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segunda-feira, 15 de setembro de 2014
HC de São Paulo cria prótese de joelho mais barata que importada
O Hospital das Clínicas de São Paulo desenvolveu uma prótese de joelho com tecnologia nacional com a meta de concorrer em preço e qualidade com as importadas.
A nova prótese deve custar de 40 a 50% menos que uma importada, cujo valor pode ser R$20mil.
A peça artificial que substitui a articulação do joelho já foi liberada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) para uso.
http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2014/09/1515942-hc-de-sao-paulo-cria-protese-de-joelho-mais-barata-que-as-importadas.shtml
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
Sabonete e outros bactericidas podem trazer risco à saúde, aponta estudo
Um novo estudo divulgado pela Sociedade Americana de Química (ACS, na sigla em inglês) indica que o triclosan e o triclocarban, dois assassinos de germe comumente empregados em sabonetes, detergentes e outros produtos antibacterianos de uso diário, representam um sério risco à saúde.
Fórmulas com essas substâncias podem interferir no sistema endócrino dos seres humanos e afetar o desenvolvimento de fetos, aponta o relatório apresentado na quinta (14) durante evento nacional da Associação sobre temas emergentes na ciência.
Grávidas e crianças são os grupos mais vulneráveis. Os pesquisadores detectaram triclosan em todas as amostras de urina de mulheres grávidas que analisaram e em cerca de metade das amostras de sangue do cordão umbilical. Isso significa que a substância é transferida das mães para os fetos. Triclocarban também apareceu em muitas das amostras.
"Se você cortar a fonte de exposição, eventualmente, o triclosan e triclocarban seriam rapidamente eliminados pelo corpo humano, mas a verdade é que fazemos uso universal destes produtos químicos, e, portanto, também sofremos uma exposição universal", diz o doutor Rolf Halden, principal investigador do estudo pela Universidade Estadual do Arizona.
PERIGO OCULTO
Há um crescente corpo de evidências que mostram que os compostos podem levar a problemas de desenvolvimento e reprodutivos em animais e, potencialmente, em humanos.
Em estudos com animais foi demonstrado que essas substâncias atrapalham a regulação dos hormônios da tireóide (que afetam o metabolismo e o desenvolvimento do cérebro), a síntese de testosterona (diminuindo a contagem de espermatozóides) e ação do estrógeno (causando início precoce da puberdade).
A exposição ao triclosan também é associada ao enfraquecimento de músculo do coração e dos músculo esqueléticos. Em pesquisa da Universidade da Califórnia em Davis, peixes expostos ao triclosan no ambiente aquático eram incapazes de nadar corretamente. E ratos tiveram redução de 25% nas contrações dos músculos do coração 20 minutos após terem sido expostos a uma pequena dose.
Além disso, algumas pesquisas sugerem que os aditivos podem contribuir para a resistência aos antibióticos, um problema crescente de saúde pública.
Para piorar, a maioria destes produtos vai parar no esgoto, atingindo cursos de água e sendo transportados amplamente por todo o ambiente.
Triclosan é um dos produtos químicos mais frequentemente detectados em riachos em todo os EUA e ambos, triclosan e triclocarban, são encontrados em altas concentrações nos sedimentos de lodo de esgoto, onde podem persistir por décadas.
REGULAÇÃO
Nos Estados Unidos, o Food and Drug Administration (FDA) e a Agência de Proteção Ambiental (EPA) estão revendo o uso e os efeitos desses compostos.
Recentemente, Minnesota se tornou o primeiro estado americano a aprovar uma proibição sobre o uso de triclosan em determinados produtos; a lei entrará em vigor em janeiro de 2017.
Algumas empresas, como a Johnson & Johnson e Procter & Gamble anunciaram que estão retirando o composto de alguns produtos.
No Brasil, o triclosan é regulado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A concentração máxima permitida é de 0,3% em produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes. Não há, contudo, qualquer tipo de recomendação de limitação ou condições de uso.
Já o triclocarban consta na lista de substâncias que os produtos de higiene pessoal e cosméticos não devem ter, salvo algumas exceções - ele pode aparecer em produtos destinados a serem enxaguados em uma concentração máxima no produto final de 1,5%.
http://planetasustentavel.abril.com.br/noticias/sabonete-outros-bactericidas-podem-trazer-risco-saude-795618.shtml?utm_source=redesabril_psustentavel&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_psustentavel
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terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
Lista da ANVISA dos alimentos com maior nível de contaminação por agrotóxicos
Quase um terço dos vegetais mais consumidos pelos brasileiros apresentam resíduos de agrotóxicos em níveis inaceitáveis, de acordo com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). O que vem do campo pode não ter apenas nutrientes, mas também resíduos dos produtos usados para proteger as plantações.
