terça-feira, 20 de setembro de 2011
sábado, 17 de setembro de 2011
FISIOTERAPIA - PROTEJA A SUA SAÚDE: EXIJA ATENDIMENTO INDIVIDUAL
A Constituição Federal garante a livre concorrência e isso é bom para a economia e para o país (Art. 170, inciso IV). Porém, os mecanismos para proibir o abuso do poder econômico ainda precisam ser aprimorados, de forma a evitar que sociedade seja a própria vítima da concorrência desleal.
Um exemplo claro desse abuso são os valores que os planos de saúde privados pagam aos profissionais que socorrem a vida de seus clientes. Esses planos de saúde são regulados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que deveria estabelecer critérios claros para preservar os interesses, não apenas desses planos, mas também do segurado e dos profissionais que prestam os serviços de saúde (Lei 9.656/98). Porém, a ANS tem autorizado o aumento dos valores dos planos acima da inflação, mas nada tem feito para evitar o pagamento irrisório aos serviços prestados pelos profissionais da saúde.
O Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO) estabeleceu uma remuneração mínima dos honorários que os profissionais devem cobrar, de forma a preservar a dignidade das profissões e garantir que o tratamento prestado seja individualizado e de qualidade ( veja os valores em www.crefitosp.gov.br/ ).
O Conselho de Fisioterapia e Terapia Ocupacional do Estado de São Paulo (CREFITO-SP) está mapeando o que cada plano de saúde paga para esses profissionais e irá em breve divulgar esses valores para a população. O resultado dessa prática predatória é que a população acaba sendo atendida em grupo. O CREFITO-SP alerta a população que esse tipo de atendimento em grupo pode agravar o problema de saúde no lugar de resolvê-lo.
A Constituição Federal garante ao usuário o direito a um atendimento de Fisioterapia e Terapia Ocupacional individualizado e de qualidade. Para ter efeito, esse atendimento deve durar, no mínimo, 45 minutos.
O CREFITO-SP orienta a população a exigir esse direito e denunciar os abusos ( ouvidoria@crefitosp.gov.br ), para que sejam tomadas as medidas cabíveis. O CREFITO-SP também sugere à população a não comprar planos de saúde que não ofereçam atendimento individualizado de Fisioterapia e Terapia Ocupacional .
CONSELHO DE FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL DO ESTADO DE SÃO PAULO (CREFITO-SP) - http://www.crefito.com.br/
Um exemplo claro desse abuso são os valores que os planos de saúde privados pagam aos profissionais que socorrem a vida de seus clientes. Esses planos de saúde são regulados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que deveria estabelecer critérios claros para preservar os interesses, não apenas desses planos, mas também do segurado e dos profissionais que prestam os serviços de saúde (Lei 9.656/98). Porém, a ANS tem autorizado o aumento dos valores dos planos acima da inflação, mas nada tem feito para evitar o pagamento irrisório aos serviços prestados pelos profissionais da saúde.
O Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO) estabeleceu uma remuneração mínima dos honorários que os profissionais devem cobrar, de forma a preservar a dignidade das profissões e garantir que o tratamento prestado seja individualizado e de qualidade ( veja os valores em www.crefitosp.gov.br/ ).
O Conselho de Fisioterapia e Terapia Ocupacional do Estado de São Paulo (CREFITO-SP) está mapeando o que cada plano de saúde paga para esses profissionais e irá em breve divulgar esses valores para a população. O resultado dessa prática predatória é que a população acaba sendo atendida em grupo. O CREFITO-SP alerta a população que esse tipo de atendimento em grupo pode agravar o problema de saúde no lugar de resolvê-lo.
A Constituição Federal garante ao usuário o direito a um atendimento de Fisioterapia e Terapia Ocupacional individualizado e de qualidade. Para ter efeito, esse atendimento deve durar, no mínimo, 45 minutos.
O CREFITO-SP orienta a população a exigir esse direito e denunciar os abusos ( ouvidoria@crefitosp.gov.br ), para que sejam tomadas as medidas cabíveis. O CREFITO-SP também sugere à população a não comprar planos de saúde que não ofereçam atendimento individualizado de Fisioterapia e Terapia Ocupacional .
CONSELHO DE FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL DO ESTADO DE SÃO PAULO (CREFITO-SP) - http://www.crefito.com.br/
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Eles estão na UTI há 40 anos - matéria Ig
Paulo Machado e Eliana Zagui são os pacientes mais antigos do maior hospital do País. “Eu ainda quero sair daqui", diz ela.Eliana Zagui tem 37 anos e está internada desde o primeiro ano de vida por causa da paralisia infantil
Ela sorri e diz que o filme mais bonito que já viu na vida foi Dirty Dancing, aquele com o Patrick Swayze, que no Brasil foi chamado de Ritmo Quente.
Bem ao seu lado, está internado Paulo Henrique Machado, cinéfilo desde menino, que tem uma queda por animação e já recebeu visitas ilustres em seu leito, como a de Carlos Saldanha, produtor brasileiro que participou de a Era do Gelo.
“Eu ainda vou fazer meu próprio filme, em 3D, com bonecos de massinha, todos deficientes físicos”, conta ele com 43 anos, 42 passados dentro do Hospital das Clínicas de São Paulo.
