quarta-feira, 2 de abril de 2014
segunda-feira, 31 de março de 2014
Como você se define? por Lizzie Velasquez - vídeo
Conheça um pouco mais sobre Lizzie Velasquez (que foi apelidada de "a mulher mais feia do mundo") e inspire-se com sua história. Não deixe que outros o definam, mas descubra o que realmente define você!!
Emocionante e inspirador!!!
http://www.aboutlizzie.com/
Emocionante e inspirador!!!
http://www.aboutlizzie.com/
Doação de cabelos para confeccção de peurcas para pacientes com câncer
Os cabelos são a parte do corpo à qual a maioria das mulheres mais se dedicam, sempre buscando os melhores produtos, os cortes mais adequados e os tratamentos mais modernos. Toda essa vaidade existe porque os cabelos ajudam a desenhar o formato do rosto e, dependendo do tipo, podem deixar com uma aparência mais leve, mais jovem ou até mais magra. Por todas essas razões, perder os cabelos por causa de doenças autoimunes, de efeitos colaterais no tratamento contra o câncer ou mesmo por acidentes, mexe muito com a autoestima das mulheres.
Além da própria luta contra a doença, que é um processo muito difícil, a perda dos fios afeta o lado psicológico, que também é muito importante e faz a diferença no processo de cura. Por isso, muitas vezes o uso de uma peruca pode fazer a diferença, fazendo com que essas mulheres se sintam mais bonitas e confiantes e, assim, enfrentem melhor o tratamento.
Para ajudar todas essas mulheres com a criação de perucas para quem perdeu os cabelos, algumas instituições beneficentes trabalham recebendo doações, que acontecem graças às ações nobres de algumas pessoas que resolvem se desapegar dos seus fios e oferecê-los a quem precisa.
As doações acontecem de forma voluntária e estão se proliferando cada vez mais. E se os cabelos fazem bem para quem os recebe, certamente também fazem bem a quem os doa. “Quando uma mulher perde os cabelos, uma parte de sua vaidade vai junto com a queda. Quando esta perda é causada pelo processo de quimioterapia, muitas vezes, é a gota d’água para a paciente que já enfrenta uma longa batalha pela vida. Mais do que uma peruca - que vai junto com um lenço, maquiagem, livros e bijuterias, para dar um up na produção - nós entregamos carinho, amor, solidariedade na forma de presente. É o mesmo que estender a mão para alguém em um momento muito difícil. Isto faz toda a diferença para que as mulheres resgatem sua autoestima e sigam confiantes no tratamento”, afirma Marcelle Medeiros, presidente da Fundação Laço Rosa, no Rio de Janeiro.
As redes sociais têm sido aliadas nesse tipo de ação. É através da internet que pessoas do mundo todo divulgam doações e acabam estimulando outras a fazerem o mesmo. Há, inclusive, crianças mobilizadas em ajudar a causa. No Canadá, a pequena Emily James cortou os fios e mostrou o resultado em um vídeo, no qual ela fala que não quer ver crianças tristes por não terem cabelo e, por isso, quis dar a elas o que tinha. No Brasil, Ana Clara Lima Siqueira, de sete anos, também resolveu cortar os cabelos para doação, influenciada pela irmã mais velha, após assistir a uma reportagem sobre o assunto.
Outros casos também chamaram a atenção, como o da caloura da Universidade de São Carlos (UFSCar), que comemorou sua aprovação no vestibular raspando o cabelo de mais 40 centímetros. O chamado "trote solidário" foi divulgado através das redes sociais e até mesmo alunos de outras faculdades participaram da iniciativa.
Das páginas do Facebook surgiu o “Cabelegria”, projeto social que recebe doações de cabelos para confecção de perucas destinadas a crianças com câncer.
A idéia surgiu em outubro do ano passado e já conta com mais de cem mil curtidas. Na rede social, é possível acompanhar o registro das doações, as ações realizadas pelo projeto, além de trocar informações e dúvidas sobre o assunto.
Vale lembrar que são necessários várias doações para a confecção de uma única peruca, então sempre há necessidade de doações de todos os tipos, tamanhos e cores de cabelos.
Como doar? Quer ajudar e não sabe como?