A ingestão de comida com excesso de agrotóxicos de forma prolongada pode causar câncer, problemas neurológicos e malformação fetal.
Pesquisas recentes mostram a relação da exposição a essas substâncias com doenças do sistema nervoso.
Em 2010, a Academia Americana de Pediatria fez uma pesquisa com 1.100 crianças e constatou que as 119 que apresentaram transtorno de déficit de atenção tinham resíduo de organofosforado (molécula usada em agrotóxicos) na urina acima da média de outras crianças.
Em 2010, foi usado 1 milhão de toneladas de agrotóxicos em lavouras do país. Ou seja, 5 kg por brasileiro.
Veja baixo a quantidade em porcentagem que cada alimento contém de contaminação.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
ANVISA libera Sibutramina e proíbe outros emagrecedores
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ampliou a restrição aos medicamentos inibidores de apetite. Reunião da diretoria colegiada da agência no dia de hoje decidiu manter a comercialização e registro da sibutramina, um dos remédios mais vendidos que atuam na redução do apetite, mas com maior controle sobre a prescrição e sobre a utilização do medicamento.
A Anvisa proibiu ainda a comercialização dos medicamentos conhecidos como anfetamínicos e cancelou os registros dos inibidores de apetite anfepramona, femproporex e mazindol.
http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,anvisa-libera-sibutramina-e-proibe-outros-emagrecedores,781081,0.htm
A Anvisa proibiu ainda a comercialização dos medicamentos conhecidos como anfetamínicos e cancelou os registros dos inibidores de apetite anfepramona, femproporex e mazindol.
http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,anvisa-libera-sibutramina-e-proibe-outros-emagrecedores,781081,0.htm
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Testes realizados na USP apontam possível substituto para sibutramina
Estudos comparativos garantem a eficácia do fitoterápico PholiaNegra para emagrecimento e controle da obesidade
Uma pesquisa comparativa aponta o fitoterápico PholiaNegra como um possível substituto à Sibutramina. Testes pré-clínicos entre a substância Sibutramina e o fitoterápico, com a finalidade de comparar as substâncias em relação ao emagrecimento e perda de peso, garantem a eficácia da erva brasileira para emagrecimento e controle da obesidade.
As pesquisas e os testes foram dirigidos pela professora Dra.Maria Martha do Departamento de Patologia, da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade de São Paulo (USP). No estudo, a equipe de pesquisadores que houve perda de peso similar a promovida pela Sibutramina e que a erva testada não apresentou sinais de toxidade durante o tratamento.
"O estudo comparativo entre as duas substâncias teve como objetivo principal verificar a eficácia do fitoterápico PholiaNegra e concluímos que a perda de peso é similar a promovida pela Sibutramina", resume a coordenadora dos testes.
Em 2010, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) impôs várias restrições à venda dos inibidores de apetite, entre eles medicamentos que contenham Sibutramina e outros inibidores de apetite derivados das anfetaminas.
Uma eventual proibição dos atuais medicamentos de eleição médica poderiam causar muitos problemas uma vez que novos e eficazes substitutos não começassem a surgir no mercado.
A PholiaNegra é um extrato natural, padronizado de varietais compostos de ervas brasileiras. Foi testada pelo Departamento de Patologia da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP em São Paulo, como um fitoterápico emagrecedor eficaz para a redução de peso.
Fonte: http://www.isaude.net/
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Anvisa aprova uso da toxina botulínica contra enxaqueca
A toxina botulínica recebeu aprovação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso no tratamento de enxaqueca. A aplicação será recomendada para a prevenção das crises de dor de cabeça fortes que caracterizam a doença que acomete cerca de 15% da população brasileira.. A toxina botulínica é obtida a partir da bactéria Clostridium botulinum.A autorização foi concedida em 11 de abril a uma empresa que produz a substância, usada normalmente para enrijecer a pele e conservar a pessoa contra rugas e outros sinais da velhice. O uso cosmético da substância só foi aprovado pelo FDA em 2002.
Agora, as injeções da toxina poderão ser usadas no tratamento de uma doença que se caracteriza por dores de cabeças intensas, normalmente agravadas por fatores externos como luz, esforço físico, ruídos e odores.
O paciente pode ter náuseas e vômitos durante as crises.
Estudos já apontavam a eficiência da substância no combate à enxaqueca desde 2006, quando um grupo de cientistas de Taiwan revelaram que o tratamento com a toxina reduzia a frequência e a intensidade das crises em até 60% dos pacientes testados.Usada há 20 anos em pessoas que sofreram derrames cerebrais (AVC) e problemas cervicais, a toxina botulínica também é usada para o tratamento de casos de bexiga hiperativa, distúrbio da transpiração conhecido como hiperhidrose e em pacientes com problemas neurológicos como paralisia cerebral.
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