Paulo Henrique Machado, 43 anos, internado há 42 anos, foi o primeiro paciente da UTI do Hospital das Clínicas.
Eliana e Paulo são os pacientes mais antigos do maior complexo hospitalar da América Latina. Estão hospitalizados há quatro décadas, representando as últimas vítimas do surto de paralisia infantil que ocorreu no Brasil no início da década de 70.
São testemunhas vivas de um momento muito difícil da saúde do País e assistiram não apenas à erradicação desta doença em território nacional (graças à vacinação em massa), como o surgimento das primeiras unidades de terapia intensiva (UTI) para pacientes graves que, assim como eles, não podiam voltar para casa.
O vírus da poliomelite tirou os movimentos das pernas de Paulo e também comprometeu a sua capacidade de respirar sozinho. Eliana só consegue movimentar os olhos e a boca e, da mesma forma, para que o ar chegue aos pulmões, precisa da ajuda de um aparelho (pesado e caro).
Eles passaram a infância, a adolescência e a vida adulta nos leitos. E fizeram dos quartos de UTI suas casas
Ele tinha 1 ano e três meses quando foi internado e ela quase dois anos. Foram encaminhados para o Instituto de Ortopedia e Traumatologia (IOT) do HC, em um prédio que só cuidava de crianças acometidas pela pólio. Alguns pacientes tiveram alta, outros não sobreviveram. Pouco a pouco, acidentados de carro, vítimas de queda de motocicletas e de violência começaram a dividir espaço naquele edifício feito originalmente para a paralisia infantil.
Éramos 7
Ainda que com pacientes mais variados, uma ala especial do “prédio da pólio” foi reservada para as sete crianças com poliomelite que ainda não tinham liberação médica para voltar para suas residências. Neste mesmo período, a especialidade médica chamada “intensivista” já havia nascido e aquele grupo de pequenos pacientes passou a receber cuidados permanentes de diversas especialidades médicas em um só local.
O tempo foi passando e a cada ano, uma das camas ficava vazia, pontuando a gravidade da pólio e a necessidade de aperfeiçoar os cuidados da UTI. “Éramos sete. Ficaram apenas eu e o Paulo. O que mais sinto saudade é da época das festas juninas, quando todos nós vestíamos roupas de caipira, fazíamos tranças e só dávamos risadas com as bandeirolas e cantigas típicas que montavam para gente.”
Descobertas
Na posição horizontal, Eliana e Paulo Henrique descobriram um mundo cheio de possibilidades. Ele lembra de ver pela televisão, em branco e preto, a chegada do homem na lua. Eliana precisou usar óculos por causa da miopia e deixou os cabelos encaracolados crescerem até a altura dos ombros.
Quase no mesmo compasso dos avanços médicos, a tecnologia voltada para a comunicação também foi melhorando a vida deles. Os respiradores mais leves permitiam deslocamento para outras áreas do hospital. O walkman trouxe a possibilidade de escutar as próprias músicas sem precisar “incomodar” mais ninguém. Os monitores cardíacos ficaram mais precisos e possibilitavam prolongar os banhos de sol. O computador e a internet trouxeram para perto dos dois os cursos on-line. Eliana, com a boca, aprendeu a pintar quadros lindos. Paulo Henrique descobriu tudo sobre programas de edição e design, o primeiro passo para os trabalhos que desenvolve hoje.
Os dois terminaram o Ensino Médio e o ano passado prestaram o Enem. O sonho de Eliana é fazer faculdade de psicologia, vontade que ficou ainda mais aflorada no início do ano passado. “Graças a um respirador novo, eu consegui pela primeira vez dormir fora do HC. Fui à formatura de uma grande amiga, que tornou-se psicóloga. Acompanhar a colação de grau, ver aquela festa e ainda dormir em outro ambiente foi simplesmente demais”, conta.
Já Paulo Henrique quer fazer mesmo é curso superior de cinema. E alimentou este sonho nas cinco vezes em que ficou fora do Instituto por três horas e deu uma passadinha rápida no Shopping Santa Cruz para uma sessão.
“Dormir fora eu não tenho vontade, acho que tenho receio. Quando a gente vai para o mundo, percebe que as coisas são maiores do que estamos acostumados a ver. Não sei se estou pronto para encarar isso”, diz ele.
Eliana, ao contrário, é uma entusiasta da tecnologia e com uma ansiedade por vezes travestida de mau-humor, espera que a chegada de novos aparelhos médicos a possibilitem deixar o hospital. Ela prepara o “ponto final” de seu livro que, em uma referência à aparelhagem que contribuiu para que chegasse aos 37 anos de vida, vai chamar de “Pulmão de Aço”, uma referência ao respirador artificial que a acompanha desde menina.
Ao longo do tempo em que esteve que na posição de paciente Eliana viu o amadurecimento da UTI brasileira e entendeu perfeitamente que a medicina hi-tech foi um dos avanços mais importantes da saúde do País.
“Mas o contato humano e a relação pessoal ainda precisam ser mais trabalhados nestes espaços", diz. As pessoas esquecem que por trás das máquinas existem seres humanos.
Transcrito do portal ig.
