou recarga de baterias para sobreviver. As pessoas, que possuem alma, necessitam da troca de energia e também de experiências com outras pessoas para um melhor viver.
Um belo vídeo para refletir sobre o valor da amizade, das pessoas, das máquinas, da vida, da educação e muito mais.
Um vídeo para refletir não apenas sobre o poder da amizade, mas da simbologia universal da bateria como representação desta força vital, da energia que nos mantém vivos, nos faz movermo-nos, viver e renovar a esperança na vida, no trabalho, na amizade, no amor e tudo mais...
Impossível não pensar na vida atual, em que solitários se relacionam cada vez mais com pessoas virtuais, via redes sociais. Que muitos perfis falsos nas redes sociais são inclusive robôs que servem para disseminar propagandas ou vírus. Que muitos agem como autômatos diante de um fone celular, um tablet, notebook, quando conectados ao mundo digital.
O mais comovente na história é esta sutil ironia de a máquina ter a consciência de que todos somos alimentados por baterias, e quando a dele acaba, a sua amiga idosa sempre troca a gasta por uma nova, permitindo que ele viva eternamente. Entretanto, quando a situação se inverte, é tocante ver uma máquina colocando suas pilhas novas e usadas no bolso da idosa, tentando reanimá-la. Um pequeno robô que age como uma ingênua criança descobrindo os mistérios da vida.
Quantas pessoas hoje em dia têm como melhores amigos seus equipamentos eletrônicos? Quantos vivem como robôs, de forma mecânica? Quantos humanizam suas máquinas, através das trocas - não de bateria, mas - de experiências de vida em rede?
Há que se pensar na educação mecanizada, quando esta é calcada apenas na distribuição de equipamentos eletrônicos - babás digitais - para substituir o papel social do educador, seja pai ou professor.
Até prova em contrário, as máquinas não têm alma, mas necessitam da troca ou recarga de baterias para sobreviver. As pessoas, que possuem alma, necessitam da troca de energia e também de experiências com outras pessoas para um melhor viver.
Um belo vídeo para refletir sobre o valor da amizade, das pessoas, das máquinas, da vida, da educação e muito mais.
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
Novo comercial da Budweiser - Puppy Love vídeo
Um comercial feito pela marca de cerveja Budweiser para o Super Bowl deste ano vem fazendo muito sucesso. Em apenas um dia o vídeo teve mais de 12 milhões de visualizações.
O comercial mostra a amizade entre um filhote de labrador e um cavalo. É lindo de ver!
Assista abaixo!
O comercial mostra a amizade entre um filhote de labrador e um cavalo. É lindo de ver!
Assista abaixo!
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Dica de Filme: E Se Vivêssemos Todos Juntos?
Um ótimo filme! Assisti ontem e já estou postando aqui como indicação. Para pensar no envelhecimento, na velhice, nas relações interpessoais, nos pré-conceitos e na sexualidade... Para rir e chorar...
Abaixo o trailler e a sinopse do filme.
Annie (Geraldine Chaplin), Jean (Guy Bedos), Claude (Claude Rich), Albert (Pierre Richard) e Jeanne (Jane Fonda) estão ligados por uma forte amizade que já dura há mais de 40 anos. Assim, quando a memória falha, a velhice mostra sua força e o fantasma da casa de repouso vem assombrá-los, eles decidem viver juntos. O projeto parece loucura, mas a convivência traz velhas lembranças, novas perspectivas e um novo desafio: viver em república com mais de 75 anos.
Título original: Et si on vivait tous ensemble?
Direção: Stéphane Robelin
Gênero: Comédia
País: França
Ano: 2012
Marcadores:
amizade,
casa de repouso,
comédia,
dica,
dica de filme,
drama,
e se vivêssemos todos juntos,
envelhecimento,
filme,
idosos,
morte,
sexualidade,
velhice
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