Requisitos para a doação…
- Ter comprimento de no mínimo um palmo (10cm)
- Qualquer tipo de cabelo é aceito, mesmo que tenha química.
- Amarre o cabelo antes de cortar, para facilitar o manuseio.
- Coloque, o cabelo seco, em um saco plástico.
- Enviar o cabelo já seco para algum dos endereços abaixo:
Onde doar
No Rio de Janeiro:
Banco de Perucas Laço Rosa - Rua Desembargador Isidro, 18, Sala 910, Tijuca, Rio de Janeiro, Cep 20521-160. Telefone: (21) 7974-8504
Em São Paulo:
ONG Cabelegria - Avenida Parada Pinto, 3420, Bl. 06, Ap. 33, Vila Nova Cachoeirinha, São Paulo, SP, CEP: 02611-001. Email: cabelegria@gmail.com
Em Minas Gerais:
Instituto Mário Penna - Rua Guaicuí, 20 / 15 andar, Cidade Jardim, Cep 30380-380, Belo Horizonte (MG). Telefone: 0800 039 1441
Associação dos Membros do Grupo Luta Pela Vida (aos cuidados de Carolina Tomaz)
Rua Ivaldo Alves do Nascimento, 645, 1º andar, Bairro Aparecida, Uberlândia – MG
CEP: 38400683
No Espírito Santo:
Associação Feminina de Educação e Combate ao Câncer do Hospital Santa Rita de Cássia - Avenida Marechal Campos, 1579, Santa Cecília, Cep 29043-260, Vitória (ES). Telefone: (27) 3334-8058
No Pará:
ONG dos Ribeirinhos Vítimas de Acidente Motor (Orvam) - Avenida João Paulo II, Lote 134, Castanheira, Cep 66645-240, Belém (PA). Telefone: (91)3231-1177. Email:contato@orvam.ogr.br
http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2014/03/jovens-e-criancas-tosam-cabelos-para-doa-los-pacientes-com-cancer.html
http://www.hospitaldocancer.org.br/conheca-o-banco-de-perucas-do-hospital-do-cancer/
http://cabelegria.com.br/2014/
Programa em São Paulo leva cuidador à casa do idoso
Até julho, a cidade de São Paulo terá 1,5 milhão de habitantes com mais de 60 anos. Eles serão 12% da população.
Criado como um projeto-piloto em 2005 pela prefeitura, o projeto PAI (Programa Acompanhante de Idosos) presta serviços de cuidado domiciliar.
Matéria no portal da Folha:
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/especial/158642-programa-em-sao-paulo-leva-cuidador-a-casa-do-idoso.shtml
sexta-feira, 21 de março de 2014
Todo mundo tem o direito de ser feliz - Dia 21 de março, dia Mundial da Síndrome de Down
A filial italiana da Saatchi & Saatchi aproveitou um e-mail enviado por uma futura mãe para criar a nova campanha da CoorDown, organização nacional de apoio à Síndrome de Down.
"Que tipo de vida o meu filho vai ter?", perguntou a mulher que estava com medo, pois acabara de descobrir que seu filho iria nascer com a alteração genética.
O anúncio, feito especialmente para o Dia Mundial da Síndrome de Down, celebrado hoje, 21 de março, traz 15 portadores da Síndrome de Down para responder a pergunta da mãe, mostrando as alegrias e os desafios que o filho possivelmente enfrentará no futuro.
O filme adota o conceito "Todo mundo tem o direito de ser feliz", a fim de promover a diversidade e integração na sociedade, especialmente na escola e no trabalho.
Este é o terceiro ano de trabalho da Saatchi com a CoorDown. As duas últimas campanhas ganharam 11 Leões em Cannes para a agência.
"Que tipo de vida o meu filho vai ter?", perguntou a mulher que estava com medo, pois acabara de descobrir que seu filho iria nascer com a alteração genética.
O anúncio, feito especialmente para o Dia Mundial da Síndrome de Down, celebrado hoje, 21 de março, traz 15 portadores da Síndrome de Down para responder a pergunta da mãe, mostrando as alegrias e os desafios que o filho possivelmente enfrentará no futuro.