Fonte: http://saude.ig.com.br/minhasaude/eles-estao-ha-40-anos-na-uti/n1597206123983.html
Dia 15 de setembro - Dia Mundial de Conscientização sobre Linfomas
Participe do Movimento
O Movimento contra o Linfoma teve início no dia 15 de setembro de 2010 (Dia Mundial de Conscientização sobre Linfomas), e desde então já engajou milhares de pessoas na causa.
O Movimento começa com você. Faça o auto-exame periodicamente, levando a mão ao pescoço e às outras regiões em que estão os gânglios linfáticos (como virilha e axilas). Depois, passe estas informações adiante e divulgue esta ação para o máximo de pessoas que puder.
Com uma atitude simples, podemos salvar milhares de vidas.
O que é o linfoma?
É um câncer que se desenvolve no sistema linfático (parte do sistema imunológico que contribui para a defesa do corpo). Existem dois tipos: o linfoma de Hodgkin, que se caracteriza pela presença de um tipo de célula chamada de Reed-Sternberg, e o linfoma não-Hodgkin, que inclui um grande e diversificado grupo de cânceres das células do sistema imunológico.
Quais são os sintomas?
Além do inchaço dos gânglios linfáticos nas regiões do pescoço, axilas e virilha, também são comuns sintomas como febre, suor noturno, fadiga, perda de peso, perda de apetite e coceira na pele. Se eles persistirem por 15 dias, é vital buscar uma assistência médica. Alguns pacientes não apresentam qualquer sintoma e a doença é descoberta por acaso num exame de rotina. Por isso, fique atento a qualquer alteração corporal, que é essencial para um melhor tratamento.
Diagnóstico
Se o médico detectou um aumento dos gânglios linfáticos, poderá indicar biópsia para o diagnóstico do linfoma.
Tratamento
Há quatro estádios do linfoma, que vão do I (afeta apenas uma cadeia de gânglios linfáticos) ao IV (câncer se espalhou para órgãos fora do sistema linfático). O tratamento varia dependendo do estádio, e pode consistir em:
•Quimioterapia
•Radioterapia
•Transplante de Células Tronco Hematopoiéticas
•Anticorpos monoclonais
Causas e fatores de risco
A incidência anual de linfomas praticamente dobrou nos últimos 35 anos. Não se sabe ao certo quais são as razões para esse aumento. Verifica-se um aumento aparente de incidência do linfoma em comunidades predominantemente agrícolas. Estudos associam componentes específicos de herbicidas e pesticidas à ocorrência do linfoma, porém, em termos quantitativos, a contribuição de tais agentes para o aumento da freqüência do mesmo ainda não foi definida.
Indivíduos infectados pelos vírus HTLV ou pelo vírus HIV apresentam maior risco de desenvolver linfoma. Há casos ocasionais de manifestações concentradas em uma família, similarmente ao que se verifica em outros tipos de câncer. Verifica-se um aumento na incidência de linfoma em irmãos de pacientes que apresentam a doença. Entretanto, a imensa maioria dos casos da doença ocorre em indivíduos sem fatores de risco identificáveis e a maioria das pessoas com supostos fatores de risco nunca contraem a doença.
A incidência do linfoma de Hodgkin atinge um pico de 5 a 6 casos/100.000 indivíduos em torno de 20 anos de idade. Essa taxa cai para menos da metade na meia idade e volta a aumentar em freqüência em indivíduos mais idosos. Esse padrão difere entre grupos étnicos. O linfoma de Hodgkin ocorre mais freqüentemente em indivíduos mais jovens de descendência européia, do que naqueles de descendência africana, asiática ou hispânica.
A incidência do linfoma não-Hodgkin aumenta progressivamente com a idade. Em torno de 4 casos/100.000 indivíduos ocorrem aos 20 anos de idade. A taxa de incidência aumenta 10 vezes, passando para 40 casos/100.000 indivíduos com 60 anos e mais de 20 vezes, chegando a 80 casos/100.000 indivíduos após os 75 anos de idade.
Alguns dados importantes
• No mundo, cerca de um milhão de pessoas têm linfoma nesse momento.
• No Brasil, 12 mil pessoas são diagnosticadas com linfoma anualmente, o que significa mais de uma pessoa a cada hora.
• O linfoma é o 3º câncer mais comum em crianças.
• O linfoma é o 5º câncer mais comum em mulheres e o 6º em homens.
• A incidência dessa doença aumenta em nosso país a cada ano.
• No Brasil, milhares de pessoas estão envolvidas diretamente com esta causa.
Abaixo uma cartilha com informações sobre linfoma. http://www.abrale.org.br/apoio_paciente/publicacoes/manuais/af_linfomas_simples_2008.pdf
Participe do Movimento. Divulgue.
http://www.movimentocontraolinfoma.com.br/
http://www.abrale.org.br/
O Movimento contra o Linfoma teve início no dia 15 de setembro de 2010 (Dia Mundial de Conscientização sobre Linfomas), e desde então já engajou milhares de pessoas na causa.
O Movimento começa com você. Faça o auto-exame periodicamente, levando a mão ao pescoço e às outras regiões em que estão os gânglios linfáticos (como virilha e axilas). Depois, passe estas informações adiante e divulgue esta ação para o máximo de pessoas que puder.
Com uma atitude simples, podemos salvar milhares de vidas.
