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domingo, 30 de outubro de 2011

Dia 29 de outubro - Dia Mundial da Psoríase - Campanha de Conscientização


A psoríase é uma doença imuneinflamatória crônica da pele que afeta aproximadamente 3% da população mundial. É bastante frequente entre homens e mulheres, principalmente na faixa etária entre 20 e 40 anos, podendo também ser diagnosticada em outras fases da vida.

Até hoje não se sabem os motivos causadores da doença, mas pesquisas científicas demonstram que, em 30% dos casos, o fator genético está envolvido. No entanto, estresse emocional, traumas ou irritações na pele, infecções na garganta, baixa umidade do ar ou alguns medicamentos podem aumentar ou iniciar a doença.

Como detectar/Sintomas:

O dermatologista está apto a diagnosticar a doença quando está na pele, através de exame clínico que poderá eventualmente ser complementado por uma biópsia, quando um fragmento da pele é retirado para análise em microscópio.

Vale a pensa ressaltar que muitas doenças se assemelham a psoríase, por isso, em caso de qualquer dúvida, procure um dermatologista. Um diagnóstico incorreto pode gerar confusão com outras doenças de pele e um tratamento inadequado pode piorar as lesões.

A doença se manifesta por lesões róseas ou avermelhadas recobertas por escamas esbranquiçadas e, na maioria dos casos, aparecem em várias localizações como:


- cotovelos, joelhos ou couro cabeludo;

- unhas;

- palma das mãos e plantas dos pés;

- por toda a pele;

- articulações (dor ou até mesmo artrite).






IMPORTANTE: A psoríase não pode ser adquirida pelo contato, mesmo íntimo, com qualquer portador da doença, independente do tipo.


Tratamento:

Após o diagnóstico feito pelo dermatologista, o mesmo irá indicar o melhor tratamento. Normalmente, nos casos mais leves, são prescritos medicamentos como pomadas, loções, xampus ou géis. Em casos mais avançados, são indicados sessões de fototerapia (ultravioleta com ou sem remédio), medicamentos de uso oral ou injetável.

A psoríase não tem a cura completa, mas com o tratamento adequado, pode ser reduzida. Siga as orientações do seu dermatologista e viva a vida sem medo.

A psoríase não deve ser motivo de desconforto ou impedimento para qualquer atividade em sua vida.





terça-feira, 23 de agosto de 2011

Síndrome das unhas frágeis

Da Equipe Medicando
Síndrome das unhas frágeis
Esmaltes escuros não fortalecem as unhas e podem, inclusive, favorecer o ressecamento, pois formam uma película sobre as unhas que impede o acesso da água e cremes hidratantes.
Em tempos de esmaltes das mais variadas cores, texturas, preços e até estampas, uma preocupação não pode ficar de lado: a saúde das unhas, um cuidado importante tanto para mulheres quanto para homens, ambos suscetíveis à chamada Síndrome das Unhas Frágeis.
As unhas refletem a saúde do organismo e comunicam – por meio de alterações no pigmento ou enfraquecimento – a possibilidade de problemas maiores no corpo. Quando saudável, ela é transparente, lisa, suave, permanece colada ao seu leito e apresenta crescimento contínuo. Sintomas como descamação das pontas, crescimento menor do que o esperado ou quando costumam quebrar com facilidade pode ser o primeiro sinal de que algo não está bem.
 “A Síndrome das Unhas Frágeis pode estar associada a um leque extenso de fatores, desde o uso de produtos de limpeza e água em excesso, como também à falta de alguns nutrientes na alimentação”, explica Mayanna Maia, médica especialista em Dermatologia. Mais comum do que se imagina, a síndrome afeta a beleza das mãos de quase 20% da população geral, sendo mais comum em mulheres.
As unhas são formadas basicamente por uma camada de queratina de consistência endurecida que serve para proteger as extremidades dos dedos (das mãos e dos pés) na manipulação e apreensão de objetos. Quando essa camada está lesionada, torna-se uma porta de entrada para agentes como fungos e bactérias, podendo provocar alterações no local.
Outro problema que favorece o aparecimento da síndrome é o ressecamento. As unhas possuem na sua formação apenas 10% de água e são pobres em lipídios, ou seja, possuem pouca capacidade de reter água e, consequentemente, tendem a desidratar com facilidade. “Muitas mulheres têm a ideia errônea de que esmaltes escuros fortalecem as unhas. Eles não fortalecem, e podem favorecer, inclusive, o ressecamento, já que formam uma película sobre as unhas que impede o acesso da água e cremes hidratantes”, informa dra. Mayanna.  
Os tratamentos, assim como as causas da síndrome, são variados. Ingestão de vitaminas (especialmente a H) e dar um tempo para a unha “respirar” sem contato com esmaltes ou outros produtos químicos estão entre as recomendações, que devem ser feitas, sempre, por um especialista.