O filme adota o conceito "Todo mundo tem o direito de ser feliz", a fim de promover a diversidade e integração na sociedade, especialmente na escola e no trabalho.
Este é o terceiro ano de trabalho da Saatchi com a CoorDown. As duas últimas campanhas ganharam 11 Leões em Cannes para a agência.
terça-feira, 18 de março de 2014
Entre Gerações - segundo episódio
O segundo episódio da mini série que o Fantástico está exibindo sobre 3 jovens voluntários em um lar de idosos.
http://globotv.globo.com/rede-globo/fantastico/v/jovens-voluntarios-tem-tarefa-delicada-em-lar-de-idosos/3217232/
segunda-feira, 17 de março de 2014
Uma surpresa para Gerdi McKenna - vídeo
Não há muito o que falar deste vídeo, a não ser assistir e presenciar empaticamente a força e a importância de termos verdadeiros amigos na hora que necessitamos. Acontece que em fevereiro de 2014, uma das amigas de Gerdi McKenna escreveu um e-mail solicitando uma sessão de fotos para todos os seus amigos. A sul-africana havia sido diagnosticada com câncer de mama alguns meses antes e estava passando pelo perrengue da quimio. Veja só o que aconteceu, mas antes reserve um lenço, você vai precisar.
LINDO! EMOCIONANTE!
LINDO! EMOCIONANTE!
quinta-feira, 13 de março de 2014
Aprenda como uma pessoa que teve AVC (com hemiparesia) deve se vestir
Como fisioterapeuta, sou da opinião que devemos incentivar todas as pessoas que sofreram lesões cerebrais a serem independentes e autonômas. No entanto, muitas vezes, familiares ficam perdidos ao perceberem que a forma de realizar as atividades não é mais a mesma, especialmente as básicas do cotidiano (que chamamos de AVD – atividades de vida diária). Sendo assim, como incentivar a realizar uma tarefa, como o vestir, com essa nova condição?
Diante de uma lesão cerebral, como um AVC, a pessoa conta com limitações de movimento e até sensoriais (sensações alteradas), e isso leva a ter que realizar as AVD, como o vestir, de uma forma diferente, adaptada. Ou seja, é sim possível ter indepedência em toda a atividade, ou pelo menos, em parte dela, basta saber como fazer de forma segura e eficaz.
Abaixo um vídeo ilustrativo:
Hoje, dia 13/03 é o DIA MUNDIAL DO RIM!
O Dia Mundial do Rim é uma ação global de conscientização sobre a importância de prevenir as doenças renais.
Para 2014, o tema do Dia Mundial do Rim será “1 em 10. O Rim envelhece, assim como nós”. A
ideia central do tema é chamar a atenção para a alta prevalência da Doença Renal Crônica (DRC), que pode chegar a 10% da população, especialmente entre os idosos, porque o risco de desenvolvimento da doença aumenta com o envelhecimento. Nesse ano, a Campanha conta com o apoio do Governo Federal, através do Ministério da Saúde. Atualmente, a Organização Mundial da Saúde (OMS) tem considerado as Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) com um dos principais desafios em saúde pública para as próximas décadas. Essas doenças estão intimamente relacionadas com os hábitos de vida da sociedade contemporânea, bem como com o envelhecimento da população mundial. Nesse contexto, a OMS traçou estratégias para a redução da mortalidade por essas doenças até 2022. O Brasil foi um dos primeiros países a aderir oficialmente a esse programa. Através das ações da SBN junto ao Ministério da Saúde, a DRC passou a ser considerada um dos pilares do Plano de Enfrentamento das DCNT no território brasileiro.