O que é o linfoma?
É um câncer que se desenvolve no sistema linfático (parte do sistema imunológico que contribui para a defesa do corpo). Existem dois tipos: o linfoma de Hodgkin, que se caracteriza pela presença de um tipo de célula chamada de Reed-Sternberg, e o linfoma não-Hodgkin, que inclui um grande e diversificado grupo de cânceres das células do sistema imunológico.
Quais são os sintomas?
Além do inchaço dos gânglios linfáticos nas regiões do pescoço, axilas e virilha, também são comuns sintomas como febre, suor noturno, fadiga, perda de peso, perda de apetite e coceira na pele. Se eles persistirem por 15 dias, é vital buscar uma assistência médica. Alguns pacientes não apresentam qualquer sintoma e a doença é descoberta por acaso num exame de rotina. Por isso, fique atento a qualquer alteração corporal, que é essencial para um melhor tratamento.
Diagnóstico
Se o médico detectou um aumento dos gânglios linfáticos, poderá indicar biópsia para o diagnóstico do linfoma.
Tratamento
Há quatro estádios do linfoma, que vão do I (afeta apenas uma cadeia de gânglios linfáticos) ao IV (câncer se espalhou para órgãos fora do sistema linfático). O tratamento varia dependendo do estádio, e pode consistir em:
•Quimioterapia
•Radioterapia
•Transplante de Células Tronco Hematopoiéticas
•Anticorpos monoclonais
Causas e fatores de risco
A incidência anual de linfomas praticamente dobrou nos últimos 35 anos. Não se sabe ao certo quais são as razões para esse aumento. Verifica-se um aumento aparente de incidência do linfoma em comunidades predominantemente agrícolas. Estudos associam componentes específicos de herbicidas e pesticidas à ocorrência do linfoma, porém, em termos quantitativos, a contribuição de tais agentes para o aumento da freqüência do mesmo ainda não foi definida.
Indivíduos infectados pelos vírus HTLV ou pelo vírus HIV apresentam maior risco de desenvolver linfoma. Há casos ocasionais de manifestações concentradas em uma família, similarmente ao que se verifica em outros tipos de câncer. Verifica-se um aumento na incidência de linfoma em irmãos de pacientes que apresentam a doença. Entretanto, a imensa maioria dos casos da doença ocorre em indivíduos sem fatores de risco identificáveis e a maioria das pessoas com supostos fatores de risco nunca contraem a doença.
A incidência do linfoma de Hodgkin atinge um pico de 5 a 6 casos/100.000 indivíduos em torno de 20 anos de idade. Essa taxa cai para menos da metade na meia idade e volta a aumentar em freqüência em indivíduos mais idosos. Esse padrão difere entre grupos étnicos. O linfoma de Hodgkin ocorre mais freqüentemente em indivíduos mais jovens de descendência européia, do que naqueles de descendência africana, asiática ou hispânica.
A incidência do linfoma não-Hodgkin aumenta progressivamente com a idade. Em torno de 4 casos/100.000 indivíduos ocorrem aos 20 anos de idade. A taxa de incidência aumenta 10 vezes, passando para 40 casos/100.000 indivíduos com 60 anos e mais de 20 vezes, chegando a 80 casos/100.000 indivíduos após os 75 anos de idade.
Alguns dados importantes
• No mundo, cerca de um milhão de pessoas têm linfoma nesse momento.
• No Brasil, 12 mil pessoas são diagnosticadas com linfoma anualmente, o que significa mais de uma pessoa a cada hora.
• O linfoma é o 3º câncer mais comum em crianças.
• O linfoma é o 5º câncer mais comum em mulheres e o 6º em homens.
• A incidência dessa doença aumenta em nosso país a cada ano.
• No Brasil, milhares de pessoas estão envolvidas diretamente com esta causa.
Abaixo uma cartilha com informações sobre linfoma. http://www.abrale.org.br/apoio_paciente/publicacoes/manuais/af_linfomas_simples_2008.pdf
Participe do Movimento. Divulgue.
http://www.movimentocontraolinfoma.com.br/
http://www.abrale.org.br/
Britânico tem dedão do pé implantado no lugar do polegar
Da BBC
Um britânico que cortou o polegar da mão esquerda acidentalmente decidiu ter o dedão do pé amputado e implantado em seu lugar.
James Byrne, de 29 anos, perdeu o polegar enquanto serrava madeira em dezembro do ano passado.
Depois de uma tentativa fracassada de reimplantar o dedo, cirurgiões plásticos do Hospital Frenchay, em Bristol, transplantaram o dedão do pé esquerdo de Byrne para sua mão.
Segundo o cirurgião Umraz Khan, a perda do dedo do pé não é um impedimento tão grande como perder um polegar, então o ganho é maior que a perda.
"O Dr. Khan reimplantou meu polegar, mas ele tinha sido muito danificado e, apesar de termos tentado de tudo, incluindo sanguessugas, para fazer com que o sangue fluísse novamente, não conseguimos", disse Byrne.
"O Dr. Khan disse: 'Você vai ter um polegar nem que eu tenha que tirar seu dedão do pé'. Eu pensei que ele estivesse brincando, mas ele estava falando sério e nove meses depois, aqui está."
"Eu estou satisfeito com o fato de que ele (o dedo) funciona. Meu trabalho como pedreiro estaria destruído sem o uso da minha mão, porque não conseguiria pegar um tijolo sem o polegar, mas agora espero poder voltar ao trabalho em alguns meses."
Fisioterapia
Byrne terá de passar por fisioterapia para ajudá-lo a se adaptar ao uso do novo polegar.
O Hospital Frenchay é um centro regional de microcirurgia e é renomado por ajudar pacientes que requerem este tipo de procedimento.
"James terá de reaprender a se equilibrar sem o dedão do pé esquerdo, mas ele conseguirá andar e correr normalmente", disse o Dr. Khan.
"Já sem o polegar, James não poderia fazer coisas básicas como segurar uma caneta ou abrir a porta. Ainda estamos na fase inicial, mas é possível que ele precise de outras cirurgias para fazer com que o dedão se pareça mais com um polegar."
Fonte: http://www.globo.com/
Um britânico que cortou o polegar da mão esquerda acidentalmente decidiu ter o dedão do pé amputado e implantado em seu lugar.
James Byrne, de 29 anos, perdeu o polegar enquanto serrava madeira em dezembro do ano passado.
Depois de uma tentativa fracassada de reimplantar o dedo, cirurgiões plásticos do Hospital Frenchay, em Bristol, transplantaram o dedão do pé esquerdo de Byrne para sua mão.
Segundo o cirurgião Umraz Khan, a perda do dedo do pé não é um impedimento tão grande como perder um polegar, então o ganho é maior que a perda.
"O Dr. Khan reimplantou meu polegar, mas ele tinha sido muito danificado e, apesar de termos tentado de tudo, incluindo sanguessugas, para fazer com que o sangue fluísse novamente, não conseguimos", disse Byrne.
"O Dr. Khan disse: 'Você vai ter um polegar nem que eu tenha que tirar seu dedão do pé'. Eu pensei que ele estivesse brincando, mas ele estava falando sério e nove meses depois, aqui está."
"Eu estou satisfeito com o fato de que ele (o dedo) funciona. Meu trabalho como pedreiro estaria destruído sem o uso da minha mão, porque não conseguiria pegar um tijolo sem o polegar, mas agora espero poder voltar ao trabalho em alguns meses."
Fisioterapia
Byrne terá de passar por fisioterapia para ajudá-lo a se adaptar ao uso do novo polegar.
O Hospital Frenchay é um centro regional de microcirurgia e é renomado por ajudar pacientes que requerem este tipo de procedimento.
"James terá de reaprender a se equilibrar sem o dedão do pé esquerdo, mas ele conseguirá andar e correr normalmente", disse o Dr. Khan.
"Já sem o polegar, James não poderia fazer coisas básicas como segurar uma caneta ou abrir a porta. Ainda estamos na fase inicial, mas é possível que ele precise de outras cirurgias para fazer com que o dedão se pareça mais com um polegar."
Fonte: http://www.globo.com/
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Gargalhar age como analgésico, diz estudo.
Liberação de endorfina durante risada pode ter ajudado humanos a se unir socialmente, sugere estudo

Dar uma boa gargalhada libera substâncias químicas que agem como analgésico natural, reduzindo a dor, indica uma pesquisa da Universidade de Oxford, na Grã-Bretanha.
Para testar a hipótese, os pesquisadores mediram as reações de voluntários à dor - por exemplo, colocando uma sacola de gelo sobre o braço para medir quanto tempo eles aguentavam.
Depois, eles foram divididos em dois grupos - o primeiro assistiu a um vídeo de comédia de 15 minutos, e o outro assistiu a uma filmagem que os pesquisadores consideraram entediantes, como programas de golfinhos.
Quando foram novamente submetidos a dor, os que tinham dado gargalhadas foram capazes de suportar até 10% mais dor que antes de rir, indicou a pesquisa.
Já os que assistiram a programas entediantes foram menos capazes de suportar dor que antes de assistir ao filme.
Euforia O coordenador da pesquisa, professor Robin Dunbar, acredita que uma risada incontrolável libera endorfina, uma substância química que não apenas gera certa euforia como atua como analgésico.
"É o esvaziamento dos pulmões que causa o efeito", disse o pesquisador à BBC.
"É exatamente o que acontece quando alguém diz que riu até doer. Soa como uma experiência bastante dolorosa, e é a dor que produz o efeito da endorfina."
A pesquisa indicou que uma risadinha contida não basta; é preciso uma boa gargalhada para ter o efeito.
Além do quê, nem todos os programas de comedia têm o mesmo resultado. Humor bobo, tais como o de programas como "Mr. Bean", e até mesmo do seriado "Friends", parecem ser mais eficazes.
Já os monólogos de comediantes, no estilo stand-up comedy, não elevaram a tolerância dos voluntários à dor.
"Fico um pouco hesitante de dizer isso, mas tínhamos uma série de vídeos do (bem-sucedido comediante britânico) Michael McIntyre, que achávamos que teria um bom efeito. Mas acho que esse tipo de humor é muito cerebral para gerar grandes gargalhadas", disse Dunbar.