A DRC é caracterizada pela perda progressiva e irreversível das funções renais. A sua real prevalência
não é totalmente conhecida, mas cerca de 10% da população adulta tem algum grau de perda de função renal. Esse percentual pode aumentar para 30% a 50% em pessoas acima de 65 anos, deixando evidente que o risco para o seu aparecimento aumenta substancialmente com o envelhecimento. Segundo o IBGE, cerca de 10% da população brasileira tem mais de 65 anos de idade. Por esta razão, para este ano, o tema central da Campanha aborda o paralelismo entre o envelhecimento e a DRC. Tendo em vista tratar-se de uma Campanha cujo objetivo é a prevenção, torna-se fundamental dar publicidade aos principais fatores de risco para o desenvolvimento da doença. Entre esses fatores, deve-se destacar a hipertensão arterial, o diabetes melitus, obesidade, tabagismo e presença de história familiar de doença renal. Segundo o governo brasileiro, considerando a população brasileira maior de 18 anos, mais de 20% tem hipertensão arterial, cerca de 8% tem diabetes, 18% é tabagista e cerca de 50% metade tem excesso de peso. Os desfechos mais alarmantes da DRC são a mortalidade por doença cardiovascular e a necessidade de Terapia Renal
Substitutiva (TRS). Para se ter uma ideia da gravidade cardiovascular da DRC, um jovem de 30 anos que esteja em diálise tem a mesma chance de morrer do coração que um senhor de 80 anos com a função renal esperada para a sua idade. A TRS consiste de hemodiálise, diálise peritoneal e transplante. De acordo com dados da SBN, em 2012 havia cerca de 100 mil brasileiros em diálise. Desses, 30% tinham mais de 65 anos de idade, sendo essa frequência três vezes mais elevada do que na população geral.
Ainda de acordo com dados da SBN, em torno de 90% dos pacientes em diálise são tratados pela modalidade hemodiálise, sendo 85% desse tratamento financiado pelo Sistema Único de Saúde, com um gasto anual estimado em R$ 2,2 bilhões. Apesar do tratamento substitutivo através da diálise, a mortalidade desses indivíduos é em torno de 15% ao ano, sendo maior no início da terapia, por conta do diagnóstico tardio. Um dado chocante, e que contribui de forma significativa para essa mortalidade é que cerca de 70% dos pacientes que iniciam diálise desconheciam ser portadores da doença. Por esses motivos, o diagnóstico precoce é fundamental. Todo e qualquer paciente que apresentar um dos fatores de risco mencionados (hipertensão, diabetes melitus, idade avançada, história familiar), em qualquer nível de atendimento de saúde, devem ser triados para a DRC através do exame de urina e da dosagem de creatinina no sangue.
http://www.diamundialdorim.com.br/index.php
http://www.sbn.org.br/leigos/index.php?outrasCampanhas2014&menu=6
Um cachorro preto chamado DEPRESSÃO - vídeo
Vídeo criado pela World Health Organization (WHO)-Organização Mundial de Saúde (OMS) para a reflexão sobre a depressão.
Particularmente, não gostei da analogia com o cachorro (poderia ser um dragão), pois estes animais tão queridos e carinhosos, muitas vezes são os que mais ajudam os pacientes em depressão. A intenção do vídeo é educativa, fazer com que as pessoas entendam o que a pessoa com depressão sente, vive e por isso louvável, pois a doença é tida como o mal do século.
Atualmente, a depressão afeta mais de 350 milhões de pessoas no mundo inteiro.
Projeções da OMS estimam que no ano de 2030, entre todas as doenças, a depressão será a mais comum. Existem tratamentos efetivos, mas menos da metade dos afetados pela doença recebem qualquer tipo de tratamento.
Se você ou alguém próximo a você sofre de depressão, procure ajuda profissional. Esse pode ser o primeiro grande passo em direção a uma grande mudança.
Não tenha vergonha de pedir ajuda! A única vergonha é deixar a vida passar!!
Particularmente, não gostei da analogia com o cachorro (poderia ser um dragão), pois estes animais tão queridos e carinhosos, muitas vezes são os que mais ajudam os pacientes em depressão. A intenção do vídeo é educativa, fazer com que as pessoas entendam o que a pessoa com depressão sente, vive e por isso louvável, pois a doença é tida como o mal do século.
Atualmente, a depressão afeta mais de 350 milhões de pessoas no mundo inteiro.
Projeções da OMS estimam que no ano de 2030, entre todas as doenças, a depressão será a mais comum. Existem tratamentos efetivos, mas menos da metade dos afetados pela doença recebem qualquer tipo de tratamento.
Se você ou alguém próximo a você sofre de depressão, procure ajuda profissional. Esse pode ser o primeiro grande passo em direção a uma grande mudança.
Não tenha vergonha de pedir ajuda! A única vergonha é deixar a vida passar!!
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