Efeito social Os pesquisadores não mediram diretamente o nível de endorfina nos voluntários porque isto envolveria a extração de fluidos através de uma longa agulha - um procedimento que provavelmente geraria mau humor entre o grupo e influenciaria os resultados.
Para o professor Dunbar, a pesquisa pode ajudar a explicar o papel do riso no estabelecimento da sociedade humana, dois milhões de anos atrás.
Enquanto todos os primatas são capazes de rir, só os humanos são capazes de gargalhar e, portanto, liberar endorfina através do riso.
A teoria do professor Dunbar é que a endorfina favoreceu a criação de laços sociais entre os indivíduos da espécie.
"Neste estágio, quisemos mostrar que, sim, rir ativa endorfina. O próximo passo será avaliar se dar risadas realmente faz com que grupos fiquem mais próximos, trabalhem em equipe e demonstrem mais generosidade", disse o pesquisador.
Se este for o caso, poderia explicar porque, há 2 milhões de anos, as tribos de humanos uniam até cem pessoas, enquanto a de primatas de grande porte contemporâneos chegavam apenas à metade deste número.
Fonte: http://www.estadao.com.br/
Para testar a hipótese, os pesquisadores mediram as reações de voluntários à dor - por exemplo, colocando uma sacola de gelo sobre o braço para medir quanto tempo eles aguentavam.
Depois, eles foram divididos em dois grupos - o primeiro assistiu a um vídeo de comédia de 15 minutos, e o outro assistiu a uma filmagem que os pesquisadores consideraram entediantes, como programas de golfinhos.
Quando foram novamente submetidos a dor, os que tinham dado gargalhadas foram capazes de suportar até 10% mais dor que antes de rir, indicou a pesquisa.
Já os que assistiram a programas entediantes foram menos capazes de suportar dor que antes de assistir ao filme.
Euforia O coordenador da pesquisa, professor Robin Dunbar, acredita que uma risada incontrolável libera endorfina, uma substância química que não apenas gera certa euforia como atua como analgésico.
"É o esvaziamento dos pulmões que causa o efeito", disse o pesquisador à BBC.
"É exatamente o que acontece quando alguém diz que riu até doer. Soa como uma experiência bastante dolorosa, e é a dor que produz o efeito da endorfina."
A pesquisa indicou que uma risadinha contida não basta; é preciso uma boa gargalhada para ter o efeito.
Além do quê, nem todos os programas de comedia têm o mesmo resultado. Humor bobo, tais como o de programas como "Mr. Bean", e até mesmo do seriado "Friends", parecem ser mais eficazes.
Já os monólogos de comediantes, no estilo stand-up comedy, não elevaram a tolerância dos voluntários à dor.
"Fico um pouco hesitante de dizer isso, mas tínhamos uma série de vídeos do (bem-sucedido comediante britânico) Michael McIntyre, que achávamos que teria um bom efeito. Mas acho que esse tipo de humor é muito cerebral para gerar grandes gargalhadas", disse Dunbar.
Efeito social Os pesquisadores não mediram diretamente o nível de endorfina nos voluntários porque isto envolveria a extração de fluidos através de uma longa agulha - um procedimento que provavelmente geraria mau humor entre o grupo e influenciaria os resultados.
Para o professor Dunbar, a pesquisa pode ajudar a explicar o papel do riso no estabelecimento da sociedade humana, dois milhões de anos atrás.
Enquanto todos os primatas são capazes de rir, só os humanos são capazes de gargalhar e, portanto, liberar endorfina através do riso.
A teoria do professor Dunbar é que a endorfina favoreceu a criação de laços sociais entre os indivíduos da espécie.
"Neste estágio, quisemos mostrar que, sim, rir ativa endorfina. O próximo passo será avaliar se dar risadas realmente faz com que grupos fiquem mais próximos, trabalhem em equipe e demonstrem mais generosidade", disse o pesquisador.
Se este for o caso, poderia explicar porque, há 2 milhões de anos, as tribos de humanos uniam até cem pessoas, enquanto a de primatas de grande porte contemporâneos chegavam apenas à metade deste número.
Fonte: http://www.estadao.com.br/
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Adolescentes de São Paulo têm alta prevalência de dores nas costas
Dos estudantes de 5ª a 8ª séries de todas as escolas municipais de Bauru, quase 20%, sendo a maioria, meninas, sofrem o problema.
Estudo apontou que 19,5% dos estudantes sofrem de dores nas costas, sendo 7% nos meninos e 12,5% nas meninas.
Um estudo indica que há alta prevalência de dores lombares em adolescentes de São Paulo em relação a prática de esportes de competição e atividades sedentárias. Dos 1.236 estudantes de 5ª a 8ª séries de todas as escolas municipais de Bauru (SP) que foram avaliados, 19,5% sofrem de dores nas costas, sendo a prevalência de 7% nos meninos e 12,5% nas meninas. Artigo foi publicado na última edição da revista Cadernos de Saúde Pública da Fiocruz.
De acordo com pesquisadores da Universidade do Sagrado Coração, responsáveis pela pesquisa, " a dor lombar tornou-se um grave problema de saúde pública, pois possui alta incidência na população economicamente ativa, em adolescentes e crianças. A prevalência de dores lombares em crianças de 9 a 10 anos é similar a da população adulta" , afirmam. " A relevância de estudos sobre a prevalência de dores lombares em escolares reside no fato de que essas patologias geram consequências sociais e econômicas, tanto para o estado como para os indivíduos" , explicam os pesquisadores. " Para o sujeito, significa a perda da qualidade de vida, e, para o estado, as despesas com tratamento e reabilitação" .
Segundo os pesquisadores, os fatores associados com os sintomas na coluna lombar foram o gênero feminino, a quantidade de horas que assiste à TV ao dia e a prática de esportes. Os dados apontaram que 95,5% dos meninos e 92,9% das meninas participam das aulas de educação física, enquanto 46,8% dos meninos e 45,8% das meninas frequentam alguma modalidade esportiva fora do ambiente escolar. " Os escolares que praticam esportes fora da escola têm duas vezes e meia mais chances de possuir dor lombar" , elucidam os estudiosos. " Tal fato pode ser justificado por um conjunto de fatores, tais como o tipo de esporte, o nível de exigência, a intensidade do treinamento e o grau de trauma agudo gerado, principalmente em crianças e adolescentes" .
Quanto a atividades sedentárias, pouco mais de 99% dos adolescentes consultados assistem a TV e, em aproximadamente 70% dos casos, usam o equipamento mais de duas vezes por semana e acima de duas horas por dia. No que diz respeito ao computador, 38,7% dos meninos é 55,5% das meninas relataram utilizá-lo também mais de duas vezes por semana e acima de duas horas por dia. De acordo com os pesquisadores, a associação dessas atividades com a dor pode ser devido ao tempo prolongado na posição sentada, a posturas incorretas, ao mobiliário inadequado e mal organizado ou ao sedentarismo.
Além disso, eles oferecem algumas suposições para as diferenças entre os sexos. " A força física, que é menor nas mulheres do que nos homens, faz com que o gasto energético delas seja maior, aumentando o risco de sobrecarga musculoesquelética" , dizem os pesquisadores. " Outra possibilidade é de ordem psicossocial, pois se acredita que as mulheres se queixam com maior frequência do que os homens, ou seja, de acordo com essa linha, os contrastes resultam das diferenças na predisposição de homens e mulheres quanto a relatar as informações" .
Fonte: http://www.isaude.net/
domingo, 11 de setembro de 2011
The dreaded stairs - piano stairs - video
O simples pode ser genial!
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Fisioterapia ganha papel fundamental na recuperação de Ricardo Gomes
Natália Runco, fisioterapeuta, (foto abaixo) coordena equipe que realiza sessões diárias no treinador. Ela acredita no sucesso do tratamento e na alta sem sequelas graves.
Ricardo Gomes já respira sem o auxílio de aparelhos e a fisioterapia passou a ter muita importância na recuperação do treinador após o AVC (Acidente Vascular Cerebral) sofrido no último dia 28 de agosto durante o clássico entre Vasco e Flamengo, no Engenhão. Os trabalhos podem evitar as temidas sequelas permanentes. Em um primeiro momento, eram realizadas de três a quatro sessões por dia. Agora, estão restritas a dois períodos mais intensos. A previsão otimista dos médicos é que o comandante cruz-maltino deixe o CTI (Centro de Tratamento Intensivo) na segunda-feira. E que em 20 dias tenha alta do Hospital Pasteur para seguir o tratamento em casa.
Coordenadora do setor de fisioterapia do hospital, Natália Morgado Runco, comanda uma equipe de 31 pessoas. Quatro trabalham intensamente com o treinador. Assim como o restante dos médicos que acompanham o caso, o otimismo também encontra eco nas palavras da fisioterapeuta.
Filha do chefe do departamento médico do Flamengo e da Seleção brasileira, José Luiz Runco, Natália explicou os procedimentos e a evolução de Ricardo Gomes. Segundo a fisioterapeuta, os exercícios são divididos em três partes: assistida, livre e resistida. A primeira é quando o paciente precisa do auxílio total da equipe para realizar qualquer movimento. Estas sessões se iniciaram logo no dia seguinte à cirurgia emergencial pela qual o comandante vascaíno passou. Atualmente, é neste estágio que se encontra o lado direito de Ricardo, mais afetado no AVC.
- Esta fase é muito importante para evitar quadros de atrofia muscular, inchaços, edemas e deformidades que podem se tornar permanentes como, por exemplo, uma mão fechada ou um pé caído. Então nós realizamos para ele estes movimentos além de trabalhar as articulações. Isto já começa com ele ainda sedado e no lado direito, o mais afetado, ainda realizamos os exercícios. Principalmente nas pernas, que ainda não estão com tanta força - explicou.
Primeira fase
Assistida
O lado direito do corpo de Ricardo Gomes está na primeira fase da fisioterapia. O treinador precisa de auxílio total dos fisioterapeutas para fazer movimentos. As sessões começaram logo após à cirurgia emergencial. Esta fase é importante para evitar quadros de atrofia muscular, inchaços, edemas e deformidades que podem se tornar permanentes
Segunda fase
Livre
A segunda fase de tratamento acontece quando Ricardo Gomes passa a fazer algum movimentos sem o auxílio dos fisioterapeutas. O lado direito do corpo do treinador vascaíno, mais afetado pelo AVC sofrido no último dia 28 de agosto, deve passar para este estágio na próxima semana, quando ele deixar o CTI do Hospital Pasteur.
Fase final
Resistida
Último estágio da fisioterapia e considerado o mais importante. É quando os fisioterapeutas impõem algum tipo de resistência ao corpo durante o movimento. O lado esquerdo de Ricardo Gomes, que não foi muito afetado pelo AVC, está neste estágio. O treinador, com o auxílio dos médicos, já conseguiu sentar após o fim da sedação.
A segunda fase - demonimada livre - é quando o paciente já consegue realizar alguns movimentos sem o auxílio. E a última, e mais importante, se dá quando os fisioterapeutas impõem algum tipo de resistência no movimento para que a circulação e o estímulo se tornem ainda maiores. O lado esquerdo de Ricardo Gomes já está neste estágio, o que é considerado um grande avanço na recuperação. Prova disso é que ele já consegue sair da cama para realizar os exercícios. Tudo isso, é claro, com auxílio total da equipe.
- Tanto nos membros inferiores como superiores, o Ricardo já consegue enfrentar a força que a gente faz. Como chegamos a este estágio, realizamos agora duas sessões nas quais forçamos cada vez mais. Só o fato de ele conseguir sair da cama é um grande avanço. E nós precisamos de muita gente pois se trata de um paciente alto e pesado. A ideia é intensificar cada vez mais. A gente brinca dizendo que se o paciente gosta do fisioterapeuta é sinal de que o trabalho está sendo mal feito, já que forçamos muito - brincou.
Colocá-lo em pé será uma vitória em todos os sentidos e é um passo importante, já que a circulação de sangue nos membros inferiores fica completa"Natália Morgado RuncoJá são 12 dias de internação e cada passo é considerado uma vitória pela equipe. O fato de Ricardo Gomes já conseguir sentar, algo que aconteceu pela primeira vez na última quinta-feira, é considerado animador pelos médicos. A fisioterapeuta não deu uma previsão exata, mas mostrou confiança em alcançar em breve o próximo passo: colocar o treinador em pé.
- Nós vamos saber a hora certa, mas depende muito de como será a evolução dele. A força nos membros vai voltando de forma gradativa assim como ele vai readquirindo a confiança. Colocá-lo em pé será uma vitória em todos os sentidos e é um passo importante, já que a circulação de sangue nos membros inferiores fica completa - explicou.
Reaprendizado dos movimentos básicos
Os médicos ainda não sabem se Ricardo Gomes vai ter sequelas permanentes. O treinador tem dificuldade na fala e nos movimentos com os membros do lado direito do corpo por causa da região do cérebro que aconteceu o AVC. Natália se diz otimista, mas mantém a prudência comum em casos graves como o do treinador. Apesar de já ter a ideia de colocá-lo em pé, isso não significa que ele vai deixar o hospital andando. No estágio em que se encontra, Ricardo Gomes passa por um processo de reaprendizado de tudo que ele sempre fez.
- Não dizem que você não esquece de como se anda de bicicleta? Se você ficar anos sem andar, vai relembrar quando der a primeira pedalada. É mais ou menos isso. A lesão que ele teve atingiu uma parte do cérebro e ele está reaprendendo com o nosso auxílio. É algo que demanda certo tempo. Para quem não conhece, parece uma eternidade. Mas temos de ressaltar que o AVC hemorrágico tem um índice de fatalidade enorme. Ter saído deste quadro já é uma vitória. Não temos como dar um prazo, mas se não tivéssemos esperança nem iríamos iniciar o tratamento - afirmou Natália, lembrando que o fato de Ricardo Gomes ter sido atleta ajuda, mas não é determinante nestes casos.
- Trata-se de uma lesão neurológica e não ortopédica. Ajuda sim porque ele é forte, mas não é fundamental - disse.
Treinador inicia também sessões de fonoaudiologia
Em paralelo às sessões de fisioterapia, Ricardo Gomes também começou a fazer fonoaudiologia. Por causa do AVC, o treinador encontra dificuldades com a fala. É o que os médicos chamam de afasia, uma perda parcial ou total da capacidade de linguagem. O trabalho é para fazer com que o treinador tenha uma comunicação mais efetiva daqui para frente. Quanto mais cedo for o iniciado a terapia normalmente melhores são os resultados alcançados.
Segundo o diretor-geral do hospital, Ricardo Periard, ao escutar o filho Diego falar "eu te amo", Ricardo Gomes respondeu "amo". O mesmo aconteceu quando os médicos perguntaram se ele se sentia bem. O treinador respondeu apenas "bem". O fato de ele falar apenas algumas palavras e não formular frases completas é normal em função do grave quadro. A partir de agora, com a retirada dos aparelhos que auxiliaram na respiração - é que os médicos vão poder avaliar possíveis sequelas em relação à fala.
Fonte: http://www.globo.com/
http://globoesporte.globo.com/futebol/times/vasco/noticia/2011/09/fisioterapia-ganha-papel-fundamental-na-recuperacao-de-ricardo-gomes.html
Fonte: http://www.globo.com/
http://globoesporte.globo.com/futebol/times/vasco/noticia/2011/09/fisioterapia-ganha-papel-fundamental-na-recuperacao-de-ricardo-gomes